Cisne Branco (em Revisão)

8 O Baile de Compromisso


Notas iniciais
Bem aqui muita coisa vai ser resolvida e a aventura Nina está chegando ao fim.

Faltava dois dias para o baile e nós estávamos tentando aboradar Beth de qualque maneira. Ela estava em algum lugar da floresta pronta para atacar a qualquer momento, essa era uma certeza todas nós tínhamos.

Em algum lugar daquele imensa floreta, Beth estava pronta para dar o bote sobre nós, bastava querer e ter uma oportunidade, o que não dávamos as à ela.

– Vocês sabem que ela pode aparecer hoje, ou em qualquer dia, mas agora temos que esperar a visita de Odile.

Não demorou muito e voltamos a ser humanas. Andei pela floresta e bati de frente com uma mulher em um vestido negro e dourado e com um pigente oval de esmeralda. Odile. Seu rosto fino e pálido diziam por si só, os olhos de gato eram mel vivo que parecia queimar intesamente, sua boca fina estava com um batom vermelho-vinho. Ela deu um sorriso seboso

– Ora, ora, ora — ela me circundava e me avaliava. — O que temos aqui? Odette, não é?

Assenti e olhei bem nos olhos, seus cabelos eram uma selva confusa de escuridão, fazendo com que eu me perdesse e pasasse mal só por pôr os olhos naquela turva imendisão obscura.

– Odile — minha voz saiu fraca e esvoaçada.

– Ah! Como eu pensava que você era um desafio. Já vi que me enganei — sua gragalhada era fria e me fazia tremer quando uma sensação nada boa subia pela minha espinha. — Mas agora, acho que vou ao baile e ficar no seu lugar. O que você acha?

Ela deu uma rodada e um brilho verda a envolveu. Depois eu não estava masi de frente para Odile, estava de frente para minha mesma. Um vestido rosa me cobria em do branco, mas fora isso era a mesma aparência. Odile havia se transformado em mim.

– Bem, como você está incapacitada de sair daqui durante o dia , eu vou no seu lugar não se preocupe vai ser muito divertido. eu vou garantir isso — falou com a minha voz pegando meu queixo.

– Não vou deixar, vou estar lá antes de você! Estarei com ele antes que perceba.

– Isso é o que veremos.


–---- Dia do Baile -----

Chegou. Finalmente chegou, o baile está mais perto, pensei.

Segui em direção a floresta em minha forma humana ao cair da noite com o séquito inteiro querendo me acompanhar, mas disse que é melhor não, pois poderia haver alguma armadilha.

E eu estava certa.

Não demorou muito até que uma raposa cruzou meu caminho e foi presa por uma rede de arame farpado, que a fez sangrar muito devido aos repititivos movimentos de fuga que executava. Consegui soltá-la, mas com um preço. Estigmas que sangravam em minhas mãos lisas, porém ua hora isso acabaria.

Então percebi subitamente, movimentos vindos do meu lado esquerdo e vi a folhagem de um arbusto se movendo, fui me afastando com cautela até que quem eu menos esperava (nem tão pouco esperada assim) pula de trás dele. Beth.

Vestida de uma calça meio larga caqui, blusa branca e colete de couro, com uma capa marrom cobrind tudo isso, vem ao meu encontro com uma adaga em punho gritando.

- Você estragou minha vida! eu tinha tudo e você me tirou o que eu mais prezava! Sua putinha desgraçada.

Nós caímos no chão e ela tentava me esfaquear vi a lua brilhando por entre as árvores e senti algo diferente em mim mesma, vi que não fora eu a causar a saída de Beth do ballet, mas sim as atitudes arrogantes da mesma.

Enquanto eu gritava tentando ter sua atenção, ela cuspia em minha face e tentava com mais afinco me esfaquear.

Consegui jogá-la para o lado e por tempo suficiente de correr uns vinte metros, ela correu quase em meu encalço e desta vez ela começou a atirar flechas, mas percebi o quanto ela era ruim nisso.

Ouvi um bater infame de asas e vi o séquito a ataca. Como elas se transformaram, eu não sei, mas com isso segui correndo em direção ao pálacio. Quando estava perto dele fui primeiramente a janela por puro instinto. Talvez seja a "História" tentando voltar ao seu eixo original. Foi quando vi o desastre. Eu, quero dizer, Odile dançando com o príncipe no meio do salão; não entendi nada, mas logo me lembrei que esse era o meu destino. Meu destino como Odette.

Siegfried terminou a dança e anunciou que finalmente encontrou sua alma-gêmea em mim, ou melhor, Odile. Esta olhou na minha direção e sorriu como quem diz: "Viu? Como eu disse, nós veríamos.", nojenta.

Rothbart percebeu o olhar da filha e deu um sorriso maquiavélico em minha direção sem maner muito o contado visual.

- Sádico — ouço as palavras serem posta para fora da minha boca sem que eu percebesse.

Meu rosto se contrai em em uma tentativa de conter minhas lágrimas, o que não funciona. Meus olhos ardem e ficam vermelhos eu de coração devastado pelo o que vi, corri de volta a segurança da floresta.


O séquito prendeu Beth, que estava se debatendo, a partir do momento que me avistou, muito para me atacar. Só que Heyli, a menina calada de catorze anos de cabelos marrons, era muito habilidosa com laços e nós.

- Beth entenda — comecei — você está magoada com algo que não faz sentido. Não fui eu quem te tirou do auge...

- Então quem foi? — Rosna com um olhar feroz e mordaz. — Leroy?

- Você. Você mesma se tirou do auge devido as coisas que fazia, o modo como agia, arrogantemente, e ninguém mais aguentava suas atitudes. Com a minha ascenção, Leroy achou melhor que você tirasse um tempo para que refletisse melhor sobre suas atitudes, mas parece que você foi imatura o suficiente para que sofresse um acidente proposital que poeria ter tirado sua própria vida. Isso é coisa de criança e de pessoas egoístas que não pensam em como as outras pessoas irão reagir mediante ao acontecimento em questão — ela me ouve de cabeça baixa, a respiração de nós duas é ofegante. — Você é patética. Não sei como pude quere ser como você, ainda mais depois que você se suicidou. Isso é uma das coisas que define uma pessoa. Fraqueza. Isso eu garanto que eu não tenho... não mais.

Ela levanto o rosto. Choroso, mas posso ver uma chama de pura sinceridade e arrependimento queimando no fundo de seus olhos. Com uma certeza que me preencheu por completo, dessamarei Beth e esta esfregou os pulsos, me olhou, se levantou e, para o meu choque, me abraçou.

Um abraço forte e apertado. Como um pedido de desculpas, que eu retribui com prazer.

- Desculpe Nina... Por tudo. — de repente ela irradiou e se tornou mais uma em meu esplendoroso séquito. Sorriu e falou contente. — Percebi que minha fraqueza era o ódio e o complexo por controle, além de outras coisas, mas estas são muito maiores. Quero ajudá-la a terminar a história do "Lago dos Cisnes".

Com uma felicidade contagiante, eu e meu enorme séquito nos reunimos em um círculo bem fechado e espremido, na tentativa de fazer calor, e conversamos sobre o que vai acontecer a seguir.

Está claro que o próximo passo vai ser a tristeza que vai me atingir, pelo fato do príncipe ter se juntado a Odile e não a mim. Quebrando assim o juramento feito a mim naquelas noites anteriores ao baile.

Notas finais
Desculpem pela demora para postar o final do capítulo, é que eu estava sem poder mexer no notebook, porque a minha tia estava fazendo 345.000 pesquisas (desculpem-me pelo uso desnecessário a hipérbole) e estava sem inspiração para criar e escrever o final do capítulo.
Mas agora está aí.
Espero que tenham gostado.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.