Notas iniciais
Olá, caros leitores!! Me desculpe pela demora. Eu realmente enrolei para postar o capítulo. É que, nesses dias, está sendo realmente corrido pra mim. Mas enfim, Espero que gostem! (Sr.J: Aham... Corrido, sei.) ( Srta. E: Vai cagar e ver se o moreno e maior que o transparente, vai).

Após o “pequeno” incidente ocorrido, eu e Amanda vamos ter com o que se preocupar muito neste verão. Carmen, aquela ratazana dos esgotos, imunda e asquerosa, sempre faz o possível para se aproveitar da situação, o que a faz cada vez mais desagradável. Depois de alguns minutos, limpando toda a sujeira (que, obviamente, não era pouca) com a ajuda da generosa faxineira, todos os passageiros deste vagão olharam-nos como se fossemos um espécime novo de rodos ambulantes limpadores de banheiros infantis.

– Eu não mereço isso... -digo.

– Muito menos eu –diz Amanda – Quem você acha que fez a boa vontade de fazer companhia para a vossa senhorita aqui, limpando toda essa bagunça? – ri

– Hahahaha! Muito engraçado, limpadora de banheiros explodidos. É seu trabalho mesmo! –eu ria também.

– Cala a boca, cagadora Premium de bosta. Para quem você acha que aquela bruxa horrorosa mandou seu presentinho?

– Hummm... Acho que nem preciso pensar. Foi uma encomenda feita para justamente a melhor fazedora de bombas de bosta que já conheci.

– Hey, gente... Acho melhor vocês pararem. –diz Lara Menezco, minha colega da Corvinal. Ela é muito generosa e calma. Pergunto-me como não foi mais apta para ser selecionada para a Lufa-Lufa. Infelizmente, ela é o maior alvo de Carmen e suas lacráias.

– Não se preocupe Lara. É só uma brincadeira... Ou não. – sorri Amanda.

– Eh. Não tem com o que se preocupar. – dou língua para Amanda.

– Bem... Gente, não é disso que estou falando. Olhem para a janela. — e ela aponta para o horizonte, no alto de uma colina. Como está claro, consigo ver uma sombra... Um vulto negro, pelo o que me parece. Começo a ficar tonta. Minha visão fica turva...

Tenho uma curta visão. Acordo numa sala fechada, sem portas, sem janelas. Olho em direção a única fonte de luz em todo o quarto: Uma aconchegante lareira. Em cima dela, há algo... Um amuleto, muito brilhante, muito bonito, que não posso identificar, apesar dos pequenos vislumbres que tenho sobre. Uma voz soa em minha cabeça: O sóbrio... O excessivo... O novo sobrepujado...

– EEEEI!!! – Grita Amanda. E acordo no meio da noite, na ala hospitalar de Hogwarts, rodeada de Amanda, Lara, E a própria Madame Pomfrey, de quem tanto eu ouvira falar.

– EII! Digo eu, garota! Temos uma paciente aqui que precisa descansar, e desta forma nem os próprios fantasmas deste castelo irão dormir! – Diz Madame Pomfrey, com uma cara não muito agradável.

– Ahnn... Desculpe-me, Sra. Pomfrey... Mas pelo menos ela acordou!

– É... Pelo menos isso... — diz Lara

– Ahh... Desculpe-me pela pergunta, mas o que estou fazendo aqui?

– Bem, você olhou pela janela por um momento, e segundos depois desmaiou. Tivemos que chamar a enfermeira do trem. Não demorou muito e chegamos. Você dormia como uma pedra. — disse Lara – Ah, e aproveitando a situação, o que você viu na janela?Eu só quis mostrar pra vocês a nova griação de giras-giras do Hagrid. Acho que será o nosso novo assunto. E o que fez você desmaiar?

– Eu... Ahh, não foi nada de importante. Eu somente desmaiei por fome ou coisa parecida.

– Humhum, sei. E os gnomos realmente aparecem? Depois que, uh, você sabe...

– Ah, cala a boca Amanda.

– OK pessoal, a visita acabou já está na hora. Tentem não atormentar mais ninguém hoje. – diz Madame Pomfrey.

– Depois me conta. – sussurra em meu ouvido Amanda. Retribuo sua piscada de olho.

Após me retirar da enfermaria naquela manhã, vou para o salão comunal da Corvinal. E, como sempre, me deparo com a mesma ave de todos os anos (que por uma acaso Amanda odeie). De acordo vai passando o tempo, ela faz perguntas cada vez mais difíceis. Um dia um calouro estava extremamente atrasado em seu trabalho de História da magia, e tinha que entregá-lo em poucos minutos. Ao receber a pergunta da ave, naturalmente não soube responder e pediu ajuda á pessoas próximas (da Corvinal, claro), e nenhuma conseguiu responder. Amontoaram cerca de 30 pessoas na porta, e até nenhum professor presente no momento conseguiu. O problema chegou aos ouvidos de Alvo Dumbleodore (diretor da época), que o resolveu com a maior facilidade e rapidez. Mas, enfim, vamos continuar. Chego perto da porta. A ave olha em minha direção e fala:

– Qual é o caminho mais curto entre quaisquer pontos?

– É o caminho que segue em linha reta.

– Clara resposta.

A porta se abre, e vejo minhas amigas e colegas sentadas no carpete do salão, que, evidentemente, estão estudando. Antes de me direcionar até elas, admiro a paisagem lá fora através da janela. O salão comunal da Corvinal é, com certeza, o mais bonito que já existiu. Estrelas com mínimos detalhes azuis caracterizam o painel que cobre todo o teto e paredes. A vista do lago é extremamente bela, ainda mais visto de cima. Estantes velhas, cheias de livros principalmente de filosofia da magia e poesias sobre enfeitam todo o espaço.

– Eai Jen. – diz Amanda, Lara e as outras. – Estávamos com saudade. Está melhor?

– Eu estou, obrigada por perguntar. Ahhn, bem, eu preciso subir. — olho para Amanda avisando-a para me seguir.

– Ahhh meu deus!!! Esqueci meu suco de abóbora la em cima... Vou subir também.

–Você disfarça bem... Em comparação a um verme-cego. – digo quando chego ao nosso quarto.

– Ohh... Olha só... A nossa querida viajante da lua está de volta. – caímos na gargalhada.

Ao sentar na cama, vejo se não há ninguém nos observando ou ouvindo.

– Então, pode me contar.

Notas finais
E ai? Gostaram? Por favor, deixe seus comentários. É muito importante. Eles nos deixam muito felizes ;) ( Sr.J: ISSO AI, COMENTEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE PARA SEMPRE, TODA HORA!) (Srta. E: Finalmente concordo contigo ;p)