Choose your words! - a Swan Queen challenge

15 Rebeldes - medico - pirulito - sangue - pai


Notas iniciais
Bem-vindos a "Regina depois do dentista". Não sei porque comecei a basear enredos em virais u_u Vivam com isso. Fic pra Queen /o/ Fic by And-chan o.ov

–Miss Swan, — O dentista se aproximou. — Sua esposa está bem, e já pode ir pra casa.

–Ah, que ótimo. — A xerife se levantou — Vem, Henry, vamos buscar sua mãe.

–Devo avisa-la que ela ainda está sob efeito da anestesia! — O dentista alertou antes que deixassem a sala de espera.

–Como assim? Ela está dormindo? — Emma se virou.

–Não, mas pode parecer confusa... dizer e fazer coisas que normalmente não faria... tenha paciência, deve passar em algumas horas.

–Ah, sim, obrigada. — Emma e o garoto trocaram um sorriso malicioso.

–E evite balas e alimentos muito duros! — O doutor finalizou enquanto os dois se dirigiam a sala de recuperação.

***

Emma e Henry entraram sem saber o que esperar, Regina estava sentada calmamente olhando a janela. Emma se aproximou.

–Regina? Tudo bem?

Mas a prefeita nem se virou, continuou apenas olhando a janela. Henry e a mãe trocaram um olhar preocupado.

–Mãe? — O garoto tentou mas não conseguiu a atenção da mulher.

–Aquele pássaro — Regina finalmente se manifestou. — Me disse que é Jesus.

Emma rapidamente abraçou Henry tentando abafar o riso no ombro do garoto, que estava tendo igual dificuldade.

–Tá bom, querida, — a xerife se recompôs. — vamos pra casa.

Emma passou um braço por trás da rainha e tentou guiá-la, mas Regina deu um pulo pra trás.

–Isso é assedio sexual, moça, vou chamar a policia!

–Aiai... — Emma mostrou a estrela de xerife.

Regina olhou pra estrela, e pra Emma, e pra estrela de novo, e finalmente pra Emma.

–... Isso é abuso de autoridade! — Regina disse quase chorando.

–Não, calma amor, vem cá. — Emma tentou abraçar a mulher mas levou uns tapinhas no braço enquanto a outra se encolhia na cadeira. — Regina, presta atenção. — Emma segurou o rosto da prefeita. — Ta vendo esse anel aqui? — Ela mostrou a própria mão e a de Regina, que tinham anéis iguais. — Eu sou sua mulher, e esse é o nosso filho.

Emma puxou o garoto, que acenou com um sorriso no rosto. Regina passou a mão no cabelo do menino, e olhou pra Emma.

–É... — a rainha se acalmou. — Ele parece comigo. — E abraçou-o.

Emma esfregava os olhos lentamente, tentando não rir.

–Você é tão lindo! — Regina sorria e sacudia o garoto como um brinquedo.

–Mãe, me ajuda. — Ele estava ficando cansado.

–Tá bom, vem amor — Emma puxou o braço de Regina.

–Espera, — Henry estava livre finalmente. — eu quero pirulito.

–O quê? — Emma já estava impaciente.

–Eu também quero pirulito! — Regina deu um sorriso e pôs a mão no ombro do garoto.

–Só o que me faltava, a gente compra no caminho. Vamos. — Emma se virou.

O menino fez uma cara triste e pegou a mão da prefeita.

–Vem, mãe. — Ele chamou.

Regina largou a mão do menino.

–Não, aquela — ela indicou Emma — é sua mãe, Luke, eu sou seu pai. — Ela disse seria.

Henry parou por um momento, e caiu de joelhos no chão.

–Nããããããããããããoooooo... — Ele gritou levantando o braços.

–Hahahahahahaha... Tan, tan, tan, tan, taran, tan, taran... — regina saiu marchando atras de Emma, que estava conversando com o medico.

–Então, o senhor tem alguma coisa pra nocautear a minha mulher? Vai dar menos trabalho...

–Que é isso, Miss Swan, daqui a pouco passa... — O medico tentava apaziguar.

–Então vou levar isso. — Emma arrancou dois pirulitos que estavam despontando no bolso do médico, que não se opôs. Vamos. — Ela catou o filho que estava rolando de rir no chão e puxou Regina pelo braço.

–Moça, você é muito agressiva! — Regina tentou protestar mas foi distraída pelo pirulito dado por Emma.

–Não pode morder, viu? Você ainda tá dodói. — Emma advertiu.

–Aham. — A rainha concordou sem prestar muita atenção. — Tchau, mãe! — E acenou para o médico.

***

No carro, Emma estava dirigindo enquanto seus dois bebês consumiam seus pirulitos calmamente. Em dado momento, Regina abriu o teto solar e subiu no banco pra tomar vento lá fora.

–Amor? — Emma tentou olhar pra cima, sem perder o foco na estrada mas prioridades são prioridades. — Que cê tá fazendo?

A rainha, ainda com o pirulito na boca, acenava pra pessoas na rua.

–Meus fãs! — Regina respondeu alegremente.

Emma notou as pessoas lá fora olhando.

–Henry, tira sua mãe daí antes que alguém tire fotos pro jornal.

–Mãe... — o garoto foi ignorado, mas logo teve uma ideia. — Pai! Os rebeldes estão atacando.

A expressão de Regina se converteu em fúria.

–Vou matar todos! — Ela esticou os braços na direção da rua, enquanto as pessoas corriam em pânico.

–Henry, seu coiso, se ela fizer magia as pessoas vão morrer de verdade! Regina! — Emma parou o carro bruscamente e puxou a mulher de volta pela cintura.

Infelizmente a rainha bateu a cara no teto solar na volta, e agora tinha filete de sangue escorrendo do nariz.

–Você me machucou. — Regina começou chorar quando tirou os dedos sujos de sangue do rosto.

–Descuuuuuullllpaaaaaa... — Emma dirigia desesperadamente com uma mão no volante e a outra segurando o nariz da prefeita.

Henry estava chatiadíssimo, deitado no banco de trás.

Chegando em casa finalmente, Emma guiou Regina até o quarto, onde a rainha eventualmente dormiu após algumas horas. Henry ficou encarregado de fechar as portas pelo caminho.

***

Na manhã seguinte, Regina acordou, e o estranho gosto em sua boca a fez lembrar que estivera no dentista, sabe-se lá quantas horas atras.

–Emma...? — Ela tateou pela cama mas não encontrou ninguém.

O quarto estava iluminado pelo sol da manhã. A rainha se levantou e caminhou até o banheiro, tentando organizar os pensamentos.

–Bom dia. — Emma estava lá.

–Bom diaAhh! — Regina levou um susto ao ver seu reflexo no espelho.

–Calma, eu posso explicar. Faça uma pergunta de cada vez.

–Meu rosto... — Se referindo ao inchaço e outras marcas.

–Parte é da cirurgia, parte você bateu a cara no carro no caminho de volta, mas não quebrou nada, tá tudo bem. — Ela observou Regina olhando as mãos. — O sangue é do seu nariz, que mais uma vez, não quebrou.

Regina se virou furiosamente pra Emma e apontou o próprio rosto.

–Esse bigode você mesma desenhou, disse que combinava com sua personalidade. Não é caneta, é lápis de olho, sai com água.

–... Essa cueca de Star Wars que estou usando... -Ela olhou pra baixo preocupadíssima. — é do Henry?

–Não, você comprou na internet como encomenda expressa e veio em 2 horas, você vestiu assim que chegou e me chamou pra construir um império de travesseiros. Logo antes de você tirar a blusa e desmaiar, o que conclui a noite de ontem.

Regina era a representação física da vergonha.

–Henry...?

–Ele está bem, está no quarto dele, não viu nada disso que te contei, eu te tranquei aqui.

–... Tem mais alguma coisa que eu deva saber?

–Melhor não. — Emma se levantou a abraçou Regina.

A rainha revirou os olhos.

FIM

Notas finais
Viram? Estou melhorando. Seria muito importante pra mim que vocês não parassem com os pedidos, por favor, mesmo que a gente demore muito pra atualizar. Até a próxima o/