Chalé Nas Montanhas
51 _O seu efeito é mais poderoso.
Notas iniciais
Ela começou a rir, Grissom também.
_Você tem que descansar, Gil !
De repente ouviu a campainha.
_Tem alguém à minha porta, deixa ver quem é !
_Eu espero.
_Greg !
_Oi Sarinha … posso entrar ?
_Claro. — Ela deu passagem a ele, e foi em direção ao quarto. _Só um minuto, Greg. Já volto !
Ela se sentou na cama e recuperou a chamada.
_É o Greg !
_Eu ouvi … e então minha proposta está de pé.
_De jeito nenhum … você precisa repor suas energias, não brinque com coisa séria, Grissom !
Ele praguejou alguma coisa, depois se rendeu.
_Boa noite querida …
_Pra você também …
_Você … vai mesmo me deixar dormir sozinho ?
_Grissom !
Ela desligou e foi até a sala.
_E ai ? Vai me contar por que estava chorando ?
_Não era nada … canalizei minhas energias para não entrar em atrito com o Ecklie e acho que fiquei esgotada Tenho facilidade para chorar, você sabe !
_Estava preocupado com você !
_Está tudo bem, acredite !
_Se quiser posso lhe fazer companhia … posso dormir aqui !
_Eu te agradeço, mas não é necessário. — Ela se lembrou de seu namorado e teve que conter o riso. Com as crises de ciúme que o rondava, era bem capaz de ter um surto.
Eles conversaram por mais algum tempo e depois ele saiu.
Ela bocejou, arrancou sua camiseta e estava indo em direção ao banheiro, quando ouviu uma chave girar e a porta se abrir.
_Gil ! O que está fazendo aqui ?
_Se Maomé não vai até a montanha … achei que o Greg fosse dormir aqui , não ia mais embora !
Ah … se ele soubesse !
_Você ficou esperando lá fora ?
_Sim ..
_Você é maluco ?
Com alguns passos largos ele a alcançou e a puxou para junto de seu corpo, olhando diretamente para sua boca.
_Atendeu o Greg vestida desse jeito ?
_Claro que não … estava sem as calças também.
_O que ??
_É brincadeira … apenas uma brincadeira
_Eu espero !
_Você enlouqueceu ? Já devia estar na cama.
_Mas é o que estou tentando fazer …. ir para a cama … com minha namorada.
Ela adorava quando ele a chamava assim … era lindo.
_Estou tentando tomar um banho desde que estive em seu apartamento. Ainda não consegui.
_Vou com você … também quero tomar um banho !
Ele a empurrou na parede e a beijou.
_Não sabe como estava louco por isso.
_Você está doente, Gil !
_Não estou não …
_E esses remédios … devia estar sob o efeito deles, agora.
_O seu efeito é mais poderoso.
Mas o que estava acontecendo ?
Eles namoraram por alguns minutos no chuveiro, depois ele a levou para a cama.
_Não tenho sido uma boa companhia esses últimos dias, me desculpe querida … eu reconheço que passei dos limites.
_Não vamos pensar nisso agora, vamos dormir …
_Dormir ? Achei que tivesse mudado de ideia.
Ela fechou os olhos e se deixou levar por aquelas mãos deslizando sobre ela com tanta propriedade.
_Eu mudei … mas não conta para o meu namorado … ele precisa dormir ..
_Dormir é última coisa que ele quer agora … quem sabe depois ..
_Como você sabe ?
_Ele me contou … somos íntimos !
Ela sorriu e aceitou a sua boca.
_Ah Sara … Sara … — ele murmurou docemente em seu ouvido, depois a puxou para cima de seu corpo, apertando sua nádegas macias.
_Senti a sua falta … acho que estou ficando dependente … tendo variações de humor … perdendo a cabeça por qualquer coisa … enlouquecendo de ciume.
_Shiiiii … cale – se Gilbet Grissom e me ame.
Ele obedeceu. Girou sobre ela e lhe beijou a boca com uma vontade assustadora, depois deslizou pelo seu pescoço e seguiu para baixo, passeou pelos seios demoradamente, continuou seu caminho até o umbigo, enquanto acariciava seu centro com mãos experientes, a fazendo gemer muito alto.
_Gil … me ame … por favor .. quero você dentro de mim.
Ela abriu as pernas e circundou seu quadril, esperando que ele prosseguisse com sua doce tarefa.
Ela abriu os olhos e olhou para ele que, hipnotizado a observava bem de perto. Ela era sensual, a maneira que esticava seu pescoço para trás, antecipando o prazer … a boca semiaberta em um convite irrecusável, as pernas em torno dele, esperando que ele a possuísse.
O que mais um homem poderia querer em sua vida ?
_Você é linda … Sara … e eu te amo tanto …
Ele empurrou para dentro dela e com doces movimentos a levou ao delírio por mais de uma vez.
Suas unhas arranhavam suas costas e ele se segurou para não atrapalhar o prazer dela com o seu.
Quando se aproximava do clímax, ele apenas parava de mexer e sugava – lhe os seios, deixando que ela beirasse o limite do inimaginável.
_Venha comigo, Gil … pare de se torturar … vamos chegar juntos …
Ele acelerou seus movimentos, aceitando o convite dela. Em poucos instantes, ela se deliciava com uma inundação quente de amor dentro dela.
Ele abafou seus gemidos com um beijo profundo e selvagem.
Depois caíram saciados e em seguida, adormeceram nos braços um do outro.
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