Notas iniciais
Meu capítulo preferido sendo exposto, emocionada.

LEIAM AS NOTAS FINAIS LEIAM AS NOTAS FINAIS COISAS IMPORTANTES SERÃO REVELADAS, PLEASE.

Como todos sabem, maior parte dos capítulos contém cenas inadequadas e blábláblá. Só avisando que talvez esse seja um pouco forte, mas eu não vejo diferença. De qualquer maneira, espero que gostem e aproveitem. Desculpe grandes transtornos, babies.

Lil Freak

Lizzie subia as escadas calmamente em frente à eles, com um sorriso grande e malicioso nos lábios, o que infelizmente a deixava mais sexy do que já era. A morena inclinou-se ao chegarem à porta do quarto.

Era alta e parecia ser feita de veludo na cor de vinho, a maçaneta era dourada e reluzia em relação à porta.

– Bem, aqui estamos. – Lizzie apontou, enrolando os dedos em frente ao corpo – Aqui vão as regras: nada de deixar camisinhas no chão. – ela fez uma careta e se encolheu, levantou os dedos fazendo um movimento indiferente e deu de ombros – Na verdade, não sei se tem regras porque quem as diz por aqui é a Tish, então bem... É que eu não gosto que deixem camisinha no chão e...

– Liz... Entendemos. – Percy levantou o polegar no sinal de tudo bem – Pode nos deixar, se você não sabe, eu já frequentei isso aqui.

– Ah, certo, ok. Divirtam-se. – acenou enquanto retornava ao caminho que fizeram antes

Os olhos dele se cruzaram, exibindo a sombra de um sorriso, então ele segurou seu braço, puxando-a e prensando-a contra a parede, colando seus lábios antes que pudesse pensar. Lento, como se estivesse pedindo desculpas pelas coisas idiotas que fizera no baile, depois quando estava com Calypso e tudo mais.

– Desculpa. – ele pediu, deixando seu corpo contorcê-la, abaixando o rosto para que pudesse ver seus olhos sem limites – Eu devia estar bêbado, porque eu não quero me afastar de você... Sério, eu juro, tipo, não era eu que estava falando.

Annabeth tremeu as pontas dos lábios, exibindo um meio sorriso.

– Tudo bem. Relaxe. – ela disse, erguendo o pescoço, sentindo os lábios quentes e vorazes percorrem a extensão entre seu queixo e as sardas no colo, suspirou – Calma. – a loira o puxou de volta para cima, sorrindo ao terminar a frase – Viemos para usar o quarto e não o corredor.

Os dedos ágeis e esguios tatearam a porta enquanto o corpo musculoso e grande á sua frente a jogava contra a porta, assim que a maçaneta girou, Percy passou os braços sobre sua cintura, cambaleando pesadamente.

O moreno apreciou o local com o olhar. O quarto era grande com mais uma porta de veludo, as paredes pareciam ser feita do mesmo material e ele não sabia de que cor era o piso, mas deixava o lugar com um ar bem mais misterioso e sensual. A cama tinha um tecido de seda cor vinho cobrindo-a e pensar em Annabeth despida, enrolada entre o lençol sem cobrir absolutamente nada.

Gemeu, apertando os dedos na cintura e ouvindo o mesmo gemido sair de seus lábios avermelhados, sabia que iria ficar marca, mas ela poderia muito bem dar um jeito de esconder. Encostou-a contra a parede fofinha, juntando seus lábios em um beijo de tirar o ar. Seus pulmões ardiam e reclamavam, mas isso não seria um problema agora.

Annabeth gemeu surpresa, ela sentia o corpo de Percy quente, no mesmo instante sua mão desceu até dentro da calça dele, passando pelo cinto de couro e o jeans grosso, ela o massageou com os dedos trêmulos, ofegando.

O moreno arfou ao sentir o toque quente em seu membro, as mãos já não estavam arranhando seu cabelo, os dedos esguios tentavam tirar o cinto e descer as calças, sem atrapalhar o beijo, claro.

A língua dele invadia sua boca, reclamando cada espaço para si, sentindo o gosto doce e aperitivo que ela exalava. Separou, sentindo os dedos pararem, resistiu a um gemido raivoso quando ela afastou os dedos de si.

– Por que parou? – falou com a respiração entrecortada, havia uma pontada de decepção em sua voz.

– Peça. – Percy estava resistindo à vontade de atacá-la ali mesmo, aquilo era um pedido de desculpas, mas teria uma pontada de prazer para ambos

– O que? – o sorriso dela era um misto de malícia e surpresa

– Quero que implore para que eu transe com você. De todas as formas que você quiser, mas não farei nada até que me implore.

– Qual é, Percy... – ela ofegou, tirando a jaqueta que usava, se deparando com os músculos bronzeados e o maxilar tenso embora demonstrasse um sorriso – Quer que eu te implore... – lambeu os lábios

– Sim... – ele mordeu o lábio inferior, se arrependendo de sua própria ideia maravilhosa

– Você não pode brincar com isso, Sr. Jackson. – sussurrou, ficando nas pontas dos pés, beijando atrás de sua orelha, traçando os dedos para dentro de seus cabelos e descendo até o peito coberto pela camisa

Annabeth sorriu, finalmente abrindo os botões da calça e descendo o braguilha lentamente, Percy segurou seus cabelos entre os dedos, controlando-se para não puxar de mais.

– Você me trouxe aqui. – ela beijou seu queixo, a barba por fazer pinicando seus lábios – E você ainda está se controlando.

– Droga... – murmurou, jogando a cabeça para trás, os lábios espalhando beijos pelo seu pescoço – Eu não quero te machucar e você sabe disso.

Era como se o feitiço... Voltasse para o feiticeiro.

– Eu quero ser machucada. – sussurrou, o hálito quente batendo no fim de seu pescoço

Aquilo parecia ter excitado-o mais do que o normal. Os braços se ergueram, apoiando-se na parede no momento em que a calça caiu.

Annabeth deu um sorriso safado enquanto se ajoelhava lentamente até onde queria, os braços dele fazendo uma sombra sobre a mesma. Ela tocou os dedos sobre a boxer azul escura, acariciando-o sobre o pano da cueca.

– Você gosta? – ela aproximou os lábios do membro, ainda por baixo da cueca

– Isso é algum tipo de tortura? – rosnou, forçando-se para não olhar para baixo

– Bem... – as unhas vermelhas vibrantes arranharam a pele exposta acima da cueca, lambendo o mesmo local, abaixando a peça inútil que os separava – Se você queria me torturar, acho melhor se soltar. – os dedos apertaram a base do seu membro, fazendo Percy jogar a cabeça para trás com um rosnado baixo – Quantas vezes vou ter que repetir isso?

Ela lambeu todo seu comprimento com beijinhos e mordidas fracas enquanto Percy contorcia os dedos sobre o veludo. Os lábios avermelhados se curvavam soprando lugares exatos, fazendo com que o próprio se contorcesse em suas mãos.

Por fim, Annabeth colocou-o na boca. Acariciando o que não entrara com os dedos, ouvindo os gemidos altos dele, ainda controlando-se. Ela podia senti-lo pulsando em seus dedos, em sua boca enquanto continuava os movimentos lentos e o acelerava com a língua e a boca.

Percy enfiou os dedos em seus cabelos, fazendo os movimentos serem mais rápidos e menos torturantes, vez ou outra, ela deixava sua boca sair, masturbando-o lentamente com a mão, ou lambendo sensualmente sua glande. Deixando-o o mais prazeroso, os fios dourados molhados grudando em seus dedos, enquanto sua boca fazia um perfeito trabalho com seu membro.

Percy ofegou, sentindo a pressão no pé do estômago, apertando mais os fios em seus dedos, de certo modo, obrigando-a a continuar os movimentos rápidos ou lentos, seja qual fosse. A loira o sentiu pulsar em seus dedos, afastou-se embora a mão firme dele continuasse em sua cabeça e continuou masturbando-o lentamente com os dedos.

Deu um beijo na ponta e voltou a preenchê-lo com a boca. Annabeth parou quando o sentiu pulsar mais forte e por fim, gozar.

O líquido escorrendo pelo chão, aproximou-se e colocou o resto na boca lambendo o que caíra pelo queixo.

– Muito bom. – aprovou

– Você quer me enlouquecer. – sorriu, prendendo-a na parede, puxou os braços para cima e segurou os pulsos com uma das mãos

– Então, vamos enlouquecer juntos. – murmurou provocativa – Prometa que vai se soltar.

Percy olhou para os seios levantados pelo decote, o sutiã de renda levemente aparecendo e as pernas douradas e torneadas brilhando com a iluminação precária.

– Hoje. – afirmou

Tomou posse de seus lábios, apertando os dedos nas coxas expostas, marcando-a como sua propriedade. Acariciou a parte externa com as pontas dos dedos e em seguida, a penetrou com dois dedos. Annabeth arqueou as costas, arfante.

Continuou estimulando-a lentamente com os dedos, beijando seu maxilar, seu queixo, todo seu rosto, apertou aquele lugar em especial que descobrira no primeiro dia que se encontraram ouvindo-a gritar com o contato.

– Eu quero... Agora. – implorou, apertando as unhas no ombro ainda coberto

– Você quer, é? – Percy brincou com os dedos, afundando-o mais um dentro dela

O moreno empurrou-a com seu próprio corpo até a cama, deitando-a. Mais uma de suas visões quase completa porque ela ainda estava vestida. Ele sorriu com o pensamento. Mas isso não seria problema.

Segurou a barra de seu vestido, puxando-o até que estivesse fora de seu corpo revelando o corpo dourado sobre uma lingerie preta de renda. Ele lambeu os lábios deitando-se sobre ela. Annabeth sorriu.

As mãos delicadas subindo pelos seus braços e então, puxando a camisa para fora de seu corpo e voilá, ele estava nu. Percy apertou as coxas em seus dedos, não se importando se ficaria marcas, apenas sentindo a textura da pele macia e sedutora embaixo de seus dedos. Inclinou-se beijando o colo, subindo as mãos e puxando o bojo do sutiã, liberando seus seios sem se importar muito.

Eriçados, rosados e prontos.

Percy gostou dos adjetivos que flutuavam em sua cabeça, a boca se ocupando com o esquerdo enquanto os dedos estimulavam o direito, sentia a barriga dela tocando seu peito com o seu arquear de costas, os gemidos entrecortados preenchendo o vazio do quarto.

Annabeth enrolou as pernas um pouco abaixo do peito de Percy que riu com o movimento, deixando o hálito bater nos seios sensíveis e mais vermelhos do que o normal. O moreno fitou os olhos totalmente nublados e sorriu, aprovando seu trabalho com os seios fartos, inclinando-se e mordendo um dos seios ainda suspendendo o olhar, em um alto tom de zombo.

Seus dedos tamborilaram pela coxa erguida e abaixaram fazendo com que Annabeth se apoiasse nos cotovelos para observar o que ele faria em seguida. Depois de ela pedir que ele se soltasse, ele tinha realmente se mostrado uma caixinha de surpresa.

Ela podia ver sua ereção, sabia que ele estava se controlando para não abrir as pernas dela e tê-la ali mesmo e se sentia grata por aquilo.

Percy beijou a parte interna de sua coxa com selinhos curtos, às vezes passeando a língua, testando a maciez de sua pele. Annabeth gemeu, jogando-se contra o colchão fofo, fechando os olhos com força e puxando os próprios fios.

O moreno levantou-se, feliz com o próprio trabalho, segurando os dedos contra os seus e os afastando de seus olhos.

– Abre. – ele pediu, a respiração entrecortada com a sua própria excitação

Annabeth tremeu os olhos, sentindo uma pequena ponta do membro dele roçando em sua intimidade, gemeu, arqueando as costas.

Mordeu o lábio, sentindo toda a excitação de seu corpo fluir mais forte pela sua corrente sanguínea, só aqueles olhos cinzentos poderiam lhe excitar em questão de segundos.

– Merda. – ele colocou os dois braços ao lado do corpo dela, se suspendendo e dando um pequeno sorriso – Depois a gente vai do jeito que você quiser, juro.

Sem aviso prévio, Percy se afundou nela, sentindo uma leve camada fina de suor preencher seu corpo, cair no rosto dela, os seios pulando a cada estocada forte que ele fazia questão de dar.

Os dedos levemente calejados apertaram as coxas com força, uma das mãos postas ao lado do rosto dela, se segurando, ele fechou os olhos, rosnando baixo enquanto os gemidos altos e leves gritos dela preenchiam o ar. Percy saiu completamente dela, mirando os olhos misteriosos e lindos que lhe fitava pedindo por mais, mordeu o lábio com força e voltou, fundo.

Annabeth deu um grito entrecortado, espalmando as mãos nas costas largas e músculos, descendo as unhas grandes e arranhando-o por cima do suor.

– Droga, você é... – Percy tentou falar alguma coisa, fechando os olhos

– Se solte. – ela pediu, arqueando as costas

Percy foi mais fundo, saindo completamente, ofegava e então, metia rapidamente sem pensar muito na ardência em suas costas ou na pressão em seu estômago.

Sentiu Annabeth ter seu primeiro orgasmo na noite, escorrendo-se pelas pernas. Ele continuou mais devagar, com certa delicadeza até chegar ao seu ponto, sentindo os conhecidos espasmos passarem pelo seu corpo.

O moreno colocou as duas mãos ao lado do rosto dela, respirando pesadamente. Sua respiração estava rasa, embora tentasse respirar fundo, os espasmos meio que o obrigavam a continuar com a respiração rápida no rosto dourado.

Annabeth trouxe as mãos das costas suadas e colocou nas bochechas dele, aproximando-o, colando seus lábios com força, brincando com sua língua, com os lábios carnudos.

Percy saiu de dentro dela, deitando-se ao seu lado.

Annabeth pulou em cima dele com um sorriso pequeno nos lábios, acariciando sua barriga com os dedos, puxando cada músculo definido. Inclinou-se e beijou seu queixo, roçando seus seios no peito dele, fitou seus olhos e passou a língua pelos lábios vermelhos.

Desceu lentamente e Percy segurou seus fios entre os dedos, fazendo com que ela parasse com um meio e sexy sorriso no rosto.

– Não. – respondeu com a voz pesada de excitação

– Por que não? – rebateu, subindo como uma leoa, os cabelos bagunçados e os olhos nublados – agora com alguns riscos azuis – tão ferozes quanto os lábios que lhe dava beijos por todo o corpo.

Annabeth mordeu sua barriga, voou as mãos para os cabelos e tirou os dedos calejados de lá, beijando cada um deles.

Levantou-se, ficando de joelhos com as pernas entre seu membro.

Percy ofegou com a visão. Annabeth massageou os dedos no lugar abaixo de seus seios, indo com os dedos hábeis até as costas, abrindo o fecho do sutiã. Deixando-o cair em sua barriga, o moreno o pegou e acariciou a parte felpuda de dentro colocando-o de lado quando a loira segurou seus seios entre seus dedos com força, gemendo e jogando a cabeça para trás ao senti-los tão sensíveis ao toque, puxou-os entre os dedos.

O moreno ficou sentado, segurando os seios com as mãos, beijando-os e, inesperadamente, sentiu Annabeth preenchê-lo. Subindo e descendo lentamente enquanto sua boca se acomodava em beijar as sardas. Apertou a pele de suas costas e levantou o rosto, jogando-o para trás quando ela levantou e desceu com força. O movimento repetiu-se várias vezes até que Annabeth enroscou os dentes nos ombros suados e arqueou as costas, sentindo mais espasmos por todo o corpo.

– Você... Uau. – Percy disse, apertando mais uma vez os seios em seus dedos

– Mais um round? – perguntou, roçando os lábios em seu ouvido

– Você aguenta? – argumentou, pela primeira vez, deu-se conta que nem se preocupara com ela em todo esse tempo

– Você vai me fazer aguentar. – sussurrou, ainda com os lábios atrás de seu ouvido

Percy arqueou uma das sobrancelhas, ainda confuso com sua declaração, Annabeth sorriu e se afastou, enfiando os dedos nos cabelos, deitando ao seu lado de costas, deixou seu cabelo cair para o lado oposto à Percy e sorriu, convidando-o.

Talvez, ele devesse deixar sua boca cair com o convite, se jogar no chão e gritar de felicidade porque aquilo era tudo o que um homem queria ouvir de sua garota.

O moreno retribuiu o sorriso pequeno e beijou a curva de sua coluna, descendo as mãos ao lado do corpo, apertando sua bunda com mais força do que esperava, voltando a beijar cada lado de suas costas até chegar às omoplatas, Annabeth mordia a almofada, os lábios quentes pareciam deslizar por sua pele e o único jeito além de gritar, o que, talvez, o assustaria, então continuou a morder as almofadas, liberando toda a excitação que seu corpo produzia.

Subitamente, sentiu ele preenchendo-a por trás, ofegou, sentindo ele entrar e sair devagar, as mãos grande em suas costas, massageando enquanto saía e entrava. Annabeth arfou, sentindo a respiração quente em sua nuca, os cabelos sendo jogados para o lado enquanto ele estocava fortemente atrás de si.

Fincou-se em seus joelhos, sentindo um dos braços apertando sua cintura, trazendo para mais perto de seu corpo, indo cada vez mais fundo, Annabeth levantou os braços, roçando os dedos nos fios negros e jogando a cabeça para trás, sentindo um beijo quente e apressado em seu ouvido, seguido por mais beijos quentes e apressados em seu ombro e atrás de sua orelha.

Percy se enterrou mais duas vezes nela que puxou seus cabelos com força, talvez arrancando alguns, apertou mais ainda seu braço na cintura, subindo as mãos livres para os seios e apertando-os com tanta força que nem sabia se existira.

Foram poucos minutos até que finalmente, os dois estivessem jogados.

Annabeth ainda de bruços enquanto Percy olhava para o teto, respirando pesadamente e falando seguintes “uau”.

– Se você pensar em falar uau de novo, eu acho que te mato. – resmungou, revirando-se e puxando o lençol de seda sobre si, olhando para o teto vermelho

– Foi...

– Impressionante. – Annabeth concordou e virou o rosto, olhando para Percy

O rosto forte e impotente, o nariz levemente fino e quase arrebitado, os olhos tão verdes que não conseguia distinguir se aquele verde claro que predominava na parte inferior da órbita ainda estaria ali.

O moreno puxou o lençol fino sobre seu corpo, inclinou-se e beijou a testa de Annabeth, roçando os lábios de maneira leve.

– Não podemos dormir, ok? – avisou com a voz desapontada – Embora eu adorasse acordar com você desse jeito do meu lado. – resmungou

– Hm.

– Podemos continuar o resto lá em casa. – ele sussurrou, colocando uma mexa do cabelo loiro para trás – Podemos bater o nosso próprio recorde.

– Hmhm.

– Você está machucada? – sua voz saiu mais preocupada do que esperava

Annabeth fechou os olhos, respirando calmamente enroscando uma das pernas nos quadris dele e aproximando-se para sentir seu calor, fazendo com que aquele frio que entrava das pequenas janelas na parte superior do quarto desaparecesse.

– Meus seios estão um pouco sensíveis e eu acho que você deixou marcas na minha coxa, no meu quadril, cintura... – citou e deu de ombros, abriu os olhos e segurou o

queixo entre os dedos, observando sua expressão preocupada – Mas eu gostei. Eu já disse o quanto eu amo quando você simplesmente... É você na cama?

Percy sorriu e beijou seu nariz.

– É melhor irmos. A não ser que queira dormir na minha casa. – respondeu – E, claro, continuar com minha proposta.

– Aqui tem banheiro? – disse, enroscando-se no tecido fino e cambaleando ao sair da cama, ignorando a última pergunta

– Nenhuma dor nas pernas?

Annabeth revirou os olhos e se apoiou na parede.

– Percy, se você não sabe, você é... Hm, bem dotado e isso, se você for ser você ou não, dói do mesmo jeito, mas... – deu de ombros, encostando as costas no veludo – Vai passar.

– Merda, Annabeth... – ele deu um pulo da cama e segurou sua cintura, deixando-a apoiar-se em seu corpo

– Eu também estou com sono. Dá pra você parar com essa preocupação excessiva? Isso está me irritando. Porque como foi sua proposta mesmo? Mais? Eu quero mais.

O moreno franziu o cenho e a ajudou a abrir a porta, jogar-se embaixo da ducha.

Percy vestiu sua roupa, entrando no banheiro. Annabeth havia preso os fios dourados em um coque deixando-os um pouco molhados, seu corpo se enroscou com uma toalha felpuda, os olhos já atentos, observando cada lugar. Ela se inclinou e abriu uma das gavetas ao lado do espelho e se surpreendeu, pegando um vibrador entre os dedos.

Percy riu.

– O que é isso? – perguntou, observando a expressão ainda mais risonha dele – Quero dizer, para que isso?

– Aqui não tem apenas heterossexual. – explicou

Annabeth assentiu, embora não demonstrasse seus olhos exibiam um nojo contido, balançou a cabeça e andou até ele.

– Não precisa explicar o resto que tá aqui dentro. – resmungou

Percy procurou seu celular e ligou para Lizzie.

– Já acabou todos? – perguntou, deitando-se na cama e observando Annabeth se vestir com destreza

A loira fez um sinal para que ele colocasse na viva-voz. O mesmo revirou os olhos e fez o que pediu.

– ...acabaram de cair. Se quiser antes que todo mundo os veja, essa é uma boa hora. – respondeu

– O que caiu? – Annabeth sentou-se ao seu lado

– As cortinas.

– Ah.

Negou-se mais uma explicação doida de que esse cabaré de luxo seria e assentiu, esperando que Percy tomasse coragem para ir embora.

– Já estamos indo. Peça meu carro, por favor.

Ambos se levantaram, descendo as escadas rapidamente e se despedindo de Lola e Lizzie, Tisha tinha se metido em algum lugar que realmente nenhuma dos dois estavam querendo saber.

Percy arrastou o carro, voltando para a estrada deserta.

Annabeth observou a paisagem passando como um vulto e suspirou, feliz. Apoiou a cabeça no banco ouvindo Percy cantarolar uma música desconhecida, ergueu a mão e puxou a dele contra sua perna, encolhendo-se e sentindo-o acariciar sua coxa.

– Me acorde.

– Eu vou.

E ele iria. Ela confiava. E, provavelmente, nunca deixaria de confiar.


Hey girl, I see you like that, you gettin me excited, you rocking like a pro with it girls, [...] If you're fu**ng with me you let her put her hands in your pants...

Notas finais
Eu acho que depois de um capitulo desses, vcs realmente deveriam me deixar umas recomendações bem legais né... tipo um presente depois do meu primeiro dia de aula desastroso, aliás HOJE FOI MEU PRIMEIRO DIA DE AULA e foi desastroso, realmente, vocês deveriam me deixar mais alegre e deixar recomendações, à propósito, eu AMEI todas as dicas de livros e músicas, muito boas, talvez algumas apareçam. Bem, enfim... como começou minhas aulas, eu já estou com apostilas e uns três assuntos pra estudar e não vai ser nada legal, sério, de qualquer maneira, eu vou tentar postar TODOS os sábados, mas isso só vai acontecer se eu tiver um número regular de reviews e vocês irão ter muito tempo pra isso, enfim já começaram suas aulas? Eu odeio quando vocês ignoram minhas notas finais porque são enormes, sabe, é porque eu AMO falar, literalmente, tipo MUITO. De qualquer maneira, se quiserem falar comigo meu twitter é livestromwick meu facebook acho que tem no meu perfil e se não tiver é Mylena Rodrigues e é a única que tá com um colar mustache com um sorriso MEGA falso, mas tá valendo.

De qualquer maneira - de novo -, espero que não me abandonem se eu passar um tempo indisponível, mas eu juro que vou tentar estudar o máximo de coisas na semana para que eu não precise passar mais de dois sábados sem postar.

E essas foram as maiores notas finais de minha vida.

Para tudo tem uma primeira vez, espero que não entedie vocês depois DESSE capítulo, um dos MEUS FAVORITOS DE TODA A HISTÓRIA, to realmente orgulhosa dele, cof cof.