Notas iniciais
Hello pessoinhas, como não podia deixar de ser tinha que deixar presente para vocês de Natal, que seja um dia feliz juntos dos vossos Drastoria maniacos.. LEIAM AS NOTAS FINAIS Merry Christmas! ♥

"Nada está tão ruim que não possa piorar!" Sunset and Miss Suicide, Fanfic Writters of Nyah! Fanfiction

E ela estava atrasada de novo!

Aquilo era já um hábito, irritante e sem fim, mal olhava o relógio e via as horas, sempre os ponteiros troçavam dela “Loser, you late…”, literalmente troçavam, sua irmã Daphne tinha-lhe oferecido no Natal Passado, comprado no Zonko’s e ela tivera preguiça de tirar aquela frase que ela colocara para pôr marchando .

Na realidade, ela nem queria ir …mas, sabia de antemão que se não fosse, teria uma chamada bem animadora, subentenda-se, bem demoníaca de seu pai e sua mãe, seguida de uma aparatação forçada, sem contar que amavam uma chantagem emocional para a convencer a ir para casa.

Astoria Greengrass, na realidade sempre gostara de viver no seu mundo e do seu jeito, se ela pudesse ficar o dia todo no seu Macbook trouxa, vendo series melodramáticas, como “ The Life of American Teenager” ou “Penny Dreadful”, comendo até se entupir, e nunca eram comidas magras, eram as que a deixavam com aquela gordurinha localizada, mas enfim…e em casa, sem sair, era o “Mundo Perfeito dela”, mas parecia que a maioria da sociedade não pensava assim, com muita pena sua, ela amava ser sedentária e o seu gato Trevis.

Mas, tinha que haver confraternizações desnecessárias, entre elas, o Natal.

Seus pés pareciam chumbo, apesar do atraso, ela não queria ir e ficar aqueles dias com a sua família, isso não iria correr bem, nunca corria bem de facto.

Voltara a olhar sua roupa e vira que estava tudo no sitio, sua mãe não admitiria de antemão, que ela fosse para um jantar em família, menos de que excelente.

Auto-analisara-se e não desgostara de ver o resultado do que improvisara em meia hora, um tomara que caia de cor verde esmeralda, cabelos recém alisados com a varinha, sapatos de salto alto que lhe estavam matando muito sinceramente, lábios incrivelmente vermelhos, olhos com rímel bem preto– sua mãe em particular, não gostava, mas ela amava ficar meio emo- seu blazer de cor preta completava o conjunto, graças a Merlin, ela lembrara-se de um feitiço para esquentar seu corpo, porque estava um frio dos Diabos.

Lentamente, abrira o enorme portão da Mansão dos Greengrass, ao que ela arquejara a sobrancelha, normalmente os jardins costumavam estar com enormes decorações natalinas, como numa competição com os vizinhos, para quem tinha a mais iluminada e bonita, mas esse ano não estava tudo numa decoração discreta , elegante e singela, talvez fosse por respeito á Guerra Bruxa que havia terminado a um ano atrás, essa ainda era uma ferida recente no coração de todos os feiticeiros.

Mal colocara seus pés no gramado, parecia que havia sido invocado das profundezas, o elfo doméstico da casa, Deb, ela particularmente gostava desse elfo, havia-lhe feito a vida num inferno, correndo atrás dele e pregando cada peça, mas o elfo gostava imenso dela. Sorrindo para ele, ele sorrira de volta.

—Sua mãe estava começando a preocupar-se com a sua demora, Srta. Astoria…- Correção, caro Deb, isso não acontecia, o que ela queria era saber se eu não tinha fugido para Tokyo, ou algo parecido, pensando nisso era uma ideia bem tentadora, ao ouvir o som de música clássica dentro da casa. Isso significava…

Pressentindo o perigo, Deb começara a guiá-la para dentro, ela fora praticamente de arrasto, coisa que fora bem notada por quem estava na entrada, afinal o elfo era bem pequeno e para me puxar, eu tinha que ficar corcunda e ser levada.

E como ela havia temido, a sua mãe tinha que ter tramado algo desse género, com ela. Um baile no Natal, só podia ser brincadeira, quando vira o sorriso do Coringa de sua mãe, no fundo do salão rodeada de amigos e com seu pai do lado, que simplesmente tinha o seu normal sorriso de paisagem, ela não precisara de muito para saber, que aquilo não era uma simples confraternização de Natal…não era algo mais…mas o que seria? Isso, ela tinha até medo de tentar adivinhar…

Começara a olhar em volta e tudo como mandava o figurino, faixas verdes e vermelhas espalhadas pelo salão de baile da Mansão, tinha visco voador, com neve enfeitiçada caindo do tecto e para completar o efeito belíssimo, lá estava a enorme árvore de Natal toda iluminada e cheia de detalhes.

Bandejas de comida encontravam-se esvoaçando acima dos convidados e entre eles, as bandejas de bebida enchendo-se sozinhas e sendo levadas pelos elfos domésticos para os convidados.

Muitos dos convidados voltaram o olhar para ela, que simplesmente não pudera evitar corar, ela odiava ser o centro das atenções, era demais para ela, que no máximo parecia uma lagostinha que estava procurando respiração acima da água. Ok, dramatismo estava mesmo no auge, pois não Astoria Greengrass?

Seu primeiro impulso fora … correr para o seu apartamento e voltar para a sua vida do costume, mas isso não poderia ocorrer, porque sua irmã loira e radiante aparecera ante ela, ao que ela limitara-se a suspirar.

—Nossa, anima esse rosto gordo e feliz…

A morena fechara a cara, devolvendo um olhar homicida que dizia claramente “ Eu não tenho rosto gordo…”, ao que Daphne abraçara-a, rindo –se que nem perdida, tendo ao seu lado seu sorridente e animado marido, Theodore Nott.

—É tão fácil pirraçar você, Asty…

—Que bom que te animo, não ?

—Sabe bem que sim…mas …me diga…porque se atrasou?

—Porque pressenti que viria para o Inferno, não me enganei…- Limitara-se a dizer Astoria, pegando uma taça de Hidromel e bebendo, vendo que já vinha na sua direcção sua mãe ainda com o mesmo sorriso.- Você sabia disso?

—Talvez…

—Não se precisa de inimigos, quando se tem você de irmã, Daph…

Daphne limitara-se a rir, olhando para a mãe que as alcançou num instante, colocando seus braços sob os ombros dela, como tentando mantê-la bem por perto e que ela não elaborasse uma fuga. Mamãe que conhece sua filha é tudo, não? Astoria limitara-se a fechar a cara para ela, que somente mantivera um sorriso vitorioso no rosto.

—Porque, mamãe?

—Simples, se eu contasse você fugiria para outro Planeta , se fosse possível…

Ela abrira e fechara a boca em seguida, não teria sentido refutar, era uma verdade bem plausível, bebericara a bebida toda.

—O que você está planeando mamãe?

Sua mãe dera um sorriso misterioso, dando-lhe um beijo na fronte.

—Aproveite a vida minha filha, porque raramente vive nela…

Algo como um mau pressentimento dera-lhe um arrepio no corpo, mas ela decidira ignorar, ocupando-se de beber a próxima bebida que os elfos traziam, se tinha que aturar aquela tortura de festa que fosse tudo menos sóbria.

Mas ter ignorado seus instintos, fora o seu primeiro erro da noite.

(…)

Ela sabia de fonte segura que bebidas e ela, não se davam bem, mas quem disse que ela ligava alguma coisa para os avisos das pessoas ou para o quão a ressaca do dia seguinte iria adverti-la do contrário, não …porque Astoria Greengrass ama simplesmente ser vida loka, mentira …ela simplesmente é distraída, engole bebida atrás de bebida nem notando o efeito até que vomita no sapato de alguém ou cai deslembrada no chão. Ué, todos tem seus defeitos, ela também!

Ela deveria ter parado no terceiro firewhisky, ela realmente deveria, mas depois do segundo nem ardia mais, ela simplesmente queria esquecer aquela maldita festa e o desgosto de estar exposta ante pessoas que no dia seguinte iriam julga-la ou viraria o alvo favorito de Rita Skeeter na sua revista de fofoca.

“ Branca demais parece que anda doente todo o dia, enorme de gorda, bêbada, encalhada e temperamental...” Fazia parte da sua ficha e do rol de situações que aquela maldita tinha colocando em manchetes.

Branca que parece doente? Idiota, ela já era doente desde que tinha nascido…era extremamente insensível e obtusa para falar algo…e sem contar as outras barbaridade...

Enorme de gorda? Pura inveja, nem todos tem a capacidade de ter gordurinha localizada e continuar adorável.

Bêbada? Outro exagero, ela só gostava de beber para esquecer que estava num local que não queria estar...que mal havia nisso?

Encalhada...? Subitamente a imagem de Bridget Jones apareceu na sua mente, passando para a frente...

Temperamental? Só porque passava metade do dia irritada com o Mundo e fundo e na outra irritada com a vida e sua falta de sorte...?

Sem fundamento... e por isso ela odiava quando era arrastada para evento social, nunca que corria bem, sua irmã dizia que ela exagerava, isso porque não era ela o alvo, porque se fosse gritaria que nem histérica, sua mãe idem, dizia que Skeeter simplesmente amava ela, caçoando dela, sério quem precisa de inimigo com família assim?

Quanto a seu pai só ria e dava de ombros,“ Não ligue , Astoria…” , lhe dizia ele. Como não ligar ela era o alvo favorito daquela maldita vaca verde, que não tinha mais o que fazer do que usar o meu pobre nome para tudo…?

—Astoria…-E la estava a voz da demoníaca, subentenda-se sua mãe com voz doce, tentara evitá-la pela noite toda porque sabia que ela estava planeando algo, de certeza que envolvia cozinhá-la a fogo lento em algum plano macabro.

Ok, podia ser dramática, mas ela conhecia a mãe que tinha, mal virara e dera de caras com o sorriso dela, vinha problema para o lado dela, com toda a certeza, que Merlinzinho a protege-se.

Ao lado dela, a surpresa tomara conta de seu rosto, era Narcisa e Draco Malfoy, e sua mãe com uma das mãos sob o ombro de Narcisa, cumprimentando-a. Sua mãe arquejara uma sobrancelha, ao que ela notara que ainda não havia respondido.

—Sim, minha mãe…?

—Te apresento, Narcisa e Draco Malfoy…da família Malfoy, querida…- Sério, que eram da família Malfoy, mamae? Quem não conhecia? Teria que ser muito cego ás manchetes de jornal para não saber sobre essa família que era a mais odiada e vilipendiada de momento.

—Prazer...

—Prazer, todo meu…Astoria Greengrass…- Dera um grande abraço em Narcisa Malfoy que ficara espantada, olhando-a como se fosse maluca e com leve temor…e sua mãe suspirara dolorosamente, sussurrando bem baixinho “Menos, Astoria…”.

Outro facto sobre ela, era que amava um abraço, ainda mais sob o efeito do álcool! Ela simplesmente amava distribuir abraços por todo o Mundo, ainda mais naquela época do ano e eles definitivamente estavam com cara de quem precisava de amor, abraços e animação.

—Feliz Natal….Sra.Narcisa…- Acabara de sussurrar, soltando uma enorme risada, é ela bebum não era algo bonito de se ver, imagine uma hiena com os dentes de fora, isso mesmo era a sua cara!

Mas quando virara para o lado, dera um largo sorriso lerdo, sim muito lerdo, porque ela tinha certeza que superava isso, era um sorriso incrivelmente bobo, tudo porque convenhamos amiga ou amigo, né mesmo?

Draco Malfoy podia ter a fama de bad boy, comensal que não se regenerou, mas ein, ele era um baita gostoso, oh perfeição loira! E tinha um leve sorriso contido …como se contivesse a vontade de explodir em gargalhada.

—Prazer, Draco Malfoy…

—Srta. Greengrass…

—Nossa, que formal…para você, Astoria serve…

—Astoria….- A voz de sua mãe era incrivelmente envergonhada, mas depois de ver que ele pegara a sua mão sorrindo e beijando-a, sua mãe miraculosamente ficou silenciosa, como analisando a situação, que ela não duvidava em nada.

Mas a sua atenção estava toda no divo loiro que sorria para ela, com aquele sedutor sorriso de lado e já estava encaminhando ela para o salão de baile, uma constrangedora valsa começara nessa hora e ela estava quase no desespero, simplesmente junte o fato de ela ser dois pés esquerdos, sem nenhuma aptidão para a dança com a bebedeira que ela iria fazer figura ridícula.

Ela devia de ter ficado no local onde estava, devia de ter observado melhor as reacções malignas e intencionais de sua mãe ao vê-la ir de braço dado com sua Draco para a pista de dança e não devia de facto, sob nenhuma circunstância, de ter ido dançar com ele, e aqui fizera o segundo erro da noite.

(…)

Chame efeito do álcool, amigo, ou o raio que fosse, mas Astoria estava achando que Draco Malfoy era …fofinho demais, com aquela expressão toda ausente e perdida, como se não estivesse ali, lembrava aquela expressão de neném que o 11th Doctor fazia quando estava em conflito interior, ein ela é Geek, não lhe julgue pelas referências!

E ainda colocara os seus sapatos de saltos sob seus pés guiando-a na dança, não deixando que ela fizesse figura ridícula, ohwnnn.

Agora, estavam sentados numa das tantas mesas redondas espalhadas por ali, que tinha todo o tipo de doce sob a mesa, que ela apressara-se a devorar, sem muita atenção.

—Ein, Draco…

Ele arquejara uma sobrancelha, provavelmente achando estranho ela chamando-o pelo primeiro nome, mas ela não ligara em absoluto, sorrindo animada.

—Sim?

—Quais são os seus desejos para o próximo ano?

—Isso não pertencia ser no Ano Novo…?

—Shiuuuu, não seja chato…só responda a pergunta…

Ele contivera uma risada novamente, ela iria arrancar um riso daquele rosto, ah ela ia!

—Abusadinha, você não acha Greengrass…?

—Hmmm, As-to-ria…-Ela soletrara com aquele tom de voz meio grogue, mexera os lábios dele como se isso formasse o nome dela na boca dele, ao que ele ficara parecendo um peixe balão procurando ar, ao lembrar disso, rira que nem perdida, ao que ele olhava para ela que nem louca. – Nossa, que belo peixe balão…

Quando pensava que ele iria levantar, taxar ela de louca e dar o fora, ai ele soltara uma enorme gargalhada, ao que ela ficara sorrindo meio boba, feliz de ter conseguido seu objectivo.

—Definitivamente, não deveria de beber Astoria…

—Olha quem fala…- Apontara para os copos dele que já iam em doze ou quinze de hidromel a firewhisky.Ele dera um clássico sorriso de menino levado que foi pego fazendo besteira.- Oba, duas vitórias…falou meu nome, Draco…

—Como assim?

—Porque queria ver esse sorriso…e caramba tenho razão…

Ele arquejara a sobrancelha, sério, era lindo demais! Era algo bem de deixar suas pernas tremendo que nem gelatina!

—Você fica sexy demais…sorrindo, devia de fazer mais vezes…

Draco ficara meio corado com o elogio? Nossa, o maior galinha que Hogwarts já viu, que pegou todas as que viu na frente, não perdoando nenhuma…corou com o simples elogio de Astoria Gordelicia Greengrass? Eita, me senti como se tivesse ganho uma Ordem de Merlin só pelo feito!

Ok, menos Astoria…foca no foco…! Que frase era essa, Foca no Foco, ohhh era uma foca no foco, entendeu? Não? Ela também não, mas riu do mesmo jeito.

—Você também é bem sexy…

Fora a vez dela arquejar ambas as sobrancelhas como o Mr.Bean, sério, não pode? Ele me elogiou, agora que ela se sentia realizada!

Ok, definitivamente o álcool toldou todo o seu juízo, porque o que fizera a seguir não devia de ter feito, porque ela não devia mesmo.

Ela aproximara-se mais dele, puxando-o pela gravata verde e beijara-o, ao que ele ficara meio surpreso e estático a principio, mas acabara retribuindo e dando um beijo digno de fazer inveja ás inimigas e de facto, ela fizera, todos os que estavam perto pararam o que estavam fazendo e cochicharam.

Seu hálito puro de álcool mesclara com o dele, de limão e mel, provavelmente do hidromel em excesso que ele estivera bebendo também, mas pela santissima Circe, ele definitivamente beijava bem.

—Hm, Greengrass?- Ele tinha um ar adoravelmente confuso, ok pare antes que acabe sua sanidade, pensando rápido olhara para cima e vira a sua salvação.

—Visco…- Apontara para cima e ele olhara na direcção, parecendo algo meio contrariado, limitando-se a assentir, ao que soltara outro daqueles sorrisos.

Perto deles fora ouvido, “FELIZ NATAL”, todos gritavam em uníssono, já devia de ser meia- noite, quando ela voltara a olhá-lo, aquele sorriso continuava.

—Ainda não sumiu o visco, talvez…deve ter que ser mais…- O seu tom era incrivelmente sexy, oh senhor, não deveria de auto-impor-se uma temporada enorme sem homens, Astoria, ela sentia-se vulnerável e ela amara o segundo beijo de tantos outros que se seguiram naquela noite.

E ela não o devia de ter beijado no início, fora absolutamente o terceiro erro da noite!

(…)

Oh, Sol amaldiçoado, como era possível brilhar tanto naquela hora da manhã, até pelas suas pálpebras era insuportável.

Que Merlin lhe abençoasse, sentia que tinha sido pisada por mil trasgos no cio e sua cabeça tocava a música dos Weird Sisters no mais alto som, em suma, ela sentia-se um caco.

Mas quando ia levantar de sua cama, sentira um elemento estranho, que tinha pele, osso, músculo, um braço para ser mais exato, abrira um olho e o choque fizera-a abrir o outro.

Não, não era um engano visual, miragem de bebâda porque aquilo não podia ser possível. Podia? Ou o Destino gostava de tripudiar, porque não era possível?

Draco Malfoy de peito descoberto, tapado por um lençol branco na cintura, engolira em seco, olhando para ele.

No desespero, olhara para si, vendo que estava somente coberta por um lençol que ela não recordava de ser um dos que ela possuía, na realidade a cama não lhe era familiar, quando erguera um pouco vira-se completamente nua como viera ao Mundo.

—Oh, Merlin que fiz? Oh, Merlin…

Draco movera-se ainda dormindo, como resmungando do Sol e do barulho que ela fazia. Lentamente, deslocara o braço dele com todo o jeito do mundo, colocando na cama, enrolando-se no lençol, mas a delicadeza não era o seu forte, que acabara tropeçando no lençol, assustando a pessoa que estava na cama, que ao acordar focara nela, erguendo uma sobrancelha, olhando em volta como identificando o lugar e voltara a olhar para ela, pensando, congeminando e definitivamente entendendo o que acontecera, abrira e fechara a boca, meio surpreso.

Seria até uma cena bem cómica, se ela não estivesse no desespero.

—Hm…Malfoy, hm…me diga nós …não?

Ele dera um leve sorriso de canto, finalmente voltando no seu normal, o que a irritara um pouco, fazendo-a fechar a boca.

—Nós o que?

Sério, maldito…ele ia obrigar ela a falar, de verdade ?

—Você sabe…

—Eu sei ?

No meio da raiva, começara aos tropeções recolhendo a sua roupa do chão, sentindo-se enormemente congelada, mas onde raios estaria a sua varinha e a…

Ele erguera a calcinha para ela, com um dedo, ao que ela apressara-se a arrancar de sua mão, irada consigo mesma e com ele.

—Affus, Malfoy …fizemos ou não?

—Sim…lamento te desapontar Greengrass, mas sim…

Fora ai que a sua dor de cabeça aumentara de sobremaneira, finalmente sua mente juntou as suas palavras.

Suspirara bem forte, recuperando o seu ânimo, olhando para ele, vira a sua varinha perto do travesseiro que ela havia estado antes, pegando-a, forçara um sorriso ao voltar a olhar para ele.

—Ontem, á noite foi…algo excepcional, não vai voltar a acontecer…

—Que pena…foi extraordinário…

Ela agradecera pelo menos nisso, ao traidor Merlin, que ela estivesse de costas, porque corara imenso com esse comentário, vestindo a calcinha e o vestido magicamente, colocando o blazer por fim, pegara seus sapatos do chão.

—Nossa, como você é irritante…

Draco dera um claro sorriso safado, ainda sentado meio desnudo na cama.

—E você é…

—Não se atreva a completar…

Dirigira-se para a porta do quarto dele, colocando a mão na maçaneta, mas a voz dele chamara-a novamente.

—Ah, Greengrass…

—O que?

—Você ronca sabia, como uma garota de campo albanesa…

—Como te odeio…

—Não , não odeia…

Ela abrira a porta e batera com força ao sair, ignorando por completo o olhar de riso que ele dava, seguido do olhar de espanto, como não acreditando no bipolar que ela era.

Ela havia dormido com Draco Malfoy, fora definitivamente o pior erro da sua noite.

Mas, o pior ainda estava por vir…quando aparatara directamente em seu apartamento, tinha uma coruja esperando-a, com uma intimação, oh, correcção, carta de sua mãe…

Aquilo só podia ser mau pronúncio, mal abrira a carta, sua cabeça quase explodiu.

Um jantar de Ano Novo na Mansão de onde tinha acabado de sair? Mansão Malfoy?

Que Merlin lhe ajudasse… que ela não iria aguentar os cinco dias que faltavam até ao bendito dia, pior como ela iria sobreviver naquele dia?

Ela estava mais que encrencada!

Notas finais
Aqui a continuação: https://fanfiction.com.br/historia/720482/New_Year_and_Ghosts/ Kiss kiss :3
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