Claremont High School - INTERATIVA
7 Capitulo 7
Notas iniciais

Pov. Jace
Estou no meu quarto malhando, até que meu celular apita. Corro pega-lo, estou esperando a mensagem de minha ficante (ou melhor, ex ficante) dei uma fora nela e agora quero ver sua reação, não tem jeito: menina mesquinha é insuportável
Infelizmente, não é ela mas, falando em garotas mesquinhas, lá vem Shay avisando que vai ter uma festa em casa hoje
Ouço Courtney, correndo pelo corredor em direção ao meu quarto, ela abre a porta com força
– Você viu a mensagem? — Pergunta ela empolgada
– Vi...
– E? Não esta ansioso? Feliz no minimo? Você adora festas, principalmente quando tem garotas — Diz ela sentando na ponta da minha cama
– Primeiro: levanta, não te deixei sentar. Segundo: eu gosto de festas e meninas da minha idade, as amigas de Shay não passam de pirralhas secas... — Digo mechando no meu celular
– Vai no minimo me ajudar a arrumar a casa? — Pergunta ela
– Por que ajudaria? — Pergunto
– Porque...sei lá, porque sim! — Diz ela
– Que pena: não vou ajudar! — Digo com um sorriso irônico
– Mas...
– Feche a porta quando sair — Digo voltando a atenção ao celular
Ela sai irritada e bate a porta
– Eu disse feche, não bata — Grito sem sair do lugar
Ouço Courtney conversar com os empregados, tentando convence-los de ficar para ajudar na festa. Muitos recusam, "é meu horário de folga", é o que eles falam. Recebo mensagem do nosso grupo "irmãos Holt", Court fala:
* Shay, quer algum tema especial para a festa?
*Hum...ritual virgem
*Hein?
*Vamos te sacrificar. Você ainda é virgem né?! Então, você vai ser "sacrificada" e, para depois do sacrifício, eu posso arrumar um colega para tirar seu rotulo de virgem
*Uh...gostei!
*Shay, você quer tirar a virgindade da nossa irmã?! Ela só tem 12 anos...
*Qual o problema?
*Porra Shay, você ser puta tudo bem, mas leva-lá para o mesmo caminho não né?!
*Você não pode falar nada! Tem sempre uma garota na sua cama, o "puto" aqui é você. De qualquer jeito, se não quiser ver o ritual, não veja, mas ele sera feito!
*Não vou ver mesmo! Não vou nem te ajudar na decoração, culpe sua ignorância...
* Não precisarei culpa-lá, consegui contratar uns decoradores e eles logo chegaram ai em casa
*Ainda bem, achei que ia ter que fazer tudo sozinha! Jace, você não tem nada que se intrometer na minha vida amorosa, se eu quiser virar uma puta, eu vou virar, pelo ou menos eu vou manter a tradição da família...
*...
*...
Desligo o celular e jogo ele na cama. Ligo o vídeo-game e começo a jogar. Dane-se a festa da Shay!
Depois de um tempo, Shay e os decoradores chegam em casa, eles começam a fazer seu trabalho e Shay vem até meu quarto
– Não conte para o pai e a mãe que vou sacrificar nossa irmã, nem mesmo que eu vou dar esta festa. Por favor, minha popularidade depende disso... — Diz ela
– Por que liga tanto para popularidade? É só viver a vida...
– Isso porque você está na faculdade e sua popularidade não corre risco. Mas a minha corre e eu não quero perde-la — Justifica ela
– Certo...mas quero algo em troca — Digo
– O que você quiser — Ela diz feliz por conseguir negociar
– Privacidade. Se alguém pisar em meu quarto, vou matar essa pessoa! E você também, vou contar para o pai e a mãe tudo, vou falar que você forçou Court a fazer isso! — Digo
– Feito — Responde ela saindo do quarto
Volto a jogar e, depois de um tempo, descido ir até a cozinha pegar algo para comer e ver como esta ficando a decoração (provavelmente uma bosta pois para conseguir tão rápido uma equipe de decoração ela deve ser muito ruim!)
Na cozinha, Courtney tenta fazer cookies caseiros
– Para que isso? Ninguém vai comer...Faça caipirinhas que você ganha mais! — Digo pegando pate e torradas
– Me deixa...
Vou até o quintal ver como está a festa: tem tochas por todo lado e, ao lado da piscina, um vulcão de plastico com um escorregador marrom embutido, que cai no que deveria ser nossa jacuse de madeira, que, por sua vez, está cheia de pequenas bolinhas de silicone, iluminadas por uma LED vermelha
– Gostou? — Diz Shay vindo em minha direção
– Sim...
– É claro que sim, fui em quem fiz — Diz ela me interrompendo
– Idiota... — Digo saindo do quintal
Volto para meu quarto, onde arranjo algo para fazer, talvez um site porno...
Meia hora se passa e Brant, meu cunhado (o único cujo eu gosto) chega. Ele vem me dar oi e questiona o fato de eu não querer ficar para a festa, não adianta, ele não vai me convencer! Pouco depois, os convidados começam a chegar e, dentre vários barulhos um se destaca: uma serie de gritos e aplausos. Isso me irrita, quando eu quero relaxar, não quero barulho! Na tentativa de passar a raiva, descido malhar. Vou atá a barra na porta do banheiro e me levanto nela. Minha fúria é tão grande que minha força duplica e eu consigo quebrar a barra ao meio, caindo no chão, o que faz um grande barulho que ecoa no chão. Alguém bate na porta e eu abro um fresta
– Esta tudo bem? — Pergunta um garoto com a camisa do time de futebol americano
– Sim — Digo fechando a porta na cara dele
Volto a malhar, desta vez, sem camisa, devido ao calor que corre por meu corpo. Pego dois pesos e levanto-os com facilidade. Sou forte, bastante, na verdade! Meus olhos azuis encantam qualquer garota, não é atoa que eu vivo rodeada delas...
Saio na sacada, o ritual acaba de começar, quando é anunciado no microfone por Shay, todos no gramado -que antes estavam dançando e bebendo- param o que estão fazendo e comemoram o momento. Onde esta Brant? Procuro-o perto de Shay, no bar improvisado, na plateia, mas não o encontro em lugar algum, deve ter ido ao banheiro...
O ritual inicia de vez e Courtney, com uma roupa Avaí e uma coroa VUDU -meu deus, elas misturaram tudo!- toma alguns goles de vinho, que representa "o sangue das outras sacrificadas" e desce pelo escorregador. Em frente a jacuse, onde Court cai, há um garoto loiro, que aparenta ter 15 anos. Ele á puxa para fora da jacuse e leva-á para algum lugar, perco-os de visão. Coitada, Court é muito nova! Esperava no minimo ela seguir um caminho diferente...Mas, pelo visto NÃO!
Todos voltam a dançar e eu para dentro do quarto. Fecho q porta da sacada e abaixo pegar o peso no chão novamente. Sou interrompido pela porta se abrindo, só me lembro então que esqueci de tranca-lá depois de falar com aquele cara. Tenho em minha frente uma garota alta e magra porém, com um corpo digamos, violão, com um vestido justo e curto preto, com lacinhos rosa presos a alcinha. Ela tem cabelos castanhos com as pontas loiras e olhos azuis, azuis turquesa. Uou, que conversa de gay! Mas, realmente, ela é uma garota muito bonita e sexi, talvez a primeira amiga de Shay que possa valer a pena...
– Posso usar seu banheiro? É que os outros estão ocupados... — Diz ela parecendo estar envergonhada por estar ali
Percebo em seus olhos uma malicia ao me ver sem camisa
– Claro, fique a vontade -Digo sentando me novamente na cama
Ela entra no banheiro e, depois de alguns segundos, sai novamente com o celular na mão
– Pode me ajudar com uma coisa? — Pergunta ela
Antes de dizer o que é, ela caminha até mim, porém para no meio do caminho e vira de costas, abaixa e pega a barra quebrada no chão, o que me permite ver sua calcinha. Ela caminha até mim e me entrega a barra. Fica parada na minha frente, com um ar de inocência, porém, estou começando a perceber que não tem nada de inocência aqui
– Qual o favor? — Pergunto
– Minha mãe vai comprar uma langery para mim e precisa saber o numero do meu sutiã, porém, eu não consigo alcançar a etiqueta, pode fazer isso para mim? — Diz ela
Safada!
– Claro...
Ela mostra que a etiqueta é na frente e abaixa o decote, para eu alcança-la. Isso me permite ver totalmente seus seios e, que grandes! Fico um pouco hipnotizado mas volto ao normal. Vamos dificultar um pouco as coisas...Indico a numeração e sento-me novamente na cama. Ela toca meu ombro e vai descendo seus dedos para meu tanquinho. Ela se inclina sobre mim, deixando nossos rostos a um sentimetro de distancia. Seus lábios carnudos tocam os meus e eu volto para traz , impedindo o beijo. Seguro suas mãos, tirando-as de meu tanquinho
– Seu o que você quer! — Digo
– Aé?! O que? — Diz ela com uma voz sexi
– Não importa, o que importa é que eu também quero...
Puxo-a para mim. Ela cai com as pernas abertas sobre mim, que permaneço sentado. Lembro-me de uma coisa e colo-a sentada ao meu lado, levando e tranco a porta
– Agora sim... — Digo — Mas, eu ainda não sei seu nome
– Ashley — Responde ela
– Hum...bonito! Ok Ashley, vamos começar!
Volto para a cama e empurro ela, fazendo-a deitar e deito por cima dela. Beijo seu pescoço e vou rodando está área, chego perto de seu peito, mas recuo para o pescoço. Subo para sua boca e ela me beija ferozmente, começo a tirar sua roupa e ela a minha
Já sabe o que acontece depois...
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