Cidades azuis
8 Lar, doce lar
Dustin e Benetti chegam a Curitiba, pegam um táxi e vão para um sobrado numa rua estreita. Eles entram e está tudo escuro.
*D*—Olá?!
*B*—Ele ta aqui?
*D*—Sim.
*B*—Eros?!
Logo depois que Benetti disse isso, Eros o surpreendeu, o derrubou no chão e apontou uma estaca no seu pescoço.
*D*—Calma, ele é amigo.
*E*—Benetti, não é?
*B*—Sim, agora se permite...
Benetti se levanta.
*B*—Queremos te levar de volta.
*E*—Ele sabe? — Pergunta Eros à Dustin.
*B*—Sei do que?
*D*—É... que hoje é aniversário dele! 18 de agosto, não é não?!
*B*—Poxa... parabéns, cara!
*E*—Obrigado, obrigado.
*E*—Resolvi as coisas aqui hoje a tarde, tá tudo resolvido.
*B*—Como assim?
*E*—É uma longa história, criei uma 'treta' com o povo daqui, mas já estou cuidando disso.
*B*—HAHAHA! Isso é porque você ainda não viu em cachoeira!
*D*—Bem, meninos, vou esquentar a janta, fique a vontade, meu neto.
Passou a noite, e pela manhã eles estavam arrumando tudo pra voltar para Cachoeira. 09:00 já estavam todos no avião.
*E*—Será que ele vai ficar com raiva de mim? — Diz Eros à Benetti e Dustin.
*D*—Não... Um amigo não faria essas coisas.
*B*—HAHA! Não é isso que o João te diria, mas pelo visto você não é igual o João, então ele aceita numa boa.
*E*—Como assim? O que aconteceu com o João?
*B*—Depois da sua saída, ele não aceitou a entrada do Gabriel e minha no laboratório, daí o Jorge teve que tomar providências.
*E*—Ah... imagino.
*E*—Isso já aconteceu uma vez, só que com o Vitor Hugo.
*D*—Conte-nos.
*E*—Ele era um amigo nosso, trabalhava com a gente e tudo, mas um dia ele cansou dessa vida e resolveu partir. Daí vocês já sabem o resto...
*D*—Ele morreu?
*E*—João Paulo jogou ele do 27º andar de um apartamento.
*B*—Trágico!
*E*—Jorge não aceitou essa atitude, daí ele e João Paulo ficaram brigados um bom tempo.
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