Choram as Rosas

11 Reencontro com velhos amigos (rivais)


Notas iniciais
A demora foi dela(A Camy), então culpem ela!!!

Max chegou à casa de Drew e logo de fora já ouviu gritos de uma mulher desconhecida, May, Drew, Mary, Yukina e… Daisuke!

Ele entrou correndo e encontrou os cinco se encarando furiosamente, enquanto Mary tentava, inutilmente, separá-los.

MAX: DAISUKE-SAN! – gritou correndo até o moreno que o pegou no colo.

DAISUKE: MAX-NEE-SAN!

MAY: Ótimo, por onde você andou mocinho? – perguntou irritada, mas sem conseguir disfarçar a preocupação.

MAX: Acredita que a Soledad está aqui em La Rousse? Ela e a maninha dela, a Mi-ch… Midori – ele se autocorrigiu envergonhado.

YUKINA: Não estou nem aí.

DREW: Como está Soledad pirralho? – perguntou para Max, ignorando completamente a prima.

MAX: Bem cabelo de gosma.

LUNA: Como você deixa ele te chamar assim Drewzinho? – perguntou manhosa – eu acho o seu cabelo lindo!

MAY: EI! Pare de dar em cima do meu namorado e não fale assim do meu irmão! – falou já irritada.

MARY: Crianças tenham muita calma!

DAISUKE: Eu me nego a ficar na casa do amante da May – falou irritado.

MAX: Tecnicamente falando Daisuke-san, você é o amante da May e o cabelo de gosma é o namorado dela.

DREW: Que história é essa de amante? – perguntou irritado.

MAY: Eu pergunto também, pirou Max?

LUNA: Viu Drewzinho! Ela até mesmo te trai e tem a coragem de trazer o amante dela pra sua casa! – falou tentando se aproximar do garoto.

MARY: Pessoal! Acalmem-se! – falava desesperada.

YUKINA: Ela não presta mesmo viu Drew, te traindo de baixo do seu próprio nariz!

MAY: Eu não estou traindo ninguém!

MAX: Isso, pois logo você e Daisuke-san estarão namorando – falou convicto.

DAISUKE: Isso mesmo Max-nee-san.

MAY: Nem em sonhos!

DREW: Não mesmo. Eu que não perco a minha namorada para um emo como você – falou olhando para Daisuke irritado.

DAISUKE: Emo é a tua…

MARY: CALADOS! – gritou ofegante, calando a todos os presentes – ótimo – ela arrumou o cabelo – agora cada um vai dormir no seu quarto e amanhã resolveremos isso.

LUNA: Ótimo, vou indo pro nosso quarto Kina – falou indo em direção aos quartos.

YUKINA: Espera Luna! Eu troquei de quarto – falou irritada.

As duas sumiram pelo quarto de hospedes. Daisuke e Drew encaravam-se como se fosse começar a batalhar ali mesmo, um mais irritado que o outro. Por parte de Drew, era puros ciúmes, já Daisuke, não suportava perder nada, e May fazia parte deste nada.

Mary lhe falou onde ficava o quarto de hospedes e o mesmo já estava indo para lá, não sem antes lançar um olhar de ódio para Drew e de desejo para May.

No final, sobraram apenas Max, May, Mary e Drew naquele cômodo.

DREW: Bem… já vou indo dormir – falou, beijando May demoradamente, tentando decorar e explorar cada canto da boca dela.

MAX: Chega de melação e vamos dormir.

Mesmo a contragosto, ambos separaram-se e Drew foi para seu quarto, logo após desejar boa noite pra sua mãe e dar um peteleco na cabeça de Max.

Quando sobraram apensa os três ali, Max segurou na mão de May, o que foi estranhamente estranho.

MAX: Hoje eu durmo com você May – ele falou com uma expectativa e May soube que o irmão queria contar algo para ela. Sorriu e acenou com a cabeça. Desejaram boa noite para Mary e foram para o quarto da morena.

Assim que entraram, Max se atirou na cama de May e ela abraçou seu travesseiro e sentou em posição de índio (pernas cruzadas em cima da cama).

MAY: Começa a contar Max – falou animada.

MAX: May! Eu vi uma menina muito linda hoje… a irmã da Soledad! Ela parece um anjo May!

MAY: Já está apaixonadinho Max? – perguntou com os olhos brilhando.

MAX: Não sei! Só sei que eu estou louco para vê-la de novo May!

MAY: Conta tudo o que aconteceu – falou ansiosa.

Ele contou tim-tim por tim-tim tudo o que aconteceu entre ele e Midori, May não falou muita coisa, mas seus olhos brilhavam a cada palavra do irmão.

MAX: E então eu vim pra cá – ele terminou.

MAY: Que fofo! – seus olhos brilhavam – você tem andado muito com o Drew viu? Ele é até um bom exemplo! – falou com os olhos brilhando ainda mais.

MAX: Talvez, mas eu ainda prefiro o Daisuke-san.

MAY: Ai Max… você sabe que eu e o Daisuke nunca mais ficaremos juntos…

MAX: Eu ainda não entendo porque vocês terminaram!

MAY: Quem sabe um dia eu te conte não é mesmo? – falou deprimida – mas por enquanto… vamos dormir que você tem uma linda menina para conquistar amanhã. Pense no que eu falei sobre os conselhos do Drew.

Ela deitou-se ao lado do irmão e ele ficou olhando-a por um tempo e refletindo sobre suas palavras… mas logo acompanhou sua irmã ao mundo dos sonhos.

Max acordou tarde na manhã seguinte, como sempre. Ele se espreguiçou e ouviu uma parte da conversa de May no celular.

MAY: Ah! Que ótimo Soledad! Também estou morrendo de saudades de você amiga! Que tal hoje? – ela esperou um pouco – na sorveteria? Estarei lá amada! Nos vemos mais tarde então. Beijos.

May esperou a amiga se despedir e desligou o telefone. Mal ela fez isso e Max correu até a irmã e a olhou com os olhinhos brilhantes.

MAX: May! Você vai se encontrar a Soledad hoje? – seus olhos escuros brilhavam de tanto entusiasmo – eu posso ir junto? Por favor, May, por favor, por favorzinho!

MAY: Não – foi rápida – nós falaremos sobre assuntos de meninas, então nada do seu interesse.

MAX: Mas a Mi-chan vai estar lá May! Eu quero falar com ela! – seu olhar era quase impossível de resistir… quase.

MAY: Já falei que não. Você não pode ser tão grudento, senão a menina vai pensar que pode te explorar Max!

MAX: Mas eu não me importo de ser explorado pela Mi-chan May!

MAY: Já falei que não Max!

Ela saiu dali para tomar café da manhã, pois estava, como sempre, morrendo de fome, mas o irmão não desistiu de jeito nenhum e continuou atrás dela.

MAX: MAYYY! Por favor!

MAY: Não Max!

Eles chegaram à cozinha gritando e todos os olhares foram direcionados para eles.

MAX: Eu juro que me comporto Mayzinha! Eu juro! Eu não falo nada de ruim! Eu fico bem quietinho!

MAY: EU JÁ FALEI QUE NÃO MAX!

MAX: MAS EU JÁ ATÉ TE PEDI POR FAVOR!

MAY: E EU JÁ FALEI QUE NÃO!

MARY: Posso saber o motivo da gritaria? – perguntou calma, intervindo na briga dos irmãos.

MAY: Esse nanico quer ir comigo encontrar a Soledad! Vê se pode? Que coisa mais sem cabimento!

DREW: Eu não sabia que você iria encontrar-se com a Soledad amor.

MAY: Combinei com ela agorinha mesmo – falou animada, sentando-se ao lado do namorado.

Max sentou-se entre ela e Daisuke irritado.

YUKINA: O pirralho está assim só por causa dessa bobagem? – pergunta sínica.

MAY: Você não tem o DIREITO de chamar o meu irmão de pirralho… só eu posso fazer isso – falou com uma veia saltada na testa.

DREW: E eu – falou com um sorriso sacana.

MAX: Ninguém pode me chamar de pirralho – falou emburrado.

LUNA: Que coisa mais infantil – falou bufando.

MAY: Quem sabe é porque ele ainda é uma criança – murmurou ainda irritada.

MARY: Não vamos começar agora crianças.

DAISUKE: Eu não sou uma criança – falou emburrado.

MAY: Pois é… crianças não fazem o que você fez – murmurou mais para si mesma que para qualquer outra pessoa, mas Drew ouviu e não gostou nem um pouquinho.

DAISUKE: Falou alguma coisa May?

MAY: Nada não.

LUNA: Falou sim que eu ouvi. Fala aí nanico do irmão dela, o que foi que a May falou?

MAX: Eu não sou nanico! E eu não entendi o que ela disse e mesmo que tivesse entendido, não contaria pra você – falou irritado.

MARY: Não de bola pra essas provocações bobas Max. Você sabe o que é e é isso que importa – falou confiante para o moreno.

Ele sorriu para ela, mas Yukina deu um sorriso sarcástico para ele.

YUKINA: Você é nanico sim, sua própria irmã falou isso. E já que ela não permitiu que você fosse para o tal encontro com a amiga dela, presumo que nem ela mesma suporte a sua presença. Sua MÍNIMA presença – falou maldosa.

Mas antes que Max pudesse retrucar algo bem mal criado, quem falou primeiro foi May que por um milagre, acabou perdendo a fome.

MAY: Olha só… eu sei que você é prima do Drew e eu sei que ele é meu namorado, o que significa que temos certa proximidade… agora não pense que sou como você que não sabe apreciar a família maravilhosa que tem e eu não vou permitir que você fale com o meu irmão desse jeito. Eu não QUERIA mesmo que Max fosse comigo, pois eu e Soledad provavelmente não falaremos nada de interessante para ELE e eu o chamei de nanico sim, mas não foi com maldade como você. E quer saber de uma coisa? Eu perdi a fome. Vem Max. Vamos nos encontrar com a Soledad depois, JUNTOS, eu não quero que desaprenda tudo o que nossos pais nos ensinaram – ela falou firme, baixo e de forma tão fria que assustou a todos, inclusive Max que nunca ouvira sua irmã falar assim. – Amor, vamos dar uma volta por aí de noite eu o Max voltamos sim?

DREW: C-claro May – murmurou ainda assustado, correspondendo ao selinho que ela depositou em seus lábios.

MAY: Vamos Max. Tchau Dona Mary.

Ela saiu dali e Max logo correu atrás da irmã. Ela surpreendera até ele mesmo, mas gostou do jeito como ela o defendeu.

MAX: May! Por que você falou todas aquelas coisas? – perguntou com os seus olhos escuros brilhando de curiosidade e até mesmo, admiração.

MAY: Oras! Você é meu irmão Max e nenhuma patricinha metida a besta tem o direito de falar com você daquele jeito, ainda mais na minha frente – falou determinada e ambos foram até a pracinha.

MAX: Onde vamos almoçar May? – perguntou sentando-se em um dos balanços, enquanto sua irmã sentava-se em outro.

MAY: Ah. Vamos ir num restaurante por aí. Assim eu proveito e compro um presente pro Drew! E ficamos caminhando até umas 13h então vamos pro Centro Pokémon encontrar a Soledad e a Mi-chan – fala rindo.

MAX: Ok, ok. Sabe que horas são?

MAY: Umas 10h e 30min eu acho. Vamos fazer umas comprinhas!

Ela pegou na mão do irmão e ambos começaram a correr e compraram muitas coisas, desde lembrancinhas até roupas. A manhã passou rápida para eles e logo já estavam almoçando no restaurante.

MAX: Nossa! Nunca comprei tanta coisa na minha vida! Você é maníaca por compras May!

MAY: Está insinuando que sou cleptomaníaca Max? – pergunta com uma veia saltada em sua testa.

MAX: Não. Cleptomaníacas pegam as coisas sem pagar, mas você paga. Não sei da onde arranja tanto dinheiro, mas…

MAY: Eu tenho minhas economias pirralho.

Eles almoçaram assim, brigando e rindo. Logo acabaram e depois de May pagar a conta e eles pegarem suas compras, foram para a sorveteria.

Chegaram lá e viram Midori e Soledad os esperando. Ambas estavam tomando suco de laranja e conversavam animadamente até que Soledad vê os dois se aproximando e acena para que ambos as percebam.

Assim que chegam Soledad e May se abraçam.

SOLEDAD: May! Que saudades minha amiga! Como você tem andado? Max me contou que você e Drew estão namorando! Eu sempre soube que isso aconteceria! Eu falei pra vocês, mas quem me escuta? Ninguém! – falou rindo, ainda abraçando May.

MAY: A Soledad! Que saudades amiga – May ri – é sim, você sempre disse, mas o que eu posso fazer? Estou loucamente apaixonada! Ah! Essa é a sua irmãzinha? – ela sorri meiga para a menina e a mesma retribui.

SOLEDAD: É sim May. Midori, essa é May, uma amiga de longa data – fala sorrindo para a irmã.

MIDORI: Olá May!

MAY: Max tem razão… você parece um anjo – ela sorri meiga, vendo a menina corar violentamente com o elogio.

MAX: MAY! – reclama corado.

SOLEDAD: Midori também falou muito de você Max… mas deixando esse assunto de lado… o que tem dentro dessas sacolas? – pergunta curiosa.

MAY: Muitas compras, amiga! Vamos pro Centro Pokémon? Assim eu consigo lhe mostrar tudo o que quero!

SOLEDAD: Ótima ideia May!

Elas vão para o Centro Pokémon conversavam animadamente, mas Max e Midori estavam calados e ambos se encaravam com o canto do olho, mas sempre que o outro percebia, desviavam o olhar.

Eles chegaram rápido no Centro Pokémon e sentaram-se em uma das mesas, para conversarem um pouco mais.

SOLEDAD: Então quer dizer que você está morando com o Drew?

MAY: Estou!

SOLEDAD: UAU! E… antes que eu me esqueça… usem preservativos sempre! Não queremos uma surpresinha desagradável né?

May ficou parecendo um pimentão, enquanto Soledad ria e Max não sabia se ficava irritado ou começava a rir e fazer piadas… realmente era um dilema complicado.

MAY: S-soled-dad! A gente não faz essas coisas – murmura completamente corada.

SOLEDAD: Eu sei! Mas a sua cara foi IMPAGÁVEL!

Ambas começam a conversar animadamente, esquecendo-se completamente de seus irmãos e os deixando boiando de tão rápido que falavam, até que ambos desistiram de tentar entender a conversa e começaram a conversar entre si.

MAX: Sentiu minha falta Mi-chan? – pergunta sorrindo, fazendo a mesma apertar com força o copo de suco de laranja que estava à sua frente.

MIDORI: Por que eu sentiria? Além disso… pare de me chamar de Mi-chan!

MAX: Mas Mi-chan combina tanto com você – ele repete o que falou no dia anterior.

MIDORI: Mas você me irrita Max!

MAX: E eu posso saber o motivo?

MIDORI: Você… você… me irrita. Simplesmente isso.

MAX: Mas você tem que ter um motivo… Mi-chan.

MIDORI: PARA COM ISSO! – ela joga o líquido do copo em cima do moreno e corre pro quarto em que ela e Soledad estão ocupando no Centro Pokémon.

Imediatamente May e Soledad param a conversa e olham espantados para Max que as ignora e vai correndo atrás de Midori, deixando duas irmãs extremamente preocupadas e curiosas para trás.

MAX: MIDORI VOLTA AQUI!

Ele a encontra quase chorando no quarto de Soledad, mas assim que o vê limpa as lágrimas e o olha com raiva.

Continua…

Notas finais
Nossa coitado do Max, mas vamos fazer ele sofrer muiiiiiiiiiiiiitoooooooooooooooooo mais. Bom o trio estraga romance do Drew e da May, vão aprontar muiiiiiito. Mas a gente tem otimos castigos para eles.
Comentem, para deixar duas loucas felizes....Beijos, até o proximo capitulo!