Charlie é o Cara

23 Cruella de Vil e Rufus Lenhador são melhores amigos.


Notas iniciais
Primeiramente, quero a agradecer as lindas e perfeitas leitoras Lu e Gabi que recomendaram a fic, muito obrigado pelo carinho! Sério mesmo! Esse capítulo é pra vocês, eu adorei as recomendações e agradeço com todo carinho! Vcs são demais!

POV-Charlie

Eu estava enrolada em uma toalha, parada no meio da sala com Cece e Amy do meu lado. Cece usava a espatula que estava usando para fritar os ovos mexidos como arma caso o guaxinim tentasse nos atacar. Enquanto Amy estava se aquecendo como um lutador de UFC.

― Você não está cogitando mesmo a ideia de bater em um guaxinim está? ― Perguntei, olhando ela estralar os dedos da mão.

― Eu... ― Ela virou a cabeça para o lado, meio pensativa. ― Na verdade, eu estava sim.

― Você vai morder ele? Ou vai bater nele com a toalha? ― Cece perguntou, me olhando.

― Morder? ― Olhei para ela apavorada. ― Acha mesmo que vou colocar minha boca em um animal selvagem? Que possivelmente pode ter um milhão de doenças e estar dormindo em um esgoto.

― Você colocou coisas piores na boca ontem. ― Cece deu de ombros e fez um bico.

Coisas piores? O que ela queria dizer com isso? O que eu coloquei na boca ontem?

Olhei para o corredor onde os rapazes vinham atrás de Bobby, todos eles exceto Bobby usavam equipamentos de apanhador de baseball e capacete, enquanto Bobby ia tranquilamente na frente segurando uma caixa de cereal colorido.

― Lembrem-se... ― Bobby começou a falar para os rapazes atrás dele. ― Ele é como um cachorro, com garras e dentes afiados e que pode nos atacar a qualquer momento.

― Obrigado por dizer isso, ajuda muito, Bobby! ― Bruce resmungou atrás dele.

― Eu estou apenas preparando vocês para a batalha. ― Bobby falou.

― O guaxinim vai morder a cara deles, não vai? ― Falei olhando enquanto eles entraram no banheiro.

― Vai rasgar a garganta deles com aquelas mãozinha pequenas. ― Cece disse acenando positivamente.

― Eu acho que nós deveríamos filmar. ― Amy completou, olhando para nós, esperando nós concordarmos com isso. ― Foi só uma ideia.

Nós ouvimos então um grito fino como de uma garota e barulhos, então depois vieram os outros gritos e mais barulho.

― Meu Deus, ele mordeu a minha perna! ― Ouvimos Mike gritar como uma garotinha.

― Chamem um exorcista! ― Pablo foi quem gritou dessa vez.

― Alguém quer mais café? ― Amy perguntou.

― Ele só está com fome pessoal! ― Bobby gritou.

― Ele está com fome de carne humana! ― Bruce foi quem gritou dessa vez.

― É, vamos tomar um café. ― Cece concordou com ela e as duas saíram dali.

Mesmo ainda com medo do guaxinim matar os rapazes, eu fui até lá com elas. Nem eu consigo acreditar que essa é a minha vida agora, tomar café da manhã a meio dia, enrolada apenas numa toalha, com uma stripper e uma asiática meio doida que eu chamo de amiga, enquanto sete caras estão lutando com um guaxinim no nosso banheiro.

Depois de uma longa luta os rapazes voltaram do banheiro, todos cansados e desanimado enquanto Bobby parecia decepcionado.

― Ele nunca mais vai voltar. ― Bobby falou fazendo beicinho.

― Porque não? ― Cece perguntou.

― Joe afogou ele na privada. ― Bobby explicou e nós garotas olhamos horrorizadas para Joe.

― Ótimo, culpem o gay assassino agora! ― Joe falou sem acreditar.

Olhei para Mike e vi uma mancha vermelha na seu short. Olhei com um pouco mais de atenção e perguntei:

― Mike, o que é isso na sua perna? ― Ele olhou para baixo e viu a mancha, passou a ponta do dedo indicador ali que ficou vermelho logo em seguida.

― Isso... isso... isso... é sangue? ― Ele gaguejou, olhando para o dedo vermelho. Então revirou os olhos e caiu duro para trás.

― Pessoal, aconteceu de novo. ― Pete falou, olhando Mike desmaiado no chão. ― Vamos levá-lo para o hospital.

― Mike não pode ver sangue. ― Cece explicou, acenando positivamente.

― Vocês realizam que ele pode ter pego raiva, não é? ― Perguntei, olhando todos com aquela calma com Mike desmaiado no meio da cozinha.

― Uhum. ― Jon respondeu, acenando positivamente e nenhum pouco preocupado.

Os meninos arrastaram Mike ainda desacordado até o carro, enquanto isso Pete, Bruce e Jon levaram ele para o hospital. Bobby, Joe e Pablo ficaram com nós. Eu terminei de tomar o meu banho e depois Pablo foi tomar para deixar de ficar parecendo um travesti. Eu estava na sala com Cece, Amy e Joe.

― Pessoal... ― Comecei a falar. ― Eu estou tendo uma crise no momento. A julgar pelas minhas fotos do Instagram e os hematomas do meu corpo, a minha noite ontem foi selvagem.

― Selvagem? Você foi a rainha da selvageria, tipo Katy Perry no clipe Roar. ― Joe falou rindo.

― Ela dormiu com Peter. ― Amy sussurrou para os dois descaradamente alto para eu conseguir ouvir.

― Amy! ― A adverti.

― Sério? ― Cece me olhou surpresa. ― Meu Deus! Pode contar agora!

― Eu não me lembro, esse é o problema! ― Falei irritada com os três me olhando daquele jeito.

― E não lembra? ― Joe perguntou rindo.

― Ela acordou vestindo apenas o sexo que ela fez ontem a noite. ― Amy falou fazendo Cece rir e meu queixo caiu.

― A tensão sexual deles é apalpável. ― Cece falou e os dois concordaram.

― Vocês podem parar, por favor? Só estão me deixando pior. Eu nem ao menos lembro como foi e hoje de manhã ele fez café para mim, tudo indica que foi um café de obrigado pelo sexo.

― Então foi bom, ninguém faz café de obrigado pelo sexo atoa. ― Joe falou.

― Eu preciso concordar. ― Cece falou.

― Pergunta para ele ué, manda ele descrever para você. Se foi bom, faz de novo, se não, simplesmente ignora ele até ele desistir. ― Amy falou.

― Descrever para mim?

― É, que nem sexo por telefone. ― Amy acenou positivamente.

― Porque eu fui contar isso para vocês hein? ― Pensei alto.

― Ninguém nunca reclamou, Charlie. Cece está de prova. ― Joe falou.

Olhei para Cece meio surpresa, Cece havia dormido com Pete também? E porque eu estou me importando com isso?

― Não que eu tenha dormido com ele, se é isso o que você está pensando agora. Mas ninguém nunca reclamou... ― Ela explicou.

― Eu quero adotar um coelho. ― Bobby entrou na sala falando.

― Será que tem como a gente devolver ele para a mãe dele? ― Joe falou.

― Olha só para isso... ― Cece falou e olhou para a porta da sala, assim como todos nós.

Pablo estava parado ali com um sorriso tímido no rosto, ele já estava limpo agora, seu cabelo ainda estava molhado e havia algo faltando, seu bigode. Ele havia raspado o bigode.

― Você tirou seu bigode! ― Falei decepcionada.

― Tudo bem, vai crescer de novo. ― Ele sorriu, passando a mão onde costumava ter o seu lindo bigode.

― Quem é esse? Ele se parece muito com Pablo mas não tenho certeza se é. ― Bobby perguntou e Cece deu um tapa em sua própria testa sem acreditar que havia escutado aquilo mesmo.

Pablo era um cara gato, de bigode especialmente, mas eu preciso dizer que eu gostei mais dele sem.

― Eu gostei. ― Falei e pisquei para ele. ― O que você achou Amy? ― Olhei para ela que estava sentada no outro sofá com Cece e vi que ela olhava para Pablo.

― Eu gostei também. ― Amy sorriu e Pablo sorriu de volta para ela.

Ele então se aproximou dela e se sentou ao seu lado no sofá, apoiando o um braço nas costas do sofá e virado para ela. Amy se inclinou e passou o polegar sobre o lábio inferior de Pablo e então o beijou. Cece e Joe olharam confusos.

― Ela dormiu com ele. ― Falei da mesma forma que ela falou de mim para eles antes.

― Pessoal, será que alguém pode me dizer quem é esse cara? ― Bobby perguntou novamente, olhando sem entender enquanto Pablo e Amy trocavam beijos.

― Voltamos! ― Escutei a voz de Pete e o som de porta se abrindo.

Fiz um sinal de silêncio para Cece e Joe antes dos rapazes entrarem na sala. Mike estava andando novamente e chegou chupando um pirulito.

― Olhem só, eles me deram uma injeção de raiva e doença da vaca louca na bunda e eu ganhei um pirulito. ― Ele disse rindo. Então abaixou um pedaço da calça para mostrar onde havia tomado a injeção, havia um pedacinho de algodão colado com fita ali.

― Bundinha linda hein. ― Cece falou debochada.

― E aí, quem tá afim de hoje a noite ouvir música boa ao vivo e beber o máximo de cerveja que você puder? ― Pete perguntou animado olhando para todo mundo ali. ― Menos você, Mike. Você ouviu o que o médico falou.

― Eu estou totalmente nessa, eu vou para a minha casa tomar um longo banho e encontro vocês no Journey, quem quer me dar uma carona?

― Senhorita? ― Bruce ofereceu a mão para ela e Cece se levantou do sofá, pegando a mão dele.

― Você realiza que amanhã nós temos aula de manhã? ― Perguntei, olhando para Pete sem acreditar que ele falava sério.

― Sim, e daí? ― Ele deu de ombros. ― Todo mundo vai ao Journey domingo a noite e aí todo mundo vai para a aula bêbado amanhã.

― Nós vamos, né? ― Pablo perguntou a Amy.

Amy se virou para mim, esperando eu concordar. Mas não tinha a mínima chance de no domingo a noite de um dia de aula eu ia para um show com eles, especialmente depois do que aconteceu ontem.

― Nós vamos, assim como Charlie. ― Amy falou e acenou positivamente. ― Nem que eu tenha que arrastá-la.

― Eu não vou! ― Falei emburrada e séria.

Falar é fácil, difícil mesmo é cumprir. Como se eu fosse realmente conseguir resistir a insistência de Amy. Ela e Pablo passaram o resto da tarde se beijando e de gracinha do meu lado, o que aconteceu com ela não estava afim dele?

Também tentei evitar falar com Peter pelo resto da tarde, toda vez que eu olhava para a cara dele eu simplesmente pensava no que eu havia feito ontem, no que nós havíamos feito ontem e eu realmente não conseguia me lembrar, não importa quanto eu tentasse. Talvez as garotas estivessem certas e eu devesse realmente perguntar a ele. Ou então eu poderia simplesmente continuar ignorando e fingir que nunca aconteceu.

Eu estava terminando de me arrumar, coloquei um short social preto e curto, uma regata cavada branca com um sutiã de renda preto por baixo, um salto alto fino com tornozeleira e aberto na frente, com a tornozeleira branca e o resto preto. Peguei um bolsa de alcinha e coloquei tudo o que eu precisava ali dentro. Fiz um coque bagunçado no alto da cabeça e estava terminando a minha maquiagem quando Amy apareceu na porta do banheiro e me olhou dos pés a cabeça.

― Você está parecendo Cruella de Vil.

― E você está parecendo o Naruto. ― Falei, sem saber o nome de nenhum outro desenho japonês.

― Isso não faz sentido. ― Ela me olhou confusa.

― E essa calça faz? Rufus Lenhador pediu sua camisa de volta. ― Apontei para a sua calça skinny xadrez vermelha e ela riu.

― Você está ficando venenosa. ― Amy disse rindo. ― Pablo diz que é sexy. ― Ela deu de ombros.

― E o que tem entre vocês? Você primeiro queria que eu desse um fora nele pra você e agora estão de gracinha de namoradinhos? ― Parei de me maquiar e me virei para olhar para ela.

― Fala baixo! ― Amy me advertiu, espiando na porta para garantir que nenhum dos meninos estava próximo para ouvir. ― É complicado. ― Ela disse sem saber outra forma de explicar.

― Complicado? Querida, complicado é vestir trinta e seis, o que vocês tem é mais confuso do que os relacionamentos da Britney Spears. ― Disse irônica.

― Não é não... quer dizer, bom... ― Amy tentou explicar mas apenas gesticulou com as mãos, olhei para ela confusa sem entender nada. ― Meu último relacionamento acabou da pior forma possível, Charlie. Eu não estava querendo um namorado, eu gostei de Pablo, nós ficamos e eu achei que ia ser só isso, só que não foi. Ele é gentil e super gostoso e quando eu estou com ele eu me sinto bem, simplesmente não tem como dizer não. Eu quero ficar com ele mas não estou pronta para entregar o meu coração para ele e nem para ninguém.

― Então você vai continuar com isso até o momento em que ele perguntar o que vocês tem, aí você simplesmente foge e eu já estou sentindo que eu vou virar a garota de recados no meio disso tudo. ― Falei, acenando positivamente. ― Quem foi seu último namorado? Mister Satan do Dragon Ball Z? ― Perguntei debochada e rindo, fazendo Amy rir também.

― Você está toda animadinha, tenho certeza que a noite ontem foi boa! ― Ela me zoou.

Quando eu fui responder, o meu celular começou a vibrar em cima da pia.

― É minha mãe! Silêncio! ― Falei tentando parar de rir. Peguei o celular e atendi. ― Oi mãe!

― Charlie! ― Minha mãe deu um suspiro aliviada do outro lado por eu já ter atendido. ― Como você está?

― Bem mãe, me preparando para dormir. ― Amy me olhou sem acreditar que eu estava mentindo descaradamente daquela forma. Fiz um sinal para ela continuar em silêncio. ― Amanhã tenho aula, você sabe como é.

― Ah sim, querida. Me desculpe então, eu não quis atrapalhar.

― Sem problemas, mãe. Tudo bem. É bom que você ligou enquanto eu ainda estou acordada. ― Falei, brincando com a barrinha do meu short enquanto falava com ela.

― Então tá, boa noite, meu amor. Durma bem, eu ligo amanhã na hora do almoço para saber das suas aulas, ok? ― Ela falou. ― Amo você.

― Tá bom, mãe. Boa noite, amo você também. ― Fingi um bocejo antes de desligar.

― E o Oscar vai para... Charlie mentirosa! ― Amy fingiu falar em um microfone e me entregar um prêmio invisível.

― Amy, não foi só um rostinho bonito que me tornou a garota mais popular do colégio. Eu posso descer e escalar uma janela usando salto vinte. ― Falei orgulhosa de mim mesma.

― O que mais você esconde aí? Uma calda pontuda e um tridente?

― Engraçadinha! ― Mostrei o dedo do meio pra ela e voltei para o que estava fazendo.

Terminei a minha maquiagem enquanto conversava com Amy, juntei tudo e guardei dentro do armário do banheiro. Era bom morar com garotos porque eu podia ocupar todo o espaço para essas coisas, especialmente no armário do meu quarto com Pete. Saímos do banheiro e os meninos já estavam prontos e esperando na sala. Jon e Bruce estavam até de meia e morgados no sofá.

― Olha só para isso. ― Mike falou olhando para mim e Amy. ― Senhoritas, deem uma voltinha, por favor! ― Ele segurou em minha mão e a de Amy, nos fazendo dar uma voltinha no lugar.

Pablo se aproximou de Amy e a puxou pela cintura para perto dele e fez um sinal negativo com a cabeça, enciumado.

― Pode ficar, eu já tenho tudo isso aqui. ― Ele falou bem humorado apontando para mim.

― Bom, então podemos ir? ― Jon perguntou se levantando do sofá após colocar os sapatos.

― Claro! ― Pete falou e se levantou da poltrona que estava sentado. Passou a mão pelo cabelo arrepiado meio sem jeito e então olhou para mim, acho que ele já estava percebendo que eu estava o evitando.

― Amy vai comigo. ― Pablo falou, puxando Amy pela mão em direção a porta.

― Beleza. ― Pete acenou positivamente. ― Charlie, você vem comigo, Mike e Joe.

― Na verdade, eu ia com Bruce. ― Falei me aproximando de Bruce e segurando a mão dele, ele me olhou como se eu fosse doida. ― Ele me chamou... mais cedo. Disse que queria uma garota no carro dele. ― Acenei positivamente.

― Não chamei não. ― Bruce falou confuso e baixinho, só para nós dois ouvirmos.

― Vai na onda! ― Sussurrei disfarçadamente para ele, dando um apertão na sua mão.

― Aí! ― Ele falou quando apertei sua mão. ― Aí! É verdade! Eu tinha me esquecido. ― Bruce disse tentando disfarçar.

― Ta né. ― Pete concordou meio confusa. ― Nós vemos lá então. ― Ele acenou positivamente e saiu na frente.

Ele provavelmente deve estar me chamando de doida bem agora. Eu fui caminhando ao lado de Bruce até o carro dele.

― O que foi isso? ― Ele me perguntou confuso enquanto íamos até o carro.

― Eu... ― Gaguejei, procurando uma resposta. ― Eu estou com medo de pegar raiva se ficar no mesmo ambiente que Mike. Pronto, confessei.

Bruce me olhou confuso.

― Você sabe que raiva não se pega assim, né?

― Eu prefiro não arriscar, sou uma pessoa precavida. Eu amo viver, amo a minha vida! Super! ― Falei extremamente rápido. Fazendo sinal da paz e amor com os dedos. Tinha como eu dar mais na cara?

Mesmo Bruce ainda meio assustado ele não fez mais perguntas, ele era um cara inteligente e mesmo parecendo o único ali que não pegava mulher, ele era quem parecia entender mais delas. Então ele sabia quando era hora de parar de fazer perguntas.

Journey era um pub que ficava a algumas quadras do campus, os meninos me disseram que ele mais frequentado pelos universitários. O lugar estava sempre aberto, aos fins de semana era mais animado e de semana as pessoas iam lá para estudar e tomar café. O lugar era tão frequentado aos fins de semana por causa das bebidas, a música ao vivo com bandas boas e o mais interessante, aos fins de semana eles desligavam o sinal do wi-fi para os clientes conversarem uns com os outros e consumirem o máximo que eles pudessem. Tática interessante.

O local do lado de fora parecia uma loja da Starbucks mas do lado de dentro seguia o mesmo ar de um pub inglês. Tudo muito marrom, um balcão de bebidas num canto, mesas altas de madeira espalhadas pelo lugar, um palco não muito grande em um outro canto e uma pista para as pessoas acompanharem o show dali. Uma das paredes era cobertas por fotos de diversas pessoas que iam ali, o que eu achei muito legal. O lugar já estava lotado quando chegamos e realmente, só havia universitários ali.

Amy e Pablo haviam chegado primeiro e estavam esperando nós na porta, assim que entramos, Cece gritou animada balançando os braços no meio da multidão, ela havia pego uma mesa.

Notas finais
Gostaram? Não esqueçam de deixar o comentário de vcs, sabem que a opinião de vcs é mt importante pra mim! Bjss