Chester's Mill - Jorrie
1 Prólogo
Notas iniciais
Uma garota, que não queria sair de casa, e sofrer o seu grande pesadelo. Estava apenas de passagem, quando uma barreira enorme se pois a bloquear tudo ao redor da cidade. Então passou o tempo toda escondida na casa, de alguma pessoa, que exatamente não sabia quem era. Pois com certeza deveria ter ficado de fora. Ela tinha cabelos castanho claro, olhos castanhos escuro profundos, gostava de usar uma maquiagem exagerada. Quando o “Domo” assim era como chamavam, aquela grande barreira. Começou a puxar o metal para sí, Norrie estava na janela, desesperada sem saber oque fazer. Um garoto, junto de um grupo pequeno, se aproximaram da casa, falando alto que se dava para escutar do quarto da jovem.
– Eu acho que tem alguém ai. É uma garota, ela fica olhando pela janela.
– Deve ser mais umas de suas alucinações Joe. Tomou seu remédio hoje?
– Eu não preciso de remédio nenhum. Eu não tenho alucinações eu sei oque eu vejo. — Disse o garoto, tentando convencer, sua irmã.
Joe, se aproximou devagar da casa onde estava a garota, mais a casa segundos antes da casa desabar, a menina pulou. E caiu no chão, desacordada.
– Como? Eu nunca á vi, em Chester's Mill.
– Ela é filha da Alice Calvert, e Carolyn Hill. Eu a vi, em frente a ponte. A noite, ainda no mesmo dia, que o domo apareceu.
– Ai, minha cabeça. Eu tô aqui fora. — Disse a jovem, se levantando assustada.
– Calma, eu sou o Joe. Eu estou do seu lado. Eu te vi na ponte naquele dia, no mesmo dia em que acenderam a fogueira. E o domo...
– Apareceu, eu me tranquei dentro de casa, porque o Big Jim, queria me caçar.
– Te caçar? Porque o Big Jim, iria perder seu tempo com você? — Perguntou Angie, querendo uma resposta breve.
– Não sei. Mais eu não estou segura. Aqui fora. Preciso ir, e achar outro lugar para ficar...
– Pode ficar lá em casa. — Disse o Joe, segurando em sua mão.
Nesse exato momento, a irmã do Joe, o puxou e começou a falar:
– Joe, você vai acolher qualquer um? E se ela for perigosa?
– E se ela for alguém importante... pra mim. Desde quando eu a vi, meu coração ficou lado a lado. Não sei ainda oque eu sinto por ela – Disse Joe, meio apavorado.
A jovem Norrie, interrompeu a conversa, e eles apenas a olharam.
– É, desculpa interromper mais, precisamos correr, esse troço está puxando o metal.
– Vamos. Para casa. — Disse a Angie, já indo na frente.
Joe percebeu que Norrie, estava olhando muito o domo, e pegou sua mão, que estava gelada. E disse:
– É... você precisa vir com a gente, se não ninguém sabe oque pode acontecer com você.
– Desculpa, Norrie Calvert-Hill.
– Joe McAlister. Vamos.
– Anda gente, daqui a pouco aquele barulho vai começar de novo.
Eles correram, mais de repente a Norrie foi puxada, por estar com uma correntinha, de prata. Que sua mãe a tinha lhe dado. Quando completou 14 anos. Então Joe correu até ela, e disse:
– Você precisa soltar isso! Se não você vai morrer.
– Não, isso foi minha mãe quem deu. Eu não solto.
– Precisa soltar Norrie.
Norrie, estava sendo puxada cada vez mais rápido. Joe a segurou, e acabou sendo puxado também. O carro da mãe de Norrie, já estava vindo em direção ao domo. Iria esmagar Norrie e Joe. Norrie apenas tentava se livrar da pulseira. Quando o carro perdeu o controle, e foi para cima dos dois. Norrie empurrou Joe a tempo. E se abaixou sem que eles percebessem.
– Norrie! — Disseram os dois em coro.
– Eu sabia que era pra você não ter chamado essa garota. E se alguém nos viu com ela? E ela apareceu “morta” a culpa com certeza vai para nós.
– Eu não ligo, apenas queria salvar a vida dela.
– Oi? Joe... Eu tô bem.
– Norrie, como? — Disse Joe, a abraçando.
– Vamos para casa, agora. Ninguém mais pode se machucar.
Assim que chegaram em casa, entraram e encontraram Junior desmaiado no chão da cozinha. Junior era o namorado de Angie. O domo já estava puxando tudo que era metal. Quando entramos na cozinha, as facas começaram a se mexer. Norrie me jogou no chão, e se esquivou da faca. Apenas levou um corte de raspão.
– Obrigado, de novo Norrie.
– Precisamos ajudar esse garoto. Que tal levar para alguma clinica. Tem uma clinica no meio dessa bolha. — Disse Norrie, pegando a mesa, e colocando como escudo para nós.
– Joe, Angie!
– É o Barbie. E a Julia.
– Barbie estamos aqui. O Junior desmaiou aqui na cozinha.
– Minha nossa, temos que sair daqui.
– O fogão! Rapido.
Joe segurou seu braço esquerdo, e Barbie segurou o direito. O arrastaram para fora. E Julie, Angie, e Norrie, correram para fora da casa.
– Quem é ela? — Perguntou Julia, ao ouvido do Joe.
– Barbie, e Julia. Essa é Norrie. Norrie esses são Barbie e Julia.
– Prazer.
– Prazer é todo meu, Norrie.
– Precisamos ir para a escola. Lá é seguro. Nunca se sabe oque ira acontecer. Logo, logo isso vai desabar, todas as casas. — Disse Barbie, ainda segurando o Junior.
– Vão na frente, eu vou voltar no domo. Eu sei como fazer isso parar. — Disse Norrie, já se virando.
– Eu vou com você – Disse Joe, já ao seu lado.
– Nos encontramos na escola. Vamos.
– Qual é o seu plano?
– Que plano? Eu estudei um pouco em Los Angeles, sobre um campo magnético. Mais isso não tem nada haver com o domo.
– Entendi. E se conversarmos com ele?
– Conversar... com um domo?
– É... talvez funcione.
– Vai lá e tenta.
Norrie, foi na frente, e logo chegou no domo. Colocou sua mão, no domo e levou um choque. E começou a se debater no chão. Dizendo:
– Estrelas rosadas estão caindo em fileiras, estrelas rosadas estão caindo em fileiras.
– Norrie. — Ao chegar perto, Joe também caiu. — Estrelas rosadas estão caindo em fileiras.
Quando Joe acordou, estava de mãos dadas com Norrie. Se aproximou dela devagar, colocando sua franja atrás de sua orelha.
– Não vai querer beijar uma BV. Vai por mim. Ainda mais por ela ser filha de duas “mães”. — Disse ela, se virando para o outro lado.
– Não ligo se você é BV, ou é filha de duas mães. — Disse Joe, a virando para ele.
Norrie, se levantou. E encostou no domo. Estava exigindo uma resposta. Oque não poderia pedir com delicadeza. Quando Joe e Norrie, tocaram juntos no domo. O metal caiu da barreira. Eles apenas se olharam.
Norrie, entrou no carro da sua mãe. E o chamou:
– Joe, sabe dirijir?
– Mais ou menos.
– Então vem rapido.
Ele entrou no carro, girou a chave, e foram até a clinica, onde sua mãe estava. Alice Calvert. Eles correram para a clinica, e procuraram sua mãe em cada lugar. E logo acharam.
– Mãe, esse é o Joe, e por mais estranho que seja, nós tivemos convulsões.
– Oque? Você não tem convulsões desde pequena.
– É mais o mais estranho que foi na mesma hora e no mesmo lugar.
– Vamos para a sala de exames.
Assim que entramos na sala, a mãe de Norrie foi pegar as fichas. Norrie ficou tirando fotos do Joe. Mais logo foi interrompida.
– Norrie, vamos ver se quando dermos as mãos, se as convulsões voltam.
– Boa ideia Joe.
Eles deram as mãos, e Joe colocou seu celular para gravar. Voltaram a dar as mãos e Norrie disse:
– Eu pareço, uma boba.
Eles cairão no exato momento, e começaram a falar novamente:
– Estrelas rosadas caindo em fileiras.
– Estrelas rosadas caindo em fileiras. Shh! — Disse Joe.
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