Notas iniciais
Não sei se descrevi bem o que acontece, mas acho que foi melhor do que no da Sansa!

Edmure Tully

Lorde de Correrio

-É melhor nós irmos rapido – falou a jovem – , daqui a pouco vai começar.

-Ainda há tempo – falou Edmure, dando outro beijo na jovem.

Edmure e a jovem mulher estavam num dos corredores do castelo. Edmure voltou a beijar ela, depois começou a tirar a roupa da mulher. Depois de minutos, os dois estavam totalmente nus.

-Vamos no meu quarto – falou Edmure.

Ele andaram apenas cinco metros, quando entraram no quarto de Edmure.

-AHHHHHHHH – gritou a mulher.

Edmure parou de beijar ela e olhou para os lados, o que viu o surpreendeu:

Nada menos do que o vagabundo do Edyn estava deitado na cama de Edmure e sorria de um modo extremamente desagradavel. Edmure falou:

-O que está fazendo aqui?

-Eu que perguntou – respondeu ele – , o que o grande lorde Edmure Tully está fazendo nu em seu quarto com Roslin Frey, a Rainha do Norte?

-Como você sabia que eu viria aqui? — perguntou o lorde.

-Eu sei de tudo nesse castelo – falou ele – , mas não se preocupe, não vou contar nada...ainda.

-O que você quer para não contar nada? — perguntou Edmure, preocupado.

-Apenas que você me ajude numa pequena vingança.

-Que vingança?

-Na hora certa você saberá – falou Edyn, já se levantando da cama e indo em direção a porta – . É melhor não ficarem muito tempo assim, o julgamento já ira começar.

Logo depois que Edyn saiu, Roslin começou a gritar e a chingar Edmure.

-Fica quieta – ordenou Edmure.

-Eu vou me arrumar – falou ela, que depois saiu do quarto.

Qual será a vingança de Edyn? Eu tenho que descobrir!

**********

Depois que Edmure se arrumou, ele desceu correndo o castelo, até chegar na área externa, onde seria o julgamento. Edmure era um dos jurados, os outros eram Robb, Cat, Brynden, Roslin e Edyn.

Quando Edmure chegou, até Roslin e Edyn já estavam lá. Edmure foi até o lugar dos jurados, o dele era entre Brynden e Catelyn. No meio estava Robb, pra direita estava Catelyn, Edmyre e Brynden, pra esquerda estava Roslin e Edyn.

-Vamos começar o julgamento – falou Robb – Jaime Lanniste acusado de todos os piores crimes de Westeros. Vamos ouvir as testemunhas de defesa. Entre Rickard Karstark.

-Ele é culpado – falou Karstark.

-Vocês ouviram as testemunhas de defesa. Agora as de acusação – falou Robb – entre Jom Umber.

-Ele é culpado.

-Depois de ouvirmos todas as testemunhas, acho que todos os juízes são unânimes em decretar a morte de Jaime Lannister.

**********

A morte de Jaime Lannister iria acontecer a noite, todos estavam presentes.

Primeiro eles iriam empalar Jaime, mas levemente, pra ele não morrer, depois iriam fazer a roda da morte, depois tirar a pele e por fim os testículos. Depois, iriam colocar Jaime numa bacia de vinagre com sal. E para matar ele, iriam dar para os leões comerem. Tudo menos a cabeça, que seria de Vento Cinzento.

A execução começou:

Pegaram Jaime e o colocaram em cima da plataforma que haviam construido especialmente para essa parte da execução. Era uma plataforma de três metros de altura, num lado havia uma escada que levava lá para cima. Lá em cima tinha o tamanho exato para caber dois soldados mais Jaime. Mas no meio da plataforma, bem onde estaria Jaime, tinha um buraco onde daria para uma lança passar. Quem faria isso era Robb.

Foi quando começaram a subir Jaime, que Catelyn gritou:

-PAREM, OLHEM BEM, NÃO É JAIME, É SANSA. PAREM A EXECUÇÂO, É SANSA!

Depois que Robb a acalmou, ele mandou que dois guarda levassem ela para o quarto e a vigiassem.

Jaime foi levado até o alto da plataforma e Robb foi lá para baixo e gritou:

-Abaixem as calças dele.

Os dois soldados fizeram isso.

-Lannister, suplique e o perdoarei – mentiu Robb.

-Não vou fazer isso, vou fazer outra coisa – falou Jaime, ao mesmo tempo em que defecava e a bsta caia em Robb lá embaixo – , gostou Stark?

Robb pegou a lança e levantou ela.

-Gostou disso? — perguntou Robb.

-Doeu, mas não muito.

Robb forçou mais a lança e Jaime desmaiou.

-Podem retirar ele, é a vez da roda da morte.

Os dois soldados retiraram Jaime e o colocaram na grande roda, a Roda da Morte constituia uma roda onde se amarrava as mãos e pés do prisioneiro, e lá a roda girava ele quebrando todos os ossos, depois se ainda tivesse algum sobrando, um homem o quebrava com um martelo. Eles amarraram os pés e braços de um Jaime desmaiadona Roda da Morte.

-GIREM – gritou Robb.

A Roda da Morte começou a girar lentamente, fazendo Jaime acordar olhar em volta, soltar um gemido e desmaiar novamente.

Depois de quase meia hora com a Roda da Morte rodando, Robb ordenou:

-Parem a roda. É a vez do açougueiro fazer o trabalho.

Os mesmos dois soldados tiraram Jaime da roda, Jaime estava todo mole, pois seus osso estavam quebrados. Levaram Jaime até uma estrutura de madeira, que parecia uma cruz. Amarraram as mãos os pés dele, um em cada lado da cruz.

Depois o açougueiro da cidade foi até lá e Robb gritou:

-COMEÇEM A CORTAR!

O açougueiro pegou uma faca pequena, com ponta afiada, e inseriu-a no meio do pescoço de Jaime, para depois descer numa linha reta e comprida até a base da espinha. Jaimw acodou do desmaio e berrou de dor.

É a primeira vez que ele grita, isso deve doer.

O sangue começou a sair do talho. O açougueiro fez outro corte, através dos ombros de Jaime, formando a letra T. Ele mudou de faca, selecionando ums de lâminha comprida e fina. Inseriu-a com todo cuidado no ponto em que os dois cortes se encontravam, e levantou um canto da pele. Jaime gritou de novo. O canto da pele seguro pelos dedos da mão esquerda, o açougueiro começou a remover a pele com o maior cuidado.

Jaime desatou a berrar sem parar.

O açougueiro trabalhou depressa, a faca afiada cortando pela gordura subcutânea para revelar os músculos entrelaçados por baixo. O sangue fluía abertamente, e ele parava a intervalos de poucos segundos para limpar a mão no avental. Jaime gritava a uma agonia indescrítivel a cada corte. Não demorou muito para que a pele nas costas pendesse em duas abas largas.

O açougueiro se ajoelhou numa poça de sangue e começou a trabalhar nas pernas.

Os gritos cessaram de repente: Jaime parecia ter desmaiado.

O açougueiro continuou a trabalhar, impassível, aparentemente sem se importar se a vítima estava consciente ou não, até que toda a pele de trás – costas, braços e pernas – foi arrancada. Depois ele foi para a frente do homem. Cortou em torno dos pulsos e tornozelos, separou a pele, para que pendesse dos ombros e quadris. Trabalhou de baixo para cima, através da pélvis, e Edmure compreendeu que ele tentaria arrancar a pele inteira, num único pedaço. E logo não havia mais pele no corpo, exceto na cabeça.

Jaime ainda respirava.

O açougueiro fez uma série de cortes cuidados em torno do crânio. Largou as facas e tornou a limpar as mãos no avental. Pegou a pele de Jaime nos ombros e deu um puxão para cima. A pele do rosto e do couro cabeludo se soltou da cabeça, mas continuou ligada ao resto.

O açougueiro levantou a pele ensanguentada de Jaime como se fosse um troféu de caça e a multidão aplaudiu.

-PARA A PRÓXIMA PARTE! — gritou Robb.

O açougueiro, que também iria fazer a castração, pegou uma pequena e afiada faca, e com um único e forte golpe castrou Jaime. O açougueiro, depois, pegou a pele e os testículos e colocou dentro de uma grande caixa, que seria enviada a Porto Real.

-AGORA VAMOS DAR UM BANHO NO NOSSO QUERIDO LANNISTER! — gritou Robb.

Os dois soldados pegaram Jaime, e os levaram até uma grande banheira, cheia de sal e vinhagre. Depois o tocaram lá dentro, que na hora acordou e começou a gritar.

Depois de meia hora ai, pegaram Jaime e o levaram até a jaula dos leões, os leçoes estavam numa grande jaula, toda fechada, onde havia apenas um espaço para poder colocar o corpo de Jaime. Eles colocaram Jaime nessa pequena abertura, deixando apenas a cabeça de fora. Os leões começaram avidamente a comer.

Depois de uns dez minutos, eles tiraram o que restava de Jaime, que era apenas a cabeça e uma pequena parte do pescoço.

Agora ele morreu, finalmente.

Eles pegaram a cabeça de Jaime e deram para Vento Cinzento comer. Enquanto Vento Cinzento comia a cabeça, alguns soldados mataram os leões. Depois que mataram eles, abriram a barriga e retiraram o que restava de Jaime, o que acharam, também colocaram na grande caixa que iria para Porto Real.

**********

Depois que tudo estava acabado, Edmure estava indo para o seu quarto, quando Edyn apareceu no corredor, com uma olhar diabólico na cara. Edmure foi correndo em direção ao seu quarto e fechou a porta.

-Abra, se não abrir conto tudo a Robb – ameaçou Edyn.

Edmure abriu a porta e Edyn entrou. Ele falou:

-Eu não vim te matar, apenas queria te falar uma coisa.

-Fale!

-Eu acabei de descobrir uma coisa, e você não vai gostar, eu até ia te contar, mas do jeito que você me recebeu, decidi não contar. Daqui a alguns dias você ira saber. E não se esqueça, a minha vingança vai chegar, e você vai ter que me ajudar.

Depois que Edyn saiu, Edmure ficou pensando:

Como vou conseguir me livrar dele? Tenho uma ideia: antes de ele me matar, o matarei!

Notas finais
Vale reviews???
Até amanhã com Margaery Tyrell!!!