Cidades azuis
16 Sossego
Ao amanhecer, Jorge acordou sozinho na cama. Checou o banheiro e viu que não tinha ninguém, logo ficou triste.
Foi até o primeiro andar abrir a geladeira e se deparou com Ana.
*AL* -Espero que goste de omelete. — Diz Ana, sorrindo, com uma frigideira na mão.
Jorge riu, aliviado, com um olhar de felicidade.
*J* -Adoro.
*G* -E O MEU OMELETE?! — Diz Gabriel, de cuecas, entrando na cozinha com cara de sono.
*J* -Estragou o clima. — Sussurra Jorge.
*AL* -Será que eles morreram lá em cima? — Diz Ana, se referindo à Eros e Dustin.
*J* -Acho que não.
*AL* -Posso colocar queijo no seu? — Diz Ana olhando para Gabriel.
*G* -Claro.
*G* -Belo partido. — Diz Gabriel à Jorge.
Todos sentaram na mesa e comeram, conversando bastante. Depois Jorge e Ana foram para a sala assistir TV.
*J* -Odeio Ana Maria Braga, mas amo ficar com você.
Ana beijou Jorge
Eles assistiram TV até Ana adormecer nos braços de Jorge, depois de meia hora ela acordou e disse:
*AL* -Preciso ir embora amor, tenho que estudar pra prova.
*J* -Ah! Então tá! — Diz Jorge, com cara de tristeza.
Jorge levou Ana até sua casa com o mustang, depois voltou para o laboratório. Chegando lá ele encontra Eros e Dustin.
*J* -Uau! Eles estão vivos! — Diz Jorge, com sarcasmo.
*E* -O que aconteceu ontem?
Jorge e Gabriel riram.
*D* -Nós exageramos um pouco na bebida.
*E* -Que ressaca!
*G* -Bem... vamos voltar à rotina de sempre. Tenho que cobrar uns caras, já volto.
*D* -Tenho que resolver umas coisas da minha candidatura...
Jorge e Eros se espantaram.
*E* -Candidatura?!
*D* -Sim, vou me candidatar prefeito.
*J* -Que ótimo, cara.
*D* -Meu neto ia querer isso.
Fale com o autor