Choose your words! - a Swan Queen challenge
34 Sueter - foto - twitter - valentino - ataque anafilético
Notas iniciais
Storybrooke amanhaceu toda decorada, no seu feriado mais importante. Regina acordou de bom humor, e estava preparando o café da manhã de sua família, olhando uma linda foto ds três que decorava o ambiente.
No andar de cima, Emma havia acabado de acordar e trombou com Henry no corredor. O garoto trazia um pacote.
–Bom dia, kid.
–Bom dia, mãe.
–Que é isso? — ela apontou o pacote.
–O presente da mamãe. — ele respondeu calmamente.
–Presente? — o rosto da xerife ficou pálido — Presente de quê? Que dia é hoje?
–Dia das bruxas.
–... Ela... gosta de receber presente no dia das bruxas?
–Ela gosta de receber presente qualquer dia. Já que é o dia dela...
–E o que você comprou?
–Um suéter personalizado RubyValentino.
–Que chique!
–E você vai dar o quê pra mamãe?
Emma parou e pensou. Sendo feriado, não haviam muitas opções.
–Nem te conto, garoto. — ela respondeu.
–Isso quer dizer que vou ter que dormir na casa da vovó de novo? — ele já estava acostumado.
–Provavelmente...
–Eu tentei te avisar para você COMPRAR alguma coisa.
Ele desceu a escada, seguido pela loira, e foram para a cozinha.
–Bom dia! — a prefeita os recebeu com um largo sorriso e dois deliciosos pratos de café da manhã.
Regina colocou os pratos na mesa. Henry ganhou um beijo no rosto e foi sentar-se, colocando o presente no balcão. Assim que o garoto se afastou, antes que a prefeita pudesse alcançar a caixa, Emma puxou-a e deu-lhe um beijo.
–Hm... — a prefeita passou os braços envolta do pescoço da loira. — Começou bem!
–O quê você quer fazer hoje? — Emma sorriu.
Regina sorriu de volta.
–Eu quero pedir doce. — Henry informou, degustando calmamente seu café da manhã.
–Vamos todos pedir doce! — Regina estava muito feliz. — Vou buscar minha fantasia... — ela se retirou.
Assim que a prefeita saiu, Emma sentou-se para comer com o filho.
–Você não me avisou! Não tenho presente nem fantasia!
–Eu te mandei DM no twitter! — ele se justificou.
Emma pegou o celular para conferir.
–Droga, eu não vi.
–Se quiser sair correndo pra procurar alguma coisa eu invento uma desculpa pra você. — ele continuou comendo calmamente.
–Muito obrigada! — Emma terminou de comer, deu um beijo na testa do filho e saiu correndo.
Regina desceu alguns minutos depois.
–Ué, onde foi sua mãe?
–Ela... foi comprar outro presente pra você, além do que ela já tinha comprado, porque ela teve muitas ideias de presente e achou que um só não bastava.
–Own... que linda... — ela abraçou o filho — Ela nem sabia, né?
–Eu tentei avisar... eu juro que tentei... — de algum jeito, ele sabia que a mãe estava sorrindo.
***
Enquanto isso, Emma corria pela cidade em busca de uma fantasia e um presente, quando seu celular tocou. Era uma mensagem de Henry. "Compre 2 presentes. Pelo seu bem." A situação da xerife não estava melhorando. Depois de alguns minutos andando, perdida, procurando... resolveu entrar no Granny's para fazer uma pausa.
–O que eu dou pra ela, o que dou pra ela, o que dou pra ela... — Emma se acomodou no balcão, martelando a cabeça com as mãos.
–Uma tórrida noite de sexo. — Granny interrompeu.
–Oi?
–Uma torrada no capricho! — a senhora ofereceu, pondo um prato na frente da loira.
–Ah, obrigada. — ela aceitou, mordendo um pedaço.
–E dê uma tórrida noite de sexo pra ela, por que não? A menos que você esteja falando de uma criança...
–É pra Regina.
–Argh!
–Não fale assim, da Regina, ela é legal.
–Aham, sei... pensando bem, dê a ela uma tórrida noite de sexo sim. De preferencia começando o mais cedo possível, lá pelas seis horas.
–Por quê um horário tão especifico? — Emma desconfiou.
–Se não fizer mais perguntas a torrada sai de graça.
Emma refletiu por um momento.
–Okay. — a xerife terminou a torrada e saiu.
Mesmo assim, ainda teria que procurar um presente palpável para a prefeita. Continuou sua caminhada até trombar com sua mãe na rua, carregando seu irmão, ironicamente nomeado em homenagem ao seu ex.
–Emma, por que está tão agitada?
–Tenho que comprar um presente pra Regina, mãe!
–Ah, filha, deixa isso pra lá e vem queimar o busto de madeira dela com a gente!
–O quê?
–Não é hoje dia das bruxas? O que a gente faz com as bruxas? Queima! Você não recebeu o convite?
–Que convite? — Emma estava chocada com essa nova informação.
–Era segredo, Snow! — Leroy passou atrás da moça, levando uma caixa com lascas de lenha.
–Enfim, — ela ignorou o homem completamente — aqui está o convite com a localização secreta da fogueira, venha se juntar a nós se quiser!
Snow entregou-lhe um papel e seguiu seu rumo. Emma olhou para os lados ainda tentando pensar num presente, mas só viu Regina, pedindo doces com Henry, vindo em sua direção. Rapidamente a xerife rasgou o convite e colocou um pedaço de papel sobre um olho.
–Oi, amor! — a prefeita cumprimentou. — Cadê sua fantasia?
–Ah! Eu sou a Mamba Negra.
–Quem?
–A enfermeira do Kill Bill...
–Mas essa roupa não é de enfermeira.
–...a paisana.
Regina não estava para gracinhas hoje.
–E sua fantasia é o quê? — Emma perguntou para desviar a atenção.
–Não reconhece? — ela mostrou um acessório metálico no braço — Witchblade.
–E você, henry, está de quê? — ela notou que o garoto estava de terno.
–Prefeito Henry Mills, obrigado. — ele disse serio. — Podemos almoçar agora?
–Okay...
As duas mães levaram o garoto ao Granny's, que não estava longe. Regina notou varias pessoas circulando com caixas cheias de lascas de madeira. Entraram.
–O que são essas lascas de madeira? — Regina perguntou abertamente.
–São para a estátua que vamos queimar. — Mary Margaret, que estava de costas, respondeu. E ao se virar deu de cara com a prefeita. — Oh...
Todos os cidadãos no recinto ficaram imoveis, amaldiçoando a professorinha mentalmente.
–Que estátua? — Regina tinha um sorriso levemente alterado no rosto.
–Ah... — Mary Margaret, assim como todos em volta, estava sem resposta.
–Da Zelena! — Emma se prontificou — Que era uma bruxa má, e um simbolo desse estereótipo incorreto que assombra nossa sociedade até hoje.
Silencio.
–Okay, — Regina sorriu mais naturalmente — vamos queimar então! — a bola de fogo se formou entre seus dedos.
–Não, amor... — Emma abraçou a esposa lentamente tentando acalma-la — é só de noite, tem que esperar.
–Oh... — ela apagou a bola de fogo que estava deixando todo mundo desconfortável, escondidos atras dos moveis. — Então vamos almoçar.
Enquanto Regina e henry se acomodavam, Leroy se aproximou de Emma.
–Salvadora. Eu pensei que você tivesse vindo para nos proteger da rainha má, mas é bom ver que você também pode nos proteger da sua mãe.
–Imagina, se a Regina descobre ela tem um ataque anafilético.
–Um o quê?
–Uma mistura de choque anafilático com ataque epilético.
–Nem me fale.
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