Chantagens
16 Jantar em família
Notas iniciais
Autora Povs:
Gwen saiu da casa de Peter com um sorriso falso no rosto. Na verdade, só queria ir o mais rápido possível para sua casa e chorar com o rosto completamente imerso no travesseiro. Sentia uma dor no peito, e parecia que suas pernas iriam fraquejar a qualquer momento e desabaria no chão.
Ainda gosta de Peter.
Mas ele não a quer mais.
Quando vira a foto do Aranha e Deadpool se beijando parecia que alguém havia destroçado seu peito, mais duvidava que era a verdade que Peter está namorando o mercenário. E não está!
Mas quando ele virou o rosto, quando negou seu beijo, percebeu que ele já não gostava dela.
E quando a loira se lembrou disso, quando se distanciou da casa do moreno, pode finalmente tirar esse sorriso do rosto.
Ela andou pelas quadras, nem percebendo as coisas a sua volta, mais viu um loiro de olhos azuis sorrir para si.
– Oi Gwen.
– Harry?
– Já sabe que Peter está namorando?
– Sei... – a loira achou estranho Harry saber disso, mas duvida que ele esteja falando da mesma pessoa.
– O conhece?
– Não, me desculpe, mas eu tenho que ir. Até logo. – A loira se desvia dele e sai antes mesmo de Harry se despedir.
– Ela parece bem abalada. – Diz Silver a olhando dos pés a cabeça. – Talvez ainda goste do nerdzinho.
– É claro que gosta – diz Harry suspirando.
O loiro sai na frente e entra em seu carro, parecendo deprimido.
– Quando vamos contar ao chefe que o Parker é o Homem-Aranha? – Indaga Silver irritada.
– Temos que ver uma coisa antes – diz Dominó.
– O quê? – Silver já estava perdendo a paciência.
– Ver se o Peter gosta mesmo do Wade.
oOo
Peter apenas pegou uma torrada e saiu para o trabalho, ao chegar Beth o olhou com pena. O moreno suou frio e foi à sala de Jameson.
– Você viu o que aconteceu ontem? – Indaga Jameson cerrando os dentes.
– Não.
Jameson pega algumas fotos e taca em sua mesa. Peter pega uma e perde até a voz.
– Somos os únicos que não colocamos isso no jornal. – Jameson massageia suas temporãs, buscando não ter um ataque. – Me disseram que amanhã vai estar em toda a Europa.
– Não sei como ainda não está. – Peter colocou a foto de volta à mesa. Olhando as demais, todas com Tony e Steve se beijando no meio de um salão. Ainda não podia acreditar que Tony tivera coragem de fazer isso.
– Quero que ande pela cidade e tire qualquer foto de algum herói famoso, não ligo se for hetero ou homossexual, apenas tire. Não vou perder para essas empresas de quinta categoria.
– Já estou indo. – Peter sai às pressas nem sabendo por onde começar.
Ele anda para todos os lados e avista Natasha e Bruce se beijando. Peter pega sua câmera e mantém o dedo no botão, pensando se seria sensato, no final desiste. Não quer um monstro verde ou uma assassina o perseguindo por ai.
Lembrou-se que os estudantes da escola Xavier andavam pelo sul da cidade, Peter vai até lá e acha Vampira e Boby tomando sorvete juntos. Peter tira algumas fotos e sai antes que o vejam, já bastava o Steve ser chamado de Picolé.
Seguiu caminho e avistou Logan paquerando Jean. Dessa vez Peter ficou uma rua de distancia, aumentando o quanto pode o zoom de sua câmera.
Sentindo o seu corpo falhar ele sai daquela região, agradecendo por ninguém tê-lo visto ou saber de sua identidade.
Ele entrega as fotos a Jameson, que apenas sorri de canto.
– Pode sair. Não preciso mais de você. – Ele diz sacudindo suas mãos.
Peter sai sem dizer nada. Longe de seu trabalho coloca sua roupa de Spider e sai por ai. Finalmente um dia em que pudesse respirar.
Ele avista Rhyno destroçando uns carros da polícia e entra em ação.
– Cara, o que você faz da vida? – Questiona Peter – Parece que nem vida social você tem. Já pensou em tentar aqueles namoros pela internet?
– Não posso desistir de destruir você. Estaria rico se não fosse por sua culpa.
– A cala boca. Só sabe usar essa desculpa? Hoje eu não estou com muita paciência, que tal acabarmos logo com isso?
O russo solta um rosnado e apoia suas mãos dianteiras no chão, ele fecha a mascara e parte pra cima do aracnídeo.
Peter nem se moveu, a única coisa que tinha a fazer era prender as patas de Rhyno com suas teias e deixa-lo imóvel, mais não esperava que um raio azul fosse atingi-lo na cara junto a um escudo que o fez cair no chão. O rinoceronte tenta se levantar, mas o escudo cortará uma parte de sua armadura e agora a mesma estava tendo problemas falhos.
O dono do escudo o pega e coloca em seu braço, acenando para o Aranha.
– Por que vocês estão aqui? – Questiona Peter, por perder sua diversão.
– Não tínhamos nada pra fazer hoje. – Diz Tony indo ao lado de Steve.
– Podiam ter saído pra um encontro. Todo mundo já sabe que estão namorando mesmo.
– Serio? – Indaga Steve.
– A cidade inteira já sabe. E amanhã será a Europa.
– Bom eu não me importo, e espero que a Pepper já saiba disso. – Fala Tony.
– Então isso é pra causar ciúmes? – Pergunta Steve cruzando os braços.
– Claro que não!
– Então por que ainda pensa nela?
– Eu não penso nela – se defende Stark – Mas sei que ontem você estava procurando pelo seu amiguinho Bucky. Vai me trocar por ele, é?
Peter olhava para aquela cena atônito, e um pouco ressentido por ter sido esquecido tão facilmente, mas pensava que como os outros da equipe o aguentavam, principalmente Bruce.
Sem ninguém perceber ele sai pulando de prédio em prédio.
– Ah não! Você de novo. – Diz o moreno amargo.
– Do jeito que fala parece que é algo ruim – fala Dominó girando sua arma – Só vim te dar um oi... Peter.
O Aranha recua para trás perdendo as forças.
– O que você disse?
– Eu descobri quem você é. Ontem te vi com o Wade, mas de boa, não contei pro Harry.
– O que você quer?
– Seu sangue.
– Não dá. Harry pode morrer pelo meu DNA.
– Não ligo, só quero meu salário em dia.
A morena tira uma seringa de um de seus bolsos com a arma na outra mão.
Peter sente alguém se aproximando atrás de si e se desvia. Silver.
– Foi mal, mas dessa vez não vamos voltar de mãos vazias.
A loira parte pra cima, desferindo vários chutes no aracnídeo que desviava de todos, mas fora difícil depois que Dominó entrou na jogada. As duas o encurralou no meio do prédio. Silver foi no soco ao mesmo tempo que Dominó foi no chute, sem saber como desviar Peter pula pra cima e se joga do prédio.
Depois de muito correr ele para e sente uma ardência na perna direita. Há um corte nela. Algumas das duas devem tê-lo cortado no meio da luta e pela adrenalina não sentiu a dor. O moreno chuta a antena do prédio, ouvindo reclamações de pessoas dentro do condomínio. Ele se senta no prédio sem saber o que fazer.
– Pegou o sangue? – Indaga Silver.
Dominó pega um algodão e absorve duas gotas de sangue no terraço.
– Peguei.
– E tudo isso se já podíamos tê-lo matado, você está ficando muito sentimental.
– Foda-se. Vamos entregar isso ao Harry e pegar a grana.
oOo
Gwen já estava chegando a sua casa quando foi barrada por May.
– Achei que iria sair com Peter querida.
– Não – diz a loira desanimada.
– Vocês reataram?
– Não.
– Mas como podem? – fala uma voz ao longe. As duas procuram e veem que é Harry – Não sabe que o Peter está namorando?
– Não, na verdade não sei de nada – May olha envergonhada para Gwen – Qual o nome da garota?
– Garoto, é um homem. – Responde Harry com ciúmes e divertimento.
May olha para Gwen, esperando que aquilo fosse alguma brincadeira, mas a loira afirma com a cabeça.
May ficava encarando o horizonte sem saber o que fazer.
– Peter não me disse nada. Espero que ele traga seu namorado algum dia em casa, quero conhecê-lo.
– Pode ser hoje – fala Harry levando um olhar reprovador de Gwen – Podíamos nos reunir pra jantarmos juntos. O que acha?
– Uma boa ideia – sorri May tentando manter a calma e não ligar para o sobrinho pedindo explicações – Você quer ir Gwen?
A loira reluta um pouco mais afirma.
– Ótimo, apareçam às dezessete horas lá em casa.
Eles se despedem e cada um segue um caminho.
May pega seu celular e liga para Peter.
– Oi tia.
– Quero você e seu namorado as dezessete em casa, nem pense em se atrasar – diz May autoritária.
– O que? Namorado? Eu não tenho namorado.
– Não adianta negar, Harry e Gwen me contaram, hoje quero saber de tudo.
Há um enorme silêncio na outra linha.
– Tudo bem.
A morena desliga o telefone contente, mas ainda sim nervosa, nem quando Peter namorou Gwen fizera um jantar para conhecê-la. As pressas foi ao mercado comprar os ingredientes para seu prato.
oOo
Peter ainda está no prédio que fugira de Dominó e Silver, ele rodava seu celular desbloqueando e bloqueando sem saber o que fazer. Já são cinco horas. Deveria mesmo ir falar com o Deadpool? Mas que escolha teria?
Após tomar coragem o aracnídeo segue até a casa do mercenário.
Peter bate na porta algumas vezes sentindo suas pernas falharem. O mercenário a abre confuso.
– Baby Boy, o que faz aqui?
O moreno não responde, apenas sente sua voz falhar e uma raiva e vergonha lhe consumir.
– Será que você poderia... Jantar lá em casa?
Deadpool só faz uma cara de confuso, arqueando suas sobrancelhas.
– Ainda não entendi.
– A minha tia descobriu do nosso “namoro” – Peter faz aspas no ar – E agora quer te conhecer.
Deadpool sorri por baixo da máscara e abraça o menor.
– Finalmente você quer eu conheça sua família. Vamos?
– Espera você não pode ir assim. Use aquelas roupas que você foi ao nosso encontro. – Diz o menor tentando se desgrudar dele.
O mercenário o aperta ainda mais, sorrindo de canto a canto.
– Então pra você aquilo foi um encontro? – Indaga o maior, malicioso.
– Não, claro que não – o menor se livra do abraço de Wade – Eu vou estar te esperando lá fora, não se atrase.
Peter fica em frente à entrada do apartamento com sua roupa normal, na mochila a sua costa está seu uniforme de Spider.
Na entrada ele pode ver uma cabeça loura indo a sua direção.
– Como eu estou? – Indaga Deadpool dando um giro.
Peter o olha por inteiro, não parecia aquele mercenário insano. Ele está usando uma camisa cinza sem imagem, por cima uma jaqueta de couro marrom, junto a um jeans desbotado e um all-star. Nem dava pra reparar direito em suas diferenças de idades.
– Diferente – diz o moreno.
O loiro segura na mão do menor que tenta puxa-la de volta.
– O que você está fazendo?
– Somos namorados não é? – o moreno confirma com a cabeça fazendo aspas no ar – E namorados andam de mãos dadas.
– Tanto faz. Só quero que esse dia acabe logo.
oOo
May e os demais estavam sentados à mesa esperando os principais. Os pratos e talheres já estavam colocados para cada pessoa ali e no centro um frango assado.
– Desculpe tia May, não queríamos nos atrasar – Peter entra pela porta de mãos dadas ao loiro, que olhava para os cantos, achando estranho, por nunca ter entrado pela porta.
May se levanta da cadeira e fica a frente com Deadpool, ela teve que olhar bem pra cima para enxergar o rosto do loiro por sua altura.
– É um prazer conhecê-lo, espero que esse convite de ultima hora não tenha te atrapalhado em nada. – a morena cumprimenta o maior.
– Não tudo bem, até fiquei feliz com isso.
– Bom, vamos nos sentar? – Indaga à morena.
Os dois afirmam e vai para a cozinha, Peter para na porta com os olhos arregalados.
– Harry, Gwen, por que estão aqui?
– Queríamos conhecer o seu namorado – diz Harry o olhando de cima a baixo, não vendo nada em especial – Foi ideia minha esse jantar sabia?
Peter e Deadpool sentam lado a lado na mesa.
– Ainda não sei seu nome. – Diz Harry encarando Deadpool.
– Wade Wilson.
– Parece que eu já te conheço, já nos vimos em algum lugar?
– Acho que não.
– E você trabalha? – Indaga May servindo o frango a todos.
Deadpool trava um pouco pensando em algo.
– Não – diz Peter vendo May fazer um olhar desgostoso – Wade está estudando no momento.
– E no que?
– Letras.
O loiro confirma enquanto devorava a asa do frango com a mão.
– Daqui a pouco eu estou cursado, já sei bastante coisa. No momento sei mais de seis idiomas – diz o loiro orgulhoso.
– Nossa, você deve ser bem inteligente – fala May se sentindo mais aliviada.
– Obrigado.
– Há quanto tempo vocês estão namorando?
– Há um mês, mais ou menos.
– Aquele dia em que nos encontramos no café vocês já estava namorando? – Questiona Harry encarando Peter.
– Sim.
Harry sorri fraco, malicioso.
– Agora entendo sua dor no quadril.
May e Gwen praticamente engasgam com o frango, ficando numa coloração vermelha, Peter esconde seu rosto com as mãos sentindo suas bochechas arder enquanto Deadpool só comia o frango.
– Está na hora de irmos embora – diz Gwen de uma vez puxando Harry pelo braço bruscamente. Eles vão até a porta – Tchau. – E saem da casa.
– Acho que está na hora de você ir também – Peter fita Wade de modo assassino.
– Tá legal. – Deadpool se levanta junto aos demais.
– Foi um prazer conhecê-lo. – Fala May sorrindo.
– Antes de ir posso te perguntar uma coisa?
– Claro.
– O Peter pode dormir na minha casa de vez em quando?
Peter sem saber a resposta vai empurrando o loiro até a porta.
– Tchau Wade! – Ele diz fechando a porta na cara do loiro. Ao se virar ele vê sua tia o encarar atônita – Acho que eu vou ir pro meu quarto – o moreno corre para seu quarto e fecha a porta.
Ele encosta-se a ela respirando descompassadamente, esfregando seu rosto, ao abrir os olhos vê Deadpool deitado em sua cama.
– O que você está fazendo aqui? – Peter pergunta indignado, sentindo seu sangue ferver.
– Já estava com saudades.
– Sai daqui! – o moreno aponta seu indicador para a janela – Minha tia não pode vê-lo aqui.
– Acho que ela não vai se importar já que estamos namorando – justifica o loiro sorrindo vitorioso.
Wade se levanta da cama prendendo o menor na parede.
– Para Deadpool – Peter tenta empurra-lo – Isso não tem graça!
– Pra mim tem.
O loiro rouba os lábios do menor, apertando sua cintura. Peter ainda tenta empurra-lo, mas desiste, vendo que Deadpool não mexeria um músculo.
Deadpool pede passagem com a língua, e se surpreende ao ver que o menor correspondeu. Ele explora cada canto da boca do menor, soltando leves gemidos rouco.
Sem aguentar mais, Deadpool retira a blusa de Peter, vendo o menor o fitar corado.
Ele retira a sua também e a joga em qualquer canto.
Deadpool volta a beijar o menor de uma maneira faminta, enquanto o guiava até a cama. Ele deita Peter nela, que relutou um pouco nesse momento. O loiro sem a menor paciência retirou de uma vez a calça e cueca junto, deixando o menor completamente nu.
Deadpool sorri malicioso ao contemplar a visão a sua frente. Ele retira o resto de sua roupa e lentamente vai subindo em cima do menor.
O loiro inicia uma serie de beijos no pescoço do moreno que solta um gemido fraco.
– Só não deixe sua tia ouvir... – sussurra Deadpool de maneira sedutora no ouvido do menor que se arrepia, e morde o lóbulo só para provoca-lo.
– Ah... – geme o menor ao sentir a mão do loiro sobre seu órgão. Ele tapa sua boca sentindo todo o seu rosto arder. Deadpool circula o dedo na glande, ouvindo os gemidos abafados de Peter. Ele vai descendo, percorrendo por todo o membro, sentindo-o enrijecer cada vez mais.
Só para provocar o menor o loiro lambe a ponta, vendo Peter não segurar os gemidos.
Deadpool o coloca na boca, iniciando as chupadas.
Peter sem mais aguentar, solta um gemido um tanto alto.
May lá embaixo, lavava os pratos, quando ouviu o barulho. Ela fechou a torneira levando sua atenção para cima das escadas, não ouvindo mais som algum, ela voltou a lavar os pratos.
– Para Deadpool, assim eu vou... – diz o menor entre os gemidos, não aguentando mais.
– Mais é isso que eu quero – diz o maior de modo malicioso, voltando a masturbar Peter.
O menor sente um enorme prazer percorrer todo o seu corpo e goza. Ele tenta conter o gemido, mais foi inevitável.
Deadpool volta a beija-lo, de maneira mais calma, pela falta de ar do menor.
Os dois se olham por alguns segundos, Deadpool sorri para Peter, que vira o rosto envergonhado.
O maior segura no quadril do moreno e o deixa de quatro.
Aproveitando a mão cheia de gozo, Deadpool passa na entrada de Peter, lubrificando-a. Ele insere o primeiro dedo, vendo o corpo de o moreno enrijecer, após se acostumar coloca o segundo, inserindo-os e retirando.
Deadpool se posiciona, entrando aos poucos.
– Ah! – Peter não pode conter o gemido de dor quando o membro entrou por completo.
– Peter, está tudo bem querido? – Grita May batendo na porta, preocupada.
Deadpool assopra no ouvido do menor que geme baixo, fazendo ter mais batidas na porta.
– S-Sim... Tá tudo bem. – Diz Peter trêmulo.
– Tudo bem, eu vou dormir, mas se precisar de algo é só me chamar.
– Tá bem.
Os dois ouvem os passos se distanciando e uma porta ser fechada.
Deadpool aproveita isso e dá a primeira estocada, fazendo Peter gemer alto, por estar desprevenido.
– Você está louco? Minha tia pode ouvir tudo – reprova o menor com medo.
– Assim é mais divertido.
Deadpool começa a se movimentar, deixando o barulho dos dois corpos roçando se ecoar pelo quarto.
Os dois gemiam, não conseguindo conte-los mais.
May, do seu quarto ouvia tudo, encarando o teto com uma expressão horrorizada.
– Peter, estou quase... – geme rouco o maior sentindo o seu ápice se aproximar. Deadpool aumenta o ritmo das estocadas.
O menor, já sem nenhuma força, deixa de apoiar as mãos na cama e esconde o rosto com as mesmas, implorando que sua tia não estivesse ouvindo.
Deadpool aperta seu quadril, que se mantinha empinado, soltando um longo gemido, se derrama no menor. Eles se apertam na cama de solteiro, deitando na mesma.
O maior sorri para Peter e dá um beijo rápido.
Peter, sentindo seu peito rasgar e algo revirar o estômago, se vira para o lado oposto do maior, vendo lágrimas escorrer por suas bochechas.
– Petey, você está chorando? – Indaga Deadpool preocupado.
– Não, eu to legal – mente o menor limpando um dos olhos. Ele não entende o que está acontecendo consigo, mais apenas sabe que dói muito.
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