Chosen By Worlds
24 Fuga
Notas iniciais
Bom, aqui vai mais um capitulo, espero que curtam. Dedico a minha Magic fofuxa, minha gemea, minha BFF, minha miguxa forever... Jazz; TE AMO GEMEA.
Boa leitura, nos vemos lá embaixo.
Pov's Laura...
- Não acho que terá problemas... — disse Jazz, dando de ombros. — Os meninos dão conta dos guardas da noite... São uns molengas.
- Sim, mas não acho que o Tisroc irá permitir... Ele com certeza deve ter colocado mais guardas depois do ataque a Susana. — respondi.
- Pode ter razão... E ainda teremos que... Roubar... Roubar um barco. — concordou Susana.
- Pois é... Não podemos ir pro próximo sem um barco. Também não me agrada a idéia de roubar e...
Fui interrompida pela porta, que se escancarou, revelando Babi e Zac, ofegantes e com as mãos entrelaçadas. Sorri, e depois encarei Jazz, que também sorria.
- Então... Achamos que você tem que ver... — começou Zac.
- Cala a boca Zac... Laura, encontramos a lâmina. — respondeu Babi, afobada.
Eu dei um salto da cama em que estava sentada, Susana e Jazz também, e acompanhamos Babi e Zac, que corriam na frente. Passamos por Pedro e Caspian, que acabaram por largar os sacos com flores para serem replantadas, e correram atrás de nós.
Fomos levados até o galpão de armas. Cada centimetro das paredes do galpão era ocupado por espadas, e ganchos, menos uma pequena parte, acima de um fardo de feno, que eu não fazia idéia do porque estava ali. Babi sentou em cima, e nada aconteceu.
- O que será que...? — ela se perguntou.
- O que deveria ter acontecido? — perguntou Pedro, me abraçando por trás.
- A porta... Mas... Ah! Se quando se sentasse em cima a porta abrisse, todos os guerreiros saberiam, aposto que todo mundo senta aqui quando vem pegar alguma coisa. Bom... — ela e Zac começaram a apalpar todo o fardo, quando por fim ele gritou.
- Ae!
O fardo foi descendo, e a parede subindo, quando por fim tinhamos uma abertura logo a frente.
- Ok... Eu vou primeiro. — peguei uma tocha, e dei dois passos antes de sentir uma mão no meu braço.
- Não... Você não vai... Fique aqui, eu vou com Caspian e Zac. — respondeu Pedro, me puxando pra trás.
- Acho que eu provei que sou mais do que capaz de me virar sozinha Pedro... — respondi friamente, puxei meu braço e entrei em um túnel.
Ouvi outros me seguindo, e a risadinha de Caspian, seguida por um som de soco. Continuei seguindo por um corredor extenso, e finalmente desemboquei em uma ante camera. Babi parou do meu lado, seu rosto semi-oculto pelas sombras.
- Achei que seria fácil... — ela resmungou, enquanto três corredores se estendiam, cada um para um lado. Eu ri, e parei no portal de cada um deles. — Vamos nos dividir?
- Bom... Creio que... Possamos fazer isso, mas então dois dos grupos terão uma morte incrivelmente dolorosa... — respondi. As meninas engoliram em seco. — Ah! Se Paul estivesse aqui... — mordi o lábio. — Por que não me lembrei de chamá-lo...
- Em que seria diferente se Paul estivesse aqui? — perguntou Pedro, fazendo uma carranca.
- Bom... Considerando que o faro dele é bem melhor que o nosso... — respondi, irônica. — Por que Pedro?
- Ah... Não vá ter um ataque de ciúmes agora Pedro. — repreendeu Caspian, sorrindo de canto.
Pedro bufou e eu me sentei no chão. Então ouvi som de patas batendo no chão, e um tigre apareceu no canto da sala. Os olhos azuis cobalto que eu tanto conhecia.
- Ah Aslam! Paul! — gritei, e corri pra abraçá-lo. — Não acredito! Sério, como sabia que tinhamos vindo?
- O som de passos apressados do lado de fora do meu quarto foi uma pista... — ele respondeu, depois que se metamorfoseou. — Então presumi que tinham encontrado, e não iria te deixar sozinha... — ele me apertou em seus braços.
- Ham... Paul... Acho que temos que achar a lâmina... — eu respondi, desconfortável. — Anda, use seu faro.
Saí de seus braços depressinha, e corri pro lado de Pedro, que me envolveu protetoramente. Me apoiei em seu ombro enquanto Paul se metamorfoseava em um tigre novamente, e farejava o ar. Respirei aliviada enquanto ele nos levava pela passagem central.
Seguimos por um momento, tranquilamente. E eu comecei a desconfiar que a lâmina não era a única coisa valiosa que ele tinha aqui... Continuamos andando, eu dei um passo no vazio, e caí...
Não, espera... Fiquei encarando um buraco tão fundo e escuro, que eu não podia ver onde acabava. Dei um grito, enquanto sentia a blusa cedendo, pela qual tinham me segurado. E por fim cedeu... Eu me segurei em um galho de árvore, era grosso e longo, fiquei pendurada, e olhei para cima. Estava a uns poucos metros da superficie. Ouvia gritos e mais gritos, masculinos e femininos. Me icei com dificuldade, e finalmente consegui me sentar.
Pedro, Susana, Babi, Caspian e Lúcia me encaravam pela fresta, enquanto eu ouvia os gritos de Jazz, que parecia estar brigando com Paul.
- AGUENTA AI LARA... VAMOS TE TIRAR DAÍ. — era Paul gritando.
- TUDO BEM... EU DOU UM JEITO DE VIVER EM QUANTO ISSO. — respondi, fazendo ele rir.
Os minutos se passavam vagarosamente, Pedro murmurava palavras de consolo, e eu observava tudo em volta. Quando por fim eu vi... Uma pequena caverna na parede do outro lado. Estava a uns metros de mim... Uns bons metros de mim.
Meu cerebro trabalhava rapidamente para montar alguma espécie de estratégia. Uma corda foi lançada em minha frente, eu a agarrei, e amarrei na cintura. Fui puxada, e como tinha praticado nas aulas de rapel, escalei a borda da fenda até aparecer novamente na borda do buraco.
- Tem uma caverna ali... E ela tem brilho próprio... — eu informei, assim que recuperei o fôlego. — O problema é... Como vamos fazer para chegar lá?
Todos ficaram um minuto em silêncio, e eu vi o sorriso de Paul se espalhar por seu rosto lentamente.
- Eu tenho um plano...
Notas finais
Amo voces... Beijo
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