Cinquenta Tons Mais Intensos.
38 Um banho quente.
Notas iniciais
Por Christian.
Eu olhei para Anastásia com um sorriso malicioso no rosto, ela estava brincando com o fogo me oferecendo uma coisa dessas, ela estava praticamente oferecendo o seu corpo para o meu prazer, só Deus sabe o que eu sou capaz de fazer com ela nesse banho, eu nunca tomei banho com outra mulher, por mais inacreditável que isso possa ser então sou pela primeira vez um inexperiente, assim como provavelmente Anastásia também é, iríamos experimentar algo juntos pela primeira vez na vida de cada um, e eu estava gostando disso, experimentar coisas novas com Anastásia deve com certeza ser melhor do que eu penso.
–Está falando mesmo somente de banho? — Perguntei e Anastásia soltou uma risadinha.
–A não ser que você queira algo á mais. — Ela respondeu mordendo os lábios e retirando a sua regata lentamente do seu corpo, exibindo seu sutiã de renda amarelo, seus seios pareciam mais apertados naquele sutiã, o que fez minha ereção que já estava dura por suas palavras, ficar ainda mais com a aquela maravilhosa visão. -Agora se você não quiser... — Continuou a dizer Anastásia quando retirava a sua calça, e eu me engasguei, a sua calcinha minúscula quase não tapava o seu sexo, me deixando ver boa parte da sua virilha. -Eu vou entender. — Ela finalizou seminua em minha frente. -Te espero no banho. — Disse ela ousada virando de costas e andando para o banheiro, meus olhos seguiam o movimento dos seus quadris e a sua bunda.
Anastásia é malditamente gostosa e provocativa, como ela é capaz de fazer tal coisa na minha frente? Coisas que outras mulheres jamais teriam coragem? Ela podia me enlouquecer, me levar do céu para o paraíso em questão de segundos, ela me provoca de forma quente.
Praticamente gritando que o seu corpo está disponível para possuí-lo, ela é tão livre, ela tomou a iniciativa, e é sempre eu que tomo e gosto de tomar, mas porra, ver Anastásia me querer e tomar a iniciativa é bom, é perfeito.
Retirei as minhas roupas rapidamente, tropeçando com os meus pés na calça, jogando em qualquer canto no chão, retirando minha camisa, e ficando apenas de cueca Box preta, pois geralmente ela é dessa cor, por um motivo desconhecido olhei no pequeno espelho que tinha na cabeceira para ver como estava o meu cabelo, e me senti uma mulher nessa hora.
Abri a minha carteira que estava dentro do bolso da calça, e retirei um preservativo de lá, eu sempre andava prevenido, não que eu transe com qualquer uma á qualquer hora, pelo contrário, eu nunca fiz isso, mas sim eu andava preparado para Anastásia, e porque se tem algo que eu sei que faz falta na vida de um homem é o maldito preservativo.
Caminhei até o banheiro abrindo a porta com calma para que ela não me escutasse, queria poder dar um “sustinho” nela, mas o que me vez praticamente ter um AVC foi vê seu corpo embasado pelo Box do banheiro que é de vidro, eu não enxergava o seu corpo muito bem, mas via as suas formas e curvas, seus movimentos, e isso começou a me excitar, era tão sensual ver seu corpo se mexer tão inocentemente tomando um banho, era uma cena erótica, talvez a mais erótica que eu já vi na vida.
Andei até o Box, jogando o preservativo no chão, e abrindo lentamente a porta, Anastásia não pode até ter percebido, mas estava ocupada demais lavando os seus cabelos de costas para mim, como se fizesse de propósito para eu ver sua deliciosa, redonda, perfeita e arrebitada bunda. Eu fechei a porta no Box causando certo barulho, e logo em seguida agarrei sua cintura com força com os meus braços, recebendo de surpresa um selinho seu.
–Sabia que viria. – Anastásia sussurrou em meu ouvido antes de morder o lóbulo da minha orelha, apertei minhas mãos com força na base de sua cintura, com certeza ficariam marcas ali em sua pele branca, Anastásia gemeu em resposta, e esfregou sua bunda no meu membro ereto, que cutucou a sua outra entrada, eu gostaria de descobrir aquela outra entrada de Anastásia, explorar ainda mais o seu corpo, descobrir ainda mais, mas não agora, nós deixaremos para outro dia.
Minhas mãos que estavam em sua cintura, foram subindo lentamente para a sua barriga, onde eu passei a mão no ventre plano, e subi ainda mais até deixar uma das mãos no vão dos seus seios e a outra na sua barriga, a mão que estava no vão dos seus seios foi para o seio direito o massageando, e a minha outra mão subiu ocupar lugar no seu seio esquerdo, massageando-os lentamente, fazendo Anastásia gemer e sussurrar meu nome, deixando sua cabeça cair para trás, seu pescoço foi meu alvo, onde eu comecei a dar beijos, mordidas e lambidas, para depois começar com os chupões, eu queria fazer questão de deixar chupões na sua deliciosa pele branca e macia.
Eu brincava com seus seios com minhas mãos fora do ritmo, minhas mãos moviam-se para o seio esquerdo massageando de um ritmo diferente do seio direito, para poder proporcionar maior prazer para Anastásia, as mãos de Anastásia estavam em meus quadris, quase em minha bunda.
Meus dedos polegares começaram a brincar com seus bicos rosados, dessa vez no ritmo proporcional, Anastásia gemia se contorcendo esfregando suas pernas uma nas outras, talvez um fogo ali se consumia, eu sorri com a constatação.
–Christian, eu quero você... — Ela declarou, eu agarrei os seus dois montes macios com força, os apertando.
–Você vai me ter Anastásia... – Eu declarei de volta, a virando de frente para mim com rapidez, choquei o seu corpo contra a parede fria, Anastásia sorriu quando meus lábios foram para os seus, sugando e chupando com força, sua língua tentava brigar de espaço com a minha, eu queria explorar a boca de Anastásia, e Anastásia queria fazer o mesmo, explorar a minha boca.
Deixei Anastásia vencer e deixei que ela explorasse a minha boca de modo que bem queria, sugando meus lábios e passando a mão sobre minha bunda, algo que me fez engasgar durante o beijo, nunca nenhuma mulher foi capaz de fazer isso comigo.
Separamos-nos e em vez de eu prensar Ana na parede, ela vez o contrario, me empurrando com rapidez para parede, apenas por um segundo suas mãos tocaram no meu peito, quando eu vi, eu estava chocado contra a parede, minhas mãos estavam para o outro, Anastásia segurava elas, me deixando completamente fragilizado em sua frente e com a expressão de total choque e surpresa.
–Agora é a minha vez Grey... – Ela sussurrou meu sobrenome, minha ereção estava cutucando a sua coxa, e eu sentia que a qualquer momento poderia gozar sem nem ao menos tocá-la, apenas vê-la nua e dominante na minha frente.
Anastásia sabendo do meu maldito problema com toque se ajoelhou sem preliminares para meu membro, ficando de frente para ele, naquele momento eu já previa o que iria acontecer, e estava me controlando para não ter um ataque, pois a iniciativa me dar um sexo oral veio da parte dela e não da minha.
–Anastásia você vai fazer o que eu imagino que vai fazer? – Perguntei engasgando no final da frase, pois Anastásia segurou o meu membro com leveza.
–Vou fazer isso e um pouco mais. – Respondeu ela provocante e petulante, eu sorri em meio ao prazer imediato que estava sentindo, sua mão contornou todo o meu membro, desde testículos até a cabeça, onde ela passou o polegar espalhando o liquido da minha excitação que já saia, ela lubrificou toda a extensão do meu membro com esse liquido, repetindo o movimento de me masturbar diversas vezes, esse movimento era um tanto quando experientes, será que Anastásia já fez isso com alguém? Ao pensar nisso não deixo de sentir ciúmes, mas não quero que ele atrapalhe nosso momento íntimo.
Anastásia com uma mão me masturba e com a outra ela deixa para massagear os meus testículos, os movimentos estavam rápidos na mão direita que segurava meu membro, movimentos curtos rápidos fazendo meus dentes cerrarem, eu sentia que estava tendo um colapso.
As suas mãos calmas e suaves massageavam meus testículos, e eu me surpreendi ao sentir algo quente envolvendo meu membro, abri meus olhos e vi a cena que fez meus pés vacilarem e eu quase escorreguei para o chão.
Anastásia estava com a boca no meu membro, chupando a cabeça como se fosse um delicioso sorvete, ela chupava com vontade, não parecia ter qualquer nojo ou timidez, em certos momentos arriscados ela levava p meu membro para toda a sua boca, envolvendo completamente, escondendo ele no abrigo da sua boca, ela se engasgava levemente e logo continuava com os movimentos, eu estava na borda, iria gozar a qualquer momento, por ser sua primeira vez, penso eu, Anastásia estava se saindo perfeitamente bem, melhor que qualquer outra com experiência, e eu não sabia se isso devia o fato dos meus sentimentos por ela ser diferentes.
Anastásia retirou meu membro de sua boca com cuidado e sua língua traçou um caminho por todo o meu pênis até chegar aos meus testículos, e chupá-los com delicadeza, minhas mãos agarram a parede, sem ter o que segurar. Eu queria poder gozar, mas queria prolongar aquele momento que ficaria para sempre marcado, estava muito bom sentir a boca de Anastásia ali, estava me segurando ao máximo para não gozar, usando e abusando do meu autocontrole.
Anastásia traçou o mesmo aminho e voltou a colocar o membro na sua boca, chupando somente a cabeça, o que me fez perder todo o autocontrole e o prazer me invadiu, eu não agüentei mais, agarrei os cabelos de Anastásia com força, se não eu desabaria no chão.
Meu orgasmo veio forte e em jatos quentes, Anastásia não tirou a boca dali em nenhum momento, ela engoliu tudo o que eu tinha para lhe dar, e aquela visão me inebriaram.
Minha visão estava nublada e eu me senti fraco, minha respiração estava ofegante e descompensada, olhei para Anastásia que ainda estava ajoelhada no chão, ela se levantou e colocou as mãos nos meus cabelos, os puxando para eu olhá-la nos olhos.
–Eu preciso... Retribuir. – Eu disse com a voz falhada.
–Eu não quero que você retribuía, eu quero que você entre em mim agora, e faça forte e duro... – Ela sussurrou de volta.
Sem dar tempo para ela, eu senti meus olhos ficarem escuros de desejo, minha força voltou com força total com as suas palavras obscenas, eu peguei seu ombro e a joguei contra a parede a prensando sem nenhuma delicadeza, abri a porta do Box, abaixando e pegando o preservativo, abrindo com meus dentes e colocando por toda extensão do meu membro.
Fiquei de frente para Anastásia, e a virei de trás para mim, me deliciando com a visão de sua bunda.
–Se segure forte na parede. – Ordenei e ela me obedeceu.
Então sem aviso prévio eu a invadi com meu membro estocando forte e duro, do jeito que ela pediu.
Continua.
Fale com o autor