Cidades azuis

13 Hasta la vista, Davi


Depois de um dia de diversão, Jorge, Eros e Gabriel foram para o Hospital.

*J* -Como ele está?

*DA* -Eu tô bem, seu animal.

*J* -OLHA SÓ! JÁ TA FALANDO!

*B* -Ele ta com raiva de gente, e não quer contar nada.

*G* -PARA DE FAZER CU DOCE E CONTA LOGO, SEU BRANCO! — Diz Gabriel à Davi.

*DA* -NÃO VOU CONTAR!

Gabriel tira um canivete do modelo butterfly do bolso, entrega na mão de Eros e fica encarando Davi. Eros aponta o canivete no pescoço de Davi.

*G* -FALA!

*J* -Estão pegando pesado, só acho.

*DA* -NÃO TEM NADA DE MAIS, ELES CHEGARAM E ATIRARAM EM MIM, BELEZA?

*J* -Não deu pra ver o rosto?

*DA* -NÃO! E EU ME DEMITO!

*E* -Ok, vou te matar seu imprestável.

*J* -Não mate. — Diz Jorge à Eros.

*E* -Você lembra da regra? Lembra do Vitor? — Diz Eros à Jorge.

*J* -Dustin mudou a regra, todos podem se demitir a vontade agora.

*J* -Toma. — Diz Jorge à Davi.

Jorge deixou mil reais ao lado da cama de Davi.

*B* -Pra você ver como ele é pão duro, só mil reais.

*DA* -Obrigado, Jorge.

*J* -Se precisar, nossas portas vão estar abertas pra você.

Todos saíram do hospital e foram para o laboratório.