Choose your words! - a Swan Queen challenge

1 Corrente - Capacete - Janela - Esmalte - Projetor


Notas iniciais
Oiii pessoal xD Eu sei, eu sei.. Já tenho três fics que ainda estão em andamento e preciso atualizar regularmente e estou aqui com mais uma... Mas então.. Na verdade, isso aqui não era uma ideia original de fic. É apenas algo que eu e minha amiga costumamos fazer por hobbie pessoal xD (ou seja, quando estou descansando um pouco, tirando um tempinho de escrever aqui... eu acabo escrevendo, mesmo que em outro lugar kkk) Bom, como as historias são curtinhas, não vai atrapalhar no desenvolvimento das outras fics, prometo =)Vamos lá então o/ Como funciona... a gente faz isso a um tempão e de repente tive a ideia de compartilhar e dar a opção de vocês participarem mais ativamente nas histórias que são escritas *-*Nós escolhemos, sorteamos na verdade, cinco palavras aleatórias. Geralmente abrimos o dicionario e pegamos as primeiras que o dedo aponta kkk Pra ficar bem espontâneo =) Depois, escolhemos um gênero... basicamente, todas as nossas são "comédia" mas se quiserem, ao deixar um pedido, podem escolher o seu próprio =) Depois disso, uma historia Swan Queen deve ser montada em cima do tema e utilizando todas as cinco palavras delimitadas xD É divertido e por muitas vezes desafiador! (sério tem palavras que não ajudam kk) E então? Prontas para ler? São fics bem curtinhas e situações geralmente cotidianas, mas sai alguma coisa engraçada e legal de vez em quando kkk Deixem seus comentários! E pedidos! Podem escolher ou sortear as palavras e ficaremos felizes em compartilhar nossa brincadeira com vocês! ^^ p.s. o título do capítulo vai sempre ser as cinco palavras escolhidas da história xD fic by ThEvilqueen ;)

Emma passou correndo pela porta de uma casa abandonada bem a tempo de se esconder de uma flecha que voava em sua direção.

– Regina! Vem logo! – ela acenou para a mulher do lado de fora.

Regina repetiu o movimento.

– Que grande idéia hein, Swan! Que diabos de jogo é esse?

Emma deu-lhe um sorriso sarcástico, quase malicioso.

– Que foi, Madam Mayor? Achei que as rainhas não tivessem medo dessas coisas... Ta com medo de estragar o esmalte?

– Na verdade, só pra sua informação, eu fiz a unha sim! E você vai pagar uma nova ida à manicure. E continuando, eu não estou com medo! Só não é o tipo de esporte que mais me agrada...

– Ora Regina.. Pense nisso como uma partida de paint ball... Só que mais medieval

– Ta... Acha que não sei que isso é uma grande desculpa pra me ver vestida com essa armadura?

Emma engoliu a mulher com os olhos. Na verdade, era sim. E também para poder lutar um pouco, mesmo que de mentirinha. Tinha pegado gosto pela coisa com tudo o que vinha ocorrendo na já não mais tão pacata Storybrooke.

– Ah ta.. E acha que eu não sei que só topou porque era uma grande oportunidade pra você poder dar umas espadadas no Neal?

O sorriso malicioso veio agora de Regina.

– Certo... Vamos dar uma trégua. Precisamos trabalhar juntas ou não vamos derrotar aqueles dois.

Como em resposta àquilo, Henry apareceu ao longe e atirou uma flecha que caiu bem próxima a elas, passando pelo vão da porta.

– Ok.. Vamos ver o que temos aqui – Emma se apressou e vasculhou o aposento abandonado com os olhos, procurando por qualquer coisa que pudessem usar.

Achou um capacete jogado por ali e o colocou na cabeça.

– Toma! – estendeu o objeto para que Regina o pegasse.

– Uma corrente?? Sério Swan??

Emma deu de ombros.

– Ué, melhor que nada..

Regina pegou a corrente a tempo de ver Neal invadindo a casa, balançando sua espada no ar.

– Corre! – a loira gritou.

Henry entrou logo atrás, com o arco em mãos.

– Vamos pai! Agora elas não escapam!

As mulheres correram até o outro cômodo da casa abandonada, o dois quase em seu encalço.

– Regina! A janela!

Uma janela com alguns poucos resquícios de vidro quebrado ainda presos na madeira era a única saída dali.

– Que quer que eu faça??

– Sente e penteie os cabelos... O que você acha??! Pula logo!

Neal e Henry chegaram ao quarto. Regina não teve escolha.

– Swan...! Você me paga por essa!

Regina se jogou contra a janela, acabando de quebrar o que restava da estrutura de madeira. Ela aterrissou no chão do outro lado e Emma logo a seguiu. Regina tinha terra por todo o corpo e algumas folhas no cabelo agora ligeiramente desgrenhado. Não fosse a situação (e a raiva já aparente da prefeita) Emma teria se divertido até com a cena.

Henry e Neal não perdiam tempo. Pareciam bem dispostos a vencer a batalha. Emma avaliou o local.

– Ali! Vamos para detrás daquela colina!

Elas correram para se esconder, mas Regina já estava ficando cansada daquela estratégia. Não que o jogo em si fosse de todo atraente a ela, mas a idéia de perder para Neal não a agradava nem um pouco.

– Vamos armar uma emboscada... – ela cochichou no ouvido da loira – Eis o que vamos fazer...

Ela explicou o plano rapidamente para Emma. Elas então se dividiram. Neal e o garoto logo chegaram ao outro lado da colina e para sua surpresa, ao invés de correr deles, Emma passou como um raio por entre eles. Passado o desentendimento inicial, os dois seguiram a loira, sem nem ao menos se perguntarem onde estava a prefeita. Emma correu por entre as árvores, desviando-se de uma ou outra flecha atirada por Henry. Já estava ficando difícil e Neal estava quase chegando até ela. Por sorte o local combinado estava perto. Mais uma, duas, três árvores... Finalmente. Emma forçou o corpo um pouco mais e passou o quarto tronco de madeira. Neal estava agora a centímetros dela, mas assim que a loira ultrapassou o carvalho e ele a seguiu, o homem sentiu seu corpo se abalar e ele foi ao chão. Henry que vinha logo atrás assistiu a cena, mas não teve tempo de brecar. Foi questão de segundo até ele próprio estar estirado em meio à grossa camada de folhas no solo, o corpo de Regina em cima do seu. Emma voltou até eles e abriu um largo sorriso. Neal estava jogado na terra, as correntes presas e envolvendo suas pernas. Henry tinha sido subjugado pela rainha.

– Acharam mesmo que iam nos vencer? – Regina sorriu vitoriosa – Meus queridos... Uma rainha nunca perde. Ninguém ensinou isso a vocês?

Henry riu e Neal também não conseguiu se manter fora dessa. Regina se ergueu e estendeu a mão para o filho, ajudando-o a ficar de pé novamente. Emma embainhou a espada. O jogo havia acabado.

– Hey! – Neal gritou quando percebeu que eles começavam a caminhar para longe dali – Ninguém vai me ajudar aqui??

Regina se voltou para o homem ainda estirado ao chão. Um sorriso maldoso se formou nos lábios da morena.

– Se me lembro bem... Você me atingiu mais cedo com isso.. – ela apontou – que chama de espada... Agora, sofra as conseqüências. Vai ter um tempo para pensar em repetir alguma vez o que fez, antes de conseguir se soltar.

Não era uma ameaça real ou rancorosa, mas a prefeita aproveitava as oportunidades que tinha. Neal riu inconformado.

– Nunca perde a majestade né?

– Você nem imagina – Regina piscou sarcasticamente para ele.

A morena então se juntou aos outros dois que riam mais a frente e eles caminharam para fora do estúdio. O projetor foi desligado e o cenário voltou a ser apenas uma sala ampla e vazia. Neal, no entanto, continuava da mesma forma. Tentando se soltar o mais rápido possível para não perder o jantar no Granny’s ele ainda ouviu a gargalhada da prefeita ao longe.

Notas finais
E ai? Curtiram? São curtinhas, mas trabalha a imaginação pra colocar essas palavras num contexto kkk Gostaram? Deixem as suas palavras! Escreveremos uma historia pra vocês *-*