Cheshire Story’s
2 Capítulo 1 Parte I
Notas iniciais
Era um dia claro naquela noite em Wonderland, a sombras caiam como um véus de luz pela fauna e flora ambiente, quando de súbito, os sons silenciosamente altos das trombetas dos soldados da Rainha Vermelha romperam o barulhento silêncio. Aquela música tema de qualquer filminho real clichê rompeu o ar por aí anunciando a chegada do Rei, no nosso caso Rainha, no nosso caso a Rainha mais tranquilamente irritada.
Do galho da *árvore-floctus, próximo à mesa de chá do Chapeleiro, no momento vazia, enxergava-se tudo no breu, foi neste momento que a carruagem de *cogumelo-copas da rainha chegou, trazida por 2 enormes porcos alados e peidorreiros .
O que era esperado de acontecer, inesperadamente, era a Rainha sair daquela enorme e elegantemente brega carroça com sua cabeça tão pequena quanto o planeta Terra! Mas, nec foi o que aconteceu, ao invés disso, um sapo de cerca de 1 metro e 70 centímetros com pernas de macaco (e a cauda está incluída nisso) foi em direção à casa do Chapeleiro com uma carta maior do que o que seus braços conseguiriam carregar.
Bateu à porta da casa do Chapeleiro que logo saiu de sua casa com a sua usual cara de uma pessoa normalmente insana
– * Здравствуйте, чого ти хочеш?
O sacaco (sapo + macaco) olhou-o com uma cara desconfiada, como se ele estivesse apontando uma arma invisível em sua fuça!
– Vim aqui trazer uma rainha do recado, quer dizer, um recado da rainha
– Você sabia que estes dias atrás, como amanhã, eu estava pesquisando palavras relacionadas a palavra idiota, e acabei encontrando uma palavra fugindo por aí na floresta, você por acaso sabia que palavra era¿
–Não...qual era¿
– “Rainha de Copas”
Neste momento o Chapeleiro colocou as duas mãos nos ombros do criado da rainha que já estava com dificuldades com carta, que agora já estava caída ao chão, e colocou-se a rir exageradamente de sua própria piada! O empregado ficou com cara de *mhumados e disse:
– Achei muito engraçado mas não achei isso engraçado, estou aqui para avisar-lhe de um convite informalmente formal de sua rainha, onde ela chama-lhe para diverti-la enquanto ela come suas tortas de amoras.
Disse tudo isso mostrando ao Chapeleiro, que agora estava observando atentamente uma *joaninha-urso que voava por entre seus dedos, tudo o que ele havia dito estava escrito na carta
–É de livre espontânea vontade sua ida, porém há pena de morte se você não for!
O Chapeleiro arregalou os olhos repentinamente e perguntou:
–Qual o seu nome¿
–Kerli, senhor
Lembrando que Kerli pronunciara morte, um sorriso estranhamente insano surgiu nos lábios laranja-cereja do Chapeleiro, e uma pergunte surgiu-lhe aos olhos
–O Sr. Tempo estará lá¿
– Com toda certeza!
–Então eu vou!
Desanimadamente animado, parecendo que havia tomado muito café ou comido muitos doces, o Chapeleiro foi, saltitando, pulando e rindo, até a carruagem da rainha. Kerli entrou logo depois e os porcos começaram a andar pelo caminho por onde haviam vindo.
Quando a carruagem desapareceu na fauna habitual tudo se tornou silêncio, o único som feito foi o “puf” do meu desaparecimento, eu iria ao mesmo evento que o Chapeleiro, afinal também havia sido convidado, e não era o melhor dia para ter a cabeça cortada.
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