Choco Bloody
10 Eternamente Gratos
Notas iniciais
Título: Choco Bloody
Autora: Toynako
Anime: Death Note
Casal: Near x Mello / Gevanni x Matt
Classificação: +18
Gênero: Yaoi / Lemon
Criada em: 08/09/08
—–x.I.x––
—Choco Bloody-
—Chocolate Sangrento-
Finalmente o trabalho havia terminado e os três vampirinhos voltam rapidamente para o esconderijo de Mello.
“— Ocorreu tudo bem? ” – pergunta Gevanni sentado no sofá da sala, assim que os três entram na sala.
“— Sim. ” – responde um sorridente Matt, andando em direção a este “— Vamos sair, para nos divertimos? ” – pergunta manhoso, bem próximo a Gevanni.
“— Va-vamos. ” – responde, já se levantando.
“— Mello, o lugar é todo seu. ” – fala maroto, já saindo do lugar, acompanhado por Gevanni.
“— Ouviu isso Near...? ” – comentou, se aproximando do menor “— Matt não estará aqui, e não terá mais o Vectorius para atrapalhar... ”
“— Interessante. ”
Ambos os corpos estavam a pequenos passos de distancia, algo que foi rapidamente arrumado quando Near aproximou-se abraçando o loiro, em um gesto infantil. Mello encantou-se com aqueles olhos que o outro possuía naquele momento, estava tão claro o desejo que havia neles.
“— Você será sempre meu? ” – perguntou Near, manhosamente.
.
.
Eu sei que você me sente de alguma maneira
Que nem a mente pode controlar a vontade que eu tenho de te provar
.
.
“— Hum... Sim. ”
“— Que bom... ”
Seus rostos lentamente foram se aproximando, sempre se encarando, como se não desejassem se perder um momento se quer, porem logo que suas bocas se encontraram seus olhos fecharam-se lentamente, deixando apenas suas bocas fazerem o trabalho.
Ainda entre um beijo calmo, aonde só sentiam o sabor do outro, Mello foi dando passos lentos para trás, trazendo consigo o menor mais para perto do sofá da sala. Assim que se encostou nesse, separou-se de Near, passando a olha-lo intensamente.
“— Você sabe o que te aguarda, não é? ” – perguntou Mello, sensualmente próximo a boca do menor.
“— Eu sempre sei de tudo. ” – provocou.
“— Veremos... ”
.
.
Eu desistiria da eternidade para toca-lo
Não importa as dificuldades, sempre terei seu coração para min
.
.
Mello levou suas mãos delicadamente ao rosto do outro, passando seus dedos por ela em uma suave caricia, algo que deixou Near ainda mais elétrico. Rodeava sensualmente os lábios deste, lentamente, querendo ao máximo tortura-lo. Sorriu mal-intencionado, vendo a entrega do ser a sua frente, que parecia encantado.
“— Agora será você quem gemerá absurdamente fofo, em meus braços... ” – adverte Mello.
.
.
Quando você esteve longe, pedaços do meu coração sentiam
O vazio que seu abraço fazia, me sufocava
.
.
Near sorriu timidamente, deixando-se ser deitado no sofá, com o loiro por cima de si. Puxou este mais a seu encontro, tomando sua boca em um beijo lento, porem intenso, que deixou ambos sem fôlego. Tomando a iniciativa Near começou a retirar a camisa do loiro, apalpando cada parte exposta de seu corpo conforme ia retirando esta.
Enquanto isso Mello apenas deliciava-se em beijar pescoço e ombros, passando sua boca por todo o lugar, notando que este ato fazia Near tremer lentamente. Afastou-se um pouco para poder retirar a camisa deste melhor, e em poucos instantes ambos encontravam-se sem suas camisas, fazendo o contato com os corpos dar mais prazer a tudo.
Mello descia de modo lento com seus beijos, parou-os perto do umbigo de Near olhando para o rosto deste, notando a respiração acelerada que possuía. Parecia realmente ansioso para experimentar tudo. Porem foi maldoso, voltando a subir com beijos molhados, deixando um rastro de saliva por onde passava.
.
.
Os dias parecem anos quando estou sozinho
Pois sem você, as dores são frequentes no meu coração
.
.
“— Mello... Não faz isso comigo... ” – Pediu Near, manhoso.
“— Por que não? ” – indagou sensualmente, voltando a beijar seu pescoço.
Near suspirou longo, tentando se acalmar um pouco. Suas mãos estavam firmes nas costas do outro em cima de si, apertando-as fracamente. Gemeu baixo, ao sentir uma mordidinha em seu pescoço, porém não era com intuito de alimentar-se, mas sim de dar prazer.
“— Você gosta de sentir meus dentes em seu pescoço... ” – sussurrou Mello, deixando a respiração tocar o local mordido.
“— Mello... Não brinca comigo... ” – advertiu, com uma voz que banhada pura luxuria.
O loiro estremeceu, ao escutar aquela recomendação de seu amado. Todavia, voltou a brincar com este, passando suas mãos pelo corpo todo, no entanto sem chegar perto do membro deste. Queria-o torturar, ouvi-lo implorar por mais.
“— Mello... ” – a voz de Near saiu realmente necessitada, porem Mello apenas continuou a brincar “— Eu avisei. ” – concluiu o menor após um tempo.
As mãos de Near foram se esfregando mais para baixo, conseguindo adentrar na calça deste. Mello ficou tenso, parando de beijar-lhe o peito para olhar espantado para o menor. Gemeu baixo, fechando os olhos junto, ao sentir um forte aperto em uma de suas nádegas, assim como um dedo rodear de modo ousado aquele local.
“— Você é fraco Mello... ” – sussurrou Near, apertando mais o local “— Você pode querer muito me tomar... Mas mesmo assim ainda é louco por me sentir aqui dentro... ” – mal terminou sua frese e enfiou sem dó aquele dedo enxerido dentro de Mello.
“— Ahhh! Near... ” – gemeu alto, arqueando as costas “— Tira... Tire sua mão daí. ” – pediu.
“— Tem certeza que quer que eu tire-a dali? ” – pergunta, forçando-o mais para dentro a medida em que a pouca mobilidade da calça de Mello lhe dava.
“— Não... ” – gemeu “— Sim... Tire. ” – corrigiu-se logo em seguida.
.
.
Eu nunca tinha me sentido dessa forma antes
As coisas que eu faço
São todas para você
.
.
Levou suas mãos a de Near, tirando-as de onde estava. Olhou para este, vendo a expressão de diversão em seu rosto. Não tardou em dar um beijo intenso neste, para quem sabe assim aquieta-lo um pouco.
“— Não se esqueça que este passivo aqui, a qualquer hora pode virar o ativo, se você se descuidar... ” – sussurrou Near, próximo aos lábios do loiro.
“— Já entendi muito bem o que quer... Não precisa ameaçar. ”
Provocantemente Mello aperta o membro de Near por cima das calças, vendo este arquear em instantes pela ação não esperada. Olhou maroto para o rosto afogueado em baixo de si, realmente era lindo. Aquela vermelhidão do rosto em contraste com a pele sempre tão branca que parecia de porcelana.
.
.
Nós fomos feitos um para o outro
Para todo o sempre
Sim, eu sei que fomos
.
.
“— Te amo... ” – falou Mello, meio encabulado.
“— Então me faça seu. ”
“— Com todo prazer. ”
Beijos calmos eram distribuídos pelo corpo de Near, indo cada vez mais para baixo, para felicidade deste. De modo calmo Mello ia retirando a calça do menor, passando a beijar-lhe as pernas, a medida do que ia aparecendo.
Deliciava-se sentindo o sabor daquela pele tão macia em seus lábios e delirava vendo pequenas manchas roxas aparecerem quando beijava-lhe a pele de modo mais forte.
“— Ah-ahnm... ”
O gemido necessitado de Near o fez terminar logo de remover aquela peça de roupa, voltando sua atenção para a última que faltava. Viu surpreso o estado em que este já se encontrava, por apenas ter espalhado beijos por todo seu corpo. Voltou mais sua atenção para aquela parte, dando um molhado beijo naquele lugar, ainda por cima do tecido da roupa de baixo.
“— Me-llo...! ”
.
.
Posso muitas vezes
Fechar meus olhos para lhe ver
Mas sempre quero,
um beijo seu todos os dias
.
.
O loiro notou prontamente mãos em seus cabelos, puxando-os um pouco. Sorriu, voltando a dar outro beijo daquele mesmo jeito, sentindo as mãos lhe puxando mais, porem ignorou-as mordendo levemente aquela parte tão tentadora ainda escondida.
“— Ahhhh! ”
Um gemido mais alto fora feito por Near, rapidamente Mello olhou-lhe a face, vendo os olhos fechados com pequenas lagrimas contidas nesses e a boca aberta em busca de ar.
“— Desculpe... Te machuquei? ” – perguntou Mello, lambendo o local.
“— Na-não... ” – respondeu ofegante “— Eu gostei. ”
“— Interessante... ” – falou malicioso “— Então você gosta.... ”
“— Eu-Ahhhhh! ”
Near mal pudera falar pois Mello repetira o ato de instantes atrás, lhe tirando completamente a sanidade. Agarrou-se como podia ao sofá, tentando se conter, parecia que estava mais sensível que antes. Estranhou este fato. Estava tão envolto em pensamentos e sensações, que nem notou quando Mello lhe retirou a ultima peça que faltava de sua roupa.
“— Como!? ” – falou Near, assim que percebeu o modo em que estava.
“— Isso é que dar ficar divagando no meio de algo tão importante. ” – falou Mello, lambendo provocantemente a região próxima ao membro do menor.
“— Hunm... ”
.
.
Quando me perdi
Você apareceu
Fazendo-me rir do que aconteceu
.
.
Mello deitou-se novamente em cima do menor, lhe tomando sua boca em um beijo faminto, parecia que uma língua brigava para dominar a outra. Eram dois libidinosos incontroláveis.
“— Mello... ” – gemeu o nome do outro, assim que separaram as bocas “— Pare de enrolar... ”
“— É isso que quer...? ”
Ousadamente a mão do loiro se esgueirou entre os corpos, parando em cima do membro do menor, o apertando lentamente e começando a move-la em uma estonteante fricção.
“— Sim! ” – quase gritou Near, segurando-se as costas do outro.
“— E como você quer...? ” – falou malicioso, sorrindo com luxuria dando uma provocante mordida orelha do menor.
“— Ahnm... Mello, não me provoque... ”
.
.
E de medo olhei, tudo ao meu redor
Só assim enxerguei que agora estou melhor
.
.
O loiro deu um leve risinho, movimentando sua mão de forma mais rápida, proporcionando mais prazer à criatura que se contorcia mais e mais em seus braços.
“— Você fala assim... Mas também é doidinho para me ter em você... ” – provoca Mello.
“— ... ”
“— Acertei... Não é? ” – provoca mais, apertando mais sua mão na ereção do outro.
“— Huhnmm ” – gemeu “— Esta certo... ” – falou tímido, virando o rosto pela vergonha.
“ Que gracinha... ” – pensou o loiro.
Dando um rápido beijo na bochecha de seu amado, Mello voltou a abaixar-se em direção ao baixo-ventre deste. Chegou a parte no qual queria, beijando demoradamente o membro do menor, ouvindo um gemido de puro prazer escapar dos lábios deste.
Lambeu demoradamente toda a extensão daquele tentador membro, deliciando-se com os gemidos de total entrega que ouvia de seu amado. Fazia tudo do modo mais lento que podia, ora beijando ora lambendo, dando toda a atenção possível aquela parte. Dando um prazer voluptuoso que fazia Near perder mais e mais sua sanidade.
“— Mello... Pare, e-eu... ” – tentou falar.
“— Ta... ” – o loiro então se afastou, olhando malvadamente para a cara do menor.
“— Como...? ” – indagou-se Near, olhando com uma certa raiva para o outro em cima de si.
“— Foi você quem pediu para eu parar... ” – provocou.
.
.
Assim vejo
Que todos os dias que gritei
Falando mal de você,
tinham um propósito
.
.
“— ... ”
“— O que foi? Não foi isso que pediu? ” – provocou mais, passando lentamente sua mão pela extensão do membro do outro.
“— Chega, cansei! ”
Com uma força desconhecida, Near empurra Mello de cima de si, fazendo inverter as posições. Agora era ele quem mandava.
“— Near!? ” – fala Mello assustado.
“— Eu avisei... ”
Sem esperar nenhuma resposta Near beija a boca de Mello, mordendo levemente os lábios deste, saboreando-se com seu gosto único. Afastou-se sorrindo cinicamente, quando sentiu que o loiro queria intensificar o beijo. Abaixou-se abocanhando um dos mamilos deste, fazendo-o soltar um pequeno gemido de susto e prazer.
“— Já que me provocou tanto... Vai ter o que merece. ” – avisou Near, mordendo um pouco forte o peito do loiro.
.
.
Eram para encontrar
Meu par perfeito
Que é apenas você
.
.
“— Na-não vale... ”
Near nem se deu ao trabalho de escutar qualquer reclamação vinda do outro, em quanto beijava-lhe o peito, suas mãos trabalhavam habilmente para retirar a calça deste. Assim que conseguiu retirar-lhe toda a roupa, olhou atentamente para o membro deste.
Um frio veio a sua espinha e não pode deixar de dar uma última chance ao outro. Ficou em cima deste de quatro, olhando-o nos olhos atentamente.
“— Mello.” – falou dengoso “— Continua. ” – falou pegando uma das mão de Mello e conduzindo-a a suas nádegas “— Não para... ”
Mello olhou incrédulo para o Near em cima de si, tão lindo, tão sensual, sabia que este não fazia ideia de que era tudo isso. Sentou-se no sofá, com Near virado para si sentado em seu colo.
“— Desculpe ter enrolado... ” – fala Mello, dando um suave beijo na bochecha de seu amado.
“— ... ”
“— Não vai me perdoar...? ”
“— Claro. Mas... Não faz mais isso... ” – pediu, encostando sua cabeça no ombro do outro.
.
.
Você faz, você constrói a história da minha vida
Desde um grande beijo ao aperto de mão
.
.
O sorriso de Mello fora enorme, não tardou mais no que tinha que fazer. Cuidadosamente adentrou em Near com um dedo, forçado a entrada virgem deste, apesar de saber que eram vampiros agora e não precisariam de tantos cuidados, queria muito fazer isso a seu amado, dar-lhe o máximo de prazer possível.
“— Ahnnm ” – gemeu Near, apenas de prazer.
Com satisfação Mello forçou outro dedo no local, fazendo pequenos movimentos circulares com estes, notando Near estremecer em seus braços. Sorriu adicionando o terceiro dedo no tão apertado e quente local.
“— Eu posso, não é Near? ” – perguntou Mello, retirando seus dedos do local no qual estavam.
“— Sim. ”
Segurando o quadril de Near, posicionou esse melhor, forçando-o lentamente contra seu membro. Cravou suas unhas com força na cintura deste, não imaginava que ele poderia ser tão apertado assim.
“— Aahnmm! Meelloo... ” – gemeu Near, forçando-se mais para baixo, sentindo aos poucos ser preenchido por aquele quem tanto ama.
.
.
Com você
Tudo é maravilhoso
Meu ser perfeito
.
.
Após forçar-se o máximo que podia, parou, respirando pesado, tentando controlar a sensação de prazer estonteante que sentia e um pouco de dor.
“— Te amo. ” – sussurrava Mello sem parar, dando suaves beijos pelo rosto do outro.
Near sorriu fraco, entre as caricias do loiro. Moveu-se lentamente, sentindo no mesmo instante um prazer enorme com este ato. Movimentou-se mais, seguindo um ritmo calmo no qual era extremamente deleitoso.
“— Ahn Near... ” – gemeu Mello com voz rouca.
Segurava-se a cintura de Near, ajudando-se com os movimentos, vez ou outra intensificando mais estes, fazendo o menor gemer mais alto em resposta. Seus corpos moviam-se em sincronia, era um prazer novo para ambos, pois normalmente os papeis eram inversos.
Aos poucos, à medida que a necessidade de se sentir mais ia aumentando, os movimentos de Near se tornavam mais rápidos
“— Me-Mello... Isso é-ahnn bom. ” – falou Near, indo mais rápido.
“— Eu sei... ” – responde o outro no que mais parecia um gemido rouco.
“— Humnhnmm Mello. ”
Ambos estavam no máximo de seus prazeres. Quando Mello tem uma idéia mais divertida, segurou forte a base do membro do outro, impedindo-o de gozar. Intensificou seus movimentos no apertado Near.
.
.
Apenas quero, e vai ser o que vou conseguir
Acordar e dormi ao seu lado
Passar noites com você nos meus braços
Fazendo-o adormecer nesse doce amor
.
.
“— Solta Mello...Ahnmm Para... ” – pediu Near, querendo alivio.
“— Não. ” – respondeu Mello, deliciando-se com tudo.
Acabou por gozando forte em Near, gemendo alto seu nome. Enquanto ainda segurava fortemente o membro do outro impedindo que este também fizesse o mesmo.
“— Mello... Por que fez isso...? ” – perguntou Near, com sua foz fraca.
“— Eu.. Eu também quero. ”
A voz de Mello era sensual, falava baixo, enquanto tirava Near de cima de si para coloca-lo deitado novamente no sofá.
“— Quero te sentir... ” – falou o loiro.
.
.
Sei que algo em mim mudou
No momento em que quis,
ficar junto de ti
.
.
Este posicionou-se melhor em cima de Near, soltando em fim o membro deste, escutando um suspiro de alivio do outro. Sentou-se de uma só vez no membro deste arrancando um grito de puro prazer de ambos.
“— Você é doido Mello! ” – falou Near, tentando ao máximo aguentar e não gozar só com aquela inesperada ação de seu amado “— Não se machucou? ”
“— Não... ” – falou baixo, apoiando-se no peito do outro.
“— Pelo jeito doeu sim. ” – comentou Near, reparando que este estava de cabeça baixa, e completamente parado.
Lentamente Near levou sua mão ao cabelo loiro que Mello possuía, fazendo um suave e carinhoso afago em sua cabeça, sua outra mão foi par ao membro deste, fazendo um leve vai e vem, começando a estimula-lo novamente.
“— Ahmm Near... ”
“— Sabia que você não iria aguentar não me ter em você. ” – falou estimulando mais o outro.
“— Eu-ahnm ”
“— Agora eu entendo o porquê você gostar tanto... É realmente ótimo. ” – comenta, notando o membro em suas mão tomar rapidamente forma.
“— Sim. ”
“— Agora... Vamos Mello, mova-se, foi você quem quis assim. ”
.
.
Agora estou completo,
pois lhe tenho bem aqui
.
.
Mello levanta a cabeça, contendo um pequeno sorriso na face levemente ruborizada. Mordeu os lábios, movendo-se em cima de Near, ainda se apoiando no peito deste.
“— Ahnm... Só você-ahnn mesmo Mello...”
“— Vo-Ahnn-você também estaah-va querendo... Isso. ” – falou o loiro, movendo-se mais rápido.
“— Malvado... ”
Near levou sua mão novamente ao membro do outro, impondo um ritmo mais forte e rápido no qual Mello movia-se em cima de si.
“— Nãah-não, muito rápido... Assim eu... ” – gemeu Mello, contorcendo-se, porem não parando de se mover..
.
.
E no amor que vivemos,
e aonde morremos
Com um sorriso na face
Dos nossos rostos serenos
Somos eternos
.
.
“— E você acha que-humm, que eu aguento mais? ” – falou Near, friccionando mais sua mão no membro do outro “— Eu já estou no meu limite a tempos... ”
Mello sorriu intensificando mais seus movimentos, gemendo mais alto pelo prazer que o ato lhe dava, deliciava-se também em escutar os gemidos roucos e desesperados de Near, parecia realmente que este não aguentaria muito mais tempo.
“— Ahnnm Near... ” – gemeu Mello, a mão de Near em seu membro também já o estava deixando louco, por esta ir em um ritmo mais elevado “— Acho que-hnm... ” – parou de falar, arqueando as costas, e esquecendo-se de tudo ao redor “— Ahhhhnnn-ahm!!! ” – urrou de prazer, gozando novamente.
“— Isso... ” – gemeu Near, tirando sua mão do membro do outro e levando-a a sua cintura, forçando ao máximo o loiro para baixo “— Humm! Ahnmm!! ” – gozou finalmente.
O loiro desaba por cima do menor, completamente exausto. Beijou com sofreguidão a boca de seu amante, deliciando-se ambos calmamente dos restos entorpecentes de prazer. Olharam-se apaixonados , demonstrando o que não precisava ser mais dito em palavras.
.
.
Eternamente gratos
A morte que vivemos
.
.
—X—
Em quanto isso, na mansão de Veck, dois corpos repousavam tranquilamente em cima de lençóis vermelhos em uma enorme cama que possuía naquele quarto lotado de prateleiras com livros.
“— Veck... ” – chamou Cain o não mais ‘amigo’ “— Vamos fazer mais...? ” – perguntou manhosamente.
“— Cain... Isso já é demais, mesmo para um vampiro... ” – fala o ser de cabelos prateados deitado ao seu lado.
“— Mas... Nem fizemos tanto... ” – queixou-se de forma inocente.
“— ‘Nem fizemos tanto’!? – repetiu assustado a frase dita pelo amado “— Meu anjo, foram ao todo, trinta e quatro vezes... ”
“— É muito? ” – pergunta ingênuo.
“— ... ”
“— Vamos... Você sabe que eu morri virgem na última vida... Quero compensar agora. ” – insiste, olhando fixamente para os olhos esverdeados que Veck possuía.
“ Como posso resistir a esses olhos tão belos... ” – pensa Veck, sorrindo sensualmente “ Se eu esperei eternidades para poder admirá-los? ”
“— Te amo Veck... ” – fala baixo, pela vergonha “— Mesmo sabendo que você me mordia as escondidas toda noite. ”
“— Você gostava. ”
“— Bobo! ”
O ser de belos cabelos prateados puxou mais o de cabelos tão negros quanto à noite mais a seu encontro, tomando delicadamente a boca deste em um beijo completamente enamorado. Não precisariam mais temer nada, pois sabiam que agora nada mais os separaria.
“— Se você quer mais uma vez... ” – falou Veck, sensualmente “— Terá, meu anjo endemoniado. ”
A noite para esses duraria muito ainda, conversariam, amaram-se até os raios de sol ameaçarem surgir no horizonte. Por que eles também eram gratos pela eternidade que tinham.
Tudo era eterno, principalmente o amor que virou séculos imaculado.
Eram eternos.
FIM
(23/02/09)
Fale com o autor