Notas iniciais
Bom pessoal portando a parte I
amanhã o Cih posta a II

– Lass, meu irmãozinho em breve te tirarei daqui.

Abri meus olhos lentamente desejando que algo de bom me ocorresse já que ultimamente coisas ruins tendiam a me acontecer cada vez mais. Felizmente me encontrei com um garoto de cabelos castanhos e orbitam rubras dando um sorriso audacioso. Meu irmão, Lupus. Estaria eu sonhando acordado?

Minha visão estava um tanto distorcida, mas eu reconhecia muito bem meu irmão. Apesar de que, pouco o vi ultimamente. Já que o mesmo sempre saia em busca de missões cada vez mais perigosas. Um asmodiano. Fora isso o que uma vez de certo modo o ouvi falar, mas não sei o que é um asmodiano. E muito menos tive chances de perguntar.

– Lupus? – perguntei ainda sonolento, colocando as mãos no chão para me apoiar.

– Quem é Lupus, seu imprestável? – reclamou o mestre de cerimônias.

– Lupus... É

– Cale a boca e levanta-se seu imundo. Tem trabalho para você.

– Senhor... – minha voz estava atônita – Um pão, Senhor. Pode ser seco mesmo. Apenas para eu me alimentar. – supliquei.

O mestre deu uma olhada em volta e se dirigiu a saída, em poucos minutos eis que ele voltou com um pão na mão e jogou para mim. Agarrei com força e destreza. Estava tão fraco. Olhei para o pão onde se formava uma pequena levedura na parte da lateral. Não reclamei e nem estava apto para tal, se o fizesse ficaria sem o pão.

– Obrigado , Senhor...

Após comer o pão o mestre abriu a cela e me levou novamente para o palco onde as pessoas ali contidas vibravam na medida em que eu o adentrava. Tomate, pães, alface e todo tipo de coisas que vocês puderem imaginar, foram jogados em mim. O mestre me manteve sentado no chão enquanto uma algema prendia ambos os braços finos e fracos. O mestre levantou uma mordaça para me apunhalar, quando um estrondo na porta principal o interrompeu.

– Yahoo, Acabou a festa. – disse um garoto de cabelos castanhos e olhos rubros sorridentes. De repente ele mudou sua expressão para uma séria e que de certo modo me deu um arrepio. – Quem ousa tratar meu irmão de certa maneira deverá ser’’ CAÇADO’’. Ele empunhou uma arma vermelha com traços roxos e apontou para o mestre de cerimônias que deu um sorriso. As pessoas assustadas começaram uma empurrar a outra e enfim o circo ficou vazio.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.