Choose your words! - a Swan Queen challenge

4 Travesseiro – café – máscara – fotografia - bebê


Notas iniciais
Hi ^^ Essa aqui escrevi a especialmente para a Monique Tayah, com as palavras que ela escolheu haha Boa seleção hein?! xD Espero que goste Monique! o// p.s. (adoro máscaras *-* ) XOXO Fic by ThEvilqueen ;)

Travesseiro – café – máscara – fotografia — bebê

Regina acordou com os primeiros raios de sol entrando pela fresta entre as cortinas. Tentou se levantar, mas algo a impedia. Deu uma olhada para o lado e descobriu a causa: os braços de Emma a envolviam na altura da cintura. A loira parecia um polvo agarrado à prefeita. Ela revirou os olhos e tentou se soltar. Só piorou. Assim que percebeu a movimentação da outra Emma intensificou o aperto, fazendo a prefeita ficar quase sem ar.

– Pare de se mexer... – uma loira um tanto sonolenta balbuciou, os olhos ainda fechados.

– Emma, preciso me levantar...

– Pra quê..?? – continuou num tom arrastado. Regina nem tinha certeza se a loira estava de fato acordada ou num estado meio sonâmbulo – Hoje é domingo...

Regina lutava contra os braços fortes que a seguravam. Ela até gostava de dormir juntinho, mas a necessidade de certo espaço próprio gritava no momento. Aquele aperto já estava deixando a prefeita nervosa.

– Miss Swan.. Só porque é domingo não quer dizer que tenhamos que apodrecer na cama...

– Pare de se mexer... – Emma murmurou a mesma frase novamente e ai a morena se deu conta de que, de fato, ela não estava nem um pouco acordada.

Teria de dar um jeito naquilo. Estava quente. Ela queria levantar. Será que era pedir demais? Foi então que teve uma idéia. Retirou o travesseiro sob sua cabeça e foi tentando deslizar seu corpo para fora dali ao mesmo tempo em que introduzia o objeto em seu lugar. Não era brilhante. Mas o mais incrível é que deu certo. Logo ela estava parada ao lado da cama observando a loira agarrada ao travesseiro fofo e branco. Emma se aconchegou mais junto ao objeto.

– Ta vendo.. Não é... – Emma bocejou — Tão difícil assim...

Regina riu da cena. A loira tinha um jeito todo abobado, mas aquilo a encantava. As vezes era como se ela tivesse que cuidar de duas crianças, ao invés de uma. A xerife envolveu o travesseiro agora também com as pernas, do modo como costumava fazer com ela durante a noite. A morena sorriu e ajeitou uma mecha loira atrás da orelha da mulher. Com um beijinho na bochecha ela deixou Emma dormir mais um pouco e desceu para preparar o café. Logo Henry também acordaria e ela teria trabalho dobrado.

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– Emma... – ela chamou uma vez, balançando a loira – Emma...!

Não parecia adiantar. Droga! Essa mulher dorme como uma pedra! , pensou.

– Emma!!! – a morena quase gritou dessa vez.

Nada. Regina bufou e arrancou o travesseiro aconchegado na loira e usou o objeto para acertá-la na barriga.

– Aaau... – Emma finalmente abriu os olhos de leve. Parecia um daqueles pequenos filhotinhos de cachorro aprendendo a enxergar pela primeira vez – Por que está me batendo..?

– Porque te acordar de outra forma parece impossível.

Emma sentou-se na cama, muito, muuuuito lentamente, e cruzou as pernas. Apoiando as duas mãos nas coxas ela encarou a morena com aqueles olhinhos brilhantes.

– A gente precisa levantar agora..?

– A gente já levantou... – Regina corrigiu.

Ela odiava quando Emma fazia aquela cara. Ficava difícil negar as coisas. A loira fez um bico.

– Ah nem vem, Swan... Pode parar com isso, você não é mais um bebê...!

Percebendo que sua tentativa de “sedução” não ia colar naquele dia a xerife cruzou os braços sobre o peito.

– Ora..! Não sei pra que levantar cedo desse jeito!

– Emma, são quase onze e meia da manhã... Mais um pouco e nem precisaria de café, não acha??

A loira desviou seu olhar culpado. Ela gostava de dormir... Fazer o que? Por ela, o café da manhã poderia ser as nove, ao meio dia, ou às três da tarde. Contanto que tivesse o que comer (e já pronto) ela estaria feliz. Aparentemente Regina não compartilhava sua opinião. As coisas eram sempre muito “certinhas” com a prefeita. Mais alguns anos de casada e ela vai afrouxando a rotina... – pensou, rindo consigo mesma. Enquanto isso não acontecia ela achou mais seguro seguir as ordens da morena.

– Está rindo do que, Swan?

Opa... Tinha sido pega em flagrante.

– Nada não... – mentiu.

Regina ergueu uma de suas sobrancelhas daquele jeito, mas deixou essa passar.

– Venha. Vamos logo.

Emma fez uma cara de desanimo e deixou o corpo cair na cama, como se estivesse pesado demais para se mover dali.

– Nem vem Swan! Henry já acordou e agora ele é problema seu... Quem mandou incentivar...

A loira ergueu a cabeça para encarar Regina.

– Ainda com aquele complexo de Batman?

A prefeita assentiu com uma cara de desgosto engraçada. Emma riu.

– Não sei onde você estava com a cabeça...

– Ora, eu só comprei alguns quadrinhos pra ele, qual o problema?

Qual o problema? – Regina tirou sarro – Como se não conhecesse a cabecinha e a mente imaginaria do seu filho...

– Ué, ele é filho da rainha má, neto da Branca de Neve e do Príncipe Encantado.. Todo mundo que ele conhece faz parte de um mundo fantasioso... Por que ele não pode querer ser o Batman??

A prefeita franziu a testa.

– Sério, Swan..?

– Olha aqui, o Batman é um cara muito foda, tá?

O tom de Emma foi engraçado e fez Regina rir.

– Ta certo... Você tem cinco minutos.

Emma assentiu e Regina deixou o quarto, em direção a cozinha. Cabia a ela agora a tarefa de levantar o “homem morcego” e levá-lo para tomar café. Ela saiu da cama com certa dificuldade e antes de sair do cômodo, deteve-se por um instante de frente para a cômoda ali perto. Pegou o porta retrato e admirou a fotografia que estava contida nele. Sorriu. Sua família agora estava completa e ela se sentia feliz como nunca antes. A foto que havia tirado com Regina alguns meses antes expressava todo aquele sentimento. Estava estampado no rosto de ambas. O tão esperado final feliz finalmente havia chegado.

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Emma entrou no quarto do garoto. As cortinas estavam fechadas e não tinha sinal nenhum de que Henry estivesse acordado, como Regina havia relatado. A forma do garoto adormecido, porém, podia ser vista coberta pelo edredon (agora também do Batman). Henry havia feito a loira comprar para ele, o vício estava começando a ficar grande. Emma riu. É... Talvez devesse ter pensado um pouco mais antes de comprar aqueles quadrinhos pra ele. A xerife se aproximou da cama e tocou o filho, sacudindo-o de leve.

– Henry...

Foi ai que ela notou algo estranho. Estava um pouco “macio” demais para ser o garoto. Só que ela percebeu isso um pouco tarde demais. O garoto saltou do outro lado da cama, caindo sobre a mãe, que levou um baita susto.

– RÁAAAA!! – ele gritou enquanto pulava.

Emma rolou no chão com o menino em cima dela.

– Te peguei direitinho, não foi?? – Henry continuou, sorrindo de orelha a orelha.

É. Ele tinha enganado a mãe na mosca. Emma não conseguiu evitar e teve de rir. Ela percebeu então que ele não estava usando os pijamas, como de costume. Ao invés disso... Ah não... O uniforme do Batman não... Henry se sua mãe te pega com isso logo de manhã eu sou uma mulher morta... – pensou. O garoto pareceu ler seus pensamentos. Antes que ela pudesse então impedi-lo, ele se levantou e correu para fora do quarto, com um sorriso encrenqueiro no rosto. To ferrada...

– Henry!! – ela gritou, perseguindo o filho escada abaixo – Volta aqui!! E TIRA JÁ ESSA MÁSCARA!!

Notas finais
E ai? O que achou ? +_+ Simples mas a ideia veio na minha cabeça na hora quando li "mascara" kkkkkk Bom, espero que tenha gostado =) o// Deixem a de vocês galera!