Clara e Marina... Amor verdadeiro!
14 Nós fomos feitas uma para a outra!
Notas iniciais
Marina não imaginava o que Clara faria naquela noite, mas seu coração estava descompassado, como um aviso que não precisava de palavras para ser dito. Era por volta das cinco da tarde quando estava no estúdio esperando Giseli chegar, ela tinha pedido pra prima ir buscar o álbum de suas fotos e Clara que finalmente estava pronto. O ensaio de Clara vestida seria uma surpresa para a festa de seu aniversário, mas as fotos de ambas nuas era um presente particular que decidiu entregar a Clara naquela noite. Giseli chega e encontra uma Marina pensativa, mas com um sorriso indecifrável no rosto.
Giseli – Que sorriso lindo! A Clara realmente te faz muito feliz não é mesmo?
Marina – (Suspirando) Ai Gi, como faz. Eu não posso te explicar em palavras, porque elas nunca seriam suficientes para expressar como a Clarinha me faz feliz e completa. Eu só sei que a amo!
Giseli – Marina eu nunca tinha visto você amando de verdade. – Fala sincera. – No inicio fiquei com medo de você magoar a Clara, pensei que ela fosse mais uma de suas conquistas, mais uma transa... E vê você hoje assim suspirando por esse amor me faz muito feliz.
Marina – Õw minha prima querida, eu jamais brincaria com a Clarinha. Se tenho certeza de alguma coisa hoje nessa vida é que eu a amo e quero viver o resto da minha vida com ela, com o nosso Ivan e ainda um monte de irmãozinhos que daremos a ele. Mas agora vamos parar com essa conversa porque tenho que ir me arrumar para encontrar minha mulher. – Se levanta. – Obrigada por ter indo pegar as fotos para mim.
Giseli – Mas ela tá muito apaixonada meu Deus. – As duas riem e saem do estúdio.
...
A noite chega e está tudo pronto no apartamento de Clara. Seria o jantar de noivado delas, e Clara quis contar com a presença daqueles que faziam as duas felizes, família, amigos... Ivan tinha feito questão de colaborar em tudo. A família Fernandes estava toda presente, se encontravam lá também Maria (a governanta de Marina e sua segunda mãe), Giseli, Flavinha e Vanessa, sim Vanessa, Clara sabia que ela não era essa pessoa tão ruim, precisava apenas ser compreendida, e naquela noite não havia espaço para mágoas, nem rancor. Em Santa Tereza Marina procurou Maria para se despedir e achou estranho quando não a encontrou. Perguntou as outras pessoas que trabalhavam lá por ela, mas ninguém sabia lhe dizer onde ela tinha indo. Pegou a caixa com o álbum e decidiu ir, no caminho parou em uma floricultura e comprou um buquê de rosas para sua amada. Era sete e meia e Clara estava uma pilha de nervos, verificava tudo de instante em instantes, foi até o quarto e deu uma última olhada, estava lindo, só faltava sua pequena ali. Tirando a parte que envolvia o quarto, tinha um plano já acertado com todos ali presentes. Marina parou o carro em frente ao prédio e ligou para Clara para avisar que já estava esperando.
Marina – (No telefone) Clarinha...
Clara – Oi amor.
Marina – Já cheguei, estou esperando vocês aqui.
Clara – Pequena ainda estou terminando aqui sobe um pouquinho. O Ivan vai descer pra te acompanhar até aqui.
Marina – Tá certo.
Assim que desliga o telefone, Clara entrega a Ivan um buquê para ele entregar a Marina ainda lá embaixo. Ivan desce conforme o combinado. Chegando vê uma Marina lindíssima a sua espera em frente ao carro também segurando um buquê e não perde a chance de brincar um pouco.
Ivan – (Com uma carinha de menino sapeca) Já vi que hoje será meu dia de entregar flores. Já falei pra mamãe e vou lhe avisar também, hoje eu quero uma gorjeta bem alta viu?! – Diz rindo.
Marina – (Rindo e o abraçando) Então eu vou ter que fazer um empréstimo porque acho que não trouxe dinheiro suficiente. – Fala entrando na brincadeira de Ivan.
Ivan – Vamos fazer o seguinte, eu dou um desconto pra você, mas não pode contar pra mamãe Clara não, se não ela vai querer também. Fechado? – Diz rindo.
Marina – (Fazendo cara de menina travessa) Fechado garotão. – Os dois batem as mãos e começam a rir. Marina continua. – Você tá muito lindo meu garotão.
Ivan – (Todo feliz) Obrigado. Mas quem tá gatona aqui é você, vai deixar a mamãe Clara babando. – Começa a rir e continua. – Marina essas rosas são para você, é um presente da mamãe e meu. – Diz entregando o buquê e começando a chorar. – Eu quero que você saiba que nós te amamos muito. Obrigado por nos fazer tão felizes. – Clara não tinha pedido pra Ivan falar nada, ele falou por que realmente queria que Marina soubesse que ele a amava.
Marina – (Já chorando também) Ivan meu amor, eu te amo muito, muito. Eu quem agradeço por Deus te colocado vocês em minha vida. Você e a mamãe me fazem a pessoa mais feliz desse mundo. Eu te amo meu FILHO! – Os dois se abraçam por longos minutos, até que decidem subir.
Os dois chegam abraçados à porta do apartamento e Ivan agora segura o buquê que Marina trouxe para Clara e ela segura o que Ivan a tinha entregue. Ivan abre a porta e manda Marina entrar. Quando Marina entra e se depara com o apartamento todo arrumado e todos ali, seu ar falta, suas penas já não têm forças e ela só consegue continuar de pé porque Ivan fica ao seu lado. Pensou por um momento se não estava sonhando, mas era real. A família de Clara ali, as meninas, até Vanessa, Maria com algumas lágrimas em seus olhos e Clara, sua Clarinha na frente de todos segurando uma caixinha já tão conhecida dela. Deixou as lágrimas caírem. Clara então se dirigiu até onde ela estava. Abriu a caixinha e quebrou o silêncio.
Clara
Há algum tempo nossos olhares se cruzaram, ali eu me apaixonei perdidamente. Mas diante das circunstâncias eu fugi, tive medo. E quando eu menos espero meu mundo é preenchido com uma linda declaração, mais ainda, esse olhar me encontra novamente. Você me pediu em casamento, te devo uma resposta.
“Marina por sua causa eu tenho lindos sonhos para sonhar. Por sua causa, minha vida está cheia de amor. Não importa se você está perto ou longe, o que importa é que você existe para que eu possa senti tua falta. Quando eu te conheci, houve um lugar, um tempo e um sentimento. O tempo ficou marcado, o lugar será sempre lembrado e o sentimento jamais será terminado. Com você aprendi que amar vale a pena, e que viver é uma arte. Entre sorrisos e trocas de olhares, nos apaixonamos, entre juras e promessas nos deixamos guiar pelo coração... Um momento não é tudo, mas você é tudo em um só momento. O amor que sinto por você é mais do que posso descrever, e muito maior do que posso demonstrar”!
Eu te amo!
Sim, eu aceito me casar com você.
Lágrimas caem piedosamente pelo rosto de Clara.
Ambas trocam um olhar apaixonado e feliz. Ivan já impaciente com o silêncio do momento decide se manifestar.
Ivan – (Com a voz meio preocupada) Marina você ainda quer casar com a mamãe né?! Todos riem com a preocupação de Ivan.
Marina ainda surpresa, porém feliz, olha para ele com ternura e perde que ele segure as rosas que estava segurando. Vira – se de volta para Clara.
Marina (Pegando a aliança)
Clarinha eu queria ter as palavras mais lindas e perfeitas para representar meu amor por ti. Mas nenhuma traduziria tudo o que eu sinto. Você me faz a mulher mais feliz e completa desse mundo. Eu quero viver toda a minha vida com você, compartilhar todos os momentos, quero te fazer feliz sempre. “Não quero ser na sua vida o inicio do fim, nem o fim de um começo, mas o inicio de um começo sem fim. Eu quero te provar a cada novo dia, de uma maneira diferente o quanto eu amo você”.
Eu te amo!
Marina pega a mão de Clara e coloca sua aliança dando em seguida um beijo na mão dela. Clara pega a outra aliança e repete o gesto de Marina. Elas trocam um beijo e depois se abraçam recebendo aplausos de todos. Ivan tinha se afastado um pouco, Marina o chama de volta para pegar o buquê que daria a Clara e para fazer uma coisa que há algum tempo queria. Depois de entregar as rosas para Clara chama Flavinha que está com uma máquina na mão.
Marina – Flavinha tira uma foto de nós três juntos e depois uma minha só com o Ivan... – Ivan a interrompe.
Ivan – Mas nós já temos fotos juntos. – Todos acabam prestando atenção no diálogo.
Marina – Mas hoje tem que ser uma bem bonita e especial. Sabe por quê? – Ivan faz que não com a cabeça. – Porque essas fotos vão ficar em vários lugares da NOSSA casa. Eu quero que todos vejam como eu tenho a mulher e o FILHO mais lindo e amado de todos.
Ivan – (Sorrindo) Oba. Capricha viu Flavinha?! Porque vou mostrar pra todo mundo que eu tenho duas mães gatonas. – Pausa e pula no colo de Marina. – Eu te amo muito mãe!
Os dois ficam abraçados por longos segundos, Marina chora mais uma vez e Clara então abraça os dois chorando também. Os três se abraçam e fazem declarações uns aos outros, então decidem tirar as fotos. Flavinha tira várias fotos, e quando termina todos vão cumprimentar elas. Um a um parabenizam as duas, por fim fica Maria e Chica que ao mesmo tempo abraçam Clara e Marina. Maria demostra todo seu carinho por Marina e agradece a Clara por fazer ela tão feliz. Chica abre seu coração a Marina, revela que não foi fácil de imediato aceitar a escolha de Clara, mas que a felicidade de Clara a fez vê que o importante é o amor das duas. Depois de algum tempo, todos jantam e bridam ao noivado. Ivan sendo mais uma vez o príncipe da noite, faz um breve discurso em nomes de suas mães. A noite corre tranquila e feliz, até que aos poucos os convidados se retiram. Ivan se despede de Marina e segue caminho junto de Maria deixando Marina sem entender nada. Ela senta no sofá esperando Clara voltar, pois a mesma tinha indo no quarto checar pela última vez o lugar. Por mais que estivesse ansiosa, estava segura que queria se entrega a Marina. Ao voltar pra sala encontra Marina sentada no sofá, perdida em seus pensamentos.
Clara – (Chegando por detrás do sofá e falando no ouvindo de Marina) Será que eu posso saber o que tanto minha noiva pensa?
Marina – (Sorrindo e pega na mão de Clara para ela ir sentar no sofá também) Amor...
Clara – (Já sentada) Oi pequena.
Marina – Pra onde o Ivan foi com a Maria? – Diz realmente confusa.
Clara – (Sorrindo tímida) Amor eu espero que você não se importe, mas eu pedi pra Maria levar o Ivan pra dormir na sua casa e cuidar dele.
Marina – Mas é claro que eu não me importo. E outra, a casa é NOSSA. Minha, sua e do Ivan, logo vocês podem ir pra lá quando quiserem. E eu fico muito feliz que aquela que cuidou de mim como mãe agora possa cuidar do NOSSO FILHO.
Clara deixa algumas lágrimas escorrerem pelo rosto e Marina as enxuga dando vários beijos em seu rosto. Clara dá um selinho nela e se levanta para ir até a cozinha buscar duas taças e um champanhe que tinha deixado separado. Quando volta entrega as taças para Marina que já está de pé e abre o champanhe servindo em seguida às duas taças. Marina propõe um brinde ao amor delas, elas brindam e Clara beija Marina com carinho. Quando o beijo cessa Clara propõe outro brinde e Marina pergunta a que vão brindar agora.
Clara – (Encarado Marina) A nossa primeira noite de amor!
Marina congela com as palavras de Clara. Um misto de amor, carinho, felicidade, tesão toma conta de seu corpo. Ela não consegue simplesmente dizer uma palavra, se antes foi Clara que derramou algumas lágrimas agora era sua vez. Estava emocionada e feliz. Clara delicadamente tira a taça de sua mão, beija seus lábios e repete suas palavras.
Clara – A nossa primeira noite de amor! – Pausa e continua. – A primeira de muitas. – Marina então a encara e recuperada da surpresa consegue falar alguma coisa.
Marina – (Acariciando o rosto de Clara) Eu te amo! – As duas se beijam.
Clara segura na mão de Marina e a leva até o quarto. As duas param na porta.
Marina – (Segurando as mãos de Clara) Clarinha a gente não precisa fazer... – Clara a interrompe.
Clara – Eu quero. Quero te amar, quero que você me ame. Eu quero que meu aniversário chegue enquanto a gente faz amor. – Lhe dá um selinho. – Amor fecha seus olhos. Marina fecha e Clara a guia até dentro do quarto.
Já dentro do quarto, Clara abraça Marina por trás e a manda abri os olhos. Marina se emociona com o que vê. Clara havia decorado todo o quarto, havia pétalas de rosas espalhadas por todos os cantos, algumas velas iluminavam brandamente o ambiente, havia champanhe, chocolate e muito amor naquele ambiente.
Clara – Espero que você tenha gostado. – Diz quebrando o silêncio.
Marina – (Se virando pra Clara) Gostado? Eu amei. Tá perfeito meu amor. – As duas se beijam e Clara guia Marina até a cama.
Elas param ao lado da cama, então Marina vira Clara de costas para ela. Marina vai beijando o pescoço de Clara, passando suas mãos por seu corpo. Ela começa a abrir o zíper do vestido de Clara por fim deixando – o cair sutilmente. Para e fica admirando aquele corpo maravilhoso, a lingerie de Clara vermelha lhe deixa cada vez mais excitada, até já tinha visto Clara nua, mas ali era diferente, ali Clara lhe pertencia de corpo e alma. Beija os ombros de Clara com delicadeza e amor, abre seu sutiã e tira, desce para a calcinha retirando lentamente, por fim abraça Clara como se estivessem em uma dança sensual.
Clara – (Sentido o calor de Marina abraçada ao seu corpo) Amor eu não quero te decepcionar.
Marina – Vamos nos descobrir juntas. Te amo Clara! – Clara se vira.
Clara – Eu também te amo Marina! – As duas se beijam e Marina deita Clara na cama.
Após alguns beijos Marina se levanta e sensualmente tira seu vestido deixando Clara louca de tesão com a cena. Clara senta na cama e puxa Marina para si. Dá alguns beijos na barriga de Marina enquanto tira o sutiã dela, aperta levemente os seios de Marina e tira a calcinha dela. Vê o corpo de Marina nu e tão entregue a ela fez Clara dá um leve gemido. As duas se deitaram na cama, Marina ficando por cima de Clara. As duas trocaram beijos, carícias, abraços... Marina desceu até os seios de Clara, beijou cada um, lambeu, e mordiscou recebendo de Clara leve arranhões em sua costa. Desceu por sua barriga, abriu mais um pouco as pernas de Clara e ficou alguns instantes admirando sua mulher tão entregue. Continuou os beijos pelas coxas de Clara até chegar a seu sexo, deu um beijo terreno e Clara gemeu, já não aguentava mais, precisava de Marina urgente.
Clara – Peque... naaaaa. – Marina lambeu seu sexo.
Marina – Que foi Clarinha? Quer que eu pare? – Diz enquanto dá um beijo ardente no sexo de Clara.
Clara – Nãooo... Amor eu preciso de você. Agora! – Diz enquanto segura a cabeça de Marina.
Marina sente seu sexo molhar, começa a penetrar Clara com a língua, inicia com movimentos leves e depois aumenta o ritmo. Clara segura à cabeça de Marina enquanto é penetrada, gemendo deliciosamente, o que só aumenta o tesão de Marina. Enquanto chupa o clitóris de Clara a penetra com um dedo, e a outra mão massageia o seio de Clara que geme alto de prazer, Marina coloca mais um dedo dentro de Clara que grita com o ato.
Clara – Ma... ri... naaaa... Amor eu vou go... zar.
Marina sente seus dedos serem lambuzados pelo líquido, chupa todo o sexo de Clara com prazer. Dá um beijo e sobe sobre o corpo de sua mulher. As duas se beijam apaixonadamente e após vários selinhos Clara encara Marina.
Marina – (Após beijar Clara) Você que é maravilhosa amor. – E continua. – E ainda bem que o Ivan não está aqui, mas ainda sim eu não sei como vou encarar sua família amanhã.
Clara – (Sem entender) Por quê?
Marina – Amor você gemeu e gritou tão alto que tenho certeza que o prédio inteiro ouviu. – Começa a rir e Clara belisca sua bunda. – Ai amor.
Clara – Boba. Se for assim a senhora também não ficou longe de mim não. – Vira Marina e fica por cima dela. – E outra o que tem eles escutarem? Eu estou com a MINHA MULHER, na NOSSA casa, no NOSSO quarto. – Faz pressão com o joelho no sexo de Marina. – E eles que tapem os ouvidos porque eu quero amar você à noite toda. – Desce sua mão até o sexo de Marina e massageia levemente.
Marina – Amor me fode, quero você. – Diz maliciosamente.
Clara a beija. Clara desce o beijo até a barriga de Marina, sobe até os seios dela, beija com carinho, enquanto lambe um acaricia com a mão o outro, troca de seio e morde com desejo, deixando Marina fora de si. De repente se vira e deita na cama, olha para Marina e manda – a sentar no seu rosto.
Clara – Vem amor, senta na minha boquinha vai.
Marina senta e Clara logo começa a beijar seu sexo, massageando com a língua. Clara penetra Marina com a língua num vai vem frenético deixando enquanto Marina rebola em sua boca. Clara para e encara Marina sedutoramente.
Clara – Fica de joelhos assim e abre as pernas pra mim amor.
Marina obedece. Clara observa aquele sexo molhado por alguns instantes e sem aviso penetra de uma vez dois dedos no sexo de Marina que com o ato se inclina para trás e geme alto. Clara coloca mais um dedo pegando Marina totalmente de surpresa, fazendo – a gritar. Clara fode Marina com força.
Marina – A... mor... Cla... ri... nha... – Marina não consegue falar tamanho seu prazer.
Clara – Goza pra sua mulher vai amor.
Depois de mais algum tempo sendo fodida por Clara, Marina goza em seus dedos e Clara rapidamente a senta de novo em sua boca para chupar seu sexo. As duas então ofegantes, suadas, então Clara guia Marina até ela sentar em cima de seu sexo, se levanta ficando sentada com Marina em seu colo, as duas se abraçam, sem beijam... Marina deita Clara novamente, abre suas pernas, encaixa seus sexos um no outro e começam um vai e vem cheio de prazer. As duas gozam ao mesmo tempo. Clara puxa Marina para deitar em seu peito.
Clara – Amor... – Marina a encara. – Você é muito gostosa. – Lhe dá um selinho. – Eu quero você hoje, amanhã e todos os dias de nossas vidas.
Marina – Você que é gostosa meu amor. Eu serei sua todos os dias de nossas vidas. Eu te amo!
As duas trocam um beijo apaixonado. E a noite está só começando...
Fale com o autor