Chasing the falling star
6 Capitulo 6
Eu
dou um tapa na cara dele e sinto meu rosto esquentar
–Idiota
–Que bonitinha. Ela ta corada.
Nouram diz rindo
Eu me levanto rapidamente
–Alguma pista sobre onde estão?
Eu pergunto indo direto ao ponto
–A ultima vez que vimos elas foi em Seattle
Tonny diz
–Certo preciso de ervas
Eu digo
–Para que?
A cria de Poseidon pergunta
–Para achar logo e voltar para o conforto da minha casa.
Eu digo pegando o braço do moreno de olhos claros e cortando
–Ai
Ele exclama
Eu pego o rosto do moreno alto de olhos escuro.
–Cospe.
Eu digo
Ele me obedece
Eu conjuro as palavras certas
–Droga, estão ocultas. É como se ela estivessem envoltas por um nada, um nada tão forte que se torna irrastreavel.
Eu digo ainda de olhos fechados encarando a escuridão
–Caos.
A cria de Ares diz
–A única coisa que eu capitei foram números e um mês. 51°28’40”, 0°0’5” 31 outubro
Eu digo confusa
–São coordenadas e a data 31 de outubro. Essa foi uma das aulas que eu não dormi
Nouram responde.
–E o que isso significa?
Eu pergunto
–Se eu não me engano é Samhain. É quando a morte a vida e a imortalidade estão por um fio, data perfeita para retirar a essência de um imortal.
Nouram diz tentando lembrar tudo
–Eu estou surpresa! Você não é assim tão inútil!
Eu exclamo beijando a bochecha dele
Ele fica parado por uma fração de segundo e logo diz
–Claro que não sou inútil. Eu sou perfeito!
Ele diz sorrindo de forma cafajeste
–Preciso de um mapa do mundo mundano.
Eu digo
–Nerd...
Nouram bufa
Eu ignoro e começo a descer a colina meio sangue. Todos os presentes me seguem
–Onde estamos indo?
Tonny pergunta.
–Em uma loja de conveniências
...
–Greenwich. E temos três semanas para estar lá
Eu digo fechando o mapa
–Vamos de avião a cria de Ares diz. Eu logo me tenciono
–Sou filha de Poseido. Will de Hades. A não ser que queiram virar churrasco, vamos de barco
A Sally diz
...
Ao chegarmos na costa de NY encontramos o iate de um magnata qualquer e ligamos com alguma coisa que o Nouram fez
Nossa viagem até agora foi calam, diria até, entediante.
Eu estava na proa do navio encostada na grade quando a noite sem estrelas chegou
–É tão triste de se ver...
Diz uma voz rouca no meu ouvido, me viro e vejo Nouram encostado na grade olhando para o horizonte, onde o mar encontra o céu.
–Sim.
Respondo voltando a olhar o horizonte
–Por que um moça tão bela quanto você fica na proa de um iate, debruçada na grade, vendo milhas de aguas sendo ultrapassada. Sozinha?
Ele pergunta com a voz ainda mais grossa e rouca do que o normal
–-Por que tal moça prefere estar sozinha do que em companhia de imbecis
Eu digo sorrindo cínica
–Ufa. Ainda bem que sou muito legal. Então te acompanharei nesta triste noite
Ele diz se fazendo de aliviado
Eu sorrio involuntariamente
–Você fica bonita sorrindo. Deveria fazer isso mais vezes
Ele diz olhando para mim
Tão logo aquilo foi dito ele se vira para encarar as aguas novamente, e assim eu também faço.
Ficamos em silencio por um longo período de tempo, não um silencio estranho, que precisa ser preenchido por palavras, um silencio agradável
–Esthêr.
Ele diz
–Viu! Não é tão difícil! Esthêr!
Eu digo vitoriosa
–É... ok... tanto faz... Mas olha lá
Ele diz apontando para um lugar vago no céu
–O que?
Eu pergunto não vendo nada
–La. _ele insiste no lugar apontado_ É uma estrela!
Eu forço um pouco a visão e vejo. La. É inegavelmente uma estrela, seu brilho era fraco, mas ainda brilhava
–É uma estrela!
Eu exclamo.
–Eu sei.
Ele diz sorrindo
–É Nyx!
Eu digo feliz.
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