Cidade satânica de Lavender
1 Satanismo em Lavender Town
Notas iniciais
Eu e minha amiga, resolvemos zerar o famoso Pokémon Fire Red. Vagando pelo Youtube, encontramos um cheat chamado "Ghost", pensei logo naquele personagem macabro da hack Cursed Black, mas não era: O Cheat era um, que nos dava a habilidade de andarmos como fantasmas, ultrapassar paredes, barrancos, o que que bem nos der na telha. Seguimos reto na rota perto do MT. Moon aquele que "brota" em Lavender. Alguns dias antes, num canal gringo, ouvimos falar de uma passagem secreta que havia em Lavender, e com o cheat Ghost, podamos desbloqueá-la. Após tal feito, entramos por uma caverna.
Para nossa surpresa, UMA FRASE EM LATIM. Minha amiga desmaiou, eu estava a só, junto dela apenas. O olho dela ficou vermelho, e mesmo desmaiada, ela falava coisas satânicas em Latim, e a um passo dado, um treinador estranho nos disse:
–EU QUERO SUA ALMA
eu assustada não sabia se apertava "Z" para confirmar a ação, ou desligava o GBA. Meu anjo parecia me alertar para não tocar naquela tecla, mas, a curiosidade matou o gato, e também me mataria. Comecei a jogar, quando "Belial" — um arcanjo da religião satânica, me desafiou para uma batalha. Eu perdi. Com seu cão, que não me lembro muito bem o nome -porém, lembro-me de sua aparência semelhante a de Mightyena's, ele me venceu. Após, tudo escureceu em minha volta. Minha vida estava acabando.
Uma voz ciciava na escuridão:
–Você será atormentada, PARA SEMPRE. — O susto foi grande, e meu coração acelerou.
Horas e horas se passaram, e constantemente coisas satânicas eram ouvidas, desde a perda da pequena batalha até agora, em que meu GBA se desligou sozinho, e minha amiga acordou. Não se lembrava do que estava acontecendo, e logo me empurrou, recitando repentinamente:
–Minha alma pertence ao coletor. -Era como uma zumbi.
O medo tomava conta de mim, principalmente com o desmaio que novamente acontecera com minha amiga pós-jogo.
Minha mãe chegou, e nesse momento, minha amiga saiu de toda aquela alienação. Minha mãe não acreditou em absolutamente nada que falei, muito menos o resto de minha família. Hoje essa mesma amiga se encontra em um centro de reabilitação.
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