Chasing The Sun

19 Down Goes Another One.


Notas iniciais
esse capitulo não é um dos meus preferidos, porque é muito... bleh, mas tá valendo, não queria deixar vocês muito tempo sem capitulo porque acho que dessa vez vou demorar, então... eu não gostei, mas sei lá

Down Goes Another One

Tudo que Annabeth queria fazer naquele momento era desaparecer, e ela não sabia se aquilo era uma boa opção para sua TPM que começava a dar sinais. Se alguém, além de Silena, aparecesse nesse momento, provavelmente poderia morrer.

O fato da velha paixão de Percy ter reaparecido a deixou insegura e com medo de que a mesma pudesse roubá-lo. Balançou a cabeça devagar e sorriu com a ideia “roubar”, ela pensou que não saberia como isso poderia acontecer já que ele não era dela. Percy poderia fazer o que quisesse, se queria fugir com a sua namoradinha da faculdade, que seja. Isso não mudaria nada em sua vida, talvez algumas alegrias e prazeres que poderiam ser ignorados, isso não valia a pena. Acabar com seu casamento e sua carreira, oh, sim, isso valia muito.

Annabeth batalhara muito para mostrar a mãe que poderia ser uma advogada tão boa quanto ela, batalhou muito para mostrar o avô que ela poderia merecer um cargo de sócia e começou comprando cafés e dormindo até tarde em frente ao computador. Sua vida não fora tão fácil quanto a de Nico, Thalia ou Percy. Todos tiveram a vida fácil para chegar onde chegaram e muitas vezes, aquilo a irritava. Eles tratavam tudo e todos como se fosse menores que ele, muitas vezes menosprezando. Até mesmo Thalia e Percy que começara a conhecer mais próxima. Eles eram ótimos, claro, mas às vezes, suas atitudes deixavam a desejar.

E mais um fato que se adicionava aquela lista era seu tio-avô namorava sua mãe! Annabeth aceitou isso o melhor que pode, queria ver sua mãe feliz, aliás, nunca a vira tão feliz quanto agora, sempre tinha um sorriso quando estava com Poseidon, mas isso não deixava sua vida mais fácil.

Bocejou, a dor de cabeça da noite anterior voltara mais forte do que já estava e nesses momentos, ela esperava que seu marido – não seu amante – chegasse dando beijos pelo seu corpo com seu remédio em mãos e fazendo sua TPM passar em segundos. Mas, não com sexo. Com palavras, com gestos de carinho. Annabeth adoraria sentir isso. Entretanto, esticou a mão para alcançar o criado mudo e alcançou a aspirina, sentou-se com um pouco de esforço, então bebeu a água junto com o comprimido em goles leves.

– Luke? – chamou baixinho

Nenhum sinal de que estivesse ali.

Deu de ombros, seu telefone começou a tocar e no mesmo momento queria jogá-lo na parede. Se fosse Percy, ignoraria ou atenderia e diria algo como “Onde Calypso está?” e se não fosse, que se mandasse para os ares.

– Silena? – ela atendeu com a voz raivosa

– Olá, querida! Como está nesse lindo dia?

– O que quer? Não deveria estar resolvendo alguns problemas em Boston?

– Deveria. Claro que eu fui e voltei porque eu tive que resolver algumas coisas do baile de hoje.

– Baile? Ótimo.

– Você não comprou seu vestido, não é?

Annabeth não sabia porque ela sempre perguntava a mesma coisa. Desceu as escadas com o telefone em mãos.

– Sabe que não. E sabe que eu não vou.

– Sei que não comprou e sabe que eu vou te convencer. Se a chave estiver, ops, estou chegando.

No momento em que menos esperou, a porta se abriu e uma Silena cheia de bolsas de compras coloridas nos braços apareceu. Colorida, como sempre, uma saia amarela, sapatos neutros e uma blusa rosa quase transparente, os olhos verdes estavam alegres e o rosto perfeitamente belo, mas algo estava estranho... Não, diferente, mas continuava sendo perfeito.

– Você pintou o cabelo?

Silena mexeu as madeixas ruivas, na altura do ombro, repicados com a franja de lado.

– Você gostou? Eu não sei o que deu em mim, sabe? Charlie disse ontem que gostava de ruivas com olhos verdes e então, ontem à noite eu estava conversando com o Joey e eu disse, pinta meu cabelo? E ele disse, claro! Então, foi isso, eu pintei.

– Charlie? Quem é...

– Beckendorf. Chame como quiser. Você acha que foi um pouco louco, eu não sei se foi louco, mas – ela andou empolgada e jogou todas as bolsas atrás de si no sofá e sentou-se perto de Annabeth – eu me achei tão linda e atraente e eu fiquei impressionante. Você acha que ele vai gostar?

– Uau... – Annie piscou os olhos, surpresa e topou em um dos fios mais próximos – Você está impressionante, eu acho que ele vai gostar. Mas, você não me disse que está saindo com o Charlie.

– Ah, não, só saímos de vez em quando, depois do expediente. É que ele, eu e o Lee estávamos conversando sobre algo sobre economia, não me lembro, não sei como o assunto foi parar nisso, mas ele disse que gostava de ruivas.

Annabeth riu.

– Si, você sabe que é linda de qualquer jeito, não sabe?

– Não linda o suficiente para aquele imbecil.

– Você ficou linda, ainda acho que não deveria ter mudado de aparência apenas por ele.

– Ah, não foi só por ele. Eu enjoei desse loiro dourado, estava muito próximo do seu e se o corte fosse um pouco mais longo, o Percy poderia me confundir de costas. – ela suspirou – Então, vamos às apresentações de seu vestido.

– Você gasta mais com roupas comigo do que com você.

– Porque você precisa mais, querida.

Então, os vestidos foram aparecendo diante de sua visão, sapatos, maquiagens, cores diferentes, fotos no telefone de Silena se teletransportaram para a televisão com imagens de penteados diferentes e modernos. Elas riram, Annabeth preparou chocolate quente e continuaram pensando como cada uma iria para o baile do Olimpo. O baile do fim do outono. Annabeth nem percebera que o outono tinha passado tão rápido, embora tivesse começado muito bem.

A noite chegara, brilhosa como deveria estar. Ao leste de Manhattan, o salão era luxuoso e extremamente grande como Annabeth esperava. Em questão de luxo e conforto, Silena se preocupava demais e dinheiro não era problema quando se tratava disso.

Annabeth estava disposta a se divertir, ou esperava fazer isso. Não viu seu marido o dia todo, mas não se preocupou já que passara o dia com Silena e Thalia e esperava que o bom humor que viera depois da TPM e dor de cabeça continuassem.


Thalia riu de algo que Annabeth dissera, bebericando o champanhe borbulhante na taça de cristal.


Percy estava em um grupo de homens empacotados em um terno preto e branco com gravatas coloridas e ele se sentia ridículo por usar aquilo. O moreno também sabia que eles falavam sobre como a policia queriam cuidar de tudo e depois comentavam piadas sobre juízes e Percy se forçava para sorrir, sendo que seu olhar estava voltado para as três garotas em frente a cachoeira de chocolate. A mão dele formigava apertando freneticamente o copo quadrado de uísque, o moreno bagunçou os cabelos presos em um lado com o gel, estava irritado. Os olhos verdes analisaram o coque louro bem feito no topo da cabeça e a franja partida no meio se balançava quando seu corpo se curvava ao rir, em uma fração de minuto, Annabeth piscou os cílios dourados sorrindo para ele. Percy não conseguiu sorri de volta e se amaldiçoou por isso.

Isso começou a dar-lhe raiva. Tudo que procurou em Annabeth era sexo. Prazer. E horas legais com uma garota legal. E afinal, achou mais do que queria. E não estava gostando nada daquilo. Hoje, conseguiu não ligar para ela, passou todo o dia fazendo bobeiras, mas não ligou. Percy tentaria de tudo para se afastar, até se isso significasse magoá-la.

– Percy. – Nico chamou sua atenção para a conversa machista que se erguia entre eles, então os olhos negros seguiram o mesmo

– O que foi? – Beckendorf e Luke fizeram o mesmo

– Não é nada. – apressou-se em dizer – Estou pensando quando vamos nos derreter naquela cachoeira.

– Ah, sim, é. – Nico o ajudou – Aliás, onde está Calypso, Percy?

O moreno soltou um muxoxo, quase irritado.

– Eu não sei, talvez esqueceu que eu existo. Estou muito grato por isso.

– Calypso? – Beckendorf inclinou-se, confuso – É aquela garotinha ali? – apontou por cima do ombro

Percy bufou ao ver os fios cor de caramelo trançados de lado, os olhos ágeis procurando algo para se fixar. Xingou e abaixou o olhar.

– Por que não quer que ela te veja? – Lee inclinou-se

– Sabia que vocês parecem garotinhas do colegial? – Percy resmungou

– Ela é muito gostosa. Ainda não sei por que não quer ficar com ela.

A expressão de Percy se transformou em uma carranca ao ouvir a voz de Luke falar aquilo, um clima de tensão voou entre eles e Lee assoviou.

Tentou esquecer aquilo, já que aquela era sua meta. Mas, não deu.

– Eu acho que você tem esposa, Castellan. – todos perceberam pelo tom de voz ameaçador de Percy o quanto ele estava com raiva

Luke soltou uma risada sarcástica.

– É, eu tenho. Mas não me impede de nada.

– Acho que você está bêbado, Luke.

Percy ficou calado. Respirou fundo algumas vezes ouvindo algumas besteiras vindo da boca de Luke, como “ela é minha” e “não sei porque vocês se importam”, entretanto usou todo seu esforço para ficar calado e não arrumar confusão.

As emoções não conseguiram se acalmar por muito tempo porque logo em seguida a voz meiga e fofa fez seu pelos se arrepiarem.

O movimento seguinte foi automático, enfiar todo o liquido do copo dentro da boca. Sentiu arder em sua garganta e pigarreou ao abrir os olhos.

Não poderia acreditar que ela estava linda, ou deslumbrante, quem sabe.

– Olá. – conseguiu falar com a voz rouca

– Oi. – ela mordeu o lábio – Me desculpa por ontem, você sabe, eu acho que sua namor...

Um garçom transportou uma bandeja de prata com taças e copos quadrados entre eles. Percy substituiu seu copo e Calypso bebericou o champanhe. Imediatamente, sua mente voou para os acontecimentos de ontem, o abraço de Calypso, o modo com Annabeth tinha ficado surpresa ao vê-la ali e o pequeno show de ciúmes que dera depois que ele estava dando respostas evasivas, sem nenhuma palavra concreta sobre o que acontecera. Apenas “Sabe aquela garota de Montauk? Então, ela existe.” E depois “É melhor deixarmos isso de lado, não acha?” Annabeth não tinha engolido aquilo tão facilmente, porém não fez mais nenhum caso sobre isso, apenas... Deixando ir do jeito que ele queria, sem reclamar muito.

– Ela não é minha namorada. – Percy disse, infantil

– Já ouvi você falar isso. – os lábios vermelhos se abriram em um sorriso tímido, o que fez o homem corar – Mas continua se perguntando por que estou aqui.

Percy olhava para os lados em busca de seus amigos, mas nenhum deles estavam ali. Talvez se misturando na multidão, pensou, voltando a olhar o rosto da eterna adolescente em sua frente.

– Então... – ela murmurou olhando em volta do salão – Vai me perguntar o porquê?

– Ah, sim, por que? – disse ouvindo Calypso rir cordialmente

– Eu virei bióloga, sabe? Você sabia que era meu sonho. Nosso sonho, não é?

Percy tentou sorrir.

– Eu estou morando em uma ilha com alguns pesquisadores e cientistas só que precisamos de um contrato para permanecer lá e eu pensei... Quem melhor do que Percy?

– Como sabia que virei advogado?

Calypso voou a mão carinhosamente até o peito de seu ex-namorado, inclinando-se.

– Eu vi você na tevê: “O poderoso advogado Jackson ainda não voltou para o lar, mas conseguiu mais um grande processo.” – citou, brincalhona

– É. E por que está na festa?

– Circe. Você não deve conhecê-la, mas ela ganhou convites e me chamou. Deve conhecer a organizadora da festa.

Antes que pudesse falar alguma coisa, mais arrepios eletrizantes atingiu sua espinha. Uma mão esguia apertou seu braço que carregava o uísque, um corpo bateu contra seu lado direito e seu sorriso alongou-se ao ver Annabeth, mesmo com os olhos tempestuosos, cheio de raios e realmente furioso, Percy nunca sentiu-se tão bem em estar debaixo de uma tempestade cheia de ciclones nem de enfrentar uma Annabeth evaporando fumaça. E sabia que não deveria se sentir assim. Não podia se sentir assim.

– Calypso. – Thalia cumprimentou com dois beijinhos e voltou a abraçar o braço de Percy – Quanto tempo, querida.

– Oi, Thalia.

– Sr. Perseu. – Annabeth sussurrou de um modo calmo, porém Percy entendeu totalmente sensual – Vai começar o discurso.

– Ah, é! – Thalia gritou de novo

– Já está bêbada? – ele fez uma careta não gostando da ideia

– Não, só feliz. Passei um bom tempo trocando idéias com Annabeth.

– Deveríamos ir ao Central Park também, não é, Thals?

– Eu adoraria, Annie.

– Thals? Annie? – Percy perguntou deixando o uísque em uma bandeja

– Annie? – nesse momento eles perceberam a presença de Calypso

Annabeth arqueou as sobrancelhas loiras, confusa e ameaçadora como uma leoa.

– Sim. – disse, fria – Sr. Perseu...

– Chame-o de Percy, Annie. – Thalia disse, sorridente – Meu priminho não é tão chato quanto parece ser.

– Não, não sou, Annie. – frisou o apelido tentando ser agradável enquanto seus pensamentos confusos vagavam

– Tudo bem, Percy. – sorriu, olhando Calypso de esguelha – O que queria dizer, senhorita...

– Você que estava na sala de Percy?

– Eu mesma. – concordou, seu sorriso era tão enojado quanto sua voz ao referir-se para ela – Aliás, você viu aqueles papéis?

Percy não queria falar sobre contratos ou quaisquer papéis que ela deixara na sala dele, se esconder em uma sala, tirar aquele vestido, desarrumar aquele cabelo e esquecê-la por mais dois dias, seria uma boa ideia.

– Oh, não, Chase. – Thalia resmungou – Estamos em uma festa! – disse

– Thals, eu acho que Silena está te esperando para começar um discurso. – Percy apontou para uma mulher de cabelos ruivos olhando nervosa por todos os lados


– Venha cá. – Percy segurou seu braço quando Silena e Thalia subiram ao palco


Annabeth riu.

– Para onde? Seja discreto.

Ele sorriu.

– É rápido, eu achei uma sala totalmente vazia. E à prova de sons. – ele sussurrou

A loira olhou para os dois lados e seguiu Percy, subindo por escadas escondidas entre paredes grossas e então chegaram ao seu destino. A sala era escura, grande e arejada. Seria o suficiente.

Percy fechou a porta e encostou-a a parede ao lado. Deu um puxão, talvez agressivo no coque e deixou os cabelos caírem em cachos pelos ombros.

– Você parece tão leoa assim. Fica muito mais sexy.

Annabeth ofegou quando sentiu os beijos fortes e quentes em seu pescoço, embora antes sentisse o cheiro de álcool em sua boca.

– Você está bêbado?

– Provavelmente. Foram muitas doses de uísque. Você sabe que você também está.

Ela ofegou mais uma vez quando ele se pôs entre suas pernas e passou as mãos por lugares que lhe davam muito prazer.

– Você não me ligou o dia todo. Eu estava livre.

Percy se afastou, frustrado. Mordeu os lábios e bagunçou os cabelos com raiva, ela conseguiu perceber.

– O que houve? – ela se aproximou ajeitando o vestido – Aconteceu algo?

– Aconteceu. Sabe, Annabeth, aconteceu.

– O que? Por que não me diz de uma vez?

– Isso era para ser prazer! Sexo e mais sexo. Sexo baunilha. Mas parece que não tá dando certo.

– Calma, não estou entendendo onde quer chegar. Se quiser me tirar do sério para ter um sexo selvagem, acho que está no ponto.

– Para quê você que saber onde eu estive, por que eu não te liguei?

– Porque... – ela gaguejou sem saber o que fazer com aquela atitude – Eu acho que você me deve isso, somos amigos além de amantes, não somos?

– Amigos não ficam ligando toda hora para saber onde o outro estar ou cobrando explicações.

– Oh. – Annabeth passou a mão pelos cabelos, não percebendo que ele lhe tirara do sério tão fácil e tão rápido – Claro, me desculpa, Sr. Fantástico. Você está totalmente certo, Percy. Eu sou a errada aqui. Eu não deveria ter te cobrado nada, porque nós não temos nada. E se tivermos amizade, acho que ela está na beira do precipício.

Annabeth andou impotente até a porta com o queixo para cima e esperando que o álcool não fizesse efeito sobre suas emoções e que suas lágrimas continuassem em algum lugar sombrio de seu corpo.

– Annie, ei...

– Não se aproxime de mim, Perseu. – ela se virou e levantou os olhos piscando-os – Viva sua vida. É como você disse antes. É tudo prazer. – ela cuspiu as palavras – E juro que não vai passar disso.

– Eu não quis dizer isso.

– Procura com a Rachel, com outra pessoa. – ela escancarou a porta e sorriu irônica – Ah, melhor, quer que eu chame Calypso? Ela viria de bom grado sem reclamar.

– Eu não quero que você faça nada!

– Ah, você quer sim. – ela prendeu os cabelos em um coque frouxo e chegou perto dele, beijando-o sem pensar duas vezes, precisava disso tanto quanto precisava fugir daquele lugar – E disso. – ela lhe deu um soco no estomago que o fez curvar, gemendo com a dor, uma lágrima caiu, mas ela a tirou tão rápido quanto apareceu – Calypso virá em segundos e assim que perceber está excitado de novo.

A porta bateu em um estrondo e Percy se ajoelhou no chão, não pensou que a mão delicada de Annabeth doesse tanto e então, ele percebeu que realmente estava bêbado. Piscou os olhos com força, tentando fazer com que aquela tontura fosse apenas por causa da dor em sua barriga, apoiando-se nas mãos, ele respirou fundo, trazendo sua consciência sensata de volta, mas apenas uma raiva profunda nascia de todas as partes do seu corpo e elas eram direcionadas a Annabeth.

Poucos minutos depois, a porta se abriu e Calypso apareceu. Tão deslumbrante quanto ele se lembrava, os cabelos ainda perfeitos trançados de lado.

– Percy. – ela caminhou e ajoelhou-se a sua frente segurando seu rosto entre suas mãos pequenas, não tão macias, Percy adicionou

– Annie... – ele murmurou, apoiando-se sobre seu corpo

– Ei, calma. Ela estava estressada, eu acho. Pediu para eu vir te ver, o que aconteceu com você? Quem te bateu? Você está bem?

– Claro que eu estou. Só foi uma dor forte no estômago. – Percy segurou seus ombros e seus rostos estavam muito próximos

Calypso sorriu. Um sorriso meigo e tímido, embora todos os pensamentos dele estivessem em acabar com aquela excitação profunda que corroia seu corpo, Percy se lembrou daquele sorriso. Quando estavam em sua cama antes de se beijar, quando estavam sentados em baixo da ponte e na festa do píer. Os lábios repuxados e rosas não eram nada parecidos com os avermelhados de Annabeth, mas ele não negou o consolo que veio dela. Sabia que ela não se importaria se fosse apenas um prêmio de consolo depois de um soco na barriga, e se importasse, pouco importava para ele, na verdade.

Acariciou seu queixo fino, vendo o sorriso se alargar e sussurrou um desculpa para si mesmo antes de puxá-lo contra o seu.

And everytime I close my eyes, I'm not alone, and everytime I cry I'm right back where you wanted...

Notas finais
Reviews ou recomendações?

Xingamentos, ameaças, etc?? Esperando por todas, beijinhos e espero que tenham gostado.