Chase Desire
2 You are mine!
Notas iniciais
então, como dito antes, o segundo cap seria DioxRey e numa boa, queria dizer que foi a realização de um sonho fazer esse hentai, shippo mt esse casal e sofro com a falta de fics sobre eles >.> mas enfim, fiquei feliz em escrevê-lo.
leiam as notas finais

Rey
Observava a lua cheia da sacada, suspirei pesadamente. Depois de duas malditas semanas dormindo em acampamentos tendo apenas as estrelas como teto, nós enfim nos hospedamos em uma estalagem. Aquela fora a primeira aldeia que encontramos que se mantinha pacata, ou quase, e a estalagem não era lá essas coisas, mas ao menos dormiria sob um teto! Afastei o olhar do céu e, bufando, me joguei a cama.
A estalagem fora suficiente grande para que cada um pudesse desfruta de um quarto; pelo menos isso! Depois de escolhermos os quartos, praticamente toda a Grand Chase foi andar pela aldeia; com exceção de Mari, Lass, Sieghart e aquele estranho de óculos, o Zero e, é claro, eu.
Eu não me importaria de fazer algumas compras, mas cheguei à aldeia tão cansada que até mesmo pensar em andar por ai era algo fora de meus planos, talvez amanhã, isso se a Elesis não acordar de mau humor e decidir seguir viagem. Seguir caminho sob o comando de humanos ainda não me agradava, mas o que podia fazer se Dio estava na equipe? E ao que tudo indicava, sair da Grand Chase não é algo que ele considere no momento; isso me irritava. Levo tanto tempo pra achar aquele imprestável e agora estou praticamente presa a ele, já que não posso voltar pra Elyos àquele inútil. Toda aquela situação, em resumo, era incomoda, contudo uma parte de minha tem que admitir, os humanos não são tão irritantes e imprestáveis quanto pensei.
Estava tão perdida em meus devaneios que só percebi que havia alguém a porta quando a mesma abriu. Era Dio, com aquela maldita cara de sonso. Nem me dignei a levantar
-Esta surda ou o que? Bati na porta um milhão de vezes – reclamou entrando no MEU quarto. Quando foi que ele ficou tão abusado?
-Pois deveria ter batido mais um milhão – estreitei o olhar – Eu não dei permissão pra entrar no meu quarto.
Ignorando meu comentário, ele não só permaneceu no quarto, com sentou na cama. Em geral eu estou sempre pronta pra brigar, mas sentia-me tão cansada, que, pela primeira vez, ignorei aquela insolência:
-Por que não saiu pra ver a aldeia?
-Por que não quis – sentei, passando a mão nos cabelos – E você? Pensei que tinha saído com seus amiginhos – resmunguei
-Ciúmes não é algo que combina com você – inflamei por dentro. Com a raiva que estava, podia de bom grado esganá-lo ali mesmo, mas mostrar raiva por um comentário tão trivial seria confirmá-lo. – Eu sai com eles, mas como pode ver, voltei cedo.
Certo silencio planou no cômodo. Desde que nos reencontramos, aquela foi à primeira vez que ficamos sozinhos. Ele havia mudado bastante, isso não podia negar. Nem se quer parecia aquele ser inútil que tinha que ser sempre salvo na escola. Aquele “novo” Dio era mais confiante, mais forte... E havia qualquer coisa nele que me despertava certo interesse. Fitei-o de cima a baixo, pouco sobrou daquele Dio que vi em Elyos.
-Você não vai voltar, não é? – minha pergunta soou mais branda do que eu queria, do que me permitiria.
-Não agora – ele me olhou, até seu modo de olhar havia mudado. Na nossa infância, aqueles olhar cor de púrpura estava quase sempre carregado de medo, ou no mínimo insegurança. Agora há um olhar rígido no lugar, desafiador talvez, mas nada de medo ou insegurança, isso era certo. – Tenho coisas há fazer aqui. Não posso deixar Ernas ser destruída por causa de alguns Asmodianos presunçosos
Rolei o olhar. Então aquilo significaria que eu também ficaria em Ernas até seus assuntos terminarem. Tudo aquilo era ultrajante de mais. Sou Rey Von Crimson, a descendente de minha família, e sempre tenho aquilo que quero! O olhei emburrada, sim, sempre tenho aquilo que quero... E quem eu quero.
-Francamente – suspirei. Sentei de lado, colocando os pés sobre o colo dele. Dio pareceu meio surpreso, mas não contestou – E quanto tempo você acha que esses seus assuntinhos irão nos tomar?
-“nós”? Você pode ir embora se quiser – a simplicidade daquela frase me estressou
-A é, super fácil voltar pra Elyos sem você! – chutei o braço dele, que alias, estava mais forte do que da ultima vez que chutei – Você sabe que não posso voltar pra lá sem você! Seu imprestável
-Então acho que vai ter que ficar aqui – o chutei mais uma vez – Não sei por que tem tanta pressa pra voltar. Aposto que não há nada de importante pra você fazer lá
-Sou uma princesa, você, sendo um nada na vida jamais saberá o quanto um descendente real é importante – Sim, ele era um descendente de uma tribo importante, é verdade, mas nem de longe se compara a minha tribo. Os Von Crimson são respeitados em toda Elyos.
-Ah, me desculpe, minha princesa – apesar das palavras, apenas indiferença fora posta nelas
Levantei uma das minhas pernas, colocando meu pé na frente do rosto dele. Se ele quer brincar, então vamos brincar!
-Sua princesa quer uma massagem nos pés!
-Pra isso você tem o James – ele segurou meu pé, pouco antes de eu colocá-lo em seu rosto
-Tem certas coisas que o James não pode fazer por mim – sorri da maneira mais depravada que pude.
Há principio ele não pareceu entender minha malícia, mas logo tratei de mandar outro recado. Sutilmente, coloquei meu outro pé sobre a calça dele, roçando levemente na região da virilha. Ele pareceu não ter entendido, ou no mínimo achou que era brincadeira. Ele poderia ter mudado em muitos aspectos, mas ainda era um lerdo para certas coisas.
-Ernas é muito sem graça – resmunguei – Estou entediada
-Depois de duas semanas de missão? Deveria estar cansada – como ele podia ser tão estúpido?! Estreitei o olhar. Tinha que ser mais direta!
-Ah mas não estava falando de lutas... Há outras coisas – recuei minhas pernas, apoiando meus pés sobre uma das coxas dele – mais interessantes que podemos fazer
-Tipo... ?
-Você é tão lerdo – resmunguei.
Ele poderia retrucar, ou ter qualquer tipo de reação, mas não pode, pois eu fui mais rápida. Abaixei minhas pernas e me inclinei na direção dele, beijando-o. Não um beijo sutil, mas sim um beijo sedento e exigente que, apesar da surpresa do outro, fora correspondido à altura. Desci a mão pelo pescoço até o começo do peitoral; forte. Sim, ele se tornou um homem bonito e desejável, e naquele momento, sentindo o sabor de sua língua pude perceber; eu o desejava. E eu tenho tudo àquilo que desejo!
Quando separamos nossos lábios, me deliciei com aquele olhar que me fora lançado; um misto de duvidas com surpresa. Com a ponta da Endless, arranhei a base do pescoço dele, e dei um chupão no local. Ele não reclamou, não recuou, estava submisso a mim, nisso ele também não mudou. Agarrei os cabelos da nuca, e puxei, sem cerimônias, tão pouco cuidado. Lambi toda a extensão do pescoço desprotegido e depois mordisquei a orelha, vez ou outra dando uma mordida mais forte.
Tinha ele nas mãos quando o jogo se inverteu subitamente. Ele me agarrou pelos pulsos, me jogou na cama e subiu em cima de mim, me beijando em seguida. No começo não tive reação, aquela atitude não era algo que eu poderia esperar do antigo Dio, contudo aquele Dio não tinha tanta graça quanto este. Nossas línguas travaram uma batalha de dominação, tal como nossos corpos. Cravei as pontas da minha Endless no ombro dele, atravessando o pano e fazendo um fino filete de sangue escorrer por entre as garras, contudo o maldito também tinha garras, e logo tratou de revidar, rasgando minha roupa. A parte de cima de meu vestido ficaria em trapos se eu não tivesse parado ele.
Então o bastardo me deu uma mordida forte no pescoço, não que eu não tivesse gostado, mas se ele achava que poderia me domar, estava enganado. Cravei a Endless no braço dele e mais uma vez, fiz sangue escorrer. Ele me beijou, mas quando separou seus lábios dos meus, eu inclinei-me levemente, mordendo o lábio inferior dele.
Lutei para mudar de posição, mas por fim consegui ficar em cima dele. Rasguei sua blusa e pude ter uma visão completa de seu peitoral e abdômen. Mordi meu lábios inferior; delicioso. Arranhei o abdômen dele, levemente. Matinha o olhar fixo naqueles olhos púrpuros e ele também se mantinha firme. Dio apertou minhas coxas como resposta aos arranhões. Ele estava realmente me surpreendendo. Me inclinei e dei um beijo provocante nele. Quando Dio tentou se levantar, eu sentei sobre o peito dele, forçando-o a ficar sob mim:
-Não vai a lugar nenhum – lancei um olhar desafiador, mas ele apenas sorriu
-Então, o que minha princesa quer? – seu sorriso se tornou malicioso.
Levantei me levemente, apenas o suficiente para tirar minha calcinha e arremessá-la em qualquer canto. Em seguida mudei de posição, apoiando um joelho em cada lado do rosto dele:
-Sabe o que tem que fazer ou eu vou ter que dese- fui surpreendida por um chupão. Perdi toda a noção do que deveria dizer, e tão pouco importava, afinal ele sabia exatamente o que fazer. Dio se mostrou muito habilidoso com a língua, penetrando-a e mexendo-a de maneira prazerosa. A principio lutei para não gemer, mas era uma luta que se mostrava cada vez mais impossível de vencer. Por fim me entreguei àquela sensação. Comecei gemer, mesmo que mais baixo do que realmente queria, e vez ou outra mexia o quadril. Segurei-o pelos cabelos, puxando em alguns momentos.
Suas unhas foram cravadas em minhas coxas e, por mais que eu soubesse que me marcariam, tão pouco liguei. Senti quando ele deu um novo chupão. Tanto fora o prazer que joguei a cabeça para trás, lançando um gemido mais alto e depravado. Sentia-me ao ponto de gozar, mas me recusava a entregar os pontos tão cedo. Puxei-o pelos cabelos:
-Chega – minha voz saiu trêmula, longe de ter a firmeza que almejei usar.
Então ele mordeu minha coxa levemente e só depois me soltou. Sentei sobre seu abdômen e retirei a parte de cima do vestido, ou o que havia sobrado dele. Provocante, recuei meu corpo, sentando-me sobre as coxas dele, em seguida apertando a ereção pelo pano da calça. Massageie através do tecido para só depois libertá-lo da calça. Passei minha língua por toda a extensão do membro, umedecendo-o. Depois me inclinei sobre o corpo dele, lambendo o pescoço enquanto o masturbava.
Dio apertou um de meus seios, com bastante força, contudo prazeroso. Passei a masturbá-lo mais rápido, vez ou outra parando para massagear a cabeça. Ele estava tão ofegante, tão delicioso. Mordi seu pescoço com mais força, e ele me pressionou contra o corpo dele.
-Rey – sua voz saiu rouca, quase como uma suplica.
Parei a masturbação e ele me segurou pela cintura, levantando-me. Segurei sua ereção pulsante e desci, deixando que me penetrasse de uma única vez. Gemi alto de mais. Ele apertava minha cintura com força, e já estava marcada de mais para ligar para mais algumas manchas vermelhas; já não importava. Rebolei provocante, vagarosamente, pra frente e pra trás, mas logo aumentei o ritmo, e passei a subir e descer. Inclinei-me, apoiando minhas mãos sobre o peitoral dele, contudo Dio reagiu. Levantou-se, abocanhando um dos meus seios, enquanto puxava minhas pernas, laçando-as sobre seu corpo.
E as estocadas continuaram, Dio mordia meu pescoço enquanto apertava um dos meus seios. Cravei minhas unhas e Endless nas costas dele, arranhando-o profundamente enquanto gemia sem pudor. Sentia a respiração quente e rápida dele contra meu pescoço; tão excitante.
E, a contra gosto, acabei gozando antes. Mas ele não parou, muito menos eu. Sentia o liquido escorrer e isso ajudou a deixar as estocadas mais rápidas. Quando ele sentiu que iria gozar, ele me segurou pela cintura, e me levantou liberam seu liquido, melecando minha barriga. Antes que o liquido escorresse, limpei com meus dedos, e depois levei ao meus lábios, chupando-os.
Dio me deitou na cama, dentando em cima de mim depois. Apoiou a cabeça no meu ombro. Ambos estávamos ofegantes, e um sorriso triunfante percorreu meus lábios. Sempre tenho o que quero... Não me importo em ficar em Ernas, desde que Dio tire meu tédio a noite.
Ele levantou-se minimamente, apenas o suficiente para me olhar:
-Minha princesa esta satisfeita?
Muito, mas não admitiria isso pra ele. Sorri:
-É... Até que você não é tão inútil assim – ele me beijou. Nossos corpos estavam pressionados, e já sentia uma nova ereção se formar – Sua princesa quer que você durma aqui hoje – murmurei manhosa.
Ele sorriu, aquele sorriso malicioso. Safado.
-As suas ordens
Não pude reclamar daquela noite naquele estalagem, não depois da visita dele.
Notas finais
o próximo cap. sera atendendo um pedido e sera feito pelo alec então eu não sei qual vai ser kkk
até a próxima pessoal ~q
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