Notas iniciais
HEEEEEEY SISTERS AND BROTHERS! Há quanto tempo, não é mesmo? ~ xnsjndjsndjsjsfjfdnjfds Sei que estavam ansiosos pelo capítulo mais esperado do século qq mentira. Tenho certeza que os Thelijah shippers amarão esse capítulo, ou não. KKKKK pensei nesse capítulo faz um tempo (durante a semana xkaskx). Eu estava assistindo Teen Wolf por isso demorei para postar ;-;, mas valeu a pena esperar . Me mandem traduções do trecho da música que vocês amam para eu tentar fazer um capítulo inspirado nela. A melhor tradução vence! LANA DEL REY WIN, or no? Marina and The Diamonds, amo mesmo ashaushuashu! Principalmente pq ela é minha xará ~snjadsnjdssrdj Não se assustem! Xoxo, enjoy ( ͡° ͜ʖ ͡°). *ME DESCULPEM SE HOUVER ALGUM ERRO DE GRAMÁTICA, É PQ EU ESTAVA LOOOOUCAAA PARA POSTAR*

Capítulo 4 – Alterego.

New Orleans | Summertime Sadness – Lana Del Rey

Ai, meu Deus, eu sinto isso no ar

Os cabos de telefone chiam como um tambor

Querido, estou em chamas, eu sinto em todo lugar

Nada mais me assusta

(1, 2, 3, 4)

Me beije intensamente antes de ir

Tristeza de verão

Eu só queria que você soubesse

Que baby, você é o melhor

No caminho inteiro ambos não pronunciaram uma palavra sequer. Tessa mantinha seu olhar fixo na estrada de terra e Elijah dirigia concentrado, mas às vezes ele dava algumas olhadelas na bruxa. Ela recolheu os ombros ao sentir o olhar de Elijah nela. O vampiro cansado passou a mão pelos cabelos bagunçados e suspirou profundamente.

Ambos esticaram a mão ao rádio na intenção de ligá-lo, mas acabaram tocando a ponta de seus dedos um nos outros. Tessa recolheu a mão encarando Elijah que fazia o mesmo (ainda dirigindo).

– Olha, – começou Elijah ainda batendo a mão no volante. – teremos que falar – uma hora ou outra, – sobre o beijo.

– Eu sei, e me desculpa por... – Tessa se acomodou no banco de couro e ergueu os ombros. – Por passar a impressão errada para você. – completou mentindo.

– Espera. Está insinuando que não quer nada comigo? Que não sentiu nada quando beijei você? – ele indagou incrédulo franzindo o cenho sem ao menos olhá-la. Tessa ficou sem o quê falar, mas abriu a boca e tentou. – Desculpe-me por te pressionar. – ele se desculpou, suspirou cansado e voltou a prestar atenção na estrada escura.

Tessa balançou a cabeça assentindo rapidamente e novamente o silêncio tomou conta do carro.

Bayou era um pouco afastado da mansão dos Mikaelson então a bruxa resolveu dar uma cochilada, ela encostou a cabeça no banco e adormeceu.

Quando acordou ela se deu conta de que estava sendo carregada por Elijah. Seus braços enormes e fortes a envolviam, seu braço esquerdo passava por baixo das costas dos joelhos da morena e seu braço direito envolvia as costas da garota. Ela abriu os olhos dando de cara com o peitoral e mandíbula de Elijah – que permanecia contraída.

Ele a levou para dentro da mansão e a colocou de pé no hall da casa assim que entraram. Tessa o queria envolvendo-a em seus braços para nunca mais soltá-la, mas ele teve de soltar. A bruxa subiu a escadaria rapidamente quase tropeçando em seus próprios pés, ela seguiu o rumo até ao ateliê de Klaus e adentrou vendo o híbrido contrair os músculos enquanto pintava com o pincel molhado a tela branca.

– Vejo que já voltaram. – Klaus comentou sem tirar os olhos do quadro. Ele parecia concentrado demais para conversar, e quando Tessa resolveu sair ele a interrompeu com sua fala. – À que lhe devo a honra, Theressa? – Indagou pincelando em sua aquarela presa entre o braço e o antebraço.

– Eu queria conversar com você. – ela por fim falou engolindo em seco e se aproximando do híbrido.

– Prossiga. – pediu colocando de lado a aquarela o pincel. Ele se virou para Tessa, cruzou os braços no peito e a fitou esperando.

– Está ficando impecável... – ela disse observando afetuosamente a tela pintada, que estava atrás do Original. Klaus revirou os olhos por mais orgulhoso que estivesse. – o quadro. – Tessa completou abaixando a cabeça.

– Diga logo, não tenho tempo para dramatizações. – Klaus disse em um tom frio.

– Eu queria dizer que acredito em você. – ela disse suspirando cansada e abrindo os braços. – Sei pelo o quê está passando e sei que você nunca conspiraria com sua família, pois os ama, por mais difícil que aparenta.

– Elijah te mandou aqui, não foi? – Niklaus indagou ainda desconfiado e se aproximou um pouco mais da garota. – O que te fez mudar de ideia?

– A verdade é que nunca mudei, pois sei como é ser acusada por algo que você não tem culpa, bom, talvez tenha dado motivos, mas isso não justifica. – a garota relaxou os ombros e suspirou.

– Como posso saber que não está mentindo?

– Veja você mesmo. – ela sugeriu pegando as mãos de Klaus sujas pela tinta, em tons esverdeados.

Ele se assustou com o toque delicado da garota em suas mãos. Para ela, isso não era problema, mas para ele... Era como uma carícia íntima e ele não estava acostumado com tal ato. Tessa lhe mostrou tudo desde seu nascimento, o abandono, as pessoas a julgando mesmo quando criança, os tapas e maus tratos que as bruxas do coven lhe davam, seu primeiro amor, primeiro beijo... Tudo. E até mesmo a morte de Sarah – a garota a qual ela assassinou.

Tessa descolou suas mãos das de Klaus e deu um passo para trás, desviando o olhar por vergonha e secando as lágrimas que desciam teimosamente de seus olhos marejados. Ele se aproximou tocando seu rosto a fazendo encará-lo, seus olhos se encontraram com os azuis de Klaus.

A jovem soube que havia despertado uma conexão entre ela e Klaus devido às semelhanças que ambos tinham. Ela recuou ao seu toque, pois não queria demonstrar algo que não seja sua confiança. Por mais confusa que estivesse, por mais que a negação estivesse a acolhendo, Tessa não gostava de ninguém, além de Elijah Mikaelson. O nobre e honrado vampiro Original.

Ela não sabia o porquê, mas ele a encantava e mesmo que ambos negassem, eles possuíam uma relação. Mas era cedo demais para admitirem isso. Então se Klaus a beijasse seria como se ela estivesse traindo seu coração, por isso recuou o ato e saiu do cômodo assustada com o coração batendo rapidamente em seu peito.

Ao entrar no quarto, ela retirou o casaco que vestia e o jogou em cima da cama, retirou sua camisola a jogando no cesto que se encontrava de baixo da pia, girou a torneira esquerda do chuveiro e deixou a água fervente escorrer em suas costas e cabelos.

Ela passou as mãos pelos cabelos relaxando os músculos. A jovem acabou seu banho, saiu do chuveiro do banheiro, secou os cabelos, enrolou-se na toalha seca e cinza, e saiu do banheiro. A mudança de temperatura ambiente era, com certeza, notável, mas o que a chamou foi Elijah sentado em sua cama a admirando distraído com as gotas d'água deslizando nas coxas da garota vagarosamente.

O desejo de jogá-la na cama e arrancar aquela maldita toalha de seu corpo, foi desviado quando a garota o chamou:

– Elijah... – ela o despertou e ele desviou o olhar para a porta que se mantinha fechada. – Sinto em fazer você me ver desse jeito. Eu não sabia que estaria aqui.

– E-eu que lhe devo desculpas. Eu devia ter lhe avisado que viria. – Desculpou-se o Original gaguejando. Tessa deixou escapar um riso tímido e enrubesceu abaixando a cabeça. – Ah sim! – ele se levantou virando-se de costas para a garota se trocar. Tessa vestiu uma lingerie inferior na cor preta e bordada com renda da mesma cor, por cima ela colocou uma camisa xadrez azul e bege, e um micro shorts de malha.

– Pode se virar. — ela anunciou. Elijah obedeceu, e mesmo ela estando com roupas, o desejo importuno não fora embora. – Você quer conversar? – ela se aproximou dele, mas Elijah permaneceu com a boca entreaberta.

– Eu queria conversar sobre Klaus. – ele disse por fim. – Você tinha razão, ele mudou.

– Eu sempre tenho razão. – ela esboçou seu maior sorriso vitorioso e se sentou na cama, em seguida Elijah sentou-se seu lado.

– Você tinha razão sobre não querer nada comigo?

Tessa tímida o encarou, mas não conseguiu resistir então ela segurou o rosto de Elijah com suas pequenas mãos e selou os lábios dela nos do Original. Eles abriram os lábios sob pressão, suas línguas dançavam em um ritmo lento e sensual na boca de ambos. O Original puxou a bruxa para seu colo e colocando suas pernas envolta de sua cintura. Ela rebolava em cima de seu ego, o volume na calça de Elijah o denunciava.

Em um movimento rápido ele a colocou em baixo de si ainda nos beijos. Os lábios frios do vampiro rumaram à clavícula da garota que num instante já estava quase nua. As mãos da bruxa caminharam até o membro ereto de Elijah, ela o massageava por cima da calça.

O vampiro soltou um gemido baixo próximo ao ouvido de Tessa quando sentiu as mãos finas entrarem lentamente por debaixo de sua calça. Mas quando ele encarou o rosto de Tessa viu que seus olhos já não eram os mesmos, eles estavam inteiramente brancos. Um sorriso numa risada perversa foi o suficiente para ele acordar do transe e prender os pulsos da bruxa contra a cama.

– Uhu, você percebeu. – ela apontou rindo. – Sabia que não cairia fácil, até porque a Tessa nunca seria tão perversa quanto seu alterego – bom, não ao ponto de fazer isso, é claro. – ela continuou sorrindo.

– Quem é você? Cadê a Tessa? – gritou.

Os olhos da garota voltaram ao normal e logo ela se assustou ao sentir as mãos enormes de Elijah prendendo seu pulso, a tornando vulnerável. Ela franziu o cenho, confusa.

– Elijah, você está me machucando. – arfou.

– Me desculpe. – ele disse sentando na cama e soltando suas mãos dos pulsos dela, que agora estavam vermelhos com hematomas. – Você saiu do controle...

– Eu sei, mas o que eu disse sobre passar a impressão errada foi mentira. – ela admitiu tocando o ombro de Elijah. – E-eu gosto mesmo de você. – Elijah abaixou a cabeça. – Eu pude ver o que meu alterego fez, e estou com vergonha.

– Não sinta. Sei que não foi você, mas como posso saber se o que você diz é verdade?

~ Summertime Sadness – Lana Del Rey ~

Elijah se virou para Tessa e seus olhos estavam normais, como antes. Seus olhos a denunciaram, eles estavam marejados e ela estava envergonhada de ‘si’ mesma. Ela suspirou levantando-se da cama e indo à frente da janela, Elijah a seguiu ficando atrás dela e inalando o perfume doce de seus cabelos e de seu pescoço.

– Não sei o que houve comigo. – ela admitiu com a voz trêmula.

Ele afastou os cabelos dela de seu pescoço, agora, nu. Levou sua boca entreaberta até o pescoço dela e fez uma trilha de beijos da clavícula à sua bochecha a fazendo virar.

– Você acredita mesmo em mim? – perguntou quase num sussurro.

Elijah levou sua mão à cintura fina garota e apertou puxando ela para mais perto de seu corpo.

– Acredito. Claro. Só estou confuso sobre isso. Tem ideia do que pode ser?

– Acho que minha magia está tomando conta de mim. Está me dominando, eu não sei o que faço.

Elijah a cortou com um beijo intenso, suas línguas já não dançavam lentamente, era um beijo ardente. A camiseta do Original fora jogada para longe assim como a camisa xadrez de Tessa. Ele caminhou com suas grandes mãos até os peitos nus e redondos dela, e os apertou fazendo-a gemer seu nome.

Nessas duas semanas ela nunca imaginou que o vampiro nobre e educado (na maior parte do tempo) fosse ser tão sensual na hora do sexo, na verdade, ela nunca imaginou que ele fazia sexo.

Ele deslizou sua língua quente ao mamilo direito dela, o prendendo suavemente entre os dentes. Pegando-a pela coxa, ele a deitou delicadamente sob cama e Tessa mordeu seu lábio inferior enquanto ele mordiscava a pele aveludada de sua barriga formando várias marcas vermelhas em seu vente. Ele puxou a barra de sua lingerie preta e jogou a mesma em qualquer canto do quarto.

O dedo indicador do Original entrava e saia de sua intimidade enquanto o polegar massageava o clitóris da moça a fazendo pender a cabeça para trás e puxar os castanhos cabelos macios do vampiro que beijava vagarosamente a ponta de sua orelha, clavícula, ombros e pescoço.

Os gemidos inadiáveis de ambos se mesclavam tornando-se um só gemido.

Tessa mudou a posição ficando em cima da cintura de Elijah que a admirava afetuosamente e com desejo. O provocando ela rebolava em cima de sua calça enquanto mordia o lábio inferior do vampiro que a ajudava apertando sua cintura contra seu membro. À baixo de seu ego ela sentiu o membro do vampiro quase saltar então, lentamente, ela abriu o fecho do cinto, desabotoou a calça e abriu o zíper.

Quando ela retirou a cueca de Elijah, o membro saltou para fora. As veias estavam nítidas e saltadas. O vampiro pendeu a cabeça para trás gemendo baixo para ela. A bruxa agarrou com as duas mãos o membro, o massageou abocanhando a parte de cima enquanto a mão direita massageava o resto. Elijah soltou um gemido alto fazendo a garota sorrir pervertida.

Ela subiu em cima do vampiro e ambos estavam ofegantes. Encachou sua intimidade no membro dele e começou a cavalar, dessa vez mais rápido devido ao prazer. Tessa mordia o lábio inferior para abafar o gemido que mal conseguia segurar.