City Of Evil
2 Guess Who
Notas iniciais
pois éé... eu não consegui me fingir de má e tive que postar esse wieowieuwoeiuweoieu'
é curtinho mas é bem legal... eu acho .-.
espero que gostem.
beeeijos :**
CRAAAAAAAAAAAAAAASH
Sinto um impacto levando minha cabeça rapidamente para frente, depois voltando e batendo no banco do carro. Assustada, continuei dentro do carro olhando no retrovisor e vi um Opala preto com listra prata perto demais do meu Edge.
– fudeu
É, eu tinha batido o carro novo da minha mãe... desci para ver o estrago, fui para a traseira e agachei sobre o calcanhar. Quando vi a merda que tinha acontecido levei a mão ao rosto retirando o óculos e esfregando minhas têmporas.
– fudeu e fudeu legal
Enquanto tento entender tudo o que aconteceu vou até o banco do carro, pego o celular e ligo para Taylor — amiga, to a três quadras da tua casa, vem aqui agora, algum idiota bateu no meu carro – e desligo.
Escuto o barulho de buzina atrás de mim e me viro
– oo pirralha, você é louca é? Onde aprendeu a dirigir? Jogando Mário Kart? – ele disse olhando o estrago do seu carro e vindo na minha direção
– olha quem fala seu filho da puta, não sabe o que é a porra de uma seta?
– uaaau, o pica-pau fala palavrão
– cala a boca seu otário, não sou eu quem está errado aqui – disse apontando o dedo na sua cara.
– primeiro você tira esse dedo da minha cara, depois se acalma e aí a gente conversa ok? – disse tentando parecer controlado.
– acalmar? ACALMAR? Você diz isso porque essa sua merda de carro não ta tão fodido quanto o meu – gritei
– como é que é sua pirralha de merda, sabe quanto custa esse carro? É um Opala original, sabe o que é isso ORIGINAL? vale mais que essa sua porra de vida.
– que se foda esse seu carro, eu quero mais é que ele exploda com você dentro seu playboyzinho do caralho. Anda logo, eu estou atrasada, me passa seu numero, e-mail, fax, qualquer porra pra te mandar a conta.
Ele riu – você realmente acha que eu vou passar meu numero pra uma louca que nem você me ligar no meio da noite?
– hãã, do que você tá falando? Quando é assim você é um filhinho de papai nojento que não sabe o que dar duro pra ter alguma coisa.
– eu já disse pra você tirar essa porra de dedo da minha cara – e deu um tapa na minha mão – é, com certeza eu não sei o que é " dar " pra conseguir o que quero – e riu
– aaaaaaah seu filho da puta – fui em sua direção quando senti um braço envolvendo minha cintura e me puxando para um abraço – AAAAAH, me solta, me solta pra eu arrebentar a cara desse desgraçado, ME SOLTA.
– meu amor, se acalma, você não vai resolver nada estressada desse jeito – estremeci ouvindo aquela voz sussurrar no meu ouvido. Era meu namorado, meu lindo namorado, Allan.
– ah, ótimo, até que em fim o controle de animais chegou pra acalmar essa macaca. Hey cara, não é melhor um dardo tranquilizante? – rindo
– aah seu... – Allan tampou minha boca e voltei a me debater
– aí HAHAHAHAHAHAHAHAHA, não foi o que disse?
– cara, sério para com isso, ela já ta nervosa, não quer deixar as coisas mais complicadas quer? – disse Allan. Não sei como ele consegue ser tão calmo nessas situações. Talvez por cursar psicologia, ou por odiar brigas.
– como você soube amor? – perguntei a Allan
– Taylor.
– aaaaaaaaaaaaah amiiiga — gritou aparecendo do nada — tudo bem com você hã? — checando meu rosto e meus braços — O que aconteceu? Quem é aquele hum? — e apontou para o estranho — Foi o filho da puta que bateu no seu carro? Seu desgraçado, como pode...
– ah ótimo, mais uma histérica – disse interrompendo Taylor – o engomadinho, tem como a gente resolver essa porra logo?
Quem esse cara pensa que é pra falar desse jeito?
– amor, vou lá ok? Tenta se acalmar – disse afagando meus cabelos – vai lá e compra uma água pra ela Taylor
– Heineken – corrigi
– beber agora Ariel? — olhei para ele e levantei uma sobrancelha — Ok, uma Heineken.
Só me acalmei quando bebi minha cerveja enquanto via a conversa entre Allan e o idiota do outro lado da rua. Decidi voltar lá e dizer umas boas verdades pra aquele otário, mas Taylor me impediu dizendo que os policiais haviam chego.
– ainda não entendo porque não posso ir lá – retruquei cruzando os braços e fazendo biquinho
– porque com esse se gênio maravilhoso, com certeza acabaria com qualquer chance de conciliação entre os dois — batendo o pé no chão
– mas que droga Blonde, para com esse pé
– não dááá, to encucada com uma coisa, ta vendo os caras lá? – olhei na direção em que ela apontou e vi uns mal encarados perto do idiota rindo a toa.
– sei, o que tem eles?
– acho que são amigos – fazendo uma careta e cerrando os olhos
– aah, jura? – disse irônica – e o que tem de especial nisso?
– é que eles parecem una caras que eu conheço, mas não to lembrando de onde..
– se você fosse um pouco mais seletiva com certeza saberia de onde conhece eles – retruquei
– uma coisa não tem nada a ver com a outra Ariel – olhou para a janela – eu posso tê-los visto em alguma festa... na TV...
Soltei um riso histérico – NA TV? Você realmente acha que vá viu aqueles caras na TV? Por favor né Taylor.
– na plateia, na praia, que se foda Red, você tá um pé no saco hoje sabia? – percebi um tom de raiva e mágoa na sua voz
Suspirei – desculpa amiga, é só... tudo isso... essa mudança, essa batida... eu não to acostumada com esse estilo de vida no litoral
– JÁ SEI – gritou – eles são... — virei para olhar mais uma vez
– aah, Blonde, o Allan ta chamando, vamos ver o que ele quer – levantei e a puxei da cadeira
– NÃÃO, eu tenho que te contar, espera
– seja o que for... pode ser depois não é?
Saimos da conveniência e corremos em direção a batida. Olhei mais uma vez para o estado do carro da minha mãe. Estava ferrada. E muito.
– o que foi amor? – perguntei fazendo voz manhosa. De relance vi o otário bufar e dizer algo como ‘ nojento’
– Ariel – começou – decidimos que quem levaria a culpa pela colisão gastaria muito com a reforma, então, como o estrago tem provavelmente o mesmo custo, cada um paga a sua parte.
Senti um calor subindo em meus braços, passando pelo meu pescoço e fervendo na minha cabeça.
– iih cara, parece que ela vai explodir – disse o baixinho do cabelo branco com preto ao gordinho com um saco de batatas na mão. O gordinho assentiu e voltou a comer mais rápido, como se assistisse ao final de uma novela mexicana
– eu não vou pagar nada! – gritei – porque pagaria se foi esse otário quem bateu no meu carro? – apontei o dedo a ele
– você tem algum tique pra ficar colocando seu dedo na minha cara?
– ah, me desculpe, bem que você tem cara de quem prefere o dedo no CÚ
– aaah sua pirralha – vindo para cima de mim, mas seus amiguinhos o seguraram – me solta porra, eu não vou fazer nada.
– hahahahahahaha, olha láá, o machão não consegue se livrar do gnomo e do gordinho.
– Ariel já chega! – gritou Taylor – para de dar ceninha mulher, não viu que ta juntando gente em volta?
Olhei para os lados e vi que ela tinha razão. No momento da batida haviam só alguns curiosos, mas agora parecia ser um ringue de luta livre. Cerrei meus olhos pra ele, contive a vontade de arrancar aquelas tatuagens na gilete e me acalmei.
– hey marrentinha, eu tenho uma solução já que você não quer pagar. Vamos para a minha casa, eu te mostro que sei “dar duro” e aí se você for boa também, eu pago o carro – disse sorrindo
Que filho da puta... agora não, agora eu não fico quieta.
– Ariel – Taylor segurou eu braço como se adivinhasse o que eu diria – não.
– hahaha – ri irônica – só durmo com você se você for o Synyster Gates!
– ah Deus... – Taylor
Vi que eles ficaram calados, senti que venci a batalha e virei meu corpo em direção oposta. Mas o silencio não durou muito. Ouvia gargalhadas vindas de todas as direções, parecia que eu havia dito a coisa mais estúpida do mundo.
– amor...
– o que ?
– ele é.
Notas finais
bem boca suja esse cap. néé?
wieuwoie'
faz parte u.ú
dúvidas, sugestões, sacolão, passe de ônibus, tele-sena, to aceitando tudo maas, preeeeciso de reviews geente, se não eu JUURO que não posto o próximo u.ú
beeijos
:**
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