Cdz - a Batalha do Amor e Odio
2 Capítulo 2
Capitulo 2 – Lembranças do passado
Camus estava no sul na Grécia, na vila de Esparta vivendo junto de seu grande amor Selene. Porem repentinamente o romance de Camus acaba e ele então volta a o santuário novamente. O tempo passa e depois de seis meses uma nova liga dourada e convocada reunindo todos os cavaleiros de ouro do santuário. Ares o deus da guerra esta perto de retornar pois a entrada para seu templo foi aberta e agora Camus precisa selar o local novamente. Alem disso o grande mestre deixa todos os cavaleiros de ouro em alerta.
Camus e Milo partem para a vila de Esparta aonde fica o templo de Ares, porem assim que chegam Camus se reencontra novamente com Selene. Ela se aproxima e então fala.
- Olá Camus, faz muito tempo! E bom te ver novamente! – Ela sorri.
- Olá Selene! Faz muito tempo mesmo! – Responde Camus.
- Você parece estar muito bem! – Selene sorri ao falar, porem Camus nada responde e então Milo interrompe.
- Não vai me apresentar a sua amiga Camus? – Ele ri olhando para Camus.
- Essa e Selene Milo! – Responde Camus rapidamente sem mais explicações.
- Você também é um cavaleiro de ouro igual ao Camus? Muito prazer em te conhecer. – Fala Selene sorrindo de leve. Nesse momento uma outra mulher chega ao lugar.
- Oi Selene, enfim te encontrei! Há vocês devem ser os cavaleiros de ouro, e muito bom conhecê-los! – Fala mulher os olhando.
- Há oi que bom te ver aqui! Há Camus e Milo, essa e minha amiga Iliana! – Selene aponta para a mulher enquanto ela sorri.
- E um enorme prazer conhecê-la senhorita! – fala Milo sorridente.
- Há o prazer e todo meu! – Responde Iliana, mas então Camus interrompe.
- Milo não se esqueça, vamos ao amanhecer! – Fala Camus dando as costas em seguida para os três e saindo de perto do local.
- Há não se preocupe com isso Camus, está tudo sob controle. – Responde Milo sorridente.
- O que ouve com ele? – Pergunta Iliana.
- Não e nada, eu já volto. – Responde Selene indo atrás de Camus depois.
- Há sem problemas Selene, fique a vontade! – Responde Milo.
- Aposto que ela vai atrás do Camus. – Fala Iliana.
- Há com certeza, esses dois complicam tudo não é? – Fala Milo rindo.
- Eu também acho, mas e você Milo, me fale como e ser um cavaleiro de Atena? – Pergunta Iliana curiosa.
- Há e um trabalho muito perigoso e difícil, mas só alguém com o meu poder poderia realizá-lo! – Explica Milo muito sorridente.
- Nossa você parece ser mesmo muito incrível! – Responde Iliana.
Enquanto isso, muito longe dali no santuário de Atena, Shaka vai até a sala do grande mestre.
- O que ouve Shaka? O que deseja falar comigo? – Pergunta o mestre.
- Eu estou um pouco preocupado, sinto um cosmo maligno se espalhando na região ao estão Camus e Milo. – Explica Shaka.
- Eu entendo Shaka, também posso sentir, mas aparentemente e apenas o cosmo de Ares que está se manifestando do seu templo. Se Camus fechar a entrada tudo ficará bem. – Afirma o mestre.
- Mas e quanto a os cavaleiros de prata? O senhor teve noticias? – Shaka ainda permanece apreensivo.
- Nem uma ainda, mas Camus e Milo sem duvida vão descobrir o que ouve. No entanto e preciso ficarmos alertas. Shaka avise Aiolia e Shura para ficarem de prontidão, talvez a situação possa se complicar! – O grande mestre já começa a se preparar para possíveis surpresas. Enquanto isso, de volta a vila de Esparta, Camus sai da vila se afastando um pouco depois de andar por dentro de uma floresta que havia próximo da aldeia. Camus então chega a um penhasco e parando lá apenas olha para o céu estrelado ficando em silencio.
- E um lugar lindo não é? E também meio contraditório não acha? – Pergunta Selene se aproximando de Camus e parando do seu lado também observando as estrelas.
- Se você se refere a o fato de eu ter te conhecido aqui, e também ter sido nesse local que você me mandou embora, realmente e um lugar contraditório. Responde Camus.
- E exatamente disso que eu estou falando. Me faz lembrar de tudo. — Responde Selene.
Sul da Grécia, vila de Esparta, 6 meses atrás naquele mesmo lugar:
- Socorro!! Alguém por favor!!! – Uma mulher corria desesperada fugindo de uma criatura estranha que podia voar. Era um Harpia, uma criatura com cabeça de mulher mas corpo de uma ave, e a mulher que estava sendo perseguida era Selene. A Harpia acerta Selene com suas garras a derrubando e fazendo cortes em suas costas e em seguida pousa na sua frente.
- Humana, seu sangue será derramado pelos deuses! – Grita a harpia, enquanto que Selene mal conseguia falar, estava em pânico diante daquela situação. A harpia então parte para cima de Selene novamente a atacando, mas antes que suas garras a tocassem, um golpe para a harpia e a joga para o lado, porem a harpia já se recupera ficando furiosa.
- Quem ousa me atacar desse jeito? – A harpia grita buscando a sua volta.
- Eu fui salva? Mas por quem? – Se pergunta Selene também procurando, e então ela localiza um pouco mais afastado um homem. A harpia também o encontra. Ele vestia uma armadura dourada muito reluzente e a sua capa branca balançava ao vento.
- Fui eu quem te atacou monstro! Sou Camus de Aquário, um cavaleiro de Atena! – Responde Camus com um tom alto de voz.
- E um cavaleiro de Atena! Isso e incrível! – Fala Selene surpresa.
- Maldito!! Como ousa? – Grita a harpia, batendo suas asas em seguida e voando para cima de Camus, que desvia da investida. A harpia lança varias penas contra Camus que ao mesmo tempo com sua mão direita dispara um uma rajada de ar congelante que para todas as penas no ar.
- Desgraçado, vou acabar com você agora! – Grita a harpia furiosa.
- Não, essa luta já acabou e você perdeu! PO DE DIAMENTE!! – Assim Camus grita uma esfera de cosmo congelante se forma na pala da sua mão direita e em seguida ao esticar seu braço, Camus faz ela explodir criando vários cristais de gelo no ar e os lançando contra a harpia que e atingida em cheio pelo golpe sendo jogada para trás e depois indo parar no chão morta.
- Você a matou? – Pergunta Selene.
- E claro, essa harpia não voltará a incomodar. – Responde Camus.
- Isso foi incrível, como pode matá-la com tanta facilidade? – Pergunta Selene.
- Não foi nada, esqueça isso! Você está bem? – Camus pergunta a encarando.
- Sim eu estou muito obrigado por me salvar. Há e mesmo, você precisa nos ajudar com as outras duas, por favor, cavaleiro de Atena, só você pode! – Selene implora a Camus.
- Não precisa se preocupar eu vou cuidar de tudo, estou aqui para isso. – Explica Camus.
- Você está falando serio? Vai mesmo ajudar minha vila? – Pergunta novamente Selene.
- E claro que sim, agora me mostre a vila, vou acabar com todas as harpias. – Responde Camus, e Selene então o leva até a vila. Camus permanece na vila de Esparta preparado para enfrentar as 2 harpias restantes e então quatro dias depois um novo ataque acontece.
- Senhor cavaleiro, senhor cavaleiro a harpia está atacando perto daqui! – Um garoto entra na vila desesperado, e Camus corre logo para enfrentá-la.
- Tome cuidado Camus! – Grita Selene.
- Não se preocupe, eu sou um cavaleiro de Atena. – Responde Camus que parte logo depois, e então mais a frente se depara com a harpia voando nos céus. Camus ataca com rajadas de ar congelante e consegue acertar a harpia e a derrubá-la. Antes que a harpia se levanta-se Camus surge na frente dela e congela por completo a fazendo um pedaços com um soco logo depois. Agora só restava uma harpia e Camus permaneceu na vila para matá-la. Os dias passaram e ao mesmo tempo Camus desperta sentimentos por Selene meio que sem perceber, e ela faz o mesmo. Depois de doze dias na aldeia finalmente a ultima harpia surge atacando a vila de Esparta.
- Onde está? Eu quero o maldito que matou minhas irmãs! – Ela gritava alto, e então Camus trajando sua armadura dourada surge na frente da harpia.
- Então você já achou! – Grita Camus.
- Você vai para o inferno humano!!! – Grita a harpia enlouquecida, e em seguida arremessa varias penas contra Camus que desvia do ataque.
- PO DE DIAMANTE!!! – Grita Camus criando uma esfera de cosmo congelante na palma de sua mão e a fazendo explodir em seguida disparando vários cristais de gelo contra a harpia que é golpeada em cheio caindo morta na seqüência. Terminava assim a missão de Camus na vila de Esparta, e então era hora de ir embora. Todos no lugar estão muito gratos a Camus por tudo.
- Eu apenas cumpri minha missão como cavaleiro de Atena. – Explica Camus, que em seguida vê Selene um pouco mais distante o olhando e logo depois sai da vila e Camus a segue. Ele chega no meio da floresta em um campo aberto.
- Que lugar é esse? – Pergunta Camus.
- E um lugar que usamos para meditar. – Explica Selene.
- Bom, eu só vim me despedir de você, já estou de partida. – Fala Camus.
- Você tem mesmo que ir? – Pergunta Selene se aproximando dele.
- Tenho sim, se eu não for me torno um cavaleiro renegado e serei perseguido pelo santuário. – Explica Camus, mas ele não consegue parar de olhar para Selene e se aproxima mais dela até finalmente tomado por um impulso a abraça e beija de maneira intensa e ao final do beijo ele fala.
- Mesmo assim eu vou ficar aqui com você! – Essa foi a resposta de Camus, indo contra tudo o que ele acreditava pelo amor que tinha por Selene.
Continua.............
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