Notas iniciais
Leiam as notas finais... ;)

Kate: O que quer dizer isso? Você apenas vir para o verão? – Escutei a voz de Kate soar confusa pelo alto falante do meu celular. — Isso significa o que eu acho que significa?

R: Sim, isso significa exatamente o que você acha que significa — Eu pacientemente respondi. Esparramada sobre a minha cama, eu tinha o meu celular deitado ao lado do meu rosto, que estava semi-enterrado no meu travesseiro.

A linha ficou muda e eu podia imaginar meus amigos olhando uns para os outros em descrença. Para ser justa, eu poderia ter dito a eles mais cedo sobre os meus planos de concluir o ensino médio em Lima, mas não teve um momento apropriado para que eu pudesse falar sofre isso. Meus amigos estavam me ligando e perguntando quando eu iria voltar para Nova York, e agora eles vão saber que eu só vou estar de volta para o verão com Quinn é claro.

Jake: Então, — A voz de Jake soou do outro lado da linha, — Você realmente quer ficar ai por mais um ano?

R: Eu não fui clara o suficiente? — Eu murmurei.

Jake: Uau. Sim, uau.

Nikki: Ela realmente a ama, — Nikki sussurrou e os outros dois concordaram com um zumbido. Revirei os olhos.

Kate: As pessoas da escola nunca vão acreditar em nós se tivéssemos que explicar porque a Rae não vai voltar, — Disse Kate.

Jake: Sim, — Jake riu, — Eles vão pensar que estamos mentindo, nossa Rae ficando em Lima por mais um ano? E estamos falando da mesma Rae? Que se recusa a ficar na mesma cama por mais de uma noite? — Virei de costas e resmunguei.

R: Vocês percebem que eu posso escutá-los?

Kate: Sim, nós sabemos que você pode nos ouvir, — Respondeu Kate com conhecimento de causa, sua voz ficando mais alta enquanto ela falava ao telefone novamente. — E como é a sensação?

R: Como é a sensação de que? — Eu suspirei interiormente me preparando para uma pergunta sorrateira que provavelmente seria desconfortável para responder.

Kate: Você sabe a palavra.

R: Nikki, o que ela está falando? — Eu perguntei impaciente.

Nikki: Bom, meu primeiro pensamento foi 'Puta', mas eu acho que significa 'Compromisso'. — Amassando o meu rosto em confusão, eu estava prestes a sondar mais pistas quando Jake soltou um gemido e disse rapidamente,

Jake: O que Kate está tentando dizer é como é a sensação de estar em um relacionamento sério que está firme e forte por um ano?

R: Nós começamos a namorar em fevereiro é agora estamos em julho. Eu não sabia que você estava reprovado em matemática este ano?

Jake: Bom, vocês duas já estavam agindo como um casal quando visitamos você em dezembro, então me desculpe se eu supus que essa relação foi estabelecida desde sempre.

Kate: E pela Rae, um mês de relacionamento é igual há uma década, — Kate acrescentou. — Lembro que o seu relacionamento mais longo antes de Quinn durou duas semanas, e vocês nem sequer se viam na maior parte do tempo. — Eu gemi e cobri o rosto com as mãos.

R: Obrigada por me trazer memórias encantadoras que eu tento esquecer. Eu realmente desejo que eu pudesse voltar atrás, nenhuma delas merecia isso. — Eles ficaram em silêncio mais uma vez.

R: Vocês podem, por favor, ficarem menos surpresos com isso? — Eu disse cansada. — Eu sei que eu costumava ser uma idiota e eu não estou muito orgulhosa por ter feito isso, mas podemos superar? Não é como se eu já não me odiasse o suficiente por isso. — Jake, hesitante pigarreou.

Jake: Você sabe o quanto nós não gostamos de ouvir você falar de si mesma dessa forma.

Nikki: E antes que você negue você sempre encontra um motivo para odiar a si mesma, — Nikki me interrompeu antes que eu tivesse a chance de falar. — Você sempre faz isso. Mesmo quando não há nenhuma razão, você ainda encontra uma falha em você.

R: Então, não é minha culpa ter machucado todas aquelas garotas? — Quando ninguém respondeu de imediato, eu desanimada dei um suspiro, mas Kate com raiva começou,

Kate: Ouça aqui, sua vadia, isso não é uma festa de autopiedade e uma vez que somos seus melhores amigos, vamos ser honestos sobre isto sim, você era uma idiota e sim a culpa foi sua por às vezes termos que limpar a bagunça das suas aventuras, mas é na porra do passado e você mudou agora você não pode ser responsabilizada por suas ações imaturas para sempre. Supere isso, e eu estou dizendo isso com amor. — Isso me deixou sem palavras e eu olhava fixamente para o teto.

Kate: Não, Jake, não tente tirar o impacto das minhas palavras, — Eu ouvi Kate dizendo ao fundo. — Ela pode lidar com isso.

Nikki: Rae? — Nikki timidamente me chamou e eu deixei escapar um fraco,

R: Sim?

Nikki: Nós amamos você, você sabe disso. Nós só queremos que você faça o mesmo.

R: Desculpe, — Eu respirei. – Eu ainda tenho esse hábito de encontrar falhas em mim, pois muita gente estava me deixando.

Nikki: Oh, Rae, — Nikki suspirou então a ouvi exclamar em indignação e, segundos depois, a voz áspera de Kate substituiu o tom suave de Nikki.

Kate: Não a incentive a ficar assim, — Que foi obviamente dirigida a Nikki. — E você Rae, você é melhor do que isso. Não me lembro de você melancólica flertando comigo no meu primeiro dia no segundo ano e não me lembro de dar a você a chance de ser minha amiga, e eu certamente não me lembro como eu deixei alguém como você se tornar minha melhor amiga.

Jake: Não seja tão grosseira, — Afirmou Jake no fundo.

Kate: Não, ela precisa disso, é a única maneira que ela entende e por que você acha que nós nos tornamos amigos dela? — Eu tive que acenar concordando. Ela certamente tinha me impressionado com a sua natureza simples naquela época e ela ainda fazia agora.

Kate: Rae, você ainda está ai?

R: Sim, e eu agradeço pelas suas palavras grosseiras — Eu disse baixinho, com um sorriso.

Kate: Droga eu tenho o direito de fazer isso, — Kate disse com firmeza. — E eu aprecio o seu personagem durão. Mesmo quando você flertou comigo primeiro e eu pensei que você era uma babaca, eu tenho que admitir você foi bastante ousada. Quero dizer, quem flerta com uma garota sem saber se ela é gay ou não? Isso é uma coisa que só a Rae faz. E uma vez que eu desvendei essa garota com mascaras, descobri novas amizades que vale a pena manter para sempre.

Antes de Kate fosse transferida para a minha escola em Nova York, nos éramos apenas um trio eu, Jake e Nikki. Tivemos outros amigos, mas nunca conseguiram se aproximar tanto de nós do que Kate. Nikki era mais acolhedora do que Jake, principalmente porque ela finalmente tinha alguém para discutir sobre os mesmos interesses. Jake estava desconfiado de Kate em primeiro lugar, porque ele acreditava que ela estava nos usando apenas para ganhar popularidade desde que ela era nova na escola.

Mas uma vez que ela entrou para o Clube de Debate, todas as suspeitas foram apagadas porque essa atividade extracurricular não era tão respeitável como qualquer outro esporte escolar. Ela se juntou ao clube, porque ela tinha uma língua afiada e precisava de um lugar para atacar, com sucesso. Eu não acho que o nosso Clube de debate iria conseguir um título em nossa revista da escola, mas Kate me provou o contrário, quando ela me mostrou uma cópia e abriu o artigo de página dupla com uma foto dela sorrindo e segurando um troféu.

Kate: Agora não é o momento de lembrar coisas do passado, — Kate me lembrou. — Concentre-se no agora ficar relembrando o passado significa que o presente é uma merda e eu não acho que você está em uma posição para reclamar. O que você tem é o que eu chamo de problemas de primeiro mundo. Quer dizer, quem diabos fica miserável com seu passado por ter sido mulherengo? Você sabe quantos atletas se matariam para ter o mesmo registro que você?

R: Você simplesmente não, — Eu finalmente respondi. Só porque Kate sabia lutar verbalmente, nesse ponto, não quis dizer que ela estava certa. — Eu machuquei essas garotas, porque eu era egoísta. Eu as machuquei porque eu podia, porque eu não tinha controle sobre isso. Porque tudo parecia estar fora do meu controle. — Virei de lado, falando diretamente no celular agora.

R: Foi bom não ter controle da minha vida por uma vez. E eu não tinha nenhuma obrigação de ficar, eu podia sair sempre que eu quisesse e eu me sentia tão bem por não ser a única que saia machucada. — A linha ficou em silêncio novamente e foi quase deprimente.

Jake: Nunca pensei dessa forma, — Jake murmurou ao fundo. Ele levantou sua voz por isso eu gostaria de saber se a pergunta foi dirigida a mim. — Não era o seu desejo sexual que levava você a fazer isso, então? — Eu suspirei.

R: Eu acho que não tanto quanto eu me fiz acreditar.

Kate: Se ela quisesse sexo regularmente, ela poderia ter ficado com aquela garota do vôlei Janice ela era um tesão, e ela ia para casa da Rae, quando nós saíamos não é Rae?

R: Kate, — Eu gemi e eu enterrei meu rosto no meu travesseiro, respirando profundamente pela boca.

Kate: Desculpe, — Ela deu uma dentro. — Eu cometi o erro de subestimar você.

R: Um grande erro freqüente na verdade, — Virei a cabeça para o lado para conversar. Kate bufou.

Kate: Você quer ouvir o meu pedido de desculpas ou não?

R: O que vocês acham que eu quero? — Jake e Nikki estavam rindo no fundo e Jake se aproximou do alto-falante.

Jake: Eu não acho que você tem escolha. Nosso capitão de debate já improvisou um discurso, eu posso ver isso em seus olhos.

R: Cale a boca, Jay gay.

Jake: Isso não foi nem um pouco ofensivo. Você está apenas afirmando um fato. — Eu poderia imaginar Jake revirando os olhos.

R: Vou desligar, se vocês não têm nada de importante a dizer, — Comentei.

Nikki: Não Rae, vamos Kate explique ou ela vai explodir, — Nikki disse dando gargalhadas. — Ai, Kate!

R: Eu estou falando sério, — Eu ameacei, meu dedo pairando sobre o celular. Apenas um toque e a conversa terminaria.

Kate: Olha Rae, me desculpe se eu fiz isso soar como seus problemas, não importa eles fizeram mesmo, mas qual é o ponto de ficar agarrada?

R: Eu não estou agarrada a nada, eu só não quero ser ignorante e fingir que nada aconteceu. — Kate suspirou ao telefone.

Kate: Seguir em frente não é igual a ser ignorante com seu passado. Você acabou de optar por não ser miserável, porque não há nada que você possa mudar sobre isso. Rae, ouvir o seu arrependimento sincero e você continuar se sentindo uma merda por tratar essas garotas mal, e isso é mais do que os outros poderiam pedir. — Eu gemi e rolei para o meu outro lado, tendo o meu celular comigo.

R: Eu só queria que houvesse uma maneira que eu pudesse desfazer isso tudo.

Kate: A única maneira de você se redimir é não cometer o mesmo erro com Quinn, mas eu não preciso dizer isso desde que você está sério com ela. — De frente para o teto novamente, eu lentamente sorri ao pensar em minha namorada.

R: Vocês não vão acreditar o quanto eu a amo. — Ouvi-os 'awns' e alguns barulhos indicaram que Kate tinha entregado o celular a Jake ou Nikki.

Jake: E você não vai acreditar quem veio até mim ontem e perguntou quando você irá voltar, — Jake disse maliciosamente e eu podia ver o sorriso em seu rosto. — Gabrielle! — Eu ri timidamente e sem jeito respondi:

R: Sim, ela é legal.

Kate: Você foi uma idiota por provocá-la, você sabe, — Kate disse. – E todos nós não vamos ficar surpresos com o pequeno fato de que a difícil e durona Rae tinha uma paixão terrível com a Gabby Nerd durante o segundo ano. — Minha expressão foi de horror e de puro constrangimento.

R: Não a chame assim! E o que você disse sobre seguir em frente? Não vamos voltar ao passado, não é? — Kate riu e murmurou algo que só meus outros amigos pudessem ouvir, e eu me senti deixada de fora.

R: Gente, eu vou desligar, se vocês não se importam, eu estou cansada.

Kate: Espere Rae, mais uma coisa, — Kate disse rapidamente e ela fez uma pausa. Eu, impaciente bati os dedos contra o colchão.

Kate: Você teve uma notável mudança. Para melhor, posso acrescentar. E eu estou falando por todos nós quando digo que estou orgulhosa de você. — Meu dedo parou e eu pude sentir meu coração se apertar dolorosamente. Mas foi um tipo de dor boa, lembrando de que se você fosse capaz de amar e sofrer, o que acaba por provar que você estava vivo.

Jake: Ela nunca disse uma palavra mais verdadeira que essa. Estamos muito orgulhosos de vocês, — Jake suavemente continuou.

Nikki: E orgulhosos de sermos seus amigos, — Nikki acrescentou.

Meu coração parou de apertar, mas os meus olhos começaram a arder e eu pressionei a palma das minhas mãos contra eles para parar as possíveis lágrimas. Eu queria os meus amigos aqui comigo agora, para que eu pudesse dar neles um abraço esmagador.

R: Eu amo vocês muito, — Eu disse baixinho, com um sorriso trêmulo. — Eu não posso esperar para ver vocês de novo.

Todos: O mesmo vale para nós, — Murmuraram.

R: Eu vou desligar agora, — Eu disse depois de limpar minha garganta. — Eu amo vocês. E ligo quando Jerry reservar as passagens para Nova York, ok?

Nikki: Okay. Tome cuidado, — Nikki disse suavemente.

Jake: Ah, e Rae, — Jake interrompeu antes que eu pudesse terminar a ligação.

R: Sim?

Jake: Não importa o que aconteça, sempre ficaremos juntos, certo? — Ele sempre me fazia sorrir quando estava sendo inocente.

Kate: Em outras palavras, — Kate subitamente interrompeu, — Jake deu um arranhão em um dos seus carros. E você realmente deve mudar a combinação de seu cofre.

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Não se preocupe, eu vou encontrar alguém como você —

R: Você se importa se eu mudar a estação? — Perguntei a Quinn, já alcançando o rádio do carro. Os olhos de Quinn desviaram da estrada para mim, em seguida, voltou para a estrada. Ela franziu a testa.

Q: Não, vá em frente. Você não gosta de Adele?

R: Ela é talentosa, sem dúvida. — Depois de mudar de cinco estações de rádio diferentes, onde estavam passando apenas anúncios, eu desisti e desliguei.

Q: Mas?

R: Mas essa canção me deixa desconfortável, — Eu admiti e olhei para fora da janela envergonhada. Quinn me lançou outro olhar interrogativo.

Q: Por quê?

R: Porque ela me faz pensar em nós, e o quão errado Adele é: Eu não vou encontrar alguém como você, eu não quero encontrar alguém como você, — Eu disse calmamente, olhando para meu colo. — Eu só quero você. Sinto muito, estou ficando sentimental com uma canção.

Deixei escapar um gemido e fechei os olhos. Eu estava realmente pronta para ficar mais um ano em Lima? Quando o carro parou e dedos suaves levantaram meu queixo e eu senti lábios macios nos meus, eu praticamente tive a minha resposta. Nós mal conseguimos manter as mãos longes uma da outra, e essa era razão pela qual estávamos atrasadas ​​para nossas respectivas classes. Nos separarmos depois de um beijo era a coisa mais difícil de fazer, especialmente quando você tinha uma namorada como Quinn Fabray.

Entrei em minha aula de química, e rapidamente pedi desculpas ao professor e me sentei no meu lugar habitual ao lado de Puck, que tinha um sorriso muito presunçoso para o meu gosto.

R: Nem uma palavra, — Eu respirei. Mas ele falou assim mesmo.

P: Você realmente não quer saber o que aconteceu depois que dois coelhos loucos por sexo correram?

R: Nunca use essa palavra de novo, — Eu fiz uma careta, mas a curiosidade levou a melhor sobre mim. — O que mais aconteceu? Quem é a Rainha do baile?

P: Ninguém se preocupou com a Rainha do baile, — Puck disse com desdém. — A questão real foi o Karofsky, ele perguntou se poderia ter uma dança com Kurt, e foi um choque para todos. Tipo foi a noite mais gay de todas.

R: Dave? — Eu disse surpresa, mais alto do que eu pretendia e fui repreendida por meu professor. Ignorando-o, eu continuei sussurando, — Ele saiu do armário? — Puck bagunçou seu cabelo.

P: Ele não disse que era gay, ele só queria dançar com Kurt e pedir desculpas a ele por tudo que ele fez para ele.

R: Uau, — Eu respirei com espanto. — Isso foi muito corajoso da parte dele. — Puck deu de ombros e disse,

P: Eu acho que tudo isso é estúpido. Eles acham que ser gay é um negócio maior do que é, quero dizer, é apenas uma parte de quem você é porque há uma necessidade de manter isso como um segredo? Sua orientação sexual deve ser algo que você possa mostrar, e não torná-la uma característica especial. — Eu virei minha cabeça lentamente para ele e o olhei com espanto. Ele me olhou estranhamente.

P: O quê? Você não concorda?

R: Não, eu estou realmente surpresa, — Eu sorri para ele. – Da onde veio isso? — Puck esfregou o braço.

P: Da noite do baile, na verdade. Tipo, todo mundo ficou tão surpreso quando Karofsky pediu o Hummel para dançar com ele. Como se eles não pudessem acreditar que ele era gay, até que ele pessoalmente digamos assim, até que ele saísse do armário. E isso é besteira.

R: Você sabia que ele era gay? — Eu sussurrei surpresa. Puck deu de ombros.

P: Não faz diferença se o linebacker é gay ou não, não é? Ele pode ser o que quiser desde que ele mantenha os adversários longe do nosso lado do campo. — Ele conseguia me surpreender mais ainda a cada dia e eu não podia ter escolhido um Bro melhor.

R: Se houvesse uma nota para sua atitude, você mereceria um 10, — Eu disse com um suspiro e cutuquei seu braço. Ele me deu um sorriso torto e inclinou a cabeça.

P: Nah, o que diabos eu quero com notas? — Ele astutamente sorriu e tirou uma caixa chiclete do bolso. Ele me ofereceu, mas eu balancei minha cabeça. — Eles não dizem nada sobre mim, e se as pessoas querem me julgar por alguns números e letras, — Ele abriu o chiclete e o colocou na boca, — Em seguida, deixá-los. Eles, obviamente, se sentem melhor se puderem categorizá-lo. — Eu cantarolava e me recostei na cadeira.

P: Teve uma garota que me disse uma vez que isto é o que os perdedores dizem para se sentir melhor consigo mesmos.

E até hoje, a memória ainda estava em minha mente. Foi o que aconteceu há três anos, eu tinha recebido um F em um ensaio por faltar o tema. Não querendo mostrar o quão amarga e desapontada eu realmente me senti, eu sem constrangimento disse para quem quisesse ouvir que as notas eram inúteis e mesmo assim não conseguia medir a inteligência. Quase todos haviam concordado comigo até que uma menina com olhos compassivos tinha dito as palavras que ainda me perseguiam sempre que eu via um F vermelho impiedoso no papel de teste.

Eu não tinha visto essa categoria especial em qualquer um dos meus próprios testes desde então. Em parte porque eu sempre aprendi o suficiente para conseguir um C, e porque as generosas doações dos meus pais para a escola não permitiam que os professores fossem muito ruins para mim. Eu realmente estava me sentindo um perdedor que fez isso tudo para se sentir melhor consigo mesmo? Eu não podia admitir que eu tinha falhado?

P: Agora que ela não está totalmente errada, mas não completamente certa também, — Puck disse enquanto mastigava seu chiclete, ainda olhando para mim. — Quero dizer, você ouve pessoas ricas reclamar sobre ‘ganhar muito dinheiro’? Claro que apenas as pessoas que perdem são os que vêem o problema real. Mesmo com todo o resto. — Eu silenciosamente olhei para ele e ele deu de ombros novamente.

P: Então, sim, Rach, a menina não estava errada, dizemos que para se sentir melhor com nós mesmos porque não há mais ninguém que fará isso por nós. Nós somos os perdedores deste sistema, ninguém vai reclamar para nós se eles são melhores.

R: Você é muito inteligente, você sabe, — Eu disse baixinho, com um sorriso fraco. — Eu só queria que mais gente visse você por quem você é. — Puck riu baixinho e balançou a cabeça.

P: Se você não tinha notado ainda, eu realmente não me importo sobre o que os outros pensam de mim. Além disso, iria arruinar totalmente a minha reputação Badass.

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Era a última semana de aula. Nós quase não tivemos lições, os professores tiveram tanta motivação como os alunos, o que significa que suas aulas consistiam principalmente em assistir a filmes.

Era uma bela manhã ensolarada e eu estava sentada na cozinha comendo o meu cereal, de vez em quando olhando para janela para admirar o céu azul claro. Era o clima perfeito para andar de moto e o dia perfeito para introduzir Quinn para a liberdade de andar de moto. Ela iria adorar. De qualquer forma, era uma situação ganha-ganha.

Eu olhei para cima da minha tigela de cereal, quando ouvi passos se aproximando da cozinha, e eu cumprimentei Shelby com um curto aceno de cabeça.

Shelby: Bom dia, — Ela calmamente respondeu e abriu o armário. — Café?

R: Não, obrigada, eu estou bem. Preciso ir agora mesmo.

E eu não estava sendo rude, eu realmente tinha terminado o meu café da manhã. Eu não queria que Shelby interpretasse isso como se eu estivesse a evitando, então eu me levantei e coloquei a tigela de cereal vazia na pia. Eu estava prestes a sair da cozinha sem dizer uma palavra, como eu sempre fazia, quando Shelby repente gritou:

Shelby: Rachel? — Parei no batente da porta e me virei lentamente.

R: Sim? — Shelby mexeu com sua xícara de café.

Shelby: Eu não vou estar em casa até as dez. Deixei algum dinheiro na mesa de café na sala de estar, se você quiser e deve ser o suficiente para você e para sua namorada, caso ela venha para cá.

Era como se a iluminação da sala estivesse mudado, de repente vi Shelby diferente. Ela já não era uma estranha em sua própria casa, ela já não era a mulher estranha que eu não conseguia conectar com memórias, mas alguém que se importava. Ela sabia sobre Quinn o tempo todo e nunca me forçou a falar sobre ela, ela tinha acabado de aceitar e nunca tentou falar sobre o meu relacionamento. Minha expressão era de espanto e gratidão, e minha voz quase quebrou quando eu disse,

R: Obrigada. — Ainda me olhando insegura, Shelby continuou a brincar com a alça da xícara vazia. Então, ela cuidadosamente perguntou,

Shelby: Você vai pegar a moto hoje?

Meu sorriso vacilou e eu esperava que ela tentasse me impedir. Eu lentamente assenti. Ela olhou para mim em silêncio, olhando meu rosto e eu me perguntava se ela estava pensando a mesma coisa, se ela estava pensando sobre a semelhança dos nossos rostos.

Shelby: Tenha cuidado ok? — E sua voz tremeu. Por que ela estava olhando assim para mim? Por que ela estava fazendo isso comigo de novo, me confrontando com os sentimentos que eu não queria? — Por favor, dirija com segurança. Eu não quero perder você de novo.

Incapaz de compreender o peso emocional repentino que ela tinha atirado em mim, eu quase desejei que ela me deixasse sair da cozinha sem dizer uma palavra. Eu poderia estar no meu caminho para encontrar Quinn agora, mas eu estava lutando contra o caroço crescendo em minha garganta. E eu disse que a única coisa que poderia fazer nós respirarmos livremente de novo.

R: Você não vai. Vejo você hoje à noite, — Eu parei e olhei em seus olhos cheios de lágrimas, — Mãe.

Eu não podia ficar por aqui para ver a reação dela ou eu nunca seria capaz de sair de casa, então eu finalmente me virei e sai, pegando minha mochila com uma mão, a outra enxugando as lágrimas individuais. Eu precisava de uma visão clara se eu quisesse dirigir com segurança.

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Os primeiros minutos Quinn tinha ficado receosa comigo, ela tirou todo o ar do meu corpo me apertando. Mas uma vez ela confiou no meu estilo de condução e percebeu que eu não estava tentando puxar qualquer loucura para impressioná-la, ela relaxou e apertou a parte superior do corpo contra as minhas costas. Mas isso me fez ficar tensa porque sentir o corpo dela nas minhas costas foi uma grande distração e tudo que eu conseguia pensar era em parar em algum lugar privado e -

Não, eu tinha que me concentrar na condução, porque isso não era apenas sobre a minha segurança mais, eu era responsável pela vida de Quinn também. E eu nunca me perdoaria se algo acontecesse com ela. Quinn me dirigiu a um lugar de estacionamento que estava reservado para ela, porque ela era uma das Cheerios. Sue queria ter certeza de que nenhumas de suas Cheerios chegassem tarde para as práticas, apenas porque elas não encontraram um lugar para estacionar seus carros.

Q: Eu tenho que admitir, — Quinn começou, uma vez que ela tirou o capacete e sacudiu o cabelo despenteado, — É melhor do que eu imaginava.

R: Sim? — Eu sorri e passei a mão pelo meu cabelo bagunçado.

Q: E, para ser honesta, — Continuou ela com um sorriso malicioso, se aproximando, — É excitante.

R: Uh-um, — Eu respirei e ela me puxou para um beijo. Eu sabia que seria uma situação ganha-ganha.

Infelizmente, tivemos que ir para a nossa primeira classe e, aparentemente, o que queríamos fazer no estacionamento da escola era desaprovado. Figgins era um bloco do gelo como Santana. Eu estava no meu caminho para a aula de história, quando algo chamou minha atenção e eu congelei, ficando enraizada no chão. Total descrença e decepção fez meu sangue gelar quando vi Dave se aproximar de Kurt com uma raspadinha por trás. Eu queria gritar e correr até ele e lhe dar uma surra, mas era tarde demais, Dave já havia levantado a raspadinha e não fez nada.

Kurt se virou surpreso e ele se encolheu com a visão de um copo raspadinha, mas Dave não se moveu, ele só a segurou na frente dele e parecia que ele estava oferecendo a ele. Somente quando Kurt aceitou com um sorriso surpreso que eu consegui respirar de novo, e eu suspirei alto, me xingando. Eu tinha considerado essa hipótese muito rapidamente. Eu passei por eles dois e os cumprimentei, e eu não poderia descrever o sorriso que eu tinha dado a Dave, mas ele entendeu o meu olhar e me deu um sorriso feliz. Ele estava radiante e seus olhos brilhavam de alegria, e eu estava realmente feliz por ele a noite do baile realmente o libertou.

Eu ainda estava pensando sobre isso, uma vez que entrei na aula de História e só quando alguém acenou com a mão na frente do meu rosto que eu sai dos meus devaneios.

F: Er... Eu posso ajudá-la?

Eu olhei para baixo para encontrar Finn cautelosamente olhando para mim do seu assento regular. Eu não poderia encontrar um pingo de ressentimento dentro de mim para começar uma briga. Eu não precisava começar brigas para provar a mim mesma mais.

R: Não – Eu disse e me sentei ao lado de Mike, que já estava envolvido em um desenho bruto do nosso professor de História. Ele nunca se cansava de desenhar-lo das formas mais estranhas, às vezes ele descrevia ele como um monstro, outras vezes como um gnomo ou um alienígena.

Mike: Ei, que tal uma última guerrinha com bola de papel? — De repente, ele se levantou e esqueceu seu desenho semi-acabado. Virei a cabeça para olhar para Finn, que parecia notar os meus olhos sobre ele e ele olhou para mim apreensivo, com medo de que eu jogasse alguma coisa afiada contra a testa dele de novo.

R: Sim, mas — Eu olhei para Mike mais uma vez, — Vamos escolher um oponente diferente já perdeu a graça tacar coisas no Finn. Devemos escolher alguém do nosso time. — Mike sorriu e amassou a folha com o desenho de uma bola.

Mike: Faz com que a vitória seja ainda mais doce, sei que o Edison é muito bom de mira, eu vou perguntar a ele, certo? — E ele se levantou para ir falar com o colega do outro lado da sala. Olhei para trás de novo, e a expressão de Finn era de alívio puro. Já estava na hora de fazer as pazes.

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P: Olhe só para a minha Bro, vindo para a escola agora com uma moto quente e uma namorada quente, — Puck, brincando, disse uma vez que eu sentei ao lado dele na aula de Química. Eu não pude suprimir o sorriso orgulhoso no meu rosto, porque sim, eu estava vivendo um sonho.

R: Isso eu não posso negar — Eu alegremente respondi, e eu me inclinei para trás em minha cadeira com um suspiro.

P: Você sabe por que você é tão durona? — Puck continuou, e ele, brincando me cutucou. Eu ri e balancei a cabeça. — Eu percebi que ser durão, não significa um olhar áspero, um grande registro policial e da necessidade de pegar todas. Ser durão significa ser corajoso o suficiente para ser você mesmo.

R: Então eu dirigi para a escola de moto com minha namorada, o que isso diz sobre mim? — Eu, rindo perguntei e ele sorriu.

P: Isso quer dizer que você está orgulhosa por ser vista com sua namorada, e que você não se importa se os idiotas dizem que meninas não devem dirigir moto. Você sabe, se rebelar contra os estereótipos e normas entupidas é o que eu chamo de ser foda.

R: Então você deve saber que você é o mais foda de todos, — Eu disse com orgulho e eu levantei minha mão para que ele batesse nela. — Bros para a vida toda? — Seu sorriso aumentou e ele conectou nossos punhos.

P: Bros para sempre.

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Shue: Rachel, por favor, preste atenção, — Schuester me acordou do meu devaneio e eu fiz uma careta. Eu estava prestando atenção, mas não apenas na sua lição. Ele não podia esperar que eu prestasse atenção na sua aula quando o calor do verão estava fazendo a sala de aula ficar abafada, não dando a minha cabeça oxigênio o suficiente para pensar com clareza.

Todo o meu cérebro só podia processar em Quinn levantando de sua cadeira eu a levando para fora da sala de aula para começar uma sessão quente de amassos em algum lugar privado. Em vez disso eu estava presa aqui dentro, me contentando em apenas olhar para ela. Mas, esta lição acabaria em poucos minutos. Eu estava prestes a cochilar quando algo bateu de leve na minha cabeça e caiu na minha mesa. Meus olhos se abriram para encontrar uma bola de papel que estava lá, zombando de mim. Eu lentamente olhei para cima.

Santana se virou em seu assento e ela riu da minha expressão irritada. Algumas pessoas nunca aprendem. Agarrando a bola de papel, eu pressionei para ficar ainda menor na minha mão e soprei-lhe um beijo seus olhos se arregalaram, sabendo o que estava por vir em seguida. Mas seus movimentos eram muito lentos e eu a acertei, entre os olhos olhando com satisfação a bola quicando do seu rosto. Ela soltou um grito de frustração no mesmo tempo em que o sinal anunciava o fim do nosso dia na escola. Vindo na minha direção, ela queria me atacar verbalmente, mas eu a fiz calar, pressionando um dedo sobre seu lábios. Ela bateu na minha mão, e eu tentei novamente com a outra mão, que ela agarrou e empurrou para longe.

S: Tire suas patas nojentas de cima de mim, — Ela sussurrou e começou a golpear minhas mãos para longe dela.

R: Então pare de começar brigas que você não pode vencer Lopez, — Eu provocativamente disse e consegui cutucar seu rosto. Ela fingiu que ia me morder, mas depois empurrou meu dedo e eu ri.

Q: O que eu perdi em um segundo que eu não estava olhando para você? — Quinn parou nossa luta e eu inocentemente sorri para ela.

R: Ela jogou uma bola de papel em mim, eu estava apenas me defendendo. — Minha namorada balançou a cabeça com um sorriso divertido,

Q: Vocês duas não tem jeito. — Santana bufou e soprou uma mecha de cabelo do rosto.

S: Seja como for, eu estou levando a Britt para casa. Não ligue para nós, a menos que vocês estejam morrendo. — E ela saiu rebolando, ligando os braços com Brittany que estavam esperando por ela na porta.

Q: Algumas coisas nunca mudam, não é? — Quinn disse com um sorriso e alcançou minha mão a segurando, e saímos da sala.

R: Não, algumas coisas não mudam, — Eu concordei enquanto caminhávamos pelo corredor. — Mas algumas sim. E eu estou contente que elas mudam, ou eu não seria a garota de sorte que segura sua mão.

Quinn corou e abaixou a cabeça, e eu com carinho assisti sua luta com o elogio. Ela me disse uma vez que ela achava difícil receber elogios, porque ela não sabia como não sair deles sem ser ingrata ou arrogante. E eu esperei pacientemente ela encontrar as palavras certas. Mas antes que ela pudesse expressá-las, uma grande voz que foi amplificada por um megafone, chamou nossos nomes.

Sue: Berry e Fabray! — Quinn e eu nos viramos, cautelosamente observando Sue Sylvester vindo em nossa direção com um megafone na mão. Sua expressão constante de desgosto traía a suavidade em seus olhos quando ela olhou para nós duas, alternadamente.

Sue: Eu espero que vocês não estejam pensando em contaminar o armário do zelador. Não que eu me importe, mas porque eu acho que é perturbador meditar escutando vocês fazendo sexo sendo que o meu escritório compartilha a mesma parede que a do armário do zelador. — Quinn me olhou horrorizada enquanto eu tive que suprimir uma risada.

Q: Não, treinadora estamos indo para casa você pode meditar em paz se você nos desculpar -.

Sue: Não, — Ela simplesmente disse, — Você não está dispensada. E Rae eu estava polindo os frascos onde guardo os mindinhos das minhas Cheerios, quando ouvi Figgins dizer que você vai ficar aqui por mais um ano. Isso é verdade? — Eu compartilhei um olhar confuso com Quinn, em seguida, lentamente respondi,

R: Sim, é. — Seus olhos se estreitaram.

Sue: O amor colocou o seu cérebro na cadeia e te forçou a ficar aqui. — Essas palavras soaram familiares e as levei com um sorriso confiante.

R: Não, eu optei ficar por vontade própria. O amor é apenas um dos vários motivos.

E os meus olhos encontraram automaticamente Quinn com a menção do amor, porque seu rosto estava associado a esta palavra. Ele só fazia sentido com ela, só tinha um sentido se ela fosse o contexto utilizado com seu sorriso confirmando a minha decisão de ficar em Lima. Sue pareceu notar o olhar que trocávamos e ela zombou.

Sue: Ah, o amor jovem e venenoso. Q te espero que no campo quando a temporada de treinamento começar novamente e nenhuma desculpa é boa o suficiente para você estar ausente, a menos que você morra ou pior tenha herpes, o mesmo vale para você, Rae. Evite engravidá-la, agora caiam fora que eu tenho que subir de nível das minhas habilidades de meditação. — Ela se afastou.

R: Sim, algumas coisas nunca mudam, — Eu repeti com um suspiro, e puxei a mão da minha namorada, porque eu não queria ficar mais tempo do que o necessário na escola. Mas Quinn não se moveu, apenas ficou olhando para mim com olhos brilhantes que cintilavam com amor.

Q: Mas algumas coisas sim. Ou eu não seria a garota de sorte que segura sua mão. — Eu ri e provocando arqueei uma sobrancelha.

R: Você acabou de me copiar? — Um sorriso brincalhão foi a minha resposta e eu rapidamente me inclinei para beijar seus lábios, que estavam com uma expressão divertida, beijando-a até que ela abrisse os lábios e soltasse um gemido. Até que o sorriso tivesse ido embora, até que fosse substituído por um olhar aquecido cheio de desejo.

R: Nós deveríamos ir para casa, — Eu disse uma vez que nos separamos para respirar.

Q: Ou podemos ir para o armário do zelador, — Ela murmurou contra minha pele, percorrendo a carne macia de seu pescoço com os dentes como se estivesse procurando o ponto certo para morder Oh como eu queria. Mas reuni toda a minha racionalidade restante e me afastei dela.

R: Você não está tornando as coisas mais fáceis, você sabe, — Eu respirei e olhei para seu rosto ruborizado. Tudo o que eu queria fazer era empurrá-la contra os armários e contaminar todas as salas desta escola com ela, mas eu poderia pensar em lugares mais confortáveis ​​para o prazer dela.

Q: Eu sei, — Quinn disse, ofegante e suas pupilas dilatadas percorreram avidamente meu rosto. Seu olhar me roubou o ar e os pensamentos racionais.

R: Quinn, antes de você, eu nunca poderia ter imaginado ficar em Lima por mais de um ano. Mas agora eu não quero voltar para Nova York sem você. E você faz isso comigo, você me faz não saber se eu deveria levá-la para casa ou para o vestiário.

Os olhos verdes se arregalaram de luxúria. Quinn tinha a aparência mais quente que eu já tinha visto e eu não ficaria surpresa se as minhas calças caíssem. Inclinando-se para mim, ela segurou um lado do meu rosto com a mão e acaloradamente e sussurrou no meu ouvido,

Q: Bom, você não vai descobrir coisas novas, se você não mudar os seus sentidos.

E o meu corpo e coração pareceu que ia explodir de desejo por ela, e eu a deixei me puxar para o vestiário das Cheerios porque eu estava pronta, pronta para descobrir coisas novas com ela e pronta para tomar caminhos diferentes. E eu não estava falando de sexo, mas sobre tudo o que iríamos enfrentar juntas no futuro. Ela me levantou antes que eu pudesse cair e ela me deu esperança antes que eu pudesse perdê-la. Eu não poderia imaginar o que teria acontecido se eu nunca tivesse vindo para Lima, e se eu não a tivesse conhecido. E eu gostei tê-la conhecido, para que no final eu passasse por uma mudança de direção.

Notas finais
Infelizmente acabou a fic e desculpem não fazer a cena que vocês tanto queriam mas como todos sabem a fic é uma tradução e eu sou péssima escrevendo enfim, Obrigada a todos que acompanharam a fic... Estava pensando em traduzir outra o que vocês acham?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!