Chewbacca Feelings

6 Little did we know, love was just a glance away.


Notas iniciais
Ok, bitches. Ninguém tá lendo isso, hahahaha, mas eu tenho esperança de que alguém ai no mundo goste. HAHAHAH, ok né?

Laura's POV

Depois de quase uma hora, Duda apareceu, rodando igual a uma retardada aí (Eu) e perguntando pra Danny como ela estava. E ele levantou e começou a fazer cócegas nela.

Senti um aperto no peito e minhas bochechas queimando. E isso só acontecia quando eu estava com ci... Não! Eu não estava com ciúmes de Danny e Duda, quer dizer, eles são meus melhores amigos. Não tem nada a ver. E mesmo se eles tivesse algo, eu não teria ciúmes. Né?

Dougie deve ter percebido minha cara de palhaça, toda vermelha, pois assim que eu me levantei para sair, ele colocou as mãos nos meus ombros, apertando-os.

Olhei pra trás e sorri fraquinho pra ele, enquanto Duda e Danny riam alto em frente ao corredor.

Assim que saímos do elevador, encontramos com James, Matt e Charlie, no meio do lobby. Eles vieram falar conosco no momento em que nos viram. Hum, apressadênhos.

- Hey dudes! – Sou ridícula.

- Laura! Hey! Que bom que vocês chegaram, nós estávamos esperando por vocês!

- É? – Duda perguntou, sorrindo. Ridícula².

- É, a gente conseguiu se livrar daquele compromisso, aí podemos ir com vocês pra boate! – James falou, sorrindo. – Isso não é demais? – Ok, eu não me senti tão bem quanto pensei que me sentiria. Estranho. Mas, mesmo assim, eu no momento estava irritada com Danny. E como sabia que ele tinha ciúmes de James (Sabe-se lá porquê), apenas me virei pra ele, segurando o braço do “vizinho”.

- É! Não é ótimo, Danny? – Falei, debochada.

- Ah, sim, claro. É ótimo. – Ele disse depois de algum tempo, olhando nos meus olhos. Estremeci.

- Bom, vamos então? – Matt quebrou o silêncio entre nós e eu segui, de braços dados com James que contava uma piada qualquer.

Andamos até a garagem e eu já ia fazer pirraça e dizer que ia com os meninos (Duda feelings) quando ouvi um barulho estranho vindo do carro ao lado. O carro de Danny.

Parecia que tinha engasgado, ou algo assim. É, eu gosto de carros. Mas não sei nada sobre esses termos “técnicos”.

- Não quer ligar. – Danny estava irritado, com a cabeça enfiada no volante.

- Ah, cara! Amanhã você ver isso. Vamos no meu carro. – James falou e eu me senti um pouco irritada. Quer dizer, ele não entendia.

Aquele carro era o bebê de Danny. Mesmo. Ugh, acho que só eu entendia o que Danny sentia por aquele carro. Eu estava lá quando ele ganhou, ele abriu o maior sorriso Jones que eu já vi na vida!

Todos foram até o carro de James e eu fiquei pra trás, enquanto Danny vinha até nós.

- Amanhã eu vou com você. Consertar o Bruce. – Expliquei, quando ele me olhou com uma cara de “WTF?”. — OK? – Ele sorriu fraquinho e colocou uma das mãos nas minhas costas. Estremeci novamente.

Quando chegamos no carro, percebi que a matemática de James era péssima. Quer dizer, teríamos que fazer caber num carro de cinco, sete pessoas.

Eu sabia que Duda não iria sentar no colo de Dougie, mas nem morta que eu iria deixar ela sentar no colo de Charlie. Nunca se sabe, né.

Puxei ela num canto não muito longe e falei isso, fazendo com que ela ficasse com um bico maior do que o do papagaio da patagônia. É.

James e Matt foram na frente, enquanto Charlie e Dougie entravam atrás. Safadênhos.

Não, todo o mundo tinha que presenciar o sorriso que o Poynter deu depois de perceber que Duda ia no seu colo.

Ele parecia mais feliz que gordo de dieta, em banquinha de amostra de comida grátis.

Eu ri dele, que ficou vermelho e pude ver Duda abrindo um sorrisinho. Aí sim, ontem cartas, hoje sorrisinhos. Amanhã eles terão filhos!

- Vem gatchênha. Vou te seduzir.

- Uh, Jones e o seu (falso) poder de sedução. – Eu falei, tentando disfarçar a vergonha que eu sentia. Bom, pelo menos todos riram.

Assim que saímos da garagem, James ligou o som alto e todos começaram a rir e a cantar junto. Principalmente Dougie e Duda. Uh. Meus poderes de cigana estavam funcionando. Já podia ganhar dinheiro nos States.

Eu ainda estava incomodada de ter que ir sentada no colo de Jones, logo após de ter debochado dele, com James. É. É carma, só pode ser.

Eu olhava pra janela quando senti a mão de Jones segurando a minha. Sorri fraquinho e me encostei em seu peito, ainda olhando pela janela.

Minha barriga parecia dar voltas e eu sentia minhas bochechas queimando. WHAT THE HELL!?

Ele tirou sua mão da minha e por alguns segundos me senti desapontada. Mas somente por alguns segundos, pois senti sua mão em meus cabelos, fazendo uma espécie de cafuné desengonçado estilo Jones. Eu ri fraquinho e percebi que ele fez o mesmo. Eu amava aquele cafuné.

Sempre que eu dormia em sua casa, nós ficávamos sentados no sofá e ele fazia esse cafuné estranho dele.

Me encolhi mais um pouco em volta de seus braços e soube que ele sorria.

Nós estávamos completamente avulsos a tudo.

Parecia que só existia eu e Danny naquele carro.

Mesmo com todas as risadas e toda a gritaria por ali, eu só conseguia prestar atenção nele. E eu gostava disso.

Dougie’s POV

EU ESTAVA DANÇANDO COM A DUDA! Sim, eu estava dançando com EDUARDAKOZLOWSKI. Morram de inveja, vizinhos frustrados. Primeiro, ela senta no meu colo no carro, deixando Charlie bravo e, bom, fazendo meus hormônios borbulharem.

Na “viagem” do hotel até a boate, eu só conseguia pensar em como ela era linda e em como eu a amava. SIM! Eu AMAVA a Duda! E nunca estive tão puto comigo mesmo, por tê-la deixado escapar. Mas, bem, agora eu estava dançando com ela! Eu tinha uma chance!

Eu não sei como aconteceu! Foi só ouvir a “nossa” música, assim que nós entramos no tal lugar, que ela, do nada, me puxou pro meio da pista de dança. Eu, é claro, nem protestei.

Agora estávamos há umas duas horas ali, dançando juntos, enquanto Charlie nos olhava, chupando o dedo.

- Dougie! Tô com sede! – Duda gritou, rindo. Eu peguei sua mão, ignorando o efeito gay que isso causava em mim, e a guiei até o bar, mais animado do que nunca.

Pedi duas cervejas e entreguei uma à Duda.

- Vamos lá pra fora, aqui tá muito cheio! – Eu gritei, devido o volume da música. Ela concordou, sorrindo e eu peguei sua mão novamente, aproveitando para encarar Charlie (Que estava sentado na mesa, sozinho) com uma cara de “Perdeu playboy!”.

- Você está linda hoje. Nem pude dizer isso pra você... – PARA DE CORAR, DOUGIE POYNTER! NÃO MOSTRE O QUÃO GAY VOCÊ É NA FRENTE DA MULHER DA SUA VIDA!

- Ahn, obrigada, Dougie. – Ela sorriu, envergonhada (E linda) e tomou um gole da cerveja.

Eu ri da minha falta de jeito e ela me olhou, com um ponto de interrogação na cara. Ri mais ainda.

- O que foi seu louco? – Duda perguntou, rindo.

- Ah! Eu sou um bobão perto de você. Só posso rir dessa minha falta de jeito repentina. – Percebi que ela ficou envergonhada. E que ela ficava linda desse jeito.

- Hum, quem diria... Eu sou a menina que deixa o Dougie Poynter bobão. É, tu ta caidinho por mim mesmo. – Ela debochou.

- Você sempre foi A menina, sua boba. – Falei, chegando mais perto dela.

- Hum, mas você tinha algumas dúvidas sobre isso há algum tempo atrás, né. – Percebi que ela parecia um pouco magoada e decidi que essa era a hora. Se eu queria a Duda de volta, eu não podia gaguejar.

- Porque eu sou, fui, e sempre serei seu idiota. Você sabe que eu sou beeeeeem burro. Tão burro que deixei a mulher da minha vida escapar. – Coloquei uma das mãos no bolso da calça e a outra em sua bochecha. Duda fechou os olhos, e eu vi uma lágrima caindo de seu rosto. Estremeci. A última coisa que eu queria era que ela chorasse. Eu odiava quando Duda chorava.

- É, você é muito burro mesmo. – Eu ri fraquinho e vi que ela também.

- Mas hoje, eu fiquei tão feliz, de saber que a mulher que eu AMO – Frisei bem essa palavra, e vi que ela abriu mais um sorriso – É tão mais inteligente que eu. Você é perfeita, EduardaKozlowski, perfeita pra mim. E esses dois meses que nós ficamos separados, foram um inferno pra mim. Tudo que eu olhava, todo sorriso, todo biscoito recheado de baunilha – Nós rimos juntos. – Tudo. Tudo me lembrava de você. E do quanto eu era burro, de te magoar. De me magoar. De tirar da minha vida, num ato estúpido, numa infantilidade, a mulher mais perfeita. A única que eu realmente queria. – Outra lágrima caiu de seus olhos. – Nesses dois meses, eu apenas pensava em te ter de volta, nos meus braços, só minha. Eu só conseguia pensar em você. Eduarda Kozlowski, eu te amo. Mais do que tudo nesse mundo. E o que eu mais quis esse tempo todo, o que eu quero agora, é que você me perdoe. Que você me aceite de volta.

- E como eu sei que você não vai me magoar? – Ela falou, depois de alguns minutos, que pareceram hora pra mim. Seus olhos estavam vermelhos e suas bochechas molhadas.

Eu apenas coloquei uma das mãos na sua cintura e a outra na sua bochecha, acabando com a distância que existia entre nós dois.

Eu juro que no momento em que senti seus lábios nos meus, meu coração acelerou. Muito. Parecia saltar do meu peito.

Minhas mãos suavam e eu senti cada parte do meu corpo formigar, quando Duda entrelaçou suas mãos em meu cabelo, se juntando mais a mim.

Naquele momento, eu era o homem mais feliz do mundo.

Ficamos um bom tempo nos beijando na calçada, e, o que antes era um beijo calmo, doce, acabou se tornando um mega AMASSO. Sim, morram de inveja.

Separamos nossos lábios depois do que pareceu um eternidade e eu olhei em seus olhos, sorrindo e vendo que ela fazia o mesmo.

Danny’s POV

Eu olhava Laura, que bebia, sentada no bar. E, nossa, como ela era linda!

Não sei porquê ela estava ali, sozinha, mas realmente preferia que fosse assim. Quer dizer, eu queria ela só pra mim. Tinha que admitir. Eu realmente queria que ela fosse apenas, exclusivamente, minha.

Depois de não agüentar mais os olhares furtivos de James pra cima de Laura, que simplesmente o ignorava, me levantei e fui até ela.

Quando estava chegando perto, vi Dougie e Duda entrando no bar (Eles tinham saído?), de mãos dadas (Eles voltaram?) e indo até a pista de dança. Observei os dois pombinhos começarem a dançar, juntos, e um tempo depois se beijando.

Ai, Deus, eu sabia. Não existe Dougie Poynter sem Duda Kozlowski, e vice-versa.

Olhei pra Laura novamente, rindo, e vi que ela olhava pra eles também, com um enorme sorriso no rosto. Cheguei mais perto dela e envolvi sua cintura, fazendo com que ela pulasse da cadeira. Assim que ela viu que era eu, sorriu e bateu no meu braço, falando:

- Seu bobo. Que susto! E aí, já viu os pombinhos?

- Tão românticos! Eu sabia que meu garotão ia mandar bem.

- Ah, valeu cafetão. – Ela debochou, fazendo um “joinha” com a mão. Ri dela e a apertei em volta de meus braços.

- Hum, mas então. Voltando á aquele assunto de mais cedo. Eu realmente acho que você é pior que uma hiena cega. – Eu ri e dei um beijo em seu pescoço e pude ver que ela ficou arrepiada. E eu não fiquei muito pra trás. Pude sentir meu coração saltar do peito.

Ah, a bebida já estava fazendo efeito. Essa é a única desculpa pro fato de eu estar fazendo aquilo. Não que eu não quisesse, é só que eu não acho que teria coragem, nos dias “normais”.

- E como é isso? – Pude ouvir sua voz estremecer, enquanto eu dava mais um beijo em seu pescoço.

- Bom, você está caidinha por mim. – Mais um beijo.

- Acho que não. – Dessa vez ela não estremeceu, apenas se virou pra mim e sorriu torto. Percebi que ela estava se sentindo incomodada e isso me deixou um pouco magoado. Quer dizer, eu estava levando um fora silencioso de Laura Starkey. A garota que eu mais queria!

Sorri fraco e me sentei ao seu lado. Ela logo se jogou em meu peito, tomando um gole da sua cerveja.

Ela me queria ou não? Argh, essa garota adorava me deixar louco!

Dougie’s POV

Abracei Duda enquanto dançávamos e pude sentir milhões de calafrios pelo meu corpo. Tudo o que eu conseguia pensar era que ela era minha. Só minha.

A beijei novamente e, mais uma vez, senti meu coração saltar do peito. Ela era linda. Demais. Ela era a mulher da minha vida.

Não, eu não queria mais ninguém. Eu apenas queria a Duda.

Eu, Dougie Poynter!

Essa garota adorava me deixar louco!

Quando paramos de nos beijar, vi que ela me olhava, mordendo o lábio. Eu adorava quando ela fazia isso.

Ah, eu era um bobão mesmo. Eu adorava tudo que essa garota fazia.

Abri um sorriso gigante e ela riu, me beijando. Depois daquele beijo, não precisamos nem falar nada.

Saímos da pista de dança de mãos dadas, enquanto Danny e Laura nos olhavam, curiosos. Apenas pisquei pra eles e continuei andando com Duda. Assim que chegamos à rua, vi que Duda se abraçava, com frio. Então eu, como o ótimo cavalheiro que eu sou, tirei minha jaqueta e coloquei sobre seus braços, envolvendo-a logo após.

Ela sorriu e olhou pra mim, com a cabeça apoiada em meu peito. Beijei sua testa e olhei para a rua, sorrindo. Um táxi passava por ali e alguns minutos depois, nós estávamos nele, com Duda deitada em meu ombro.

Passeamos pelo lobby do hotel de mãos dadas, com alguns recepcionistas fofoqueiros nos olhando. Ao chegarmos no quarto do hotel, começamos a nos beijar novamente, calmos. Fomos até a minha “parte” do quarto e eu a deitei na cama, sem quebrar o beijo.

Naquela noite eu era definitivamente o homem mais feliz do mundo.

A Duda tinha voltado a ser minha. Só minha.

E dessa vez ia ser pra sempre.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.