Cidades azuis

22 Novos planos


Um novo dia no laboratório, Jorge finalmente estava sóbrio e Dustin partiu pra capital, onde reinara como presidente da república.

*E* -Bom dia, flor do dia! — Disse Eros à Jorge.

*J* -Cadê a pinga que tava aqui? — Disse Jorge, olhando para a prateleira.

*E* -Joguei tudo fora, chega de ver você assim. Você vai morrer de cirrose.

*J* -Beleza, beleza, beleza!

Jorge se virou, foi até o jardim, cortou um pé de maconha, começou a "dechavar". Depois enrolou no papel de seda, pôs fogo e começou a fumar toda a erva.

*J* -Si num qué qui beba eu aperto intãum!!! — Disse Jorge, inalando a fumaça.

Gabriel chegou no jardim.

*G* -MINHA ERVA SUA DESGRAÇA HUMANA QUE TORTURA OS AMIGOS E MATA A FAMILIA DA NAMORADINHA SÓ PORQUE ELA NÃO TE QUIS!!!!

*J* -Relaxa tiu!!! Da um apertu nissu pra vucê vê!!!! — Disse Jorge, com os olhos quase fechando e com fumaça no organismo.

*G* -Beleza, vamos ver se você sabe bolar um "beck" mesmo.

Gabriel se sentou no chão ao lado de Jorge e começou a fumar junto.

*G* -Nussa! Ta bom mesmu! — Disse Gabriel, já chapado.

*J* -Essa erva ta preenchendu o vaziu no meu coraçãum! — Diz Jorge, com um tom de alegria.

Enquanto isso, Eros estava resolvendo o negócio da metanfetamina.

*E* -Já que vai liberar o tráfico de todos os tipos de drogas, podemos dominar o Brasil. — Disse Eros no telefone com Dustin.

*D* -Agora vocês podem montar um negócio aberto, e eu vou ajudar no que der.

*E* -Pode deixar, mas a gente já é podre de rico mesmo.

Eros desligou o telefone.

*E* -Agora pra comemorar vou experimentar um produto novo que eu aprendi a fazer.

Eros tirou um pino de cocaína do bolso, jogou na mesa, fez a "carreira", enrolou uma nota de cem e cheirou.

*E* -AHHHHHHH! Que sensação boa! — Disse Eros, com os olhos estalados.