Ao amanhecer, Jorge acordou sozinho na cama. Checou o banheiro e viu que não tinha ninguém, logo ficou triste.

Foi até o primeiro andar abrir a geladeira e se deparou com Ana.

*AL* -Espero que goste de omelete. — Diz Ana, sorrindo, com uma frigideira na mão.

Jorge riu, aliviado, com um olhar de felicidade.

*J* -Adoro.

*G* -E O MEU OMELETE?! — Diz Gabriel, de cuecas, entrando na cozinha com cara de sono.

*J* -Estragou o clima. — Sussurra Jorge.

*AL* -Será que eles morreram lá em cima? — Diz Ana, se referindo à Eros e Dustin.

*J* -Acho que não.

*AL* -Posso colocar queijo no seu? — Diz Ana olhando para Gabriel.

*G* -Claro.

*G* -Belo partido. — Diz Gabriel à Jorge.

Todos sentaram na mesa e comeram, conversando bastante. Depois Jorge e Ana foram para a sala assistir TV.

*J* -Odeio Ana Maria Braga, mas amo ficar com você.

Ana beijou Jorge

Eles assistiram TV até Ana adormecer nos braços de Jorge, depois de meia hora ela acordou e disse:

*AL* -Preciso ir embora amor, tenho que estudar pra prova.

*J* -Ah! Então tá! — Diz Jorge, com cara de tristeza.

Jorge levou Ana até sua casa com o mustang, depois voltou para o laboratório. Chegando lá ele encontra Eros e Dustin.

*J* -Uau! Eles estão vivos! — Diz Jorge, com sarcasmo.

*E* -O que aconteceu ontem?

Jorge e Gabriel riram.

*D* -Nós exageramos um pouco na bebida.

*E* -Que ressaca!

*G* -Bem... vamos voltar à rotina de sempre. Tenho que cobrar uns caras, já volto.

*D* -Tenho que resolver umas coisas da minha candidatura...

Jorge e Eros se espantaram.

*E* -Candidatura?!

*D* -Sim, vou me candidatar prefeito.

*J* -Que ótimo, cara.

*D* -Meu neto ia querer isso.