Ciúmes

5 Ciúmes em genero, número e grau


Cap.04- Ciumes em genero, número e grau


Ao chegar em casa, se jogou no sofá. Havia perdido uma bela noite de diversão por causa daquela coisa esquisita que lhe dava náuseas. Riza era uma mulher adulta, que sabia muito bem o que fazia.


No entanto, tudo o que sentia era uma bela dor de cotovelo, por algumas vezes, quis estar no lugar do ruivo. Queria que aqueles beijos fossem para si.


- O que você fez comigo, Hawkeye?


Olhou para o relógio e constatou que já se passavam das duas e meia da manhã. Ela já devia estar enlouquecendo nas mãos daquele ruivo sardento... Ou não. Quem sabe aquilo não passou de beijos?


HAHAHA. O cara tinha que ser muito idiota para dispensar uma mulher como Riza. Mas ela o despachar, não seria de se admirar.


- É lógico que ela vai despachar aquele atrevido... – se levanta bruscamente – Como se eu me importasse.


Despindo-se pelo caminho, Roy resolveu tomar um banho frio. Não era de sua conta o que a loira fazia ou deixava de fazer.


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Ainda dentro da confortável banheira com água quente, Riza tentava entender sua falta de vontade para com Gregg. Tipo, Roy era bonito e tinha lá suas qualidades, mas eram tão diferentes, tão opostos...


Fazia muito tempo que nutria sentimentos por Roy, mesmo sem saber o porquê.


Talvez fosse devido ao idealismo, o jeitão de dono do pedaço, o empenho, muitas vezes encoberto por quilos de preguiça, o sorriso bobo de quando pego no flagra, o sorriso sedutor que já derrubou multidões... Ou até mesmo devido a prepotência, impaciência, falta de compostura, preguiça...


Dizer que se gosta de alguém pelos defeitos parece estranho, mas se você não gosta dos defeitos, não pode dizer que ama. Pois ninguém é perfeito, não que os defeitos não incomodem... Mas sem eles Roy não seria Roy.


Ele é muito mais do que um conquistadorzinho de quinta, aquilo que as “amiguinhas” dele dizem que amam, não é ele. Pelo menos não por inteiro.


Ser lascivo, sensual é algo que está em sua personalidade, mas não é só isso.


- Maldito... Por que tem que ser tão perfeito e imperfeito.


Ao sair de sua banheira e secar-se, segue para sua cama. Precisava de uma boa noite de sono e na manhã seguinte sua vida estaria normal do mesmo jeito de sempre.


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O dia amanhecia como todos os dias na Central. O céu estava límpido e o tempo frio, coisa que não duraria mais que algumas horas. Logo estaria fazendo um calor escaldante.


Um faminto Black estava com as patas na beirada na cama com um olhar pidão.


- Já com fome bebê? – o cachorrinho latiu animadamente – Ok, vamos alimentar você.


Preguiçosamente ela sai da cama e ainda descalça vai para cozinha pegar a comida do pequeno animal.


- Come tudinho.


Aproveitando que já estava lá, resolveu tomar café. Pegou um copo de leite, bolachas recheadas e uma pêra. Sentou-se a mesa e começou a comer vagarosamente.


- Vou ligar para o Gregg antes que eu enlouqueça pensando naquele... – a loira termina de comer e pega o telefone – Qual era o numero mesmo?


Antes que a loira pudesse digitar os números, a campainha toca. Caramba, quem poderia ser a essa hora da manhã? Só podia ser alguém conhecido, pois o porteiro não havia interfonado.


- Fala sério...


Mas qual não foi sua surpresa ao ver quem estava na porta...


Continua...


Notas finais
Oi gente aqui está masi um cap!
Kissus e comente!