Clara e Marina... Amor verdadeiro!

18 Felicidade, certeza e incertezas, amor.


Notas iniciais
Amores acho que mil pedidos de desculpas seriam poucos, portanto, entendam a demora para postar, acreditem eu sofro mais que vocês por causa disso. Mas infelizmente não consegui conciliar nada esses dias que passaram. Capítulo dedicado a minha pequena e adorada Vi, ela enche minha vida de alegria, tenho por ela um carinho especial. Carol, prometi a você e aqui está, capítulo novo (mesmo depois de dois dias, rsrsrs). Obrigada a todas pelos comentários, responderei quando possível. P.s. Green, Coldplay. https://www.youtube.com/watch?v=_INpKLsEDvk

O resto da semana passou rápido e tranquilo. Clara e Marina descobriam cada vez mais o verdadeiro amor que as uniam, um misto de sentimentos nas formas mais intensas e verdadeiras, que as envolviam cada vez mais. Na verdade não existiam explicações para demostrar àquela sequência de fatos presentes em suas vidas, palavras nem gestos seriam suficientes para mostrar o amor que as uniam. Todos voltaram as suas rotinas normais, mesmo diante da insistência de Marina, Clara decidiu ficar no apartamento até o casamento delas. O dia da festa do aniversário de Clara havia chegado, Marina fez questão de organizar tudo pessoalmente, cuidou dos mínimos detalhes para que tudo saísse perfeito. E saiu. Foi uma bela festa, a felicidade estava estampada no rosto de todos, principalmente nos de Clara, Ivan e Marina. Ninguém tinha dúvidas do amor que unia aquela nova família que se formou Ivan se mostrava orgulhoso pelas suas duas mães, Marina o mostrou o amor materno de uma forma pura e natural, muito além de laços sanguíneos. Clara buscou respostas para saber como Marina tinha mudando tanto sua vida diante de tão pouco tempo, Marina era sua calmaria e tempestade, seu refúgio, sua dor e tormenta, sua alegria, seu viver. Maria por sua vez lembrava – se algumas vezes de alguns momentos com sua mãe, das conversas amorosas, da proteção que teve e agora se sentia realizada de poder cuidar da sua família... Da sua mulher, do seu filho. Passaram – se mais alguns dias, e apesar de Clara achar cedo demais, Marina já providenciava tudo para o casamento. Clara cedia em tudo que tudo que Marina queria, na verdade ambas cediam aos encantos da outra. As duas se encontravam deitadas no chão do estúdio no final de um dia chuvoso, separando algumas revistas que tinham chegado e falavam sobre estilos de casamentos quando uma chamou a atenção da fotografa.

Marina – (Surpresa) Clarinha amor acho que, melhor, tenho certeza que os ventos sopram ao nosso favor e querem que nossa família aumente logo.

Clara – (Sem entender nada) Amor não estou te entendendo. Achou algo de interessante para o nosso casamento?

Marina – Clarinha você é lenta mesmo amor. – Marina ri e Clara lhe dá um tampinha no ombro – Falei em aumentar nossa família. Isso significa... Que vamos ter um bebê. – Clara faz uma cara de espanto – Já falamos disso né? – Clara confirma com a cabeça – Então nessa revista tem uma matéria com uma médica que conheci há algum tempo atrás, fiz uma campanha para a clínica dela, ela é brasileira e conhecida mundialmente, respeitada, estruturou a matriz da clínica em Londres porque casou lá e formou família, mas tem algumas filiais em alguns países, inclusive aqui. Aqui na matéria diz que ela veio ficar por um ano aqui no Brasil, tempo que seu marido estará aqui fazendo uma pesquisa sobre leucemia, ele também é médico. Vamos fazer a inseminação com ela.

Clara – Marina nós ainda nem nos casamos...

Marina – Amor, irei ligar amanhã mesmo para ela, não quero perder tempo. Quero que seja o mais rápido possível.

Clara – Marina! – Marina abaixa a cara achando que Clara não vai aceitar, ao menos não agora. – Mesmo que eu esteja barriguda no dia do nosso casamento, você vai ter que continuar me achando a mulher mais linda e gostosa do mundo tá me ouvindo?! Diz rindo e provocando o sorriso mais sincero e feliz no rosto de Marina. – Ah, fique sabendo que eu grávida terei muito desejo pela mulher que me faz tão feliz, portanto, na hora que eu quiser “namorar” você terá que cumprir seus deveres de mulher viu?

Marina – (Beijando Clara) Meu amor, você será sempre a mulher mais linda desse mundo pra mim. – Mais beijos – E saiba que para mim não terei problema algum se minha mulher quiser que a gente passe os noves meses “namorando”. Eu amo você!

As duas se amaram intensamente.

...

Tudo foi, é e continuaria sendo intenso em suas vidas. A intensidade era a certeza do amor que as envolvia, puro e verdadeiro. Marina ligou para a médica, que de imediato ficou feliz por Marina, e já marcou de encontra – las dentro de alguns dias. Desde que tinham se conhecido guardava um carinho muito profundo pela fotografa, e se sentia feliz por poder proporcionar essa felicidade a ela. Clara foi aos poucos contando a Ivan a novidade e o pequeno mostrou – se feliz com a possibilidade de ter um irmãozinho ou irmãzinha. Emocionou Marina e Clara algumas vezes, pois se mostrava sempre orgulhoso do amor que recebia aquela era a família que Ivan sempre quis uma família feliz. Os três se conheciam sempre mais e mais, compartilhavam de seus medos, suas dúvidas, suas alegrias, mas principalmente compartilhavam o amor. Na vida profissional as coisas se encaminhavam perfeitamente, Clara e Marina era o encaixe perfeito em tudo, desde o amor até o trabalho. O estúdio caminhava a todo vapor, Clara se mostrou uma excelente administradora, apesar dos contratempos iniciais com Vanessa, nada a atrapalhou. Assim como Marina, as meninas e principalmente Vanessa, a casa de Marina já mostrava sinais do amor de Clara. Maria agora dividia a tarefa de “cuidar” da casa com Clara, apesar de terem Maria e todas àquelas outras pessoas que trabalhavam para elas, Clara queria levar os prazeres pequenos de sempre em sua vida e ensinava Marina a enxergar tudo isso de uma forma simples e natural. Assim seguia suas vidas, de forma branda, mas cheia de simplicidade e muito amor. Foram à consulta com a médica, tiraram todas as suas dúvidas, e nada tinha mais que ser pensando e discutido. Dariam inicio ao tratamento, Marina não via a hora de vê sua Clarinha grávida, sentia – se realizada, iria casar, tinha um filho lindo, e a possibilidade de ter mais filhos a deixava radiante de felicidade. A cumplicidade entre Clara e ela era perceptível a qualquer pessoa, elas dividiam sonhos, promessas, certezas e incertezas, mas sabiam que o amor era o maior e mais profundo de todos. A vida as uniu, e sua união seria eterna.

Notas finais
A vida é eterna, mais eterno ainda é o amor, ele ultrapassa a vida e se fixa na eternidade!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.