Choose your words! - a Swan Queen challenge

10 Celular – gato – coração – calcinha - estrelas


Notas iniciais
Fic Yuri o/ Black Rose, desculpe a demora XD Mas aqui vai mais uma especialmente pra você *_* Não é cômica ao todo, mas tentei te divertir e algumas partes XD Primeira fic ligeiramente hot pra vocês ;) Espero que goste ! ^^ Beijooos Fic by ThEvilqueen ;)

A festa de bodas do casal Charming seria na cabana da floresta. A família Mills adentrou o recinto e logo Regina torceu o nariz.

– Eu te disse que ainda não ia ter ninguém... – reclamou.

– Ué.. – a loira retrucou tentando justificar seu ponto de vista – Está marcado para as oito. E já são oito horas.

Regina revirou os olhos.

– É.. Só que ninguém chega nas festas na hora exata, Swan.

Henry ali ao lado só ria. Essas pequenas “disputas” eram frequentes, e pra falar a verdade, praticamente uma marca do relacionamento das duas. Mas não eram maldosas (pelo menos não muito) e ele até se divertia com as briguinhas.

– Ah relaxa Regina... – Emma deu de ombros – A gente pode ir ajudando com as coisas...

E é exatamente isso que eu queria evitar.. – ela resmungou baixinho, fazendo o filho rir ainda mais.

– Seja boazinha.. – Emma beliscou seu braço.

A loira tratou logo de se retirar de perto da outra antes que ela tivesse tempo de reagir. Regina apenas se limitou a seguir a mulher, com os olhos cerrados.

– Ora.. Eu sempre sou legal..

Henry, ainda com um sorriso largo no rosto, puxou a mãe e eles foram se juntar aos demais organizadores da festa.

Com mais três pares de braços para o trabalho ao ambiente não demorou a ficar perfeitamente decorado. Os convidados chegaram (entre trinta e quarenta minutos depois) e Regina fez questão de lançar um olhar de “eu não te disse?” à loira. Emma apenas riu e abraçou a morena por trás. Era sua jogada tática de quando as coisas estavam pesando pro seu lado e ela não queria ter de iniciar uma conversa sobre aquilo. O que incrivelmente funcionou mais uma vez. Regina pouco a pouco foi soltando a tensão do corpo e se liberou para curtir a noite. As coisas com a sogra não eram e talvez nunca chegassem a ser um conto de fadas, mas não estava tão ruim assim ultimamente. Dessa forma ela decidiu que aproveitaria a festa.

Ruby passou por ali servindo taças de champanhe e vinho. Emma aceitou o vinho e Regina encarou a bandeja por algum tempo até a própria loira recolher uma delas para ela.

– Ah vai Regina... – ela estendeu o objeto para a morena – Anda, você sabe que minha mãe não gosta de whisky. É isso ou nada.

A prefeita recolheu a taça meio a contragosto, mas tratou de levar o liquido a boca. Bebeu três grandes goles de uma vez.

– Já era de se imaginar né...

Emma grudou mais uma vez na morena, mas o celular vibrou em seu bolso, impedindo a loira de concluir seu movimento.

– Quem é?? – Regina virou-se para encarar a loira com uma cara não muito boa.

– Err... – ela checou o visor – É o Neal...

Regina cruzou os braços.

– O que esse pamonha quer com você??

Emma deu de ombros.

– Alô..? – ela iniciou a conversa.

Regina ficou do lado só encarando. A taça de vinho foi logo consumida por inteiro e ela traçou outra que estava por ali no caminho.

– Ah sim, sim... Ele está aqui e .._ — a xerife foi interrompida pela pergunta da mulher.

– E ai?? – Regina não estava nada paciente com essa situação – O que ele quer?

Emma tapou o microfone do aparelho com uma das mãos.

Quer saber se o Henry está aqui com a gente já...

Não..!! Deixamos ele sozinho pra botar fogo na casa..! – pensou, revirando os olhos. Sem pedir permissão então, ela arrancou o tal celular da loira.

– Alô. Está sim. O Henry está conosco, o que devia ser óbvio.. E não precisa engasgar, sim é a Regina. Agora vá curtir essa sua vida miserável e pare de ligar pra minha mulher..!

“Click”. Quem engasgou ali foi Emma. Com os olhos arregalados ela encarou a morena lhe entregar o aparelho na maior calma. Como se nada tivesse acontecido.

– Ahn.. Regina...

– O quê?? – a prefeita se virou – Achou ruim??

– Não, não.. – Emma ergueu os braços – Só... Ahn... Não acha que foi um pouco.. Rude demais...?

E com esse infeliz comentário ela ganhou aquele olhar detonador da prefeita.

– Emma, ta óbvio que esse cara só está te enrolando pra puxar assunto. É melhor você cortar isso. Ou eu farei. E ai nós duas sabemos que, com certeza, não vai ser do jeito “educadinho”. Nem seguro.

Emma teve que rir. Ataque de ciúmes da prefeita não era uma coisa que se via todos os dias. Talvez o vinho estivesse começando a fazer efeito.

– Já te disse o quanto fica fofa com essa carinha zangada..? – ela se aproximou.

– Nem vem Emma... – a morena tentou se desvencilhar, mas seus sentidos já começavam a dizer o oposto. Portanto o “sai pra lá” foi mais algo do tipo “ cola logo aqui em mim”.

Emma sorriu maliciosamente ao notar os pensamentos da prefeita.

– Vem... – ela a puxou pelo braço – Vamos dar uma voltinha.

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Elas deixaram a cabana para respirar um pouco do ar noturno. O local já estava lotado e a música tocava alta. Praticamente Storybrooke inteira estava presente e a diversão não parecia ter hora para terminar. Apesar da agitação da festa, ali de fora estava fresco e uma brisa noturna agradável soprava fazendo os cachos loiros dançarem no ar. As estrelas tingiam o céu com um mar de pontinhos brilhantes. Emma encontrou uma árvore ali próxima para se recostarem. Não estava longe e dava pra elas acompanharam o andar da festa dali. Regina foi logo se apoiando contra o tronco. Já estava na quarta ou quinta taça de vinho, e sempre que levava o cristal à boca, bebia goles generosos do líquido tinto. Emma sorriu ao notar o estado em que a morena estava prestes a ficar. Ela sabia muito bem como era. Não demoraria muito para a “Evil Regina” aparecer. Dito e feito.

– O que tanto encara..? – Regina jogou verde, mordendo o lábio inferior – Vê algo de que gosta?

Emma alargou o sorriso e deixou seus olhos percorrerem todo o corpo da prefeita, pela primeira vez na noite sem se preocupar em ser “discreta”. Regina estava linda. O vestido preto colado. O decote generoso. Era difícil não encara-la a noite toda. Mas Emma percebeu que poderia fazer mais do que simplesmente encarar. Já cansada de ser “violentada” de longe, Regina puxou a loira pelo colarinho e a trouxe de encontro a ela. Ela iniciou um beijo quente e intenso, o gosto do vinho atiçando ainda mais as duas mulheres ali envolvidas. E então de repente, elas ouviram algo. Um farfalhar nos arbustos ali perto. Regina afastou Emma de si e quando a sombra surgiu, quase caiu de susto.

– AH!! – ela deu um pulo para trás. Quando viu, porém, do que se tratava de fato, rasgou o verbo. (Resumindo brevemente essa passagem, para não ficar muito violento : — Filho de uma p*ta!!

Emma gargalhou alto. Era apenas um gatinho preto, mas aquela “fera” tinha feito a prefeita levar um susto daqueles. Já diriam os sábios: só teme aquele que tem algo a esconder. Disposta a brincar com a situação e provocar a morena como muitas vezes ela já tinha feito com ela, Emma decidiu levar a coisa a um nível mais... Elevado. Regina não era exatamente a maior fã de “exibições em público”. Bom, pelo menos não quando a coisa era com ela. No que se referia à xerife, essas regras não pareciam se aplicar. Ela sempre estava envolvendo a loira em situações constrangedoras e “perigosas”. Uma vez a prefeita fez questão de lhe roubar um beijo na frente de todos no Granny’s só pra provocar a mãe de Emma. Mas hoje... Hoje a loira daria o troco.

– Calma Regina... Foi só um gatinho.

– Odeio gatos... – ela respondeu, tentando se recompor.

Emma então aproveitou a brecha e se aproximou novamente.

– E gatas..? – provocou, sussurrando no ouvido da morena.

Regina sentiu a respiração da loira em seu pescoço e a proximidade dos lábios da xerife com sua pele a fez arrepiar. Emma forçou a morena contra a árvore, prendendo-a entre ela e o tronco. Apesar de já estar ligeiramente (isso era o que ela achava) de fogo, a prefeita ainda conseguiu prever a situação. Elas estavam a poucos metros da cabana e a luz ainda conseguia chegar, mesmo que fraca, até aquele ponto. Sendo assim, qualquer um que olhasse com atenção naquela direção poderia ver a cena.

– Emma... – ela advertiu – Nós não podemos.._ Hunf.. – interrompeu a própria frase para soltar um suspiro.

Emma já nem ouvia suas palavras. Atacava agora o pescoço da prefeita com voracidade. O álcool deixava seus sentidos entorpecidos e ela já não tinha controle sobre a força dos movimentos. Nem Regina. Mas algo lhe dizia que marcas e hematomas apareceriam por ali no dia seguinte. Emma segurava forte sua cintura enquanto distribuía beijos e mordidinhas em toda aquela região. O coração da prefeita já estava começando a bater em ritmo acelerado, acompanhando a intensidade dos movimentos da loira.

– Nós não... – ela nem conseguia processar a frase direito – Não...

– Não..? – Emma provocou, se desvencilhando para falar por apenas um segundo.

– Não... – Regina sentia a língua quente de Emma em sua pele – Não... Não pare – suplicou por fim.

Emma sorriu e depois disso não demorou muito para ir direto ao ponto. Desceu a mão, acompanhando as curvas perfeitas do corpo da morena, e deslizou-a por debaixo do tecido. Sentiu a pele macia e quente que o vestido escondia e caminhou com os dedos até seu alvo. Seus movimentos eram agora lentos e sensuais, deixando a prefeita quase a suplicar pelo que viria. Gentilmente ela afastou a calcinha da morena para liberar seu caminho e, contraponto seu gesto anterior, agarrou Regina com o braço livre, de uma forma quase selvagem. Levantou ligeiramente a morena e pressionou-a contra a madeira. Os olhos de Regina já estavam fechados, só imaginando e prevendo as próximas investidas da xerife. Ela sabia (sim, ainda conseguia ter o mínimo de noção das coisas) que aquilo poderia iniciar um escândalo caso fossem flagradas por alguém, mas no estado em que se encontrava ela nem ligava mais. A loira então percebeu a brecha e agiu. Deixou que seus dedos passeassem pelo interior da lingerie íntima da mulher, massageando seu sexo de forma lenta e provocante. Regina começou a gemer baixinho, sentindo o toque da mulher que amava. Emma já conhecia seus pontos mais sensíveis e não eram precisos mais do que alguns poucos segundos para que ela fizesse a prefeita arfar. Regina puxou a barra do vestido um pouco mais para cima e envolveu a lateral do corpo da loira com a perna nua. O ventinho gelado que soprava agora fez sua pele se eriçar, mas mais ainda, eram os toques de Emma que estavam levando-a à loucura. A loira notou a resposta corporal da prefeita e apertou-a com ainda mais força. Regina puxou seu rosto com as mãos e beijou-a intensamente. Sua língua invadia a boca de Emma com ferocidade e aquele contato atiçou ainda mais a xerife. Emma deu o passo seguinte e recebeu um gemido de aprovação. Seus dedos agora entravam e saíam da morena, ela sentia o corpo da outra vibrar a cada investida. Regina acompanhava o ritmo com seus próprios movimentos. Emma estava a mil e seus sentidos gritavam dentro dela. Agarrou a coxa despida da prefeita e cravou as unhas ali. Os movimentos com a outra mão aumentaram em sua intensidade e rapidez e Regina respondeu de imediato. Emma podia sentir sua peito acelerado e ouvir os gemidos mais altos que a morena deixava escapar. Tocar Regina daquela forma provocava na loira sensações que ninguém no mundo havia sido capaz antes dela. A prefeita apertou seu braço e Emma entendeu o que aquilo significava. Estava próximo. Deu o melhor de si e Regina estava agora quase a ponto de gritar.

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Mary Margaret passeava pelo aposento, recendo sempre uma parabenização ou outra de um dos convidados. A festa estava bombando e ela sentia-a mais do que ótima naquela noite. Tinha todos que amava comemorando ali com ela e o que era melhor ainda era a comemoração em si: os muitos anos de casada com seu príncipe encantado. Procurou pela filha, mas com a superlotação do lugar estava difícil de encontra-la. O pessoal já estava ficando bem embriagado e risos e conversas altas podiam ser ouvidas por todos os lados. Neal entretia Henry com um jogo ali perto.

Esgueirando-se pela multidão ela conseguiu chegar até a janela para tomar um pouco de ar. Deixou seus olhos passearem pela escuridão da noite, pelo céu estrelado e... Espera. O que era aquilo? Ela aguçou o olhar na direção do que parecia ser uma árvore. Mas não era exatamente ela que estava chamando sua atenção. Ali embaixo, conseguiu distinguir dois vultos no escuro. Ao se dar conta de quem se tratava (e da situação) ela arregalou os olhos numa expressão de incredulidade. David apareceu a seu lado sem que ela notasse.

– Amor..?

– Ahh!! – ela deu um pulo para o lado com o susto.

– O que você está fazendo?

A expressão da professorinha estava visivelmente abalada e um tanto embaraçada. David ergueu uma sobrancelha de forma cômica e tentou olhar pela janela para ver o que tanto a mulher encarava. Mas Mary foi mais rápida. Ela puxou as cortinas tapando a visão para o exterior da casa.

– Mary! – David se espantou – O que você tanto olha que eu não posso ver..??

– Ahn.. Nada! – mentiu – Quer mais vinho?? – tentou desviar a conversa com um sorriso amarelo no rosto.

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Regina sentia seu peito palpitar e aquela sensação quente e avassaladora lhe invadir a cada segundo que passava. A respiração de Emma estava pesada e ela também parecia compartilhar de seus estímulos. Os movimentos estavam rápidos e intensos e Regina sentiu que o clímax estava chegando. Apertou selvagemente a loira contra si e morde seu pescoço. Regina não conseguia medir mais sua força devido ao entorpecimento de sua mente. A mordida renderia alguns bons dias de marca. Emma soltou um gemido e sentiu a dor vibrar por seu corpo enquanto o orgasmo chegava para sua prefeita. Regina gemeu seu nome baixinho e a loira a apertou contra si, deixando que aquela sensação fluísse pela morena por mais algum tempo. Finalmente o corpo da prefeita se relaxou e ela conseguiu abrir os olhos. Elas se afastaram por um momento e Regina endireitou o vestido. Emma tinha estampado no rosto um sorriso lindo e cafajeste, como só ela sabia dar.

– Então... – ela brincou – O que você estava dizendo que não podíamos fazer mesmo?

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Mary conseguiu entreter David e deixa-lo ocupado com Archie ali perto. Ela se apressou em direção à porta. Tinha que dar um jeito naquilo antes que mais alguém visse.

Emma, Emma, Emma... – pensou alto, abrindo a porta — Sempre sem.._

Mas ela interrompeu sua própria frase no momento em que, exatamente ao dar um passo para fora dali, se deparou com as duas mulheres à frente.

– Sempre o que mãe...?? – Emma perguntou, como se nada tivesse acontecido.

Mary encarou com ainda mais perplexidade. A prefeita e sua filha estavam impecavelmente arrumadas e exibindo uma expressão serena e inocente.

– Ahn.. Eu... Estava indo.. – ela fez uma pausa – Procurar vocês.

– Ah, agora já encontrou – Emma dirigiu-lhe um sorriso largo – Vamos, parecem que vão cortar o bolo...

A loira passou pela mãe e levou-a junto pelo braço.

– Mas.. Mas... – a professorinha ainda não processava o que estava acontecendo – Vocês... – ela apontou para as duas.

– Que foi mãe?? – Emma parou e colocou as mãos na cintura, como um adulto que da bronca no filho – Algum problema?

Mary Margaret encarou a árvore ao longe, as duas, e depois novamente a árvore. Regina estava parada alia ao lado sem se manifestar, apenas contendo o riso em sua melhor cara forçada. David avistou a loira e acenou para que ela fosse até ele.

– Olha ali..! Meu pai está me chamando! – ela desconversou e saiu deixando as duas para trás.

A professorinha sacudiu a cabeça e acabou dando de ombros. Regina pegou uma nova taça de vinho (sua sede estava agora revigorada) e ofereceu uma à mulher. Mary aceitou.

– Calma sogrinha... – era sempre assim que a morena lhe chamava quando queria provocar – Deve ser o vinho... O álcool engana nossos sentidos de vez em quando...

Mary ignorou a provocação e apenas assentiu com a cabeça, encarando o vazio.

– Ooooou não. – Regina sussurrou somente para a mulher, antes de sair e gargalhar, deixando a professorinha parada e atordoada do lado de fora da cabana.

“Fora o gato agredido verbalmente pela prefeita, nenhum animal sofreu danos durante este episódio. Henry presenciou ela primeira vez como uma boa dose de bebida deixa todo mundo feliz e alegre (e um tanto besta também). Regina não consegue mais passar por uma árvore sem se lembrar (e rir muito) do ocorrido. Depois disso, sua macieira recebeu a visita do casal algumas vezes. Mary Margaret nunca se recuperou do trauma e ainda se questiona até hoje sobre a veracidade do fato.”

Notas finais
Espero que tenha gostado *_* Se quiser pode mandar mais XD Suka a sua já está a caminho! o// E como a nossa amiga aqui sugeriu, o tema da semana que vem será "carnaval" o/ Pedidos abertos ;) Até a próxima pessoal...