Cidade Sitiada

4 Capítulo 4 Chapada


Notas iniciais
Demorei quase um seculo para postar mas esta ai.

(KATY)

Estávamos saindo da loja de armas quando encontro o Fabyan num Hummer. Peguei as armas e levei para o porta malas. Entrei dentro do carro

-Pyetra?

-Dá pra parar com isso já ta ficando chato.

Nós saímos, quando estávamos chegando no Wall Mart vejo John e Julia saindo.

-Acelera Fabyan!- ele o fez, conseguimos chegar a tempo de ver ambos entrando em um carro preto.

-Aonde eles vão?

-Não sei, vamos entrar.

Entrei, eu fui checar os corredores e os meninos foram chamar o resto do pessoal.vi uma movimentação estranha e resolvi averiguar, quando me aproximei via a Victoria quase sendo devorada, peguei minha preciosa e fui pra cima da coisa, dei um golpe certeiro na cabeça deixando metade do seu cérebro exposto.

-Está me devendo, um milk-shake.

Falei dando risada, e sai correndo pelo corredor. Percebi que ela ainda estava no mesmo lugar.

-Vai ficar ai parada?

Ela começou a correr junto comigo

-Para desgraça e me responde o porquê que estamos correndo.

-Simples todos estão infectados.

-Como todos. Eu num tó não. Ela fez uma cara engraçada

-Todos daquele grupo.

-Ahhh

Quando passamos pelo corredor de iogurtes me deparei com uma cena hilária o Matheus Joao estava jogando alguns potes de iogurte no zumbi. Não sei o que ele estava pensando mas, acho que zumbi não gosta de Danoninho.

-Saiiii. Ele gritava histericamente

-O bicho feio. Eu gritei imediatamente ele se virou e veio pra cima de min.

-Vocês dois, achem o Fabyan. Eles saíram e eu fiquei lutando com aquela coisa.

De repente escuto um barulho de tiro.

-Tá me devendo um board novo. Era o Matheus.

-Ok. Vamos encontrar os outros.

-Eles já foram, mas acho que vai gostar de ver isso.

Nós corremos para a sala de segurança e olhamos as câmeras de segurança e percebemos que quase todos do grupo que achamos na rua estavam infectados e os que não estavam virarão comida.

-E agora?

-Não sei, acho que vamos ter que matar eles ou podemos ver um matando o outro depois vindo atrás de nós, o que você acha.

-Isso não é hora para sarcasmo.

-Ou fugimos.

-Fugir.

Nós olhamos novamente e vimos que todos estavam infectados.

-Vamos.

Nós saímos do mercado deixando vários zumbis sedentos por carne.

-Pra onde? Matheus falou olhando a nossa volta.

-Pra lá. Apontei para o centro da cidade.

-Essa hora aquilo deve ter virado um pandemônio.

-Eu não ligo. Sei que se formos pra lá, vamos descobrir como isso aconteceu.

(Matheus)

Ela estava certe quando chegamos na cidade vimos pessoas correndo outras gritando desesperadamente ,algumas pessoas estavam se auto mutilando, mas uma coisa nos intrigou o prédio da prefeitura estava com as luzes acesas sendo que a luz tinha acabado a mais de seis horas.

-Pra onde?

-Acho que o prefeito tem algumas explicações. Ela foi em direção a prefeitura.

Nós entramos no prédio ele estava vazio, caminhamos pelos corredores ate achar a sala do prefeito, estava trancada.

-E agora?

Quando olhei vi ela pegando uma cadeira e tacando contra a porta de vidro.

-Vamos.

Nós entramos na sala e ela estava vazia como o resto da prefeitura, enquanto ela procurava algo na mesa eu vi uma porta aberta.

-Katy aqui. Indiquei a porta. -Vamos.

Nós entramos, a porta dava em uma escada, começamos a descer mas parecia que a escada não tinha fim.

-Essa coisa não acaba.

-Acho que não.

-O que... Espera olha uma luz. vi uma luz no final da escada.

-Não. Eu vou à frente.

-Por quê?

-Simples eu sou gorda tenho mais carne caso esteja cheio de zumbis é mais fácil de você correr, já que você e mais magro.

Ela estava certa. Foi na frente, logo fez um aceno positivo com uma das mãos indicando que estava tudo bem. Passei pela porta e vi que nós estamos no meio de uma fazenda, quando olhei em volta percebi que não era uma fazenda e sim a beira da BR.

-O prefeito fugiu por aqui. Ela afirmou.

-Filho da p...

-Olha a boca. Ele pode ter tentado fugir, mas não chegou muito longe.

-Como você sabe?

-Olha ali. Ela indicou um carro preto, ele estava parado na beira da estrada e os vidros estavam embaçados e com algumas marcas de sengue. -Vamos. Ela foi em direção ao carro.

(Katy)

Quando cheguei ao carro, abri a porta do motorista e um corpo caiu, olhei dentro do carro e o prefeito estava morto.

-Quem fez isso. Matheus disse fazendo cara de nojo.

-Eu tenho uma ideia, vamos sair daqui antes que eles acordem.

Nós saímos correndo pela BR, quando ele viu.

-Droga.

-É droga mesmo.

Vários zumbis caminhavam em nossa direção, mas inda não tinham nos vido.

-Ali. Ele indicou uma árvore enorme. Vamos.

Ele subiu na frente, depois me ajudou a subir, os zumbis passaram lentamente.

-Sorte que eles não correm. Ele falou rindo.

Nós ficamos em cima da arvore por mais ou menos uma hora, até que ouvimos alguém gritar.

-Ouviu?

-Sim.

-Vamos. Descemos da arvore e olhamos em volta pra ver da onde o grito vinha.

-Ali. Ele apontou para uma garota que estava cercada.

-Vamos. Nós corremos em direção a garota, mas antes vi um Hummer preto passar, era o Fabyan com certeza.

-Deve ter uns vinte ou mais.

-Eu sei, vamos fazer o seguinte, eu os atraio e você salva a garota.

-Por quê?

-Eu vou ter que explicar de novo. Ele fez um sinal negativo com a cabeça. – Ótimo. Vamos

O plano era perfeito, mas imprevistos acontecem, no caso não era bem um imprevisto e sim o Patrick. Ele apareceu do nada chamando a atenção dos zumbis e do Matheus.

-Sai dai.

-Oi tudo bem. Eu não estou escutando. O Matheus foi, em sua direção esquecendo completamente da garota.

Sai correndo em direção a garota, que ainda gritava.

-Fique quieta, não vê que esta chamando a atenção. Ela se calou

Os zumbis foram em direção aos meninos, droga será que eu tenho que fazer tudo.

- O coisa feia, eu tó aqui. Os zumbis olharam pra min. É vem aqui eu tenho mais carne que eles.

-O que você esta fazendo?

-Tó salvando meus amigos.

-E nos matando, que ótimo.

-Funcionou. Os zumbis começaram a vir uns andando lentamente outros correndo. Droga, eles não corriam.

Eles estavam muitos próximos, não havia saída. Ouvi uma buzina.

-Sobe. Era o Patrick.

-Desde quando você sabe dirigir?

-Isso não vem ao caso, me dê a mão. Matheus falou estendendo a mão.

-Ela vai à frente. Empurrei a garota e os meninos a pegaram.

-Rápido, eles estão vindo.

Era tarde demais quando subi na carroceria da caminhonete os zumbis seguram minha perna, o Matheus me ajudou e eu consegui me livrar, mas meu tênis ficou pra trás.

-Não vai embora meu tênis.

-Depois você arruma outro.

-Não. Eu quero meu tênis. Eu ia pular, mas ele arrancou com a caminhonete.

Pegamos uma estrada alternativa, já que a BR estava lotada de carros, e onde tinham carros tinham pessoas e zumbis.

-Para o carro.

-Por quê?

-Olha ali. Mostrei um helicóptero.

Nós descemos do caro e entramos no helicóptero.

-Quem sabe pilotar?

-Eu sei. Patrick falou pegando o manche.

-Certeza?

-Claro. Ele ligou o helicóptero que logo levantou do chão. — Apreendi num jogo.

Não podia piorar, nós estávamos no meio do apocalipse em uma helicóptero pilotado por um cara que tinha apreendido a pilotar em um vídeo game o que falta agora. A garota começou a chorar. -Agora isso.

A viagem toda ela chorou, àquilo já estava me irritando.

-chegamos. Matheus falou olhando pra baixo.

Patrick pousou o helicóptero, e varias pessoas vieram ao nosso encontro.

-Eu vou ligar pro Fabian.

Sai dali para evitar a multidão. Depois de ligar pra eles fui encontrar meus amigos. Eles estavam cercados de pessoas algumas eu reconheci.

-Eles estão bem. Falei.

-Ótimo.

-Meu nome e Marcio. Ele estendeu a mão. -eu sou o líder dessa comunidade, bem vinda.

Ele nos mostrou o lugar, havia três casas enormes que abrigavam trinta pessoas, depois ele nos levou pra uma das casas, apresentou uma mulher que nos deu comida.

Já estava anoitecendo quando os garotos chegaram. Todos estavam bem. Nós ficamos ali por uma semana e a paz reinava ate que.

-Ele roubou minha câmera. Um homem flava apontando uma arma para outro.

-Eu não fiz isso.

-Fez sim.

Márcio apareceu apartando a briga.

-Eu mando nesse lugar. Ele segurou o cara pela gola da blusa. -Então todos aqui têm que agir de acordo com minhas regras, portanto eu quero todas as armas e veículos, para saírem, tem que pedir permissão, esta declarada lei marcial.

Sai dali e fui para nossa suposta casa, subi para meu quarto e comecei a arrumar minhas coisas.

-O que você esta fazendo Katy?

-Ele não vai mandar ne min, eu vou embora.

-Aqui é seguro.

-Não. eu não conheço esse cara Edu não dei do que ele é capaz.

Terminei de arrumar minhas coisas e desci as escadas, meus amigos estavam sentados conversando na sala.

-Aonde você vai?

-Eu vou em bora Patrick.

-Por quê?

-Eu não gosto de receber ordens.

Sai da casa e peguei uma moto que estava estacionada na rua, dirigi ate o portão.

-Tem permissão?

-Não.

-Então não pode sair.

-E vou em borá.

-Eu te deixo sair, mas tem que deixar todas as armas e a moto.

-Ok. Desci da moto e tirei as armas da mochila. Então ele abriu o portão e eu sai.

Agora eu estava sozinha, sem armas e a mercê dos zumbis.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.