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O Derek me acompanhou até o salão de jantar, e abriu a porta para mim entrar. Eu me virei para ele e sorri.
– Obrigada por me acompanhar Derek.
Ele assentiu.
– Posso te pedir uma coisa importante?
Eu aprovei com a cabeça.
– Pode.
Ele suspirou e olhou fixamente nós meus olhos e pude perceber que era um olhar de um rapaz super-protetor e sempre preocupado com o próximo, neste caso, comigo em especial.
– Tome cuidado com as Filhas da Noite, principalmente com a Sophia – Ele me alertou – Diferente da maioria dos vampiros recém criados elas não foram transformadas, são vampiras puras e sendo puras são muito poderosas, iriam fazer de tudo para machucar uma novata que ainda não completou 16 anos e sei que a Sophia não gosta muito de você e peso do fundo do meu coração que fique atenta. Por mim, pelos seus novos amigos, pela sua família e principal-mente por Lux que lhe escolheu como nossa única esperança.
Eu assenti, Lux confia plenamente em mim, não só ela como o Derek e a maioria dos vampiros criados e puros e não vou deixar ser intimidade pela jactância da Sophia Galinha de Briga de Los Angelis.
– Vou ficar atenta, eu prometo.
Derek sorriu e eu entrei na sala de almoço, mais estava preocupada com a Julia e com o dissimulado do meu suposto irmão Damond. Fui a bancada e peguei a bandeja e um prato de salada e uma lata de coca-cola, e fui para a mesa onde estava as gêmeas e o Demitri.
– Oi – Eu disse para eles – Como foram suas primeiras aulas?
As gêmeas se olharão.
– A minha foi interessante – Falo Damond – Principalmente no Kong-Fu com todas as garotas dos 13º colocados, elas adorão me ver sem camisa.
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A Carlie deu uma risada sexy para o Demitri.
– Nós não temos culpa... – Começou Carlie.
– Se é muito gostoso. – Terminou Charrie como de costume, afinal é assim que gêmeos se sobre saem na sociedade deis do inicio dos tempos.
Eu dei uma risada.
– Clair, então como foi o seu dia deis de ontem até hoje? – Perguntou Carlie.
Eu suspirei e tentei pensar nas palavras sertas que podia argumentar o meu incrível dia (ou noite se a carapuça servir).
– Bem, hoje não foi um dia normal – Eu disse – O Damond foi comigo até sociologia e não tirou os olhos da Caroline.
Elas balançaram a cabeça e suspiraram de surpresa e tristesa.
– Continue – Demitri me pediu.
Eu dei outro suspiro.
– Quando a aula acabo, o meu irmão quis ir falar com a Caroline – Eu continuei – E por algum motivo me senti meio estranha, mais isso não vem ao caso, na aula de musica fomos fazer uma espécie de aula ao ar livre o que foi muito bom para mim. E resumindo tudo isso: o Damond apareceu e ia fazer kung-Fu, e tirou a camisa, deixando a mostra seus lindos peitorais, quando a Julia vil as ultimas palavras dela foram: Minha Deusa.E desmaiou ele a levou na enfermaria, eu sentei ao lado do Derek no banquinho encostei minha cabeça no ombro dele e o Derek leu as estrelas para mim e tive um confronto silencioso com a líder do comitê de antipatia da escola e ela sussurrou para mim : Vou acabar com você, meia vampira idiota. E o Derek me acompanhou até aqui.
Elas deram uma risada.
– Você gosta do Derek? – Perguntou o Demitri, comendo uma ervilha.
Eu corei, e comecei a brincar com os meus dedos, inferno, fedeu geral!
– B-bem eu acho o Derek legal – Eu gaguejei – Um amigo legal.
As gemias e o Demitri trocaram um olhar de desconfiança e deram uma risada.
– Nossa pequena Clair ... – Começou Cherie.
– Esta apaixonada pelo Derek. – Terminou Carlie.
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Eu dei uma tossi forçada.
– Eu não estou apaixonada pelo Derek – Eu sussurrei.
A Carlie e a Charie se levantarão e cada uma sentou do meu lado e colocarão a mão no meu ombro.
– Sua boca diz: não, eu não to afim... – Falo Carlie.
– Mais seus olhos diz: Sim, eu o quero. – Terminou Charie.
O Demitri bufou.
– Não liga para elas – Ele disse – Mais quando eu mencionei no Derek você corou, e como disse a Nefryx antes de morrer: Não fuja dos seus sentimentos, pois um dia você não vai ter luz ou ira morrer sem amenos ter o conhecimento do prazer deles.
Eu arregalei os olhos, eu disse isso? Eu não sabia que alem de poderosa eu era uma sabia. E não percebi que estava sorrindo.
– O que aconteceu com a Nefryx? – Eu perguntei de supetão.
Eles se encararão.
– Oi pessoal – Disse uma voz familiar sentando ao meu lado, Julia – Então, o seu irmão é um doce que pena que ele teve que ter uma conversa com a Caroline. Porque estão espantados?
Eu me virei para ela suspirei para falar mais o Demitri me interrompeu.
– Ela quer saber o que aconteceu com a Deusa dos Elementos, Nefryx.
A Julia me encarou. E sussurou.
– Ninguém sabe, uns falão que ela morreu outros falão que ela virou uma mortal – Julia respondeu – A maioria das coisas que ocorrem no mundo de Lux é relatado nos livros a cada década, mais por algum motivo Lux não quis que inscrevessem sobre Nefryx nos livros.
Eu balancei a cabeça aprovando.
– Foi por isso que fiquei de boca aberta quando você chamou o Damond de Herestir e ele te chamo de Nefryx, mais deve ter sido só conhecidencia.
Eu sorri, pelo visto minha mãe não quis que ninguém soubesse sobre minha volta, talvez a ameaça fosse desconfiar.
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– E se não for apenas uma mera conhecidencia? E se Nefryx estiver realmente entre nós e estiver esperando o momento oportuno para aparecer?
Eles levantarão os ombros.
– Tem pessoas aqui que não gostão de penssar na volta de Nefryx, porque achão que a morte de vários vampiros puros foi por culpa dela – Sussurou Demitri – E se ela estiver realmente entre nós deve estar sentindo muita dor, foi isso que fez ela cair, foi a reprovação de seus criados. Os vampiros puros são os únicos que acreditão que o que ocorreu não foi por culpa dela.
Eu senti uma pontada estranha, eles me odiavam, quer dizer odiavam a pessoa que estava dentro de mim. De repente senti meu coração doer e puis meu punho no peito e fechei os olhos de um modo grotesco.
– Não, mãe eu não quero sentir dor – Eu sussurrei.
Senti algo encostar em mim.
– Clair o que esta acontecendo? – perguntou a voz preocupada da Julia e dos meus amigos.
Eu gritei de dor.
– Por favor eu imploro, Lux – Eu senti uma lagrima de dor cair do meu rosto – Sou sua filha, por favor não me faça mais sentir dor. Mamãe por favor! Eu sou sua filha, Nefryx, sou sua escolhida Nefryx
Sussurrei as minhas ultimas palavras e dei outro grito de dor.
Aos poucos a dor foi cessando e abri os olhos de vagar, todos estavam olhando para mim com um olhar espantado. E a Julia me abraço.
– Por pouco achei que você ia morrer- Ela disse me abraçando.
Eu suspirei de alivio.
– Não é a primeira vez que eu senti dor no meu coração.
Meus outros amigos me abraçarão.
– É melhor levar ... – Começou Carlie.
– Você até a Caroline, agora.
Eles se levantarão e com muito cuidado me ajudarão a sair do salão de jantar.
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– Porque você gritou para Lux parar com sua dor? – Perguntou Julia – Lux só causa dor nos escolhidos, é mais tipo um aviso solene.
Eu suspirei.
– Eu sou escolhida de Lux – Eu disse – Sou uma Filha da Noite, mais mesmo tendo esse titulo eu não vou participar daquele grupo de soberbas.
As gêmeas suspirarão.
– Você é muito nova para sentir dores infernais – Disse Demitri – As dores deveriam começar ao seu 16º Aniversario.
Eu sorri, apesar de que o Demitri tinha toda a razão.
– Isso é um aviso, apesar de que minha transformação realmente começará quando eu completar 16 anos
Eles se olharão.
– Lux só faz isso quando um de nós não merecemos a transformação – Disse Charie – Acho que seu corpo vai rejeitar a transformação quando você tiver 16 anos.
Eu balancei a cabeça.
– Eu sou a escolhida de nossa Deusa, sei que não é isso.
Eles deram uma risada alegre.
– O que aconteceu com a minha irmã? – Perguntou o Damond aparecendo no corredor.
– Ela passou mal na sala de jantar e estávamos levando ela para a Caroline – Respondeu Julia com um tom de entusiasmo – Ficamos preocupados com a Clair.
Eu olhei nos olhos do Damond e sorri timidamente, aposto que ele já saco que a Julia ta afim dele, suspirei.
– O que fez a minha irmã passar mal? – Perguntou meu irmão para o Demitri.
O Demiti engoliu em ceco.
– A Clair reclamou de dores no coração.
O Damond me pegou no colo e começou a caminha.
– O que foi maninho?
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Ele rosnou.
– Vamos falar com a Caroline agora – Ele disse – Ela tem que te examinar.
Ele me carrego até uma sala, onde a Caroline sentada escrevendo em alguma coisa.
– Caroline a Clair sentiu outra vez aquelas pontadas no coração – Ele disse indo até ela – E você tem que examinar ela agora.
A Caroline olhou para ele e depois para mim e sorriu.
– Damond me coloca no chão por favor.
Ele sorriu de um modo triste para mim e me colocou no chão.
– Sua irmã me parece bem – Falou Caroline – Sente melhor agora?
Eu balancei a cabeça aprovando.
– Sim, eu estou bem.
O Damond rosnou.
– Minha irmã acabou de sentir dor e você diz que ela parece bem! – ele se aproximou e bateu na mesa da Caroline com mãos em punhos – Minha irmã podia ter morrido!
Ela o encarou.
– Damond, realmente não será necessário um exame – Ela disse – A Clair disse que já esta melhor.
Ele rosnou outra vez.
– Mesmo assim, eu ordeno um exame, agora!
Eu coloquei minha mão no ombro do Damond e ele me olhou, pude ver raiva nos olhos dele.
– Damond para de gritar com a Caroline por favor.
Ele me olhou de um jeito piedoso. A Caroline levantou e foi até onde nós estávamos.
– Escutou a sua irmã humano – Ela disse de um jeito que pude sentir todo o poder dela de um modo que eu nunca tinha sentido antes – E eu irei examinar ela, só acho que isso é desnecessário, já que ela mesma disse que já esta bem.
Ele a encarou
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– Não é desnecessário?– Ele disse – Ela precisa ser examinada.
A Caroline sorriu e virou ara me olhar.
– Sente-se em minha mesa que eu irei te examinar você Clair.
Eu fui até a mesa dela e o Damon me ajudou a sentar nela. E ela foi até onde eu estava.
– Caroline não precisa me examinar se não quiser.
Ela sorriu e se aproximou do meu ouvido.
– Eu não quero perder minha audição por causa do seu irmão – Ela sussurrou – E aposto que você também não quer.
Ela voltou a olhar no meu rosto sorrindo e piscou o olho direto.
– Concordo com você Caroline – Eu disse respondendo o sorriso dela com outro.
Ela colocou uma mão na minha barriga e outra na minha cabeça e fechou os olhos e sito umas palavras que só eu pude escuta: – Pelo poder de todos os elementos, venha até a mim e mostre me o que esta vampira que ainda não passou pela primeira fase da transformação tem.
Eu senti um calafrio delicioso e ao mesmo tempo ameaçador, era como se estivesse procurando algo não físico mais sim espiritual. Minha alma chiava de um modo totalmente diferente.
– Consegui – Disse Caroline abrindo os olhos e se virando para encarar o Damon.
– Como eu disse, não precisava de um exame, sua irmã esta perfeitamente bem.
Eu sorri e desci da mesa da Caroline.
– Você deveria confiar mais na Caroline, maninho – Eu disse e fiz um biquinho.
Ele rosnou, e sorriu.
– Obrigado por ter examinado minha irmã.
A Caroline sorriu.
– Posso falar com sua irmã a sós?
Ele aprovou com a cabeça e saiu da sala.
– Então, não fique brava comigo.
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Eu a encarei confusa, do que a Caroline esta falando?
– Porque eu ficaria brava com você Caroline?
Ela suspirou.
– Eu deveria ter te falado antes de pedir para a Sophia chama La para o Ritual das Filhas da Noite – Ela disse – E aposto que você não quer se reunir com vampiras puras e prestes a completar a ultima parte da transformação.
Levantei um ombro.
– Eu não me importo em participar do ritual – Eu disse com toda sinceridade possível – Me parece ser bem interessante e não quero decepcionar você nem ninguém.
Caroline deu uma risada doce.
– Você nunca ira decepcionar ninguém Clair, confia em mim – Ela disse – É melhor você se apressar antes que se atrase para sua próxima aula.
Eu aprovei com a cabeça e sai, o que era aquilo que eu tinha sentido quando a Caroline estava me examinando? Só sei que era algo muito poderoso, uma coisa que eu nunca tinha sentido em toda a minha vida. Senti um calafrio, preciso ficar mais atenta em relação a esta sensação.
Eu sempre prefiro não mencionar as minhas outras aulas mais só desta vez irei abrir uma exceção para introdução mitológica.
Depois da aula chata com o professor maior mala, eu fui até a minha próxima aula que é introdução mitológica com o Derek Jason (a melhor parte é que eu tenho duas aulas com ele). Eu fui até minha cadeira de sempre e me sentei, a pior parte é que essa era a única aula que eu estava sem meus novos e hilários amigos. As gêmeas porque elas são dos 14ª Colocados, ou seja, um ano acima do meu, o Demitri fazia mitologia em outra sala, e minha amiga/colega de quarto, Julia também fazia em outra sala, as únicas pessoas que eu conheço que faz aula comigo é o fofinho do Leon (que fica me paquerando toda hora) e a insuportável da amiga da líder do comitê de antipatia do colégio, Milla “pé no saco”, literalmente.
– Oi Clair – Disse Leon sentando em uma cadeira ao lado da minha – Por que você gritou na cantina? Aconteceu alguma coisa? Você deixou um monte de vamps preocupados.
Eu me virei para velo, o rosto dele mostrava preocupação, e seus olhos também mostrava isso.
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Sorri sem o menor pingo de humor.
– Eu só senti umas dores horríveis no meu coração.
Ele pegou a minha mãos e pois um dedo no meu pulso.
– Você esta melhor agora?
Eu balancei a cabeça aprovando.
– Sim estou bem melhor agora – Respondi tirando minha mão da dele – Obrigada pela preocupação.
Ele sorriu e quando olhou para frente pude perceber que ele tinha ficado vermelho.
– Leon.
Ele olhou para mim e sorriu.
– Sim?
Eu suspirei.
E se eu convidar ele para ficar comigo e meu s amigos no almoço e no jantar e provavelmente nos nossos encontros futuros, ele não ia ficar sozinho e triste nos intervalos.
– Que tal a partir de agora você almoçar e jantar comigo e meus amigos? – Eu exclamei por fim – Aposto que você fica sozinho no refeitório.
Ele sorriu em aprovação. E pude perceber que ele estava muito alegre, de um modo que eu não tinha pensado antes, eu dei uma risada silenciosa e coloquei minha mão na boca para esconder que eu estava rindo.
Eu senti algo batendo na minha cadeira, quando eu fui olhar era a Milla e mais duas garotas ( Uma loura de cabelos cacheados e olhos verdes, e uma garota de cabelos castanhos e olhos castanho-dourados).
– Se eu fosse você Clarence, não iria comparecer ao ritual das Filhas da noite – Ela disse num tom ameaçador – Se você for eu vou...
Ela não terminou a frase e eu encarei diretamente olhando nos olhos dela, e pude perceber que radiava um certo ódio e compreensão, mais também uma olhar de adoração, mais que queria me avisar alguma coisa, o que ainda é um mistério.
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– Você vai fazer o que? Me diz Milla – Eu falei me levantando – Vai me diz, afinal você não é a serva da Sophia, a defensora dos fracos e dos oprimidos? Me diz o que vai fazer?
Quando eu falei aquilo todos começarão a rir. Ela rosnou e agarro na gora da minha camisa levando o rosto para mais perto do meu.
– Cala a sua boca – Ela disse – Sabe o que eu irei fazer? Eu irei matar você se me desobedecer.
Eu vi o Lion se levantando e indo até a onde eu estava.
– Milla deixa a Clair em paz – Ele disse – Você não tem o direito de fazes isso com ela,.
A Milla o encarou com um olhar mortal.
– Cala boca – Ela disse – Você não deveria estar falando comigo desse jeito, eu sou uma vampira pura, por tanto, você tanque baixar a bola quando falar comigo.
Antes que ele falasse algo eu dei uma pequena risada e ela me encarou.
– Se você realmente fosse uma vampira pura não estaria fazendo essas coisas com os outros vamps que você por um motivo injusto fica menosprezando eles só porque foram criados por vamps verdadeiros – Eu disse seria – Você é que não tem direito de fazer isso com ninguém.
Ela me olhou de um modo diferente e me soltou e saiu do lugar, no mesmo tempo o Lion sorriu para mim me agradecendo e eu respondi o sorriso dele.
O sinal tocou e o Derek entrou. Bem essa é uma aula muito chata apesar de que o professor é um tremendo gato do qual eu acho que eu estou me apaixonando.
Em si a aula foi normal( chata) mais normal. Quando a aula terminou eu tentei ser a ultima a sair. Quando eu já tinha arrumado todo o meu material eu me levantei e senti algo segurando minha cintura.
– Quer que eu lhe acompanhe? – Sussurrou Derek no meu ouvido com sua voz que soava a mil sinos.
Eu suspirei.
– Não precisa Derek – Eu disse – Eu consigo me arranjar sozinha.
Eu me virei para encará-lo e deparei com os lindos olhos verdes chamativos deles, que por algum motivo me atraia até ele. O Derek me puxou para mais perto dele e me abraçou.
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– Nós vemos no ritual – Ele disse – Minha princesinha, que eu amo muito.
Ele disse, parando de me abraçar levantando o meu rosto para encará-lo. Será que vai
me beijar? Tomara, por favor me beija, eu gritei mentalmente.
Ele aproximou cada vez méis o meu rosto do dele e deu um beijo de leve na minha testa fazendo eu paralisar. Ele saiu rindo. Porque ele me causava esta sensação? Eu sei que esta na cara que estou me apaixonando por ele mais não faz sentido tenho apenas quinze anos de idade e estou me apaixonando. Isso é definitivamente o cumulo do absurdo.
O sinal indicando que depois de uma hora ia iniciar o ritual tocou me fazendo acordar do meu tranze e eu sai. Queria que ele tivesse beijado na minha boca. Eu balancei a cabeça.
– Clair Marie Clarence, pare de pensar essas coisas – Eu disse para mim mesma – Você não deveria refletir sobre namoro sua principal preocupação com os vampiros, com os humanos, com minha mãe e agora principalmente comigo.
Suspirei.
Mais não é inevitável, eu o quero e vou fazer de tudo para conquistá-lo, mais tenho coisas mais importantes para me preocupar, a salvação dos vampiros e humanos.
Eu fui até o meu dormitório e subi para me arrumar, agora é a hora da verdade.
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