Notas iniciais
Oieeee gente... To suuuuuuper feliz!!! Minha melhor amiga aki no site... Renesmee_Alice me add no msn... To amando flar com ela, então resolvi postar esse cap hoje sabe, pra dar uma extravasada na felicidade ;D Te amo viiu amg?
Curtam o cap, espero q gostem, nos vemos lá embaixo...

Pov\\'s Eliza...

Chegamos no acampamento improvisado deles, e vi quatro pessoas em pé, terminando de apagar a fogueira. Um loiro, que eu reconheci da pintura da sala da casa de meu pai como sendo o Rei Pedro, o Magnífico, e o grande rei de Nárnia. Perto dele estavam a Rainha Susana, e a Rainha Lúcia. E uma menina que eu não reconheci, mas que gostei logo de cara.

- Oi galera... — disse Edmundo, chegando perto de todos.

- Oi Eddie... — disse a menina, dando um breve abraço nele. Vi o rosto do rei Pedro se contorcer um pouquinho. Ishi! Paxono.

- Aquela é a Eliza... Uma... Espécie de...

- Sou súdita e fã de vocês... — respondi, dando meu melhor sorriso angelical. — Eliza Helena Katherine Belacqua...

- Prazer... Pedro Pevensie.

- Lúcia Pevensie...

- Susana Pevensie...

- Laura Marie Cohen Stewart. — apresentou-se a menina, que tinha cara de ser fofa.

- Oii... — eu disse, e fui pro lado da menina. — Seremos boas amigas...

Ela sorriu, e eu entrelacei meu braço com o dela, ficamos esperando os capachos que chamamos de meninos desfazerem todo o acampamento, e depois eles se levantaram com mochilas nas costas.

- Então... Edmundo me disse que vai nos levar até Caspian. — disse \\"O Magnífico\\". Que era realmente magnífico se é que me entendem.

- Sim... Vamos por aqui, eu e minha mãe temos um casa na floresta perto do palácio.

Eu refiz a trilha bem demarcada, que levava a minha casa.

Pov\\'s Laura...

Fomos passando por florestas verdes, as árvores se sacudiam lentamente, como se estivessem participando de uma coreografia de dança. Nós seguíamos Eliza pela trilha, e ela não hesitava uma só vez, então parou do anda, e tirou o cabelo, colocando-o atrás da orelha, escutando um ruido de asas. Ela sorriu, e deu um berro mais parecido com o grasnar de uma água. Em um instante, um lindo hipogrifo dourado (sei disso porque vi Harry Potter), desceu dos céus, e parou ao seu lado. Cutucou-lhe carinhosamente com a parte chata do bico, e ela lhe acariciou levemente as penas.

- Oi Shine... Estamos perto de casa? — ela perguntou, e o grifo bateu levemente os cascos no chão (patas de trás, as da frente são garras afiadas de águias.

- Que fofo... É seu?

- Aham...

- Eu sempre quis ter um cavalo preto... Um garanhão... — eu disse, sorrindo, e acariciando o hipogrifo.

- Vamos... Vamos seguir viagem... — disse Edmundo.

- Vamos... — respondeu Eliza.

Nós andamos mais um pouco, e finalmente chegamos em uma clareira imensa, mais umas poucas árvores, e viamos perfeitamente um castelo de mármore (de novo mármore...) e vidro, um castelo esplendoroso...

Castelo:

http://www.google.com.br/imgres?q=castelos&num=10&um=1&hl=es&biw=853&bih=424&tbm=isch&tbnid=W6wjeRZLyX6m4M:&imgrefurl=http://profluizmeira.hd1.com.br/castelos.html&docid=irkbW9KNNNB2vM&imgurl=http://profluizmeira.hd1.com.br/Imagens/castelo020.jpg&w=800&h=600&ei=VgKeTrfNAafLsQLxk7neCQ&zoom=1

Eliza nos acompanhou até o castelo, ela era uma menina bonita e sorridente... Shine não saia do seu lado, e de alguma forma eles pareciam ligados.

Entramos nos terrenos, e muitos guardas ameaçaram se aproximar, mas quando viram Eliza com agente, eles fizeram uma mesura com a cabeça, e nos deixaram passar. Eliza sorriu para todos, e entramos no castelo. Por dentro era muito bem decorado, um tapete vermelho subia a escada central, e se dividia para a esquerda e para a direita. Nós viramos para a direita, e vimos um corredor longo, com uma esquina. Muitas portas, de um lado, e janelas grandes, que deixavam a luz passar completamente pelas janelas. Era uma coisa linda o contraste, e alguns cristais incrustados nas bordas das sustentações de metais provocavam pequenos arco-íris de seis cores no tapete, o vermelho era absorvido, já que tinha a mesma cor do aderesso no piso, e em nós.

Continuamos seguindo, e subimos mais dois lances de escada. Algumas serventes passava com vassouras, ou carrinhos, pessoas muito bem vestidas também zanzavam de um lado pro outro, e alguns soldados. Eliza bateu levemente na porta, e uma voz masculina e bonita mandou-nos entrar.

Vi Susana ficar nervosa de imediato, e sorri. Acho que o tal de Caspian, com quem ela andava sonhando estava atrás dessa porta.

- Majestade... Encontrei algumas pessoas perdidas no bosque... — disse Eliza, enquanto sorria.

Ele se empertigou de imediato, encarando-nos. No caso, encarando-me, que era a única visivel. Susana tremia mais que bambu. Pedro encarava o nada, Edmundo e Lucia encaravam a decoração.

- Mande-os entrar... — pediu.

Os quatro entraram na sala, e vi os olhos de Caspian ficarem arregalados, em seguida ele sorriu quando viu Susana. Ela o encarou, e ficou rubra.

- Susana! — ele disse, e se levantou imediatamente.

- Oi Caspian... Quanto tempo... — ela sorriu levemente, e sem mostrar os dentes.

- Dois anos... — ele respondeu, enquanto ela sorria mais amplamente.

- Em Londres também...

- Oi... Também estamos aqui... — disse Edmundo, enquanto nós ríamos. — E aí Caspian.

Caspian abraçou Lúcia, deu um breve abraço de \\"homem\\" em Pedro e Edmundo, e depois um beijo no rosto de Susana. Eles sorriram um pro outro, e eu me aproximei de Pedro.

- Rolou um clima... — eu disse, e ele riu.

- Rola um clima há dois anos...

Agente riu de novo, eu coloquei a mão na boca pra abafar o riso, mas não deu muito certo. E acabou saindo um riso meio roncado. Pedro sorriu pra mim, e apertou minha bochecha.

- Então... Temos problemas em Nárnia... A Feiticeira Branca... — disse Caspian.

Edmundo tremeu um pouco, mas depois apertou os olhos, e deu um semi abraço em Lúcia.

- O que tem ela?

- As duas irmãs dela estão tentando reerguê-la... A única coisa que eu sei, é que elas vão conseguir... Só precisam de mais um mês, e três dias, graças a um feitiço poderoso. O único que podemos fazer é lutar, e tentar ganhar novamente...

- E... O que vamos fazer agora? — perguntou Susana.

- Bom, estamos mandando algumas famílias mais para o Sul de Nárnia. Não sei se já viram, mas há cerca de uns 300 metros de circunferencia em volta do castelos das três, que está completamente congelado, inverno, sem natal... Antigos padrões da Feiticeira...

- Ah... Que horrível... — suspirei. — Inverno sempre, e sem natal...

- Pois é... Por isso eu e Shine estamos treinando desde já para a batalha...

- Já disse que você não vai participar diretamente dessa batalha Eliza... — responeu Caspian, cansado.

- Apesar de rei, você vai estar ocupando demais lutando pra me impedir... — respondeu ela, dando de ombros.

Essa menina era meio doidinha, mas eu gostei dela. Depois que Caspian nos contou a história, ele e Pedro ficaram com Edmundo e Susana planejando, enquanto Lúcia deixou um recado, e nos acompanhou: \\"Quanto menos derramamento de sangue, mais eu apóio\\"... Eu concordei com ela, e nós descemos.

- E então... Querem ir ver os estábulos reais? — perguntou Eliza, sabendo que eu amava cavalos.

- Claro! Seria perfeito... — respondi, sorrindo de orelha a orelha.

- Então vamos... Temos cavalos lindos. — ela nos levou por uma espécie de caverna, que dava em uma espécie de jardim interno.

Seguimos pelo jardim até um caminho de terra, arborizado dos dois lados, e isso deu em uma espécie de Pavilhão Grego. Era circular, tinha uma porta, e só tinha teto em cima das baias, e em uma pequena área de bancos. O resto era descoberto. Ao lado tinha o depósito de celas e apetrechos. Passamos por cavalos realmente maravilhosos. Brancos, Marrons, Beges, e os nomes estavam entalhados em madeira na porta da baia.

Dayan — Luna — Kagoo — Lory... Chegamos finalmente a última cela. Um cavalo completamente negro estava deitado sobre o feno. Não havia nome nenhum na plaquinha. Estranhei. Apesar de preto, e lindo, não parecia muito bem cuidado.

- Eliza... O que houve com esse cavalo? — perguntei.

- Ele perdeu a mãe... Assim que nasceu. Não deixa ninguém se aproximar. — respondeu ela. — Meu pai dizia que ele está esperando a pessoa certa para montar, e que quando a encontrar, será leal como nenhum outro... — ela me encarou de alto abaixo. — Quer tentar se aproximar?

- Será que eu posso? — perguntei.

Sempre havia me dado muito bem com cavalos, e estava realmente com pena desse.

- Claro... — ela abriu a cela, e eu entrei.

O lindo garanhão ergueu a cabeça, e me encarou, mas não fez menção de se aproximar. Eu me agachei em um canto da cela, e comecei a falar com ele coisas sem sentido, em uma voz tranquilizadora.

Observei suas orelhas se virarem em minha direção, o que significava que ele estava prestando total atenção em mim. Me aproximei um pouco mais, acho que uns dois passos, e ele chegou a cabeça para trás, entortanto as orelhas.

Eu sorri, e continuei murmurando coisas sem nexo, depois passei a cantar... Não sei de onde veio isso. Mas ainda com uma voz tranquilizadora. Cheguei ainda mais perto, e aos poucos a cabeça dele foi se aproximando da minha mão, e eu estava acariciando o lado de seu rosto. (gente, eu achei mt fofo... Não sei se é exatamente assim que se aproxima de um cavalo, mas vamos colocar que é ok?)

- Bom garoto... — sorri. — Muito bom garoto...

Não notei que minha platéia tinha aumentado... Pensei que nem Eliza nem Lúcia estariam mais me observando, por conta do tempo. Acho que fiquei uns 30 minutos tentando me aproximar. Mas agora um rapaz mais velho estava me observando também.

- Como conseguiu fazer isso? — perguntou. — Venho tentando me aproximar desse Corcel há dois anos... — ele disse. — Estávamos prestes a sacrificá-lo...

Eu arregalei os olhos, e o garanhão relinchou a menção da palavra sacrificar. Fiz mais um pouco de carinho nele, e me levantei. O cavalo se levantou junto, e eu ri.

- Bom... Se ele não aprender a ser selado, e devidamente comportado para alguém poder montar nele... É isso que vai acontecer em três dias...

Arregalei novamente os olhos, e coloquei a mão na crina do cavalo. Eu travava uma batalha mental, e então Eliza me poupou o stress.

- Zack demorou duas horas para conseguir montar em seu cavalo, e ele é o nosso melhor amazona... E quarenta minutos para se aproximar dele... E olhe pro Dayan...

- Tem razão... — respondeu o homem. — Se você conseguir, será um alívio para o rei... Ele não gosta de matar nenhum tipo de animal.

Eu assenti, e olhei para Eliza.

- Pegue cela para o cavalo Patrick... — disse simplesmente.

O homem deu um sorrisinho leve, e saiu em direção ao barracão. Ao mesmo tempo que um menino de cabelos loiros e olhos verde entrou correndo no estábulo.

- Eliza, viu a cela do Dayan? — perguntou o menino. Lúcia paralizou ao olhar pra ele, e eu ri. Então ele me viu dentro da cela. — O que ela está fazendo dentro dessa cela?! Não me diga que...

- Meninas, esse é o Zack... — ela interrompeu-o.

- O... Oi... Desculpem o mau jeito. Sou Zachary Fitzgerard...

- Prazer, Laura Stewart...

- Lúcia Pevensie...

- Oh! — ele encarou Lúcia mais criticamente, e depois sorriu. — É um prazer magestade...

- Zack, pegue o Dayan, e vamos ajudar a Laura, ela vai tentar montar no Corcel...

Ele me encarou, e eu assenti.

- Então vamos. — ele disse, correndo até a cela do primeiro cavalo...

Dayan:

http://www.google.com.br/imgres?q=cavalos+como+o+Spirit&hl=es&gbv=2&biw=853&bih=424&tbm=isch&tbnid=nrYnMvSxsy__GM:&imgrefurl=http://www.mercadoequestre.com.br/default.asp%3Fpagina%3DclassificadosCavalosDesc%26cod%3D89&docid=e8Ybrcs2R8_tkM&imgurl=http://www.mercadoequestre.com.br/_img/anuncios/anuncios_325anuncios3132010145217_Cavalos%252520de%252520Venda%252520031009%252520109.JPG&w=600&h=400&ei=oBSeTuW-K6WH4gS-xqT3CA&zoom=1&iact=hc&vpx=590&vpy=169&dur=1231&hovh=131&hovw=197&tx=125&ty=65&sig=105107229189689292937&page=11&tbnh=88&tbnw=119&start=102&ndsp=10&ved=1t:429,r:4,s:102

Nós fomos até o picadeiro, o cavalo me acompanhou sem hesitar. Eu coloquei a corda levemente em seu pescoço, e ele pareceu não ter objeções.

- Está indo bem... — disse Eliza, sorrindo e me encorajando.

Levei o corcel até o centro do picadeiro, e tirei a corda dele.

- Então garotão... Vamos tentar colocar isso em você... — fui até a cerca, e peguei a cela, me aproximando do cavalo, que recuou. — Shh! Vai ficar tudo bem... Isso é só pra me ajudar a não cair... — eu disse, tentando tranquilizá-lo. Me aproximei de novo, e ele recuou. — Corcel! Está tudo bem... Não vou machucar você... — ele chegou um pouco mais perto, e depois correu até a outra ponta do picadeiro.

Eu o encarei, meio confusa. Depois ergui a mão, e fiz sinal para ele vir com o polegar.

- Ela está indo até bem... Ele ainda não distribuiu coices... — disse Patrick, e eu me arrepiei.

Fiquei uns bons 20 minutos me aproximando dele, fazendo carinho, falando, e quando ia colocar a cela, ele se afastava. O encarei novamente... O cavalo voltou até mim, e eu fiz carinho em sua crina, enquanto ameaçava colocar a cela nele, ele bateu o casco direito dianteiro no chão, e eu sorri.

- Não vai machucar... Você vai ficar bem... Só que vai passear durante alguns tempos, e vai sair daquele estábulo... — eu disse, enquanto fazia carinho, e colocava a cela finalmente em seu dorso. — Muito bem garoto...

Fui colocando as rédeas e tudo o mais, e finalmente ele estava pronto para a montaria.

- Posso subir em você? — perguntei, sorrindo, e subi.

O cavalo relinchou, e empinou, mas depois voltou a fincar as patas no chão, e ficou parado esperando meu comando. Puxei levemente as rédeas para a direita, e ele obedeceu prontamente. Eu abracei seu pescoço, e dei um gritinho de satisfação. Duas horas tentando montar em um cavalo...

- Parabéns Lara! — disse Eliza.

- É Laura... — corrigiu Lúcia, delicadamente.

- Sim, mas Lara é o apelido que eu coloquei nela... — a outra deu de ombros.

- E qual vai ser o nome dele? — perguntou Patrick, enquanto eu galopava sorrindo até eles.

- Como?

- Ele precisa de um nome, e como você é a única que consegue montar nele, ele agora é seu...

- É SÉRIO?! — gritei, animada.

Patrick assentiu, enquanto Zack, Eliza, Lúcia e Pedro, que havia chegado com Edmundo há um tempo, sem eu notar, riam.

- Vamos lá... Escolha um nome...

- Black Beauty... — eu disse, e sorri. O cavalo deu um leve relincho, e eu desci dele. — Seu nome é Black Beauty...

Black Beauty:

http://www.google.com.br/imgres?q=cavalo+selvagem+preto&um=1&hl=es&biw=853&bih=424&tbm=isch&tbnid=zf2R2OqlYsfVRM:&imgrefurl=http://dobercoateaotumulo.blogspot.com/2011/03/existe-um-ser-que-mora-dentro-de-mim.html&docid=QnR12JLwBsaimM&imgurl=http://2.bp.blogspot.com/-wrX5Dj1fJnQ/TW4o8c8AvbI/AAAAAAAAAK0/nZu9G7savW4/s1600/media_cavalo-preto-92c7e.jpg&w=357&h=268&ei=LP6dTuH8LM6LsALvrNSJCg&zoom=1&iact=rc&dur=325&sig=105107229189689292937&page=1&tbnh=101&tbnw=142&start=0&ndsp=8&ved=1t:429,r:6,s:0&tx=114&ty=32

Pov\\'s Pedro...

Ela estava linda montando. Seu cabelo esvoaçava, e o cavalo parecia feliz ali com ela, assim como ela parecia feliz com ele. Mas como tudo que é bom dura pouco, assim que escolheu o nome do cavalo, nós o levamos para a cela, demos um banho... (ela deu um banho) O escovou, penteou a crina... Até que um grifo pousou ao nosso lado.

- Majestade... As feiticeiras conseguiram adiantar os planos... A primeira horda de ataque chega agora para tomar o palácio.

- O que?! Elas já conseguiram ressuscitar a Feiticeira Branca? — perguntei, confuso.

- Não senhor... Mas planejam tentar nos dispersar antes disso... Já que demora pelo menos três dias para os poderes da Feiticeira se estabilizarem, e elas terão que doar um pouco do delas... — respondeu o grifo. — Então... Temos que nos preparar...

- Vá avisar a Caspian... Vamos começar a evacuar o castelo... — respondi.

Notas finais
Booom... Espero que eu ganhe reviews... O que acham? Eu mereço? Gente... Agora eu acabei de adicionar outra leitora, que eu amo... Jajabarnes no MSN, assim como adicionei a Renesmee_Alice
Aiii, amo as duas... Bom, ate a proxima... Beijos