Chantagens
18 Eu te amo!
Notas iniciais
Peter Povs:
Tá, eu não sei o que está acontecendo comigo.
Não sei porque estou sentindo toda essa aflição e desespero.
Estou como um doido procurando pelo Deadpool em toda a cidade. Nem sei quantas vezes já fui ao seu apartamento e nada, até nas barraquinhas de tacos eu fui, mais nada dele. Será mesmo que ele foi embora? Eu deveria ficar feliz com isso, mas não consigo, só sinto essa maldita dor no peito e uma enorme angústia quando me vem à mente a possibilidade de nunca mais o vê-lo.
Droga! Por que essas coisas só acontecem comigo?
A única coisa que queria era entrar para os Vingadores, não é muita coisa. Mas nesse meio tempo aceitei as chantagens de Deadpool e fiz tudo o queria, mais então no final por que eu tinha que acabar gostando dele? É isso que eu não entendo! Ele é um idiota, louco e psicopata! Mais ainda sim não quero perdê-lo.
Mais por onde começo?
Não tenho muita escolha, tenho que apelar para os vilões.
Vou para um lado na cidade que somente os ricos vivem, sorrateiramente entro em uma mansão e ando pelos cômodos sem fazer barulho, ouço o som de Bethoven vindo à frente e sigo pelo corredor. Achei quem eu queria.
– O que você faz aqui? – Questiona Wilson Fisk.
– Relaxa cara, não vim socar a sua cara – digo sentando no sofá – Quero saber se sabe onde está o Deadpool.
– Eu não sei, mais mesmo que soubesse não diria para você – Wilson responde grosso.
– Se eu não desse a mínima para você, estaria ofendido agora – respondo no mesmo tom de voz. – Falou então, a gente se vê por ai.
Wilson solta um rosnado e corre em minha direção, desvio dele e chuto suas costas fazendo-o cair no chão, antes que ele se levanta vou para a janela mais próxima e a pulo, caindo fora de lá.
Volto a procurar por perto das barraquinhas de tacos ou qualquer outro lugar que vendesse comida mexicana, as pessoas estão começando a ficar com medo de mim. Nisso encontro Silver e Dominó que acenaram para mim, vou até elas.
– Acharam o Deadpool? – pergunto esperançoso.
As duas negam com a cabeça.
– Perguntamos até para o Wolverine, mais ele também não sabe de nada – fala Dominó, que pelo seu tom está triste.
– Você não tem nenhuma ideia de onde ele possa estar? – indaga Silver.
– Não... – respondo cabisbaixo.
– Mas vamos continuar procurando. – Fala Dominó, sei que é só para me animar.
– Obrigado.
Acenamos um para o outro e nos separamos.
Vou a Shield atrás do Fury.
– O que você quer Aranha? – Nucky pergunta sem a menor paciência.
– Você pode achar o Deadpool? – pergunto tomando coragem, Nicky me encara, não gostando nada do que acabei de dizer – Você tem toda essa tecnologia, não deve ser muito difícil. – Justifico.
– Essas tecnologias foram feitas para salvar o mundo, e não achar um mercenário que coloca macacos em minha sala – não pude evitar dar risada – Além de que Deadpool tem equipamentos que não nos deixa rastreá-lo.
– Sério?
– Acha mesmo que ele ainda estaria livre se pudéssemos rastreá-lo quando trabalha para mafiosos? – Indaga Fury arqueando as sobrancelhas.
Nisso ele tem razão, acho incrível ele não estar na cadeia.
– Mas como o Deadpool conseguiu isso? – Pergunto boquiaberto.
– Roubou da minha sala – justifica Nicky.
– Claro.
– Os Vingadores estão aqui, talvez eles possam ajudar.
Agradeço a ele e vou atrás dos Vingadores.
– Oi Peter – Thor acena para mim.
– Oi.
– Soube que o Deadpool sumiu – fala Natasha – Aposto que veio para perguntar se podemos encontra-lo.
– Isso mesmo.
– Talvez o Tony possa ajuda-lo – fala Steve.
– Não – diz Tony rápido – Não vou perder meu tempo em achar aquele idiota, e além do mais, minha torre está em concerto, graças a um nerd esquentadinho!
– Não venha me culpar – fala Bruce na defensiva – É você e Steve que não param de brigar, qualquer um fica estressado!
– Então a culpa é nossa?
– Sim – fala Bruce e Natasha ao mesmo tempo.
Eu não acredito que eles começaram a brigar por isso, como eles já salvaram o mundo?
– Eu posso acha-lo – Thor vai até mim.
– Sério? Não está me enganando?
– Não, é verdade.
– Como?
– Tenho um amigo em Asgard que pode encontra-lo.
– Em Asgard? – pergunto pasmo.
– Sim. Podemos ir agora mesmo.
– Tá – ainda não dá pra acreditar nisso.
Thor e eu vamos onde ficam os aviões, onde o teto está aberto.
– Heindall, abra a Bifrost. – Grita Thor.
Do nada uma luz repleta de cores parecendo um arco-íris nos puxa para cima em uma velocidade incrível, quando todas aquelas luzes saíram de minha vista só vejo um monte de dourado e no centro um homem com uma espada.
– Olá Heindall – fala Thor sorridente.
– Olá Thor. E quem seria esse?
– É um de meus amigos da Terra, seu nome é-
– Eu sou o Homem-Aranha – interrompo Thor.
– Não adianta mentir, seu nome é Peter Parker, apenas não entendo o que o trouxe aqui.
– Como sabe quem eu sou?
– Heindall vê tudo com seus olhos – justifica Thor – Ele poderá encontrar seu namorado.
– O que os trazem aqui? – Indaga um senhor idoso com um tapa-olho.
– Olá meu pai – Thor sorri mais que o normal – Vim ajudar meu amigo a encontrar uma pessoa.
– O senhor permite que eu o ajude? – Pergunta Heindall.
Odin parece receoso mais confirma.
Heindall vai até a abertura do local onde mostra várias estrelas e constelações, mantendo seu olhar fixo nelas.
– E qual seria o nome dele?
– Wade Wilson. – Respondo.
Ele olha para um ponto, ficando assim alguns segundos.
– Achei ele.
Sorrio largamente sentindo meu coração palpitar de alegria.
– Onde ele está?
– Não se preocupe, vou manda-lo para lá.
– Obrigado. – Digo sincero. – Thor, vamos?
– Pode ir na frente. Vou ficar aqui com meu pai. – Ele fala corando, enquanto seu pai o olha malicioso. Vou fingir que não vi isso.
Heindall empunha sua espada e novamente aquele arco-íris me suga, paro em outra cidade, parece ser o Texas, em frente a um restaurante mexicano, tinha que ser.
Entro e vou até a atendente.
– Com licença, você por acaso viu um homem usando um uniforme preto e vermelho? – Pergunto a ela.
– Tá falando do Dead? Ele estava falando de você agora a pouco – diz a atendente – Sabe, vocês formam um lindo casal.
– Você conhece o Deadpool?
– Ele vem tanto aqui que é impossível não fazer amizade com ele, e o tanto que ele fala – ela faz uma careta. – Vi vocês se beijando na TV, foi tão fofo.
– Tá... Mais cadê ele? – Pergunto olhando para todos os lados e não o encontrando.
– Foi no banheiro.
Resolvi espera-lo sair, mais cada segundo que passava fazia parecer que meu coração sairia pela boca de tão forte que batia.
Logo se é ouvido à porta do banheiro abrindo e Deadpool saindo dela todo sujo de molho. Minha vontade é de ir lá e abraça-lo mais paraliso assim que o seu olhar encontra o meu.
– Baby Boy? O que faz aqui?
– Vim te levar de volta pra casa – meu coração não para de bater rápido. Que coisa é essa?
– Mas você me disse que queria que eu fosse embora. – Fala Deadpool, confuso.
– Eu sei o que eu disse – sinto meu rosto arder de vergonha – Mais quando me imaginei sem você parecia que meu coração tinha se estilhaçado, doeu muito. Não quero ficar sem você.
– Mesmo depois de tudo o que eu fiz com você?
– Eu ainda não te perdoei, mais quero você ao meu lado.
– Eu não posso voltar, sei o quanto você me odeia, deve ter sido a Silver e Dominó que te obrigaram a vir aqui.
Deadpool se afasta e vai até a porta.
– Espera! – grito – Não foi nenhuma das duas, eu vim aqui por conta própria.
– Por quê? – Indaga Deadpool me encarando.
Tento falar, mas gaguejo perdendo a voz, respiro fundo.
– É-É... Que... Eu... – sinto que minhas pernas vão falhar a qualquer momento – É que eu...
– É que...? – Indaga a atendente desesperada para que eu completasse a frase.
– Eu... É que... Queria falar... – nem sinto mais o ar entrar em meus pulmões.
(É o que cara? Fala logo!).
Deadpool continuava me olhando parado em frente à porta.
Tentando esquecer esse frio na barriga e minhas pernas bambas, reúno toda a minha coragem.
– É que eu te amo!
Perco todo o fôlego, fito Deadpool que me olhava boquiaberto. Achei que ele fosse se virar de costas e ir embora, mais quando abaixei meu rosto sinto dois braços musculosos me prenderem e me erguer no ar.
Assim que livrei meus braços abracei Deadpool que ficou surpreso com tal ato, mais só queria tê-lo ao meu lado.
Deadpool ergue minha máscara e me beija ferozmente, correspondo sentindo sua língua adentrar a minha boca de um jeito necessitado.
Sentindo a falta de ar, afastamos nossos lábios, sorrindo um para o outro.
– Deadpool... – digo sorridente.
– O quê?
– Já pode me colocar no chão.
Damos risada juntos e Deadpool me põe no chão.
– Vocês são tão fofos juntos. – Fala a atendente.
– Esqueci-me de te apresentar, essa é a Mitternacht. – Diz Deadpool.
– Oi. – Falo.
– Deadpool já me falou muito de você, é bom finalmente conhecê-lo. – Mitternacht diz sorrindo para mim.
– Agora temos que ir – fala Deadpool segurando em minha mão.
– Apareçam aqui mais vezes.
– Nós vamos. Tchau.
Deadpool e eu saímos do restaurante e entramos em uma BMW.
– Ela é sua? – Pergunto.
– Roubei do Tony.
– Agora entendo o porque dele te odiar tanto.
Quando chegamos à Nova York era de tarde, estava morrendo de fome, compramos uns cachorros quentes e seguimos para o apartamento de Deadpool. Na entrada ele parou.
– Não precisa fazer nada de que não queira, não vou mais te chantagear. – Ele me diz.
– Eu sei, mais eu quero. – Falo envergonhado.
Deadpool fica surpreso com minha resposta, mais sorri malicioso.
Entramos em seu apartamento, Deadpool volta a me beijar assim que fecha a porta. Ele retira minha camisa, um pouco enfurecido pelo tecido não querer sair tão facilmente, assim que a tira taca em qualquer canto da casa, tiro minha máscara logo em seguida.
Deadpool iria voltar a me beijar mais seguro seu rosto, impedindo-o. Abaixo minha mão ao final de sua máscara e começo a tira-la quando Deadpool me impede.
– Não. – ele diz.
– Tudo bem... – digo carinhoso. Deadpool solta minha mão e retiro sua máscara.
Olho para seu rosto, vendo todas as suas cicatrizes. Danem-se elas. Apenas consigo ver esses olhos azuis.
– Você é lindo. – digo para ele.
Deadpool sorri para mim, passando os dedos em minha bochecha, erguendo o máximo que posso dos meus pés selo meus lábios ao dele de um jeito terno. Pela primeira vez posso tocar em seu cabelo, não resisto e brinco com eles.
Retiro a blusa de Deadpool e volto a beija-lo. Ele me guia até a cama e me deita lá.
Deadpool retira a minha calça e depois a sua. Ele sobe em cima de mim, encaixando-se entre minhas pernas.
Posso sentir seu membro ereto roçando ao meu, solto um gemido baixo que não passou despercebido por Deadpool.
– Gosta disso? – Ele indaga roçando seu órgão sobre o meu.
– S-Sim... – respondo contendo os gemidos.
Deadpool começa um vai e vem, fazendo-me gemer mais alto.
Ele aumentava cada vez mais o ritmo. Não poderia aguentar por muito tempo. Perto de meu ápice ele para, olho frustrado para ele.
Deadpool inverte as posições, deixando-me em cima dele.
– Que tal dessa vez você ser o ativo? – ele fala ajeitando-me entre suas coxas.
Olho atônito para ele e com certeza muito corado.
Sei como se faz isso, mais cadê a coragem?
– Não dá, eu não consigo – falo constrangido.
– Em uma próxima então.
Deadpool senta na cama, colocando-me em seu colo.
Volto a beija-lo, percorrendo meus dedos por seu abdômen. Chego perto de sua virilha e paro ali, pensando se deveria continuar. Com muita vergonha toco em sua glande e Deadpool geme entre o beijo.
Vou fazendo movimentos circulares na ponta com um dos dedos. Deadpool encerrou o beijo me olhando com uma expressão de suplica.
Começo a masturba-lo, sentindo o membro pulsar em minha mão.
Deadpool arqueia as costas gemendo rouco.
Aumento a velocidade vendo sair o pré-gozo. Continuo no mesmo ritmo ainda não acreditando que tive essa coragem, mais agora nós dois estamos namorando, não posso ter vergonha sempre.
– Peter, eu estou quase...
– Agora você fala meu nome certo néh? – digo sentindo um líquido escorrer em minha mão.
Deadpool sorri para mim, iniciando um novo beijo, explorando cada canto de minha boca, ele me deita abrindo as minhas pernas.
– Você quer mesmo isso?
– S-Sim...
Ele pega um pouco do gozo que ficou em seu pênis e passa em minha entrada. Deadpool insere o primeiro dedo. Aperto o lençol, sentindo um incômodo. Assim que insere o segundo começa os movimentos de tesoura. Sinto um alivio assim que os retira. Esperava que Deadpool fosse se posicionar, mais ele pega em meu quadril fazendo-me sentar em seu colo.
– Você confia em mim? – Deadpool indaga com os olhos brilhando de malícia.
– Sim.
Ele me ergue fazendo-me ficar em cima de seu membro. Deadpool aperta as minhas nádegas, separando-as. Lentamente ele vai me abaixando, adentrando em mim aos poucos.
– Ah!
Assim que ele entra tudo não começa os movimentos, esperando eu me acostumar com a intrusão.
Depois de um tempo a dor pareceu se amenizar.
– Pode se mexer – digo vermelho.
Deadpool aperta as mãos em minha cintura, subindo e descendo seu membro dentro de mim.
– Não posso fazer isso sozinho – ele me diz de modo malicioso.
Desvio meu olhar constrangido, mas entendo o que ele diz. Coloco minhas mãos no ombro de Deadpool e começo a rebolar, subindo e descendo sobre seu pênis.
Deadpool me ajuda movimentando seu quadril, gemendo rouco.
– Ah! – gemo alto, sentindo um enorme prazer. Tapo minha boca não acreditando no que acabei de fazer. Deadpool para as estocadas, surpreso também. Ele mira naquele mesmo ponto e gemo de novo.
– Achei sua próstata.
Olho para ele atônito.
Deadpool começa a estocar somente naquele lugar, arrancando mais gemidos meus, voltei a movimentar-me sentindo aumentar esse prazer.
Só isso me fez gozar novamente, derramando o líquido sobre o abdômen de Deadpool. Estava com minhas pernas trêmulas por sentir todo esse prazer de uma vez só.
Deadpool vendo minha fraqueza deita sobre mim na cama, sem sair de mim. Ele volta a mirar naquele ponto deixando-me excitado de novo.
– Peter, eu estou quase... – fala Deadpool junto a um gemido. Ele chega a seu ápice, gozando dentro de mim.
Deadpool cai na cama exausto.
– Petey, fala de novo.
– O quê?
– Que você ama.
– Seu eu falar agora não vai parecer especial.
– Por favor.
Olho para a cara de pidão de Deadpool, sorrindo.
– Tá bem... Eu te amo!
– Também te amo.
Nós estávamos quase dormindo quando alguém arromba o porta.
– Deadpool, soubemos que está de volta. – Grita Dominó junto a Silver.
Deadpool se coloca na minha frente, impedindo as duas de me verem pelado.
– O que vocês estão fazendo aqui? – questiona Deadpool alarmado.
– Viemos te ver, estávamos preocupadas. – Diz Silver – Mas parece que você está melhor que nós. – Ela abre um sorriso malicioso.
– Acho melhor a gente se falar mais tarde – fala Dominó – Quando todos estiverem vestidos.
As duas saem do quarto deixando a porta aberta.
– Elas não sabem bater antes de entrar? – questiono constrangido – Minha tia me mataria se eu fizesse isso? – arregalo os olhos, desde a noite passada não voltei pra casa, minha tia deve estar morrendo de preocupação. – Eu tenho que ir, faz um dia que não apareço em casa.
– Onde você esteve esse tempo todo?
– Procurando você.
Coloco meu uniforme correndo, enquanto Deadpool voltava com o holograma.
– Vou com você – ele me diz.
– Por quê?
– Se sua tia perguntar eu falo que estava comigo.
– Boa ideia. Vamos?
Já está anoitecendo quando chego em casa, assim que abro a porta tia May corre me abraçar.
– Onde você esteve?
– Dormi na casa do Wade, desculpe não ter avisado.
– Só me avise na próxima, estava tão preocupada. Fiz o jantar vocês querem comer?
– Não estou sem fome. – digo.
– Eu também – fala Deadpool.
– Vamos pro meu quarto.
– Só não façam muito barulho – fala tia May parecendo constrangida. Não entendi.
Eu e Deadpool fomos ao meu quarto e jogamos alguns jogos em meu computador, odeio admitir isso mais nos de luta Deadpool me venceu, ainda bem que não apostamos nada.
– O que vamos fazer agora? – ele indaga.
– Não sei, sair por ai e bater numas caras?
– Ótima ideia.
Estava com minha roupa de Spider, por isso só precisei colocar a máscara.
Mal começamos a bater em uns bandidos e a imprensa nos acha. Fugimos e nisso esbarramos com os Vingadores que estavam indo embora da Shield. Tony resolve responder umas perguntas e nisso ficamos com ele.
– Vemos que vários da equipe estão namorando – diz a repórter – Existe mais algum casal que não sabemos?
Tony não fala nada, ele sabe que se responder isso apanha de imediato.
– O Thor tá pegando o Loki – fala Deadpool ao meu lado. Olho perplexo para ele sentindo meu corpo gelar.
Todos os repórteres cercam o Thor iniciando um monte de perguntas. Ele olha para com nós com puro ódio, instintivamente seguro na mão de Deadpool e saio correndo.
Depois de muito correr paramos e caímos na risada.
– Você é doido – falo para ele recuperando o fôlego.
– Não deu aguentar, tive que zoar.
Ao longe ouvimos vários gritos, muitas pessoas passaram correndo em nossa direção.
– Faz tempo que não nos vemos Homem-Aranha – diz Electro em encarando com fúria.
– E queria que continuasse assim.
Comecei a andar na direção de Electro e acabar logo com ele, mas vi que Deadpool havia sacado suas katanas e estava ao meu lado.
– Não vou deixar a diversão só pra você – Deadpool fala.
– E como deixaria? Somos uma dupla agora – falo ficando surpreso comigo mesmo.
Sorrimos um para o outro e fomos pra cima do Electro.
Odeio admitir isso mais eu amo o Deadpool!
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