Cinzas de Prata

13 Capítulo 12 – A maior cidade de Jotho


Notas iniciais
Olá pessoal! No capítulo anterior, presenciamos a intensa batalha de Ashley e Silvestre. Por pouco, a garota saiu vitoriosa. Mas suas Pokémon ficaram bastante feridas. Ashley decidiu que irá se esforça para ficar mais forte.

Em uma cabana próxima da cidade de Azarea:

— AAAAAAAIIIIIIIIII! ISSO AAARDEEE!

— Quem mandou perder desse jeito! Agora aguente a dor! –Silvestre passava um spray anti-infeccionantenas asas de Raver.

Um rapaz de cabelos azulados entra na cabana.

— Silvestre, trouxe mais comida e remédios para os seus Pokémon! Tá cuidando direitinho dele?

— Ele está me maltratando, isso sim! – reclama Raver.

— Pare de choramingar seu fracote! Eu nem deveria estar cuidando desses fracassados!

O rapaz dá um cascudo na cabeça do garoto.

— Olha como se fala! O fracassado aqui é você! É você que tem que melhorar suas estratégias! Só um treinador fraco que culpa seus Pokémon pelo fracasso!

— MERDA! Por que tinha que fazer isso, James! – o ruivo coloca a mão na cabeça de dor.

— Estou cuidando de seus Pokémon, já que você não pode ir aos centros Pokémon por conta de que roubou seu Pokémon inicial. E saiba que ninguém nasce forte. Todos os que são fortes hoje começaram fracos e inexperientes. Até seu pai começou assim.

— Não mencione esse homem! – disse Silvestre com fúria.

— Tá tá! Mas se realmente não me quer mais por perto, aprenda logo a cuidar de seus Pokémon e de si mesmo. Acha mesmo que gosto de ficar de babá pra moleque problemático como você! Se sua família nunca te deu educação, não sou eu que darei.

— Ótimo, também não quero você me enchendo o saco! Assim que esses três tiverem de pé vou começar a treinar. E depois vou destruir todos no meu caminho – declara o garoto.

— Que seja... – James suspira, ele ainda sente preocupação com ele. Mas se alivia por não ter de ficar cuidando dele o tempo todo.

— Ashley... um dia acabo com você... – murmura Silvestre.

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Passou se uma semana desde daquela batalha. As Pokémon de Ashley receberam alta, e com isso voltaram a rotina de treinamento.

Os próximos dias foram tranquilos. A Floresta de Azarea era um bom lugar para treinar. É trabalhoso treinar Caninana, já que ela praticamente não tem técnica ofensiva e precisava da ajuda das outras para combater. Mas Ashley mantinha o treino pacientemente.

Em um desses dias, a treinadora recebeu um pedido de um lenhador de procurar dois Farfetch’d. Assim que encontraram as aves na floresta, foi recompensada com o HM Cut. Ela tratou de ensinar o movimento ao Alfred.

Com isso, ganhou acesso a mais caminhos e teve mais lugar para a garota explorar. Terminando de andar por onde queria, a treinadora resolveu se adentrar ainda mais na floresta, para acessar sua saída.

Mas durante a caminhada, Ashley se depara com uma estranha mulher com quimono rosa. Ela estava acompanhada por um Espeon.

— Minha nossa! Como fui errar o caminho da trilha! E agora? – visivelmente estava perdida.

— Sabia que não deveríamos ter vindo aqui sem um guia! – suspirou o Espeon.

— Hah mas ainda bem que pelo menos visitamos o templo de Cerebie... acho que vou pedir ajuda a essa garota! – disse se aproximando de Ashley – Por favor, nos ajude a sair!

— Tudo bem moça, nós estamos indo para a cidade de Golden Rod. Vamos te guiar até a saída – a treinadora concorda em ajudar.

De repente, Caninana pula nos braços da mulher de quimono.

— Se quer nossa companhia então me carregue que me cansei de ficar saltitando pelo chão – disse a Margikarp.

— Que isso Caninana! Que indelicadeza é essa? – Ashley repreende a ousadia da Pokémon – Moça perdoe a impertinência de meu Pokémon! Pode descer daí Caninana.

Mas a mulher riu – tudo bem, eu posso carregá-la! Sem falar que ficou mais tranquila com essa mocinha me defendendo.

Então, em vinte minutos de caminhada, finalmente saíram da floresta e chegaram a Rota 34.

— Você realmente trás alegria pro seu time não é peixinha? – A mulher falava enquanto acariciava Caninana – agora que saímos da floresta, vou te devolver pra sua treinadora, já que seu time fica com uma grande lacuna sem você.

— Como assim moça? – Caninana fica confusa.

— Pois é aqui que nos despedimos! Muito obrigada pela ajuda! Até mais! – a mulher se despede de Ashley, ignorando a pergunta de Caninana.

Já estava anoitecendo na Rota 34, a treinadora caminhava até passar próxima de uma casa. Ethan saiu do portão dela.

— Ashley, você por aqui? – cumprimentou o garoto.

— Oi Ethan! O que faz nessa casa?

— Meus avós moram aqui, são criadores de Pokémon que nem a sua mãe. Vamos entrar. Vou te apresentar a eles.

Antes da garota esboçar uma reação, o garoto a puxou para dentro. Eles foram para uma sala onde um casal de idosos estavam em um sofá.

— Vovô, vovó, essa é a treinadora que falei, a Ashley, a filha da criadora Dalila.

— Oh, é mais bonita do que pensei! – falou a senhora – esperem um pouco que vou trazer um lanche pra vocês!

Ashley e Ethan, assim como os Pokémon, vão comendo e conversando alegremente com o casal. Mais tarde foram para a varanda e de lá eles observavam os arranha-céus luminosos de Golden Rod.

— Nossa essa cidade é tão enorme assim? – deslumbrou-se Ashley.

— É sim, é a maior de Jotho! Tem muitas coisas por lá! E tem o ginásio. Ouvi dizer que a líder é bastante casca grossa – responde Ethan.

— Pelo visto, vou ter que treinar muito antes de enfrenta-la...

— Ei Ashley, vamos batalhar, pra ver como vai a força de nossos Pokémon – propõe Ethan.

— Ok, espero que seja um bom aquecimento para a luta do ginásio mais adiante.

Combinaram que ia ser dois contra dois, Ashley vai começar com Francisca e Ethan vai com Vector, que é um Croconaw.

— Vector, use mordida!

— Xá comigo! – atende o Pokémon aquático.

Vector morde próximo ao pescoço de Francisca, mas a Bayleef acerta Folhas Navalhas no adversário que acaba com vários arranhões.

— Eu admito derrota! – declarou Ethan.

— Mas já? – questionou Ashley.

— Só tenho o Vector e a Mari-Mari de combatentes e ambos são aquáticos.

— Realmente seu time precisa de uma variada. Mas mesmo assim ele levaria vantagem com os meus outros Pokémon. Só não são páreo pra Francisca – analisa a garota.

— Mas mesmo assim, obrigado pela batalha. Mas agora, se quiser passar a noite aqui... – convida Ethan.

Ashley aceita o convite e dorme em um quarto de hóspedes. No dia seguinte, ela agradece ao Ethan e ao casal de criadores pela estadia e se despede deles para continuar sua jornada.

Depois de algumas horas de caminhada, ela finalmente chega à cidade de Golden Rod.

— Nossa! Pelo visto é bem maior que Safron, lá de Kanto! – a garota estava admirada.

Acompanhada de Francisca e Rochelle, a garota anda pelas ruas movimentados de gente, Pokémon e veículos. As Pokémon nunca tinha visto nada parecido antes.

— Ashley! Ashley! Essas construções tudinho é pros humanos morarem, é? – Francisca fica abismada pelos edifícios.

— Não só pra pessoas morarem! Têm muita gente trabalhando neles como centro de negócios, comércio e administração de diversas atividades de seres humanos! – explica Ashley.

— Deve ser aqui a origem de muita agressão à natureza, não é? – comentou Rochelle.

— Pois é, mas atualmente há um esforço pra diminuir isso. Mas isso realmente é um dos preços da civilização – complementa a garota – Mas agora vamos atrás de um restaurante, estou com fome.

A cidade tem várias opções de restaurantes e lanchonetes. Ashley escolheu um self service com preço mais em conta. Depois de comer, ela resolve passear em uma praça. Ela senta em um banco, retira seus Pokémon de suas pokebola se começa a ouvir rádio do seu celular.

Uma hora depois ela chama seus companheiros de volta. Francisca permanece fora.

— Ashley, o que estava ouvindo? – Pergunta a Bayleef curiosa.

— É um programa de Rádio. Se chama Plantão Dex, apresentado pelo Archie Edgar. Ele tem uma boa voz, dá dicas valiosas para treinadores, fala sobre diversas espécies, estratégias de combates, entre outras coisas, é um programa essencial para treinadores.

— Parece ser legal!

— E sabia, Francisca, que a sede dessa rádio fica aqui mesmo nessa cidade?

— Será que dá pra você ver o tal do Archie? – pergunta Francisca.

— Acho que não! O local onde os apresentadores trabalham não pode ser acessado por qualquer um. Mas acho que vou dar uma passada por lá! – decidiu a garota.

Ela então se dirigiu a Torre do Rádio. Ela entrou no hall, que é bem movimentado. Tinha escadaria e elevadores que vão para outros andares, mas neles tinham seguranças que impediam o acesso do público.

— Realmente, nada de ver os apresentadores pessoalmente!– suspirava a garota, que resolveu a continuar seu passeio pela cidade.

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Archie, um apresentador de rádio estava arrumando seus papéis na mesa. Chegou uma secretária trazendo lhe uma xícara de chá.

— Muito obrigado Ariana! – o rapaz se serviu da bebida.

— Aquela garota esteve aqui! – avisa a mulher.

— Aquela que derrotou Proton? – perguntou Archie mordendo a caneta.

— Aparentemente, ela não queria nada aqui. Foi embora daqui em poucos minutos – confirmou Ariana – devemos silenciá-la?

— Nossa operação requer sigilo, e como muitos agentes de campo estão presos, talvez um crime contra ela pode nos comprometer – respondeu o apresentador – sem falar que parece que está sob proteção de Walker, esse sim é um verdadeiro empecilho pra nós.

— Entendo senhor, mas temos que ter atenção redobrada em relação a ela. Lembre-se que ela causou problemas até para o Giovanni.

— Exatamente cara Ariana! Mas você sabe que nossa operação precisa de sigilo total. Mas com o sucesso dela, a equipe Rocket vai nascer mais forte que nunca. Tanto Ashley, quanto Walker e qualquer outro que nos desafiar serão esmagados. E tenho uma carta na manga para nossa amiguinha de Pallet. Hu hu hu – ri maleficamente Archie.

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Agora Ashley estava no distrito comercial. Um anúncio de uma bicicleta portátil chama a sua atenção.

“Uma bicicleta como essa é boa para minha mobilidade, e ainda posso carrega-la por aí. Hora de usar as economias que estão com a mamãe!”

A garota liga para Dalila, explica sobre a bicicleta e logo recebe em sua conta, o dinheiro que precisa para comprá-la.

— Um bom negócio! – fala a garota satisfeita com sua aquisição.

O Sol já estava se pondo. Mais adiante, ela se depara com uma grande loja de departamento. Ela fica deslumbrante com o estabelecimento e resolve visita-lo.

Entrando nela, a garota percebe que a loja é maior do que imaginava. Havia lojas de comida, acessórios, vestuário, medicamentos, TM’s, e outras coisas mais. Ashley aproveitou para, não só fazer as compras essenciais, como também dá um tapa no seu visual.

Ela comprou algumas roupas, inclusive um Short jeans azul marinho e uma blusa baby look vinho, para substituir aquela que foi cortada por Proton.

Francisca e os outros estavam acompanhando. Alfred ficou de olho em uma gravatinha borboleta preta.

— Quer uma pra você? – Ashley questiona ao seu Rattata.

— Não sei como lhe agradecer! –o roedor fica lisonjeado.

Rochelle se interessou por uma espécie de guizo em forma de concha.

— Hum isso fica bom como um brinco para você – a garota pega um desses guizos e coloca na orelha dela – além de chique, pode ser útil em batalhas, você recupera saúde quando golpeia o adversário.

A Geodude ficou encabulada com o presente – obrigada Ashley!

Então a garota foi para fila do caixa enquanto os Pokémon a aguardavam próximos a um banco.

— “Norsa”! Tem mon novo por aqui?

Essa voz é de uma Miltank que vem se aproximando deles – esperando o treinador com ars compras? Tô esperando a minha também!

— Você é dessa cidade? – Pergunta Francisca curiosa.

— Acho que não deveríamos falar com estranhos! – Rochelle estava desconfiada.

— Ah! Deixe me apresentar! Meu nome é Valquilya, sou um dos integrantes da equipe da líder de ginásio Whitney – Se aparentava a Miltank–Só tô aqui para passar o tempo mermo.

— Prazer em conhecê-la Valquilya! – Francisca estava maravilhada por conversar com um Pokémon de ginásio.

— Igualmente.

Enquanto isso, Ashley permanecia na fila.

— Essa fila que não anda... – murmurou a treinadora.

— É realmente está demorada! – dizia uma pessoa que estava ao lado dela.

Ashley se virou para ver quem disse isso. Era uma moça de cabelos rosa, presos com maria-chiquinhase com um vestido branco.

— Você vem sempre por aqui? –pergunta a garota desconhecida.

— Não, é a primeira vez que estou nessa cidade! – respondeu a treinadora.

— É mesmo? Meu nome é Whitney, líder do ginásio de Golden Rod. Qual é o seu?

— Ashley!

— Prazer em conhecê-la Ashley! Estou com a minha parceira, Valquilya, ela está logo aí! – Whitney acena para uma Miltank. Ashley observa que ela está com seus Pokémon.

— Nossos Pokémon também estão se conhecendo! – fala a líder.

Então as duas vão batendo papo para passar o tempo na fila. Até que chega a vez delas. Terminado de passar suas compras Whitney pergunta:

— Você conhece toda a cidade? Tem um lugar que é maravilhoso agora de noite, vamos dar uma olhada?

— Agora? – perguntou a treinadora relutante.

— Vai ser divertido! Deixe-me só falar um negócio com a Valquilya.

Ela fala de longe com sua Pokémon:

— Oh Val! Cuide dos Pokémon da Ashley aí que eu vou dar uma voltinha com ela.

— Como é que é? – questiona a vaca.

— Já já a gente volta! Tchau Tchau! – Whitney rapidamente sai puxando Ashley pelo punho.

— E os meus Pokémon? – A treinadora se preocupa em deixar seus companheiros para trás.

— Não se preocupe! Valquilya é um Pokémon forte e responsável – tranquiliza a líder.

— As duas ainda vão passear mais? Tem mais o que para ver nessa cidade? – indagou Francisca.

— Essa cidade tem muitas coisas Francisca, vejamos... hum... Vala me Arceus! – de repente Valquilya fica apreensiva e coloca os cascos na cabeça – elas devem ter ido pro Cassino!

— Como é um Cassino? – pergunta Rochelle apreensiva.

— Se vocês não querem ficar sem comida e sem remédio e mior nóis impedi elas de irem pro Cassino! –declarava a Miltank temerosa – sigam-me!

Depois de um tempo, Whitney e Ashley chegam a entrada do Cassino.

— Que lugar mais lindo e luminoso! – Ashley estava maravilhada.

— Esse é o maior ponto de diversão da cidade! Lá tem vários jogos legais. E se tiver sorte, pode até ganhar uma grana extra – explica a líder –Vamos conferir! – assim as duas entram no estabelecimento.

Valquilya e os Pokémon de Ashley chegam logo em seguida.

— Esse lugar parece bonito, mas só serve para arrancar o dinheiro das pessoas – dizia a Miltank.

— Então temos que tira-las daí, não é? – pergunta Rochelle.

— Então vamos logo antes que seja tarde! –Valquilya chama os outros para entrar no Cassino.

Eles iam entrando, mas foram impedidos de entrarem por dois seguranças que estavam acompanhados de dois Houndoom.

— Não é permitido a entrada de Pokémon desacompanhados de seus treinadores! – declara um deles.

Mas Valquilya não desistia de tentar entrar.

— Pu favo moços! Só quero tirar minha treinadora daí! – estranhamente, começa a agir de forma provocante e dá uma piscada pra eles – sei que não vão recusar de fazer um favor pruma criatura formosa como eu!

Os seguranças e os Houndoom ficaram seduzidos pelo charme de Valquilya.

— Ela usou Atração neles! – comentou Alfred, que estava vermelho.

Aproveitaram que os seguranças estavam embabascados com a Atração de Valquilya e rapidamente entraram no estabelecimento.

Dentro do Cassino havia várias máquina de diversos jogos. Fliperamas, patinkos, caça-níqueis, roletas, e todas as comodidades que um cassino tem.

— Ashley, tem um jogo de mesa que se chama Voltorb-flip, é uma das maneiras mais fáceis de ganhar dinheiro com apostas, quer tentar? – propunha Whitney.

Mas a garota acabou sentindo um desconforto desde quando entrou – tem certeza que é seguro jogarmos esses jogos?

— Não se preocupe! Essas máquinas são todas certificadas. E depois de pegar o jeito, você começa a ganhar o...

Mas a explicação de Whitney é interrompida pelo grito de Valquilya.

— WHITNEY, SUA DESGRAÇADA! TÁ AQUI NO CASSINO DI NOVO!

— Valquilya!? – disse a líder incrédula.

Os Pokémon de Ashley vieram logo atrás da Miltank.

— Ashley! Ashley! A Valquilya disse que você pode perder todo o seu dinheiro aqui! – Francisca estava preocupada.

— Por favor Valquilya! Eu só ia me divertir um pouco com a Ashley! – protestou Whitney.

— Nem vem que num tem! Agora que as contas tão no azul e aí vem você jogar di novo só pra ficar devendo di novo? Assim não dá! – reclama Valquilya.

— Mas você não é minha mãe pra ficar controlando minha vida! – protestou a líder.

— Mas o dinheiro é pra nóis, os Pokémon nus sustentar! A genti num se mata di batalhar pra dipois você torrar o dinheiro nesses joguinhu velho! E ainda arrasta os outros pra esse vício terrível!

— Vixe, realmente é arriscado perder dinheiro assim! – Ashley fica assustada.

— Ei Ashley! Se sua mãe souber que você anda perdendo dinheiro a toa, ela vai ficar uma fera com você! –avisa Francisca.

— Então Whitney, acho melhor irmos embora! –disse a treinadora.

— Tudo bem Ashley! Eu só vou ficar mais um pouquinho e... AAAIIII! Por que tá me puxando assim Val? – Whitney é puxada pela gola do vestido por Valquilya.

— Varmo imbora nóis também! Francamente, num posso mais tirar os zoio de você! – resmunga a Pokémon normal.

Então elas finalmente saem do cassino. Vão andando juntas até o centro Pokémon, onde se despedem.

— Ashley, eu te aguardo no desafio do ginásio! Treine bem antes de me enfrentar, tudo bem? –assim Whitney volta para sua casa, ainda arrastada pela Valquilya.

“Mas essa duas são um caso sério!” Com isso, a treinadora finalmente entra no centro Pokémon pra descansar. Foi um dia agitado em Golden Rod. Ela vai voltar para rotina de treinos no dia seguinte.

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Glossário

Atração: Attract

Notas finais
O capítulo é mais basicamente a Ashley batendo perna na cidade de Golden Rod! Mas no próximo capítulo teremos a batalha de Ashley e Whitney! Obrigada pela leitura e tenham Feliz Ano Novo! Que 2019 traga coisas boas pra todos nós!