Charlie é o Cara
28 Garotos são como comida .
Notas iniciais
POV-Charlie
Eu, Cece e Amy estávamos na fila de um quiosque que ficava a beira do campo aberto de baseball. Era realmente como uma daquelas barraquinhas que se tem nos estádios onde eles vendem cachorro quente, refrigerante, chocolate, pipoca, etc. Nós já estávamos na fila há algum tempo e eu reparei que não havia uma só pessoa que não saísse dali sem um copo grande de refrigerante. Só fui entender o significado disso quando chegou a nossa vez de sermos atendidas.
― Nós queremos três especiais tamanho grande. ― Cece falou antes que eu e Amy pudéssemos dizer qualquer coisa, enquanto isso ela tirava a carteira de dentro da bolsa. ― Podem pedir!
― O que são especiais? ― Perguntei, enquanto Amy pedia um pacote de M&M's para a atendente livre.
Cece sorriu e fez um sinal com a cabeça para apontar para o vendedor que nos atendeu. Era um garoto jovem e provavelmente estudante, percebi que ele não estava enchendo os nossos copos direto da máquina de refrigerante e sim de algum lugar embaixo do balcão.
― Alguém vai pedir mais alguma coisa? ― Ouvimos a voz de Amy e olhamos para ela.
Amy estava abraçando uma pilha de comida. Um pacote de M&M's, um saco de pipoca, uma lata de pringles sabor pimenta mexicana, um saco grande de doritos, um pacote de balinhas de gelatina e uma casquinha de sorvete sabor céu azul.
― Pra onde é que vai tudo isso? ― Perguntei, horrorizada.
― O quê? Me deixa! As batatas de pimenta são para o Pablo. ― Ela falou e chupou um pouco do sorvete na casquinha, fazendo eu e Cece rirmos.
― Aposto que ela está de dieta. ― Cece falou debochada.
― Três especiais. ― O garoto falou e colocou três copos grandes de pelo menos 500ml na nossa frente. Cece colocou uma nota de vinte dólares sobre o balcão e pegou os copos.
― Eu levo o seu, Amy. ― Ela disse segurando o copo de Amy já que ela estava ocupada com todas as suas coisas.
― Mais alguma coisa? ― O garoto perguntou olhando para mim que ainda não havia pedido e pegando a nota de Cece.
― Um Kit Kat, por favor. ― Pedi. Um pouco de açúcar no sangue agora vai ser muito bom.
As garotas saíram na frente para dar lugar as outras pessoas na fila, paguei pelo meu Kit Kat e peguei meu copo e o meu chocolate, sai apressada para alcançá-las. Com esse calor pegar o copo gelado na mão era até refrescante, só estava ainda meio acanhada para dar um gole imaginando o que seria. Ainda meio acanhada com o que poderia ser, prendi o canudinho entre os lábios e puxei o líquido. Primeiro ficou doce, depois levemente amargo.
― É cerveja! ― Falei alcançando Cece e Amy.
― Ninguém assiste baseball sem cerveja gelada. ― Cece respondeu sorrindo, mordendo a ponta do canudinho.
Nós paramos a beira das grandes arquibancadas, já havia bastante gente ali. Alguns vestiam camisas de baseball, outros bonés, alguns usavam luvas de apanhadores, mas o item que todos tinham era o do copo de refrigerante grande.
― Alguns lugares dentro do campus vendem cerveja em copos de refrigerante por um preço um pouco maior, dentro dos copos de refrigerante ninguém suspeita nada. ― Cece explicou.
― Boa estratégia de venda, né? Aposto que foi o pessoal de administração ou economia que inventou essa. ― Amy falou.
― Hei pessoal. ― Joe praticamente plantou do chão ao nosso lado.
― Meu Deus, você se teletransportou aqui ou o quê? ― Perguntei e ele riu.
― Já contou a elas sobre Angel? ― Joe perguntou e acenei positivamente em resposta.
― Aquela vadia, vamos acabar com ela. ― Cece falou como um verdadeiro mafioso.
― Eu posso fazer um lanche primeiro? Pensar em assassinatos me deixa faminta. ― Amy falou.
― Olhem só... ― Joe tirou sua mochila das costas e a colocou no seu peito, abriu o zíper e abaixou uma parte da mesma deixando o que havia ali dentro a mostra. Haviam três garrafas descartáveis pequenas ali, todas eram de um plástico branco e rotuladas com etiquetas.
― O que é isso? ― Amy perguntou.
― Vingança. ― Joe cerrou os olhos. Pode entrar pro time de mafiosos também. ― Isso aqui é: Odor de gambá, placenta de hipopótamo e sêmen de cavalho velho.
― Que nojo! ― Eu pulei para trás me afastando da bolsa por reflexo.
― Você é um diabinho, Joe. ― Cece falou empolgada e animada olhando para as três garrafas.
― Só uma pergunta? ― Amy levantou a mão como se estivesse na aula. ― Você não retirou isso da fonte, né?
― Não. ― Joe fez uma cara de nojo. ― De qualquer forma, eis aqui a forma com que eu vou acabar com a vida de Angel. Quem está afim de me ajudar? ― Ele sorriu.
― Sêmen de cavalo velho? Placenta de hipopótamo? Odor de gambá? Que tipo de monstro é você? Um agente da al qaeda disfarçado? ― Perguntei horrorizada. ― Vai querer construir uma bomba com isso aí e jogar no quarto dela? ― Cerrei os olhos para ele.
― É uma boa ideia, Charlie, gosto quando você tem pensamentos assassinos. Mas eu prefiro revidar fogo contra fogo, vou fazer balões com isso aqui tudo misturado e vamos bombardeá-la.
― Sério? Uhu! Vamos totalmente fazer isso! Que doideira! ― Amy falou animada, Cece riu e bateu palminhas.
― Porque eu sou amiga de vocês mesmo? ― Falei, olhando para as caras de animados deles com a ideia de bombardear alguém com ingredientes que no mínimo poderiam criar o novo Godzilla.
― No mínimo ninguém vai aguentar o fedor dela por um mês. ― Joe gargalhou.
― Vamos esperar para que ela fique cheirando assim para sempre e ninguém queira amá-la, assim ela vai morrer sozinha e solitária e nem gatos ela vai ter porque nem eles vão suportar o seu cheiro. ― Amy falou.
― Você é uma pessoa horrível. ― Falei após escurar a previsão de vida infeliz que ela tinha para Angel.
― Eu sei, isso me mantém acordada antes de dormir as vezes. ― Ela encolheu os ombros.
― Tudo bem, vemos isso depois do jogo. Agora preciso correr para o vestiário e me trocar. Torçam por nós. ― Ele piscou e saiu correndo pelo campo, em direção ao lado oposto das arquibancadas onde havia um prédio há alguns metros dali, provavelmente o vestiário.
― Vamos encontrar um bom lugar nas arquibancadas. ― Cece falou e saiu na frente, enquanto eu e Amy a seguíamos.
Nós fomos para as arquibancadas e encontramos um lugar perfeito, próximo ao campo e com uma boa visão. Me sentei entre Cece e Amy, segurando o saco de pipoca de Amy no colo para nós três conseguirmos pegar. Haviam alguns garotos já se aquecendo no campo, mas nenhum deles era da ROR. Mas haviam dois conhecidos, Johnny estava ali no meio do campo, alongando os braços com um taco de alumínio. Ele vestia apenas um calção que lhe caia perfeitamente bem um pouco abaixo da cintura e as chuteiras nos pés. O corpo perfeito a mostra, mesmo ele sendo um babaca, ainda era muito gostoso. Ao seu lado estava Louis, que diferente de Johnny usava uma camiseta, os dois conversavam.
― Docinho, está babando. ― Cece falou empurrando meu queixo para cima com a mão e fechando a minha boca, enquanto Amy ria.
― Eu deveria ter pegado alguns guardanapos para você. ― Amy disse rindo.
― Babando? Claro que não! Cala a boca vocês duas. ― Falei brava. Eu não estava babando, talvez um pouco. Mas não muito.
― Tudo bem babar, se quiser. ― Cece disse dando de ombros. ― Eu também acho que ele seja gostoso. ― Ela sorriu e pegou uma pipoca, jogando-a na boca.
― Quem é que não acha ele gostoso? Olhe só para isso, ele é como uma daquelas comidas chiques que nós assistimos em Top Chef e ficamos com dó de comer porque é muito bonito. ― Amy falou secando Johnny com os olhos.
― Eu não acho ele gostoso. ― Menti e elas me cerraram com os olhos. ― Ok! Talvez um pouco! ― As duas continuaram me olhando daquele jeito. ― Ok, eu acho ele muito gostoso! Mas não culpem a mim, Amy está certa. Ele é como um grande prato de caviar. Olhem só para aquilo, ele é mesmo de verdade? ― Apontei disfarçadamente para ele enquanto se aquecia no campo. ― Mas só porque eu acho ele gostoso não significa que eu quero ficar com ele. Eu namorei com caras como Johnny a minha vida toda, abdômen definido, ego cem vezes maior do que o pau, bem egoístas no sexo e se importam mais com o cabelo do que com você.
― Eu que o diga! ― Cece disse como se fosse um pecado.
― Uma vez eu namorei um cara que se chamava Jefté. ― Amy falou e sorriu como um guaxinim com fome.
― Certo, ele é um caviar, vamos qualificar os garotos como comida. ― Cece falou animada.
― Pablo é um taco! ― Amy disse sorrindo.
― Os gêmeos são como duas coisas que funcionam melhor juntas do que separadas, eles são como sorvete e bolo.
― Ou coca cola e whisky! ― Falei animada e elas concordaram.
― Bobby é como uma refeição no dia de Ação de Graças, completa e cristã. ― Cece falou sorrindo.
― Mike é como uma barra do melhor chocolate. ― Amy falou.
― Bruce seria um hambúrguer, o original que ninguém dispensa mesmo já estando velho e batido. Não que ele seja velho e batido. ― Falei.
― E quanto a Pete? ― Cece perguntou para mim.
― Porque tá perguntando para mim?
― Porque será, não é mesmo? Hum, que pergunta difícil! Praticamente uma teoria da conspiração. Porque estamos perguntando para você? Provavelmente porque você tem um tesão por ele que é visível no volume nas suas calças, você tem sentimentos por ele nas suas calças. ― Enquanto Amy ia falando, Cece ia concordando com tudo.
― Eu não tenho nada disso, calem a boca! ― Elas continuaram me olhando, apenas me esperando falar. ― Pete é um Kit Kat, não é uma refeição mas é indispensável na vida.― Falei e elas riram.
POV-Pete
― O que vocês acham que elas estão falando? ― Perguntei para Mike e Pablo enquanto entravamos no campo, olhando para Amy, Cece e Charlie sentadas nas arquibancadas.
― Provavelmente sobre sorvete, unicórnios e Justin Timberlake. Ouvi dizer que é tudo o que se passa dentro da cabeça das garotas, além de cabelo e chapinha. ― Pablo falou.
― Cala a boca! ― Mike deu um peteleco na cabeça dele. ― Elas provavelmente estão falando sobre maquiagem, roupas e sapatos. Sabe o que eu vi uma vez na Oprah? Os pensamentos das mulheres explodem que nem fogos de artifícios quando elas vêem sapatos de salto alto.
― Pensei que você fosse dizer pênis. ― Falei, olhando para ele.
― É, quando eu assisti eu pensei também. ― Mike deu de ombros.
― Pensei que fosse dizer burritos. ― Pablo falou.
― Você é tão mexicano as vezes. ― Falei, olhando para ele e saindo na frente.
― É claro que eu sou mexicano, porque eu sou mexicano! ― Pablo gritou indignado atrás de mim.
― Vocês são esquisitos. ― Mike fez uma careta olhando para mim e Pablo como se fossemos bichos.
Nós atravessamos o campo e paramos no meio do campo para aquecer. Assim que Johnny nos viu ele começou a caminhar na nossa direção, ele não ia perder a oportunidade de deixar um insulto antes do jogo . E porque ele está sem camisa?
― Testículo direito, o pau e testículo esquerdo. ― Ele falou apontando para Pablo, eu e Mike.
― Você não tem uma camiseta não? ― Falei, olhando para ele com cara de nojo.
― Cala a boca. ― Mike resmungou.
― Hijo de uma puta. ― Pablo murmurou em espanhol.
― Você acha mesmo que eu preciso de uma camiseta quando tenho isso? ― Ele disse rindo e passando a mão pelo abdômen definido. ― Você pode lavar roupas aqui.
― É, também podemos acertar uma bola na boca do seu estômago e te fazer chorar que nem menina. ― Mike falou e Johnny riu.
― Tá rindo do que? Você apanhou da Cece. ― Falei rindo. ― Isso é que é engraçado.
― Sabe o quê mais é engraçado? Vai se foder. ― Ele falou irritado, apontando para mim. ― Melhor, vão se foder os três. Ou ainda melhor e mais engraçado, fodam um ao outro. ― Nós três rimos enquanto ele falava.
― Nós nos vemos no campo. ― Fiz uma continência para ele enquanto ele se afastava.
― Vai chorar? Mulherzinha! ― Pablo disse debochado.
― Nós vamos acabar com vocês. De novo. ― Mike gritou para ele, que só respondeu mostrando o dedo do meio.
― Babacão, nós deveríamos colar a bunda dele com Super Bonder, assim ele não ia conseguir mais cagar e ia explodir. ― Falei, olhando ele se afastar.
― Você me assusta as vezes. ― Mike sussurrou, me olhando como se eu fosse um terrorista.
― Pete, existe um lugar no México em que eu posso te arrumar um emprego onde você pode fazer esse tipo de tortura com as pessoas. ― Pablo falou.
― Sério? Isso é legal! ― Sorri.
― Se nada der certo, você pode virar assassino de aluguel. ― Pablo sorriu, me apoiando.
― Bom, eu tenho uma história para contar para vocês. ― Falei para os dois. ― Hoje enquanto vocês estavam vivendo suas vidas chatas e sem emoção no primeiro dia de aula...
― Hoje um garoto da minha sala criou um braço mecânico para ele e aquela coisa ficou presa, então tiveram que chamar os bombeiros para arrancar aquilo. ― Pablo me interrompeu e falou. ― Apenas dizendo que minha vida não é tão sem emoção.
― Ele perdeu o braço? ― Mike perguntou assustado.
― Eu não sei, talvez... ― Pablo deu de ombros.
― Podemos voltar para a minha história, por favor? ― Pedi impaciente. Os dois acenaram positivamente. ― Bom, voltando para o meu universo de alegria e diversão, eu estava entediado até a morte e decidi dar uma olhada nas coisas da Charlie, nas coisas dela eu quero dizer suas gavetas de calcinhas.
― Oh meu Deus! O que tem de errado com você? Na gaveta de calcinhas? ― Mike perguntou horrorizado. ― Seu pervertido! ― Ele fez uma pausa para se recompor. ― E aí, como elas são?
― Você pode saber muito sobre uma garota pelas calcinhas, elas são como os olhos da alma. ― Pablo falou.
― Exatamente, Pablo! Foi então que eu encontrei isso aqui. ― Enfiei a mão no bolso da frente da bermuda e tirei a calcinha que tinha ali.
― Você roubou? ― Pablo disse com a boca em perfeito O.
― Mas que porra é essa? ― Mike disse olhando para a calcinha. ― Parece um barbante vermelho amarrado em forma de calcinha.
― Eu pensei a mesma coisa! ― Falei para Mike. ― Eu não roubei, eu peguei emprestado. Eu estava pensando que nesse final de semana eu não peguei ninguém, o que é MUITO esquisito. E eu percebi que não tinha nenhuma calcinha para me dar sorte no confronto hoje, então peguei emprestado.
― Mas você não pegou ela, pode dar azar. ― Pablo falou.
― Eu sei mas isso não significa que eu não queria, né? Então acho que vale do mesmo jeito. ― Dei de ombros. ― Então... ― Peguei a calcinha da mão de Mike e virei o meu bastão, enrolando a calcinha em torno da base do mesmo.
― Você não pegou ninguém porque queria pegar Charlie e ficou distraído com ela o final de semana todo. O que também pode significar que você sente um negócio por ela. ― Pablo falou.
― Não se diz negócio, se diz coisa, Pablo. ― Expliquei para ele.
― Oh, coisa. Ok. ― Ele repetiu e acenou positivamente.
― Eu sempre soube que Charlie era dessas, quanto mais santas elas são, mais safadas elas são. ― Mike disse confiante.
― Não sabia não, mentiroso. ― Olhei para Mike.
― É claro que eu sabia, eu tenho uma alma feminina, se esqueceu? ― Ele revirou os olhos.
― Cala a boca. ― Gargalhei e dei um peteleco na sua cabeça.
Nós continuamos nos aquecendo em um lado do campo enquanto os caras da Alpha Tau se aqueciam no outro. Era difícil imaginar que todos nós juntos éramos um time quando a rivalidade era evidente. Mas verdade seja dita, todos nós jogamos melhor quando jogávamos juntos, afinal, no fim das contas ainda éramos um time. Os gêmeos e Bobby nos alcançaram e vieram se aquecer junto conosco.
― Desculpe pelo atraso pessoal. ― Jon falou vestindo sua luva.
― Tudo bem. ― Falei.
― Olha só, você parece um robô. ― Mike disse rindo para Bobby, ele já vestia o equipamento de apanhador e realmente parecia um robô.
― Você sente isso? ― Pablo perguntou dando soquinhos sobre o capacete de Bobby.
― Não. ― Ele respondeu por trás do capacete.
― E isso? ― Perguntei batendo com o taco no seu peito e rindo.
― Também não.
POV-Charlie
― O que eles estão fazendo? ― Falei apontando para os garotos no meio do campo batendo em Bobby enquanto ele não parecia se importar.
― Coisas de garoto. ― Amy respondeu.
― Meninos são sempre meninos. ― Cece falou dando um gole no seu copo.
― Hei senhoritas, posso me sentar aqui? ― Bruce falou, ele estava de pé na nossa frente, segurando um copo de ''refrigerante''.
― Vem cá, hambúrguer. ― Cece falou, batendo a palma da mão no lugar livre ao seu lado para ele se sentar.
― Hambúrguer? ― Bruce perguntou confuso enquanto se sentava.
― Longa história! ― Falei rapidamente e mudei de assunto. ― E então Bruce, gosta de baseball?
― Gosto mas não posso jogar. Eu sou muito ruim. Quando eu estava no colegial, sempre que eu jogava eu errava e tinha esse cara chamado Ryan Bryan e sempre que eu errava ele gritava: Droga, o Bruce errou de novo! ― Ele falou e encolheu os ombros como se estivesse triste, então deu um gole no seu copo.
― Que história triste. ― Amy falou.
― Vem cá. ― Cece o puxou pelos ombros para abraçá-lo, encostando sua cabeça no seu peito. Bruce abaixou mais a cabeça, encostando-a nos peitos de Cece.
― Oi pessoal. Rhaegar. Viserys. É bom ver vocês. ― Bruce falou.
― Tá falando com quem? ― Cece perguntou ainda o abraçando e assustada por achar que ele estava falando sozinho.
― Com seus peitos. Eles são tão fofinhos, como um travesseiros de penas. ― Bruce disse.
― Deu nome de personagens de Game Of Thrones para os meus peitos? ― Cece perguntou.
― Uhum. ― Ele murmurou e acenou positivamente, esfregando a cabeça nos peitos de Cece.
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