Cinzas de Prata
16 Capítulo 15 - Uma noite na cidade de Ecruteak
Notas iniciais
Passou se uma semana depois da captura de André, e Ashley vai treinando seus Pokémon e desafiando treinadores que encontra nas rotas. Os Pokémon vão ficando cada vez mais fortes a cada batalha vencida. Nesse momento ela e Rouge travam uma batalha contra um treinador especializado em Pokémon voador.
— Rouge! Acerte um Ataque de Asa nesse Pidgeotto! – comanda a garota.
A Zubat acata a ordem e finaliza seu adversário com uma rajada de ar feito com o bater de suas asas. A ave caiu e a batalha é vencida por elas.
— Muito bem Rouge! – disse a treinadora animada.
Mas a morcego sente mudanças ocorrendo em seu corpo. Ele se torna maior, suas asas e boca crescem, suas presas se alongam e finalmente abre os seus, agora bem visíveis, olhos verdes. Rouge evoluiu para um Golbat.
— Eu evolui... – a voadora ainda estava incrédula – agora meus olhos se desenvolveram. Agora posso te ver perfeitamente Ashley! Você é mais bonita do que pensei! – comenta Rouge animada.
— Obrigada... e parabéns pela evolução! – a garota também estava contente.
Com a evolução de Rouge, Ashley e seus Pokémon continuam sua jornada atravessando as rotas.
Dois dias depois, estava anoitecendo quando estavam na Rota 37. Tiveram uma dura batalha contra um Stantler. Com muito trabalho conseguiram vencê-lo, mas ele acabou fugindo quando Ashley tentava capturá-lo.
— Que seja! Não como se eu quisesse mais uma boca para alimentar.
Então ela caminhou um pouco mais e, à noite, chegou a Ecruteak. É uma cidade pacata, mas ela vê torres e casas construídas no estilo bem oriental. A cidade é bem movimentada a noite. Possui decorações de várias luminárias penduradas e uma movimentação maior próximo a um anfiteatro.
— Puxa vida! Será que essa cidade vai ter festa também? – Francisca estava deslumbrada.
— Acho que vou para o Centro Pokémon perguntar! – respondeu a garota.
— Já está pensando em comida, Chica? – questiona Rochelle.
— Por que acha que eu só penso na comida? – a Bayleef ficou emburrada.
— Qualé? É lógico que comida é o principal da festa! – comenta Caninana.
— Vixe! Já pensou em ter que arrumar rango para uma monstrona como a Caninana? – Francisca dá uma risada baixa.
Então elas vão para o Centro Pokémon. Entrando no recinto, ela acaba vendo um rapaz magro, de cabelos castanhos curtos e ondulados, que usava uma camisa de botão branca, uma gravata listrada de preto e amarelo e uma calça de cor bege. Ele era lhe familiar.
— Oi Ashley! Se lembra de mim? – o rapaz se aproxima e a cumprimenta.
— Você é o Bill? – a garota o reconheceu.
— Sou eu mesmo! Mas ficou sumida nesses últimos três anos.
— O que está fazendo aqui? – pergunta a garota.
— Bem, minha terra natal é aqui em Jotho mesmo. Meus pais moram na Golden Rod – explica Bill – eu estou aqui hoje, pois eu estava fazendo a manutenção do sistema de armazenamento e transporte de Pokémon nos PC daqui.
Mas Ashley repara que, próximo aos pés dele, há um pequeno Eevee que fica timidamente atrás do jovem engenheiro.
— Há Ashley, deixe te apresentar a esse pequeno aqui. É um Eevee chamado Silver. Eu o encontrei próximo ao Golden Rod. Queria cuidar melhor dele, mas você sabe que tenho uma rotina de trabalho muito puxado. Então, Ashley, se não for muito para você, treine o Silver, por favor! – propõem Bill.
A garota observa o pequeno Pokémon que a encarava timidamente. Ela o cumprimenta:
— Olá querido! – ela se volta para o Bill – tem certeza que posso ficar com ele?
— Se isso não for incomodo.
— Você gostaria de vir comigo amiguinho? – questiona Ashley.
— Que... quero sim! – disse o Eevee que, timidamente, se afaga nas pernas da treinadora.
A treinadora coloca a Pokebola próxima ao pequeno Pokemon. O objeto se abre e o Eevee entre espontaneamente nela. A garota olha com ternura a Pokebola. Pela primeira vez teria um Eevee.
— Obrigada Bill!
— Eu é que lhe agradeço Ashley! – fala o jovem – sabia que terá uma apresentação de uma das Garotas de Quimono no anfiteatro?
— É mesmo? – a garota ficou curiosa.
— Isso mesmo, elas compõe um grupo de artistas mais famoso de Jotho. São cinco garotas que realizam performances de danças tradicionais de Jotho. Hoje apenas a Miki que irá se apresentar. Mas mesmo assim não quero perder esse espetáculo. Vai começar daqui a pouco a apresentação dela. Gostaria de assistir também? É gratuito para o público.
Como a garota não tinha nada melhor ara fazer a noite, ela aceita o convite de Bill.
Logo, entraram no anfiteatro. Em seu interior tinha uma iluminação parcial e logo, feixes de luz iluminavam o palco. Nele, a artista Miki se apresenta ao público. Ela estava vestindo um quimono vermelho com detalhes amarelos. Ao lado dela, estava um Flareon que irá participar da apresentação. A garota sacou um enorme leque vermelho com detalhes de veludo dourado e iniciou sua performance acompanhando o ritmo da canção tradicional que tocava ao fundo.
A apresentação encantava a platéia. Enquanto a jovem realizava movimentos delicados e precisos, Flareon fazia piruetas e desferia pequenas rajadas de fogo. Com o tempo, a música se intensificava, os tambores batucavam mais fortes e os movimentos de Miki ficavam mais vigorosos. Através de um truque pirotécnico, pequenas chamas são emanadas de seu leque. Todos da plateia ficaram extasiados com a bela performance, inclusive a Ashley.
— OH MINHA LINDA! ESSA ACENDE O FOGO DE QUALQUER UM! – mas de repente se escuta um berro de uma voz masculina visivelmente alterada.
Miki não dá atenção ao gracejo e continua com o show. Ela é acostumada a esse tipo de comentário. Mas uma segunda voz se juntou ao gracejo:
— GATA, QUER FAZER UMA APRESENTAÇÃO SÓ PRA GENTE DEPOIS?
Eram dois rapazes que estavam visivelmente bêbados. Um segurança ia indo em direção aos arruaceiros. Mas Koffing e Raticate surgem em volta deles. Ashley se assusta, ao ver de relance, as camisas pretas deles, que têm enormes “R” vermelho.
— Droga! São os Rockets!
— Ninguém interrompe minha apresentação e sai impune disso! – declara Miki aborrecida e logo comanda seu Flareon para lutar contra os Pokemon dos Rockets.
Logo, um tumultuo tomou conta do anfiteatro. O público se apressava em sair daí para não se envolver na batalha. Ashley e Bill trataram logo de fugir daí. Depois de muitos empurrões, conseguiram sair do recinto.
— Céus! Espero que eles não tenham me visto! – disse a treinadora preocupada.
— O que vamos fazer agora? – perguntou Bill, que também estava visivelmente atordoado.
— Já vou informar ao Walker! – Ashley rapidamente saca o celular para contatar o policial.
Eles corriam em direção ao Centro Pokémon. A garota observa atenta, o caminho para ver se não há outros Rockets pelo caminho.
— Será que a Miki dará conta contra esses dois bandidos? – questionou Bill.
— Não sei? – respondeu a treinadora.
— Será que tem algo que podemos fazer por ela? –perguntou o jovem preocupado.
— Não sei... não deveríamos nos envolver nisso! – Ashley estava temerosa em se envolver mais uma vez com esses bandidos, mas estava preocupada com a segurança da artista. Ela resolveu chamar a Rouge.
— Rouge, por favor, vá ao anfiteatro e verifique a situação lá dentro. Os Rockets ainda não te conhecem. Observe sorrateiramente a batalha dos Rockets contra uma moça com um Flareon. Mas tente não batalhar, a não ser se o Flareon realmente precisar de ajuda e se a vitória for certa pra você. Nos encontramos no Centro Pokémon. Tente não ser notada por ninguém suspeito.
— Ok Ashley! – responde a Golbat.
— Tome cuidado! – pede a treinadora, já correndo para o centro Pokémon.
Rouge vai voando discretamente para dentro do anfiteatro, e logo vê a batalha de Miki contra os Rockets. O Flareon parece muito habilidoso, mas ele estava batalhando contra dois Pokémon. A morcego decide entrar na batalha para as coisas se tornarem mais justas.
— Mestra! Cheguei pra ajudar! Quais as ordens? –A Golbat se coloca diante da dançarina e do Flareon.
Miki não entende o porquê da Pokémon voador lhe dizer uma coisa dessas, ela não a conhece, mas a morcego pisca o olho para ela dizendo que está aqui para ajudá-la.
Rouge observa seus adversários. Eram dois Raticate. Tinha mais dois Koffing, que já estavam debilitados e com marcas de queimaduras.
“Até que esse cara não brinca em serviço!” Ela admira a força do parceiro de Miki. “Mas parece que esses malvados são tudo macho. Dá para testar minha nova técnica.” – hihihi! – a morcego ri baixinho.
— Ei garotões, quero ver o que vocês podem fazer comigo! – ela fala de forma provocante e sobrevoa sinuosamente diante de seus adversários. Ela estava realizando o ataque atração, e logo, tanto os Rockets como os Raticate estavam afetados pelo charme dela.
Isso deu chance para que Rouge e Flareon revidarem. A morcego desferia ataque de asa e o Pokémon ígneo usava o Avançar de Fogo, que deixava seus movimentos mais rápidos e logo, conseguiram vencer os criminosos bêbados.
No mesmo instante, alguns policiais entravam no recinto e dão voz de prisão aos embriagados. Rouge percebe que é a hora da deixa e voa pela janela.
Enquanto isso, no centro Pokémon, Ashley estava preocupada com a Rouge. Ela se questiona se foi a correto ter a mandado para o anfiteatro. E se os Rockets fizeram mal a morcego ela vai sentir o peso da culpa. Bill tenta acalmá-la, dizendo para ela acreditar em seu Pokémon.
Mas logo Rouge chega voando pelo Centro Pokémon. Ashley corre para ela e a recebe em seus braços, emocionada.
— Rouge! Que bom que está bem!
— Foi como você falou Ashley! Eu só bati e corri! – disse a morcego, lisonjeada pelo abraço forte recebido – entraram uns homens no recinto e acabaram pegando os caras maus. Devem ser esses tais dos policiais, não é?
— Sim, eles vieram para prender esses malfeitores! — garota fala olhando para a Pokémon — Não devia ter feito um pedido perigoso desses, mas estou feliz por está sã e salva!
— Obrigada por acreditar em mim Ashley! – Rouge também olha com doçura para a treinadora.
Depois de alguns segundos, Walker entrava no centro Pokémon:
— Que bom que dessa vez você fez a coisa certa e não foi se meter com os Rockets, não é Ashley? – fala Walker entrando no Centro Pokémon. Mal imagina ele que a garota realmente interveio na luta, mas de modo que não fosse percebida.
— Que bom que o senhor veio rápido! – disse a treinadora aliviada – só tinha esses dois aqui na cidade?
— Ainda estamos investigando se há mais deles por aqui, mas parece que esses dois só estavam de farra por aqui mesmo. A ação deles não é nessa cidade.
— Entendo! Desculpe-me por alarmar o senhor!
— Não! Você fez o certo! – declara o policial – reforço o pedido de deixar os Rockets e qualquer um que represente perigo para sociedade com a polícia. E mais uma coisa que te peço é que por enquanto não vá para a cidade de Mahogany.
— Que tem lá? – questiona a treinadora.
— É confidencial! Eu apenas peço que não vá para lá. É para sua segurança.
— Entendido! – a garota aceita o pedido.
— Certo! Agora, com sua licença que tenho mais algumas pendências. Até mais! – despediu o policial.
— Até mais e obrigada! – agradeceu Ashley.
Momentos depois da saída de Walker, Miki entra no recinto com o seu Flareon. Ela vai ao balcão para solicitar o tratamento dele.
— Helios lutou bravamente contra os Rockets! Por favor, cuidem bem dele!
Ela então viu Ashley que ainda estava abraçada à Golbat que a ajudara momentos atrás.
— Querida, então ela é sua verdadeira “mestra”, não é? – disse a dançarina à morcego.
— Você está bem moça? – pergunta Ashley.
— Estou graças a essa lindinha em seus braços! – respondeu Miki – agradeço pela ajuda. Mas você sabe que devemos ter cuidado com os Rockets, não é?
— Sim! – responde timidamente a garota.
— E os laços de confiança entre vocês e Pokémon devem ser levados muito a sério. Lembre que se esses laços forem abalados, tragédias podem ocorrer a vocês! — alerta a dançarina.
Ashley ficou pensativa em relação à última frase. Ela finalmente solta a Rouge e a morcego fica sobrevoando próxima a ela. Mas de repente, um brilho surge em volta dela. Suas asas ficam maiores, seu corpo fica mais arredondado e sua pelagem fica roxa. Rouge evoluiu para Crobat.
— Parece que a confiança entre vocês já dá resultados! – Miki dá um sorriso de aprovação – agora se me dê licença, vou ver como está o Helios – assim ela se despedia de Ashley.
A garota fica maravilhada pela Pokémon que agora pousa em seu braço. Rouge fica contente com sua nova forma.
Mais tarde, quando as coisas se acalmaram, a garota sai do Centro Pokémon e solta Rouge para voar um pouco pelos céus da cidade. A morcego estava radiante pela liberdade de ficar voando sem rumo, conseguia se mover muito rápido pelo ar. Ela fica encantada pela lua cheia do céu. E ficou passeando por vários minutos.
Mas Ashley começou a sentir sono. Ela assovia para chamar Rouge para ir para dentro. A Pokémon voador logo atende o chamado e pousa no braço da treinadora. A garota de deita no saco de dormi no saguão do Centro Pokémon e Rouge pousa no encosto de um banco. Ashley logo adormece.
Mas a morcego não estava com sono. Guiada pelos seus instintos noturnos, Rouge resolve sair por mais um pouco. Ela sobrevoa mais uma vez pela Ecruteak, e depois pousa em um galho para observar a lua. Ela ficava escutando os sons noturnos com sua audição aguçada.
Mas depois de um tempo, ela sente que está sendo observada, ela olha para os lados para ver quem está por perto. Ela levanta as orelhas para detectar os ruídos, e se assusta ao perceber que tem uma criatura em um galho mais alto.
— Não se assuste! Não vou lhe fazer mal! – disse a criatura, que desce para o galho onde Rouge está. Era um Golbat.
— Está lembrada de mim? – ele pergunta.
— Nós no conhecemos? – a Crobat não o reconhece.
— Bem, nós dois mudamos de forma, então não é fácil de reconhecer, mas eu senti seu cheiro e te vi com sua treinadora. Sou eu, o Raver, nos enfrentamos naquele dia. Se lembra?
Rouge ficou assustada ao saber quem era aquele Golbat, logo ficou em posição de combate, esperando por um ataque dele.
— Calminha aí! Não estou aqui para brigar! Eu também estou sozinho. Silvestre não está comigo! Também só queria curtir um pouco de liberdade! – Raver pedia para que a Crobat se acalme.
— Tem certeza que isso não é uma armadilha? – a morcego não queria abaixar a guarda.
— Ele está dormindo por aí! E me desculpe pelo que te fiz naquele dia, você sabe que eu estava sob ordem do meu treinador. Mas agora que ele não está aqui, não tenho o porquê de te atacar – responde o macho.
Rouge tenta acreditar nele. Mas se mantêm atenta em relação ao Golbat.
— O que vocês estão fazendo aqui? – pergunta a Crobat.
— Bem, Silvestre ouviu dizer que tem uns Pokémon bem fortes em um templo dessa cidade. Ele quer capturá-los e deixar nosso time bem mais forte – relata Raver.
— E será que ele vai conseguir?
— Sei lá! É ver pra crer! He He! – ria o morcego.
Os dois permaneciam em silêncio pousados no galho por vários minutos. Logo o olhar de Rouge se voltou para o Raver. Ela não pôde deixar de notar que, apesar de seu jeito atrevido ele até que é um pouco atraente.
— Até que você é bonitinha nessa forma de Crobat! – elogiou o macho.
Ela ficou envergonhada pelo repentino gracejo do Golbat! – deixe de ousadia... seu... seu... atrevido! Eu devo voltar para minha treinadora antes que ela sinta minha falta! – disse a morcego sem graça.
— Bem também devo ir antes que Silvestre perceba minha ausência! Pois não quero me encrencar com ele! – Raver gostou de como ele deixou a Crobat sem graça – Então seu nome é Rouge, não é? Pois bem, tchau Rouge! Espero que nos vejamos de novo!
Então ele levanta o vôo e vai embora. Enquanto que Rouge fica pensativa em como o Raver, de certo modo, mexeu com ela. Ela então resolve voltar para o centro Pokémon.
“Será que ele não é um Pokémon tão mau assim?”
Ela entra sorrateiramente pela janela, mas no lado de dentro ela ver um Butterfree a esperando, encostado na parede. Rouge gela de medo ao ver seu companheiro.
— André...
— Então é isso que está fazendo lá fora? Tá caçando macho, hein? – disse o inseto debochando.
— Por favor, não conte pra Ashley que sai escondido! – implora Rouge – não houve nada entre a gente!
— Vou pensar no seu caso...
— Vai lá André! Juro que ele não é um Pokémon mau. Só conversei um pouquinho com ele. Não vou mais sair escondido. Eu prometo! – diz a Crobat nervosa.
— Hum... sei não... se bem que não posso culpá-la se você se interessar por aquele Golbat. Ele é um macho da sua família evolutiva, e tudo mais. Mas também sei que é perigoso ficar de lelo com estranhos. Nunca se sabe das intenções dele. Por isso, evite esse tipo de coisa de sair escondida, deixe que pelo menos um de nós saiba do que você anda fazendo pra depois não se meter em uma encrenca mais séria! – aconselha André.
— Tudo bem! – Rouge escuta o sermão do Butterfree.
— Pois então confie em mim, certo? Se prometer que não irá mais aprontar eu não irei contar pra Ashley o que você fez hoje! – disse o inseto de forma mais amigável.
— Obrigada André! – agradece a Crobat sem graça.
— Certo! Agora vamos nos acomodar antes que Ashley acorde e desconfie da gente!
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No dia seguinte, Ashley acorda e se apronta para conhecer melhor a cidade de Ecruteak. Mas mal saiu do centro Pokémon e ela vê, há uns metros de distância, que há um tumulto próximo a uma torre que parecia meio danificada. Curiosa ela se aproxima da multidão e vai perguntar a um rapaz loiro, com uma faixa roxa na cabeça e usava um cachecol da mesma cor, além de uma blusa negra e calças brancas.
— Tem alguém invadindo essa torre sagrada! – o loiro responde – talvez esteja atrás dos cães lendários.
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Silver
Espécie: Eevee
Lv 5
Sexo: Macho
Encontrado na cidade de Ecruteak
Natureza Divertida (Jolly)
Atento aos sons
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Glossário
Avançar de Fogo — Flame Charge
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