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11 Décimo.
Notas iniciais
(Eu estou sem word e por isso o capítulo ta saindo nessa formatação tosca que ta irritando todos os meus tocs e tirando minha paciencia junto com a minha formatação e itálicos!!!! mas acho que nao atrapalha a leitura, né?)
Benjamin era bem treinado, não iria morrer sem se defender então só podiam concluir que, de alguma maneira, o soldado de Royce o tinha surpreendido. Edward supôs que em algum momento Benjamin olhou na direção da porta, talvez quando Edward gritou por Rosalie. Uma nova onda de ódio por todo aquele maldito Clã King lhe tomou. Também teria o sangue de quem matara Benjamin. — Eu não vou deixá-lo aqui. — a voz de Liam era mais baixa e sombria, rouca pela emoção. — Prenda minha espada em mim novamente. — Edward disse. Liam o obedeceu, colocando a espada no lugar dela em seu cinto e então prendeu a de Benjamin junto a própria espada. Pegando as mãos de Benjamin, ele o puxou para cima e jogou o corpo flácido do amigo sobre o ombro. E os dois foram juntos, levando os seus para longe daquele inferno. Edward lamentava a morte de Benjamin, era um soldado jovem, esforçado e leal, sua morte seria sentida e homenageada pelo Clã, mas olhando seu corpo chacoalhando a cada movimento de Liam, ele olhou para o corpo de Rosalie em seus braços e agradeceu aos céus por ela estar viva. Era um sentimento egoísta, mas não podia evitá-lo, a morte de Rosalie seria um fardo pesado demais para sua família, principalmente seu irmão. Ainda existia a possibilidade dela ter perdido o filho dos dois, mas tendo a mulher ao seu lado, Edward sabia que o irmão poderia enfrentar essa perda e quando Rosalie estivesse completamente recuperada podiam tentar novamente. — Seja forte mais um pouco, querida, estamos quase lá. — ele sussurrou e, sem se importar com a sujeira dos cabelos dela, beijou o alto de sua cabeça que descansava em seu peito. Edward tinha a esperança de encontrar a mulher misteriosa para lhe fazer algumas perguntas, principalmente: quem é você e por que nos ajudou? Mas não a encontraram por todo o caminho até o grande salão principal. Garrett estava lá com os outros soldados Cullen, mas nenhum sinal de Emmett, Royce e nenhum King. — Onde está meu irmão? — Lá fora com o Senhor Hale e o Senhor Cullen, furioso porque não encontramos Rosalie, mas... É ela? Como, o que aconteceu? — Garrett perguntou, confuso, e olhou para Liam. — É o Benjamin? — Vá chamar meu irmão. — Edward pediu a um soldado. Enquanto o homem corria para buscá-lo, Liam colocou Benjamin no chão. — Um soldado do Royce fez isso. — Liam rosnou. Poucos instantes depois Emmett entrou correndo no salão, seguido por Jasper, Carlisle e outros soldados, parando como se tivesse trombando com algo ao ver a esposa desacordada nos braços do irmão. — Ela está... — ele parou franzindo o cenho, puro medo e dor contorcendo seu rosto, parecia perto de desabar de joelhos e chorar. — Não, meu irmão, ela está viva. — Edward sorriu para dar esperança ao seu irmão. Emmett suspirou pesadamente sentindo um peso enorme sair de seu peito e todos abriram espaço para que ele fosse até o irmão, que passou Rosalie para seus braços como uma carga preciosa. — Deus, Rosalie. — Emmett apertou a esposa contra o peito, beijando seus cabelos e se ajoelhou com ela cuidadosamente, beijando todo seu rosto e cabeça novamente. — Minha Rose. Segurando-a com apenas um braço, ele usou a mão livre para tirar o cabelo de seu rosto e acariciou sua bochecha. — Rose, amor, por favor, abra seus lindos olhos pra mim— sussurrou com os lábios em sua testa. — Riley, corra até meu cavalo e busque minha bolsa, tem essência para acordá-la. — Carlisle mandou ao se ajoelhar ao lado do filho, ele pegou o braço de sua nora e tocou seu pulso. — E pegue também na carruagem uma das peles que trouxemos, ela está com a pele fria e precisa ser aquecida. Ela vai ficar bem, filho. Ela é uma moça forte. — Onde está Royce? — Jasper rosnou olhando ao redor. Emmett ergueu a cabeça parecendo se lembrar dele só naquele momento, o medo e afeto que tinha no rosto pela esposa foi substituído por uma fúria assassina. — Ele é meu. — Emmett vociferou. — Achem Royce, mas tragam-no para mim vivo porque ele é meu para matar. — Liam, espalhe a descrição do homem que matou Benjamin e mande todos procurá-lo, mas ele é meu. — Edward vociferou com o mesmo tom do irmão. Os olhos dos irmãos Cullen se encontraram. Emmett estava pronto para falar algo, mas Edward apenas assentiu. Eram tão próximos que uma pequena troca de gestos silenciosos foi suficiente para que se entendessem. Edward entendeu a gratidão nos olhos do irmão mais velho e Emmett entendeu que poderiam ter aquela conversa em particular nos olhos do irmão mais novo, mas o fariam em outro momento porque naquele tinham outros assuntos para resolver.
– Todas as áreas do Clã King contava com mais de uma entrada, as vezes duas, por vezes três; além de algumas saídas secretas, lugares inabitados que muitas vezes eram esquecidos e podiam servir como esconderijo, Bella sempre tivera a teoria de que por ser um lugar tão cheio de covardes tudo que ser estrategicamente posicionado para favorecer fugas e esconderijos; por isso, o grande salão principal em que os Cullen e Hale estavam reunidos contava com três entradas. A principal, que levava aos portões do castelo; uma no fundo, que lavava eles para outras áreas do castelo; e a terceira, na lateral, que os levava a sala de jantar. E escondida nas sombras na entrada que levava a sala de jantar, ela os observava silenciosamente. Eles a tinham encontrado, Rosalie estava finalmente nos braços de sua família. O coração de Bella batia tão rápido e forte que ela temia que ele denunciasse sua posição. Emmett estava ajoelhado no chão com Rosalie em seus braços, desacordada. Nos últimos dias ela tinha estado mais fraca, não estava se alimentando bem, mas estava viva e intocada por Royce; ela só precisava de alimento e ficaria bem, Bella tinha certeza – ou se mantinha repetindo isso até se convencer o suficiente. Ao lado deles, outro homem estava ajoelhado. Era mais velho, mas ainda assim, bonito. Nos traços dele viu muito de Emmett, então concluiu ser Carlisle Cullen. Um soldado entregou a ele uma bolsa de couro marrom, de onde ele um vidro e um pedaço de pano, embebedou o tecido com algo do vidro e então o passou cuidadosamente sob o nariz de Rosalie. — Vamos, Rose, volta pra mim. — Emmett sussurrava para esposa enquanto acariciava sua bochecha carinhosamente. Ela mexeu a cabeça ligeiramente. — Isso, amor. — Não... — ela choramingou confusa. — Sou, Rose. É o Emmett, você pode acordar, amor, você está a salvo. — Emm... Emm? — ela abriu os olhos lentamente e tossiu, virando a cabeça para que tirassem o pano de cheiro forte de seu nariz. — Emmett? — Sim, sou eu. — Emmett abriu um enorme sorriso. — Por favor, diga-me que não estou sonhando. — ela implorou com a voz fraca e cansada. — Você não está sonhando, Rose. Eu estou aqui e tenho você. — Emmett. — ela chorou. — Eu sabia que você iria me encontrar, eu sabia que você não iria desistir de mim. — Nunca, Rose. Nunca. — de olhos fechados, ele a apertou contra o próprio peito e a deixou chorar. Bella colocou as mãos sobre a boca para se silenciar enquanto as lágrimas desciam por seu rosto. Era um sentimento confuso e doloroso. Por um lado, Rosalie estava bem e a salvo de volta nos braços daqueles que a amavam, sua vida não corria mais risco por sua causa e ela agora voltaria a sua vida feliz e perfeito – ela, o marido e o futuro filho que seria amado e protegido por dois Clãs. Por outro, Rosalie tinha tudo que ela um dia sonhara e que foi arrancado de suas mãos por Royce. Parecia que tinham trocado de destinos – ela tinha assumido o que devia ter sido de Rosalie ao lado de Royce enquanto Rosalie tinha assumido o seu ao lado da felicidade. Bella a invejou tão fortemente que fez seu coração doer. Fechando os olhos, ela chorou silenciosamente. Mas não deixou aquilo durar muito tempo, respirou fundo e lembrou-se que aquilo agora não era mais seu e o culpado disso seria punido, talvez não pelos crimes cometidos contra ela e sua família, mas ele teria sua sentença – a cabeça de Royce estava a prêmio. Não sabia o que esperava sentir quando tudo isso acontecesse, mas ainda não se sentia bem ou livre, talvez quando ele estivesse realmente morto sentisse a doce liberdade, mas por enquanto, nada parecia diferente. Talvez estivesse ainda pior, porque via a distância vida que podia ter sido dela. Obrigando-se a parar de se lamuriar com estupidezes, ela se afastou da porta, atravessou a sala de jantar e saiu pela outra porta, que era usada pelas mulheres do clã quando serviam o jantar. Precisava se afastar de todos e esperar que a poeira baixasse pra seguir adiante. Naquele momento era grata que Leah soubesse de todo plano, assim não seria pega desprevenida e eles podiam planejar juntos qual seria o próximo passo, fugir ou pedir abrigo aos Cullen ou Hale. Também esperava que Leah perguntasse sobre Seth, o que ela com certeza faria. E, claro, contasse a eles que não era uma traidora, assim poderiam perdoá-la. No fim, todos ficariam bem sem ela e como a herdeira de Charlie Swan, herdeira do lugar como líder do Clã Swan, tinha feito o que era necessário para o bem dos seus, como seu pai teria feito. Ela se perguntou se ele estaria orgulhoso. Com a ajuda de Carlisle, Emmett colocou a pele ao redor de Rosalie para aquecê-la e, com o rosto enterrado em seu peito, ela murmurou alguma coisa. — O que, Rose? — ele perguntou a afastando suavemente para ouvi-la melhor. — Água. — ela repetiu um pouco mais alto que um sussurro. — Garrett, peça a alguém que busque da água e alguma provisão que trouxemos. — Emmett mandou. — Minha esposa não irá beber ou comer nada desse maldito lugar. Garrett obedeceu sua ordem rapidamente e Emmett voltou a olhar a esposa, que com um pequeno suspiro voltou a fechar os olhos. — Rosalie?! — Eu só estou... Cansada. — ela sussurrou. — Eu sei, querida, mas eu preciso que você fique acordada, está bem? Ela fez seu melhor para acenar com a cabeça, mas permaneceu com os olhos fechados. Edward observava o irmão acariciar a bochecha da esposa com a ponta dos dedos sem tirar os olhos dela, olhando para ela exatamente como Carlisle olhava Esme, como se fosse a coisa mais linda e preciosa de sua vida. Edward não sentia inveja do irmão, sinceramente era muito feliz por ele, que tinha conseguido exatamente o que seus pais tinham. — Edward! Edward! — Liam entrou apressado no salão. — Nós o encontramos! O homem que matou Benjamin, o pegamos! — Vocês ficam com Rosalie. — Edward disse. — Ele é meu. — Filho... — Pai, Emmett não deixará a esposa e você é o único que pode fazer o trabalho de um curandeiro entre nós, duvido que Emmett deixará a curandeira dos King tocar em Rosalie. — Nenhum King toca minha esposa. — Emmett rosnou. — Exatamente. Cuide de Rosalie, esse bastardo é meu. — Irei com você. — Jasper disse. Edward assentiu grato por sua ajuda – mesmo que não fosse necessária – e os dois saíram atrás de Liam. No pátio em frente aos portões do castelo, um grande círculo era formado membros do Clã King controlados por homens Cullen e Hale. Liam era um homem grande, em altura e largura com seus músculos, apenas isso já era suficiente para intimidar qualquer um, a espada que tinha em mãos e a raiva talhada em seu rosto pela sede de vingança por Benjamin apenas detalhes a mais que faziam qualquer um sair de seu caminho, abrindo espaço para que ele, Jasper e Edward passasse. E no centro, do círculo, um homem era segurado por dois soldados de Jasper. Não esqueceria seu rosto tão cedo e o medo que cresceu em seus olhos deixou claro que ele também se lembrava dele. O assassino de Benjamin. Ele estava vivo, ele estava respirando enquanto Benjamin estava morto. Lembrar disso já era o suficiente para despertar a raiva de Edward, mas o que acionou sua fúria assassina foi o sangue em seu peito. Além de ofegante e suado, possivelmente de correr em sua fuga, o único ferimento que ele tinha era na boca, obviamente tinham usado a força para segurá-lo, mas o sangue era pouco e escorria por seu queixo, não era o suficiente para sujar sua roupa, o corte que fizera na jugular de Benjamin devia ter feito o sangue espirrar em seu peito. Arfando de raiva, Edward se aproximou e desceu o punho fechado em seu rosto acertando um soco em seu nariz. Sentiu os ossos afundar sob as juntas de seu dedo, o sangue quente sujar sua mão, urro de dor dele e a exclamação de surpresa de muitos ao seu redor. Os soldados que o seguravam lhe soltaram no momento em que Edward o atingiu, então o homem foi ao chão com o sangue sujando todo seu rosto. — Não! Laurent! — uma mulher gritou desesperada. Mas Edward não olhou em sua direção, alguém devia estar segurando-a, tudo que ele podia pensar agora era aquele homem que tinha o sangue de Benjamin em suas roupas. Laurent, agora sabia seu nome, estava com as duas mãos sobre o rosto, Edward se abaixou pousando um joelho com força em seu peito, agarrou o pulso do homem para tirar a mão do caminho e então acertou outro soco. Dessa vez, sentiu os pequenos ossos da mão que ainda estava sobre o nariz quebrado sendo quebrados sob a força de seu punho e ainda não era suficiente; quando o homem tirou a mão quebrada do rosto, Edward acertou um terceiro soco em sua boca e, soltando sua mão, acertou um quarto soco de esquerda na altura de seu olho.
— Não! Deixe-o em paz! Alguém faça alguma coisa! Laurent! — a mulher continuava gritando. Ofegante, Edward se levantou estalando as juntas da mão direita que estava dolorida dos socos. Abrindo e fechando as mãos lentamente, olhou na direção da mulher que gritava. Era uma mulher jovem e bonita, alta de cabelos loiros, sua pele branca estava vermelha por seus gritos e chorava desesperada tentando escapar dos braços de homem do Clã King; talvez fosse a mulher de Laurent, não lhe importava, lamentava que ela tivesse que assistir aquilo assim como lamentava a presença de todas as outras, não gostava de praticar violência na frente de mulheres, mas isso era culpa dos King que não protegiam ou tiravam suas mulheres da zona de confronto, a única coisa que era de sua conta naquele momento era Laurent, que pagaria pela morte de Benjamin. Virou-se novamente para o homem caído no chão. — Você matou Benjamin em pé, então é em pé que você morrerá. Levantem-no. — ordenou e os soldados de Jasper obedeceram, erguendo o homem pelos braços. — Nããããããão! — a mulher gritou do fundo de sua garganta. — Laurent! Se não fosse sustentado pelos dois braços, Laurent não teria forças para se erguer, já estava tonto com as pernas fracas. Seu rosto era uma bagunça cheia de sangue, o nariz torto estava claramente quebrado e jorrando sangue, sua boca estava inchada e a saliva ensanguentada escorria por seu queixo, um inchaço já crescia sob seu olho e o impedia de abri-lo completamente. — Você sabia que Rosalie estava lá, não sabia? — Edward perguntou. — Por isso matou Benjamin, para conseguir fugir porque pensou que iriamos te matar por isso. Laurent tossiu duas vezes e cuspiu no chão mais sangue antes de erguer o rosto para Edward, ofegante. — E não iriam? — Se você tivesse me dito a verdade, não. Você não precisava matar o Benjamin e não precisava morrer. Eu avisei que você não precisava morrer pelos pecados de outra pessoa, você escolheu seu destino. — Me matariam de qualquer jeito. — ele disse entredentes. — E se você quer vingança, por que não vai atrás da verdadeira mente por trás disso tudo? — Você não precisa se preocupar, Royce será o próximo a ter o que merece. — Royce? — o homem riu amargamente. — Você realmente acha que Royce teria mente para tramar tudo isso? Então você é tão idiota quanto ele. Edward se aproximou estreitando os olhos. — O que você quer dizer com isso? — Royce é só um idiota mimado que matou o próprio pai para tomar o lugar dele como senhor desse Clã e nos levou a miséria. — Laurent disse com desprezo. — Ele não teria capacidade de planejar isso nem se pensasse por dez anos. Foi enganado por Rosalie uma vez e agora enganado por ela. É divertido ver como uma boa boceta pode tornar o mais poderosos dos homens no mais otário. — Laurent gargalhou. Edward agarrou a gola da camisa dele. — Diz logo o nome da mulher, bastardo! — Vai pro inferno! Vá e faça companhia aquele seu amigo, aquele que eu matei. — ele disse rindo, mostrando os dentes sujos de sangue. — Liam? — Edward disse ao soltá-lo e se virou. — Acho que você merece alguns minutos com ele também. — Será meu prazer,. — Liam disse se aproximando. Os olhos de Laurent se arregalaram. — O homem que você matou? Era meu amigo também, seu filho da puta! — furioso, deu um forte soco de direita nas costelas de Laurent, que gritou (assim como a mulher loira continuava gritando por ele e muitas suspiros e murmúrios das pessoas ao redor). Liam continuou: — Eu carreguei o corpo dele que você deixou para trás. — um soco de esquerda nas costelas pelo outro lado. — E ele, olhe para mim — agarrou o pescoço dele com a mão esquerda e apertou, para erguer sua cabeça e também impedi-lo de respirar. — Ele era bom. Um bom homem e você pode ter certeza de que ele não está no inferno agora. — um soco de frente bem no meio de seu abdômen, e soltou seu pescoço. A força de Liam devia ter quebrado várias costelas do homem e ele agora estava lutando para respirar, vomitando sangue e só não estava no chão porque ainda era segurado pelos homens de Jasper, mas Edward não teve pena. — Você vai me dar um nome agora? Laurent permaneceu em silêncio, ofegante e cuspindo sangue. — Liam, continue. — Não! Não! Inferno! — Laurent gritou e tossiu várias vezes. — Tudo bem! Tudo bem! A puta do Royce, foi ela. Edward se aproximou e ficou a sua frente novamente. — A puta do Royce? — Sim. — ele assentiu ofegante e com a voz fraca, já sem força. — Ela era apenas a puta exclusiva dele, mas então começou a lhe dar ideias. Ela é inteligente, traiçoeira, fez até que Royce matasse um de seus melhores soldados quando ele descobriu o plano dela, ele era meu amigo e ela ameaçou fazer o mesmo comigo quando a confrontei. Ela o manipulou e conquistou o lugar ao lado do Royce, de puta a senhora, eu disse, uma boa boceta pode tornar o mais poderosos dos homens no mais otário. Ela planejou tudo. — O nome dela? — Edward exigiu. — Isabella. Sem dizer mais nada, Edward se virou para Liam e pediu seu punhal. Tinha derrubado o próprio punhal na masmorra ao resgatar Rosalie e Laurent receberia exatamente o que tinha dado a Benjamin. Quando tinha a arma em mãos, ele foi para trás de Laurent e agarrou seu cabelo. Precisou apenas assentir para que os homens de Jasper entendessem que poderiam soltá-lo. Laurent quase caiu, mas Edward o segurou firme pelos cabelos e usou uma perna para dar mais apoio. — Eu adoraria ver seu rosto enquanto te mato, mas eu não o sangue de nenhum King de merda em minhas roupas. — Edward rosnou com desprezou. — Pelo Benjamin. Passando o braço para frente como se fosse dar uma gravata em Laurent, ele passou a lâmina do punhal com força em sua jugular. — Nãããããããão! — a mulher gritou mais desesperada que nunca. O sangue jorrou e Edward o escutou engasgar com o próprio sangue mesmo com os gritos da mulher. Limpou o punhal de Liam na manga da blusa de Laurent e então o soltou, deixando o homem cair no chão enquanto morria. — Isso é o que acontece com quem mexe com os Cullen. — Edward avisou olhando ao redor. — E espero que todos pensem antes de fazer qualquer coisa, ninguém mais precisa morrer pelos pecados dele ou de Royce. Devolveu o punhal a Liam e fez seu caminho de volta ao castelo sem olhar para trás. Isabella, o nome feminino ecoava em sua cabeça. Teria Laurent dito a verdade? Seria dela a mente por trás de tudo? Pela maneira que o castelo de Royce estava, era fácil perceber que ele não era o melhor senhor para seu povo. Estavam na miséria e ruína, a falta de segurança e treinamento dos soldados do Clã era como um convite aberto a qualquer invasor, isso mostrava falta de inteligência do líder, mas ele seria tão estúpido a ponto de se deixar ser manipulado por uma mulher? Isabella. Edward precisava encontrá-la para encontrar essas respostas e se fosse... Ele jamais tinha cometido um ato de violência contra uma mulher e muito menos matado uma, mas se fosse verdade e ela fosse a responsável pelo sequestro de Rosalie, se ela fosse a mente por trás do plano de Royce, esqueceria tudo que seus pai tinha lhe ensinado sobre respeitar e proteger as mulheres, esqueceria todos os seus princípios – porque nada estava acima de sua família – e a mataria sem hesitar.
Notas finais
... e uma garantia de que não vou abandonar a fic, nem demorar tanto para att e vou terminá-la rapido porque ela nao é tão longa...
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