Caçar. Passado. Presente. Futuro.
11 Às vezes é bom ser uma pessoa diferente
Notas iniciais
“Possuía uma arma, um escudo, uma armadura, um disfarce. Possuía um sorriso” — Querido John
Por Katherine Brooke:
– Aquele garoto, acho que tinha uma pequena “gangue” na escola, os valentões sabe? – eu disse a Sam enquanto descíamos os degraus da casa dos Bennet e dobrávamos a rua, seguindo para os carros – ele tinha inimigos, eles sempre têm.
– E o que você suspeita? Fantasma vingativo? – ele perguntou.
– Não sei. O que você acha? – o olhei.
– Acho que pode ser isso. Algum aluno que morreu uns anos atrás. Vamos investigar.
Os carros estavam estacionados um atrás do outro. Emily desceu do Impala. O que ela fazia lá?
– E então? – ela perguntou e Dean saiu pela porta do motorista.
– Além do que já sabíamos, achamos que o Hamilton era encrenqueiro, tipo você Emily, nos tempos de escola – eu disse rindo.
– Haha senhorita culta. Eu era normal – ela disse – então ele tinha alguns inimigos hum?!
– Fantasma vingativo então? – perguntou Dean.
– Foi o que eu sugeri, vamos investigar a escola e ver o que achamos nos registros – disse Sam.
– Disfarces? – perguntei.
– Você adora disfarces hein Katy?! – disse Dean rindo.
– Ás vezes é bom ser uma pessoa diferente – eu disse sorrindo.
Por Emily Brooke:
– Ok, quais disfarces? – perguntei.
– Bom, eu ainda tenho o de enfermeira, você podia ser essa Emily. Colocamos você como ajudante por causa dos acidentes. Vai ser uma boa desculpa. O Sam podia ser professor de história, substituto do Abraham Nicols, um primo dele que veio da França e vai ajudar a instituição – ela ia dizendo tentado formular mais disfarces.
Ah Katherine, sempre tão descolada e desenrolada em tudo, achando soluções para todos os problemas. Quando éramos mais novas, ela sempre me ajudava com tudo e qualquer coisa. Ela era minha rota de fuga de problemas inimagináveis. Ela sempre pensa em algo.
– Por mim tudo bem ser a enfermeira – eu disse sorrindo.
Ah medicina, meu amor, você voltou!
– Eu posso ser uma psicóloga estrangeira, mandada pelo governo para ajudar o colégio no desenrolar dos casos e do mental das pessoas e o Dean... – ela pensou um pouco – pode ser um zelador que passa despercebido.
– É, eu podia pegar as chaves da sala de registros e ir lá para “limpar” – o Dean disse voltando para o carro.
– Até que você daria uma gracinha de babá e dona de casa – Katherine disse debochada.
Dean revirou os olhos e mostrou o dedo do meio. Ele e Katherine eram bons amigos agora. Isso estava claro.
– Ok vamos – disse Sam.
– Ok – eu disse me dirigindo ao Chevelle – agora vê se vai rápido, vovó.
– Sou rápido em muitas coisas Emily – ele sorriu e entrou no carro depois de gritar — você vai descobrir ao longo do tempo.
Revirei os olhos. Babaca.
...
Por Sam Winchester:
Ajeitei o terno no meu corpo. Dean apareceu atrás de mim, vestindo um macacão azul de zelador que um dia conseguimos para um caso, de uma forma um tanto ilegal.
– Tudo bem, eu vou investigar o colégio, falar com os alunos, procurar amigos e inimigos de Abraham e Hamilton – disse Katherine – as psicólogas devem ter registros de seções com os alunos.
– Eu, como vou estar em sala de aula, logo na turma do Bennet, vou conversar com amigos e colegas de Hamilton – eu disse olhando para o grupo.
– Bom, eu vou junto com o Dean na sala de arquivos, se não ele se perde no que está fazendo – Emily provocou, séria.
– Vou me perder bem mais com você lá lindinha – disse Dean devolvendo o sarcasmo.
– Prontos? – perguntou Emily ignorando-o.
Todos assentiram.
– Então vamos – eu disse e nos separamos.
...
– Bom, diretora, eu sou o professor substituto da turma do segundo ano – eu disse para uma mulher morena e um pouco velha. Se fosse mais jovem, diria que era muito bonita.
– Ah sim, o senhor deve ser Nathan Winston. Desculpe por termos apressado você, nem peguei informações direito – ela disse, que bom! – estamos precisando urgente, pode começar agora, eles iriam ter uma aula vaga agorinha mesmo.
– Claro que sim. É um prazer – dei um sorriso sincero.
– Imagine para mim – ela me olhou com malícia e depois olhou para o meu peitoral, descendo e se espalhando pelo meu corpo.
Ai ai.
– Então – interrompi o seu ataque de assédio – vou para a sala.
– Claro, segunda porta a direita no terceiro corredor a esquerda a partir da entrada do colégio.
E então, saí.
Por Katherine Brooke:
Após falar com a coordenadora do ensino médio, segui para um corredor cheio de salas. A última estava desocupada e era exatamente a do ensino médio. Não havia ninguém e a secretária disse que a psicóloga do ensino médio só vinha às terças e sextas. Então hoje a sala estaria livre. Entrei e fechei a porta da sala, sentando na cadeira de veludo preta e confortável. Vi umas gavetas em um suporte de metal e abri uma delas. Havia dois suportes. Um com uma placa de ALUNOS ANTIGOS e a outra com ALUNOS ATUAIS. Fui para alunos atuais já que os amiguinhos e o registro de Hamilton ainda deveriam estar lá. Abri a primeira gaveta. Primeiro ano. Abri à segunda. Segundo ano. Bingo! Procurei por Hamilton, Oliver, Josh e Ryan. Peguei seus arquivos e comecei a lê-los. Eles tinham um histórico gigante. Principalmente por causa de suas travessuras.
Por Dean Winchester:
Segui para a sala dos arquivos que ficava em um corredor vazio, a sala estava situada em um canto não muito visível. Entrei com o carrinho de limpeza seguido por Emily, que vestia uma roupa de enfermeira super sexy, ela poderia ser atriz. Assistiria os filmes dela sem problema.
– Ok – ela disse e eu tranquei a porta – vamos procurar por acidentes e mortes. Geralmente como essas salas são inacessíveis, conta mais verdades do que qualquer rede de informações que poderíamos conseguir. Aqui vai ter o histórico dos professores e as reclamações e elogios dos alunos sobre eles. O histórico dos alunos e também casos graves no colégio.
– Como você sabe disso tudo? – perguntei incrédulo.
– Porque eu já invadi várias dessas no período de escola – ela respondeu observando o local e já se dirigindo a suportes metálicos com plaquinhas – e depois também.
– Uau, que fora da lei – eu zombei.
– Tecnicamente você também é. Duvido que nunca tenha feito nada de errado – ela falou enquanto pegava alguns arquivos segurando a lanterna.
Não podíamos ligar as luzes, iria chamar atenção para a sala.
– Olha isso aqui – eu disse com uma pasta em mãos – o professor Abraham Nicols já recebeu queixas de dois alunos, que diziam que o professor dava corda e ria de comentários ofensivos que outros alunos faziam a um menino chamado Charles Milliam.
– Como se chamam? – ela perguntou – os dois alunos?
–Dougie Lincoln e Leslie Clinton, eles diziam que o professor era terrível e que ele zombava do amigo deles, o Charlie. É claro que a diretoria não acreditou.
– Uau, talvez devêssemos conversar com eles. E se eles tiverem algo a ver? Temos que ir na casa deles, procura endereços nos arquivos desses alunos – disse Emily.
Fui em direção aos arquivos dos históricos e procurei por todos os nomes envolvidos. Leslie Clinton. Dougie Lincoln. Charlie Milliam. E os três amigos de Hamilton, Ryan Trent, Oliver Whilde e Josh Fitz. Tudo bem,organizei as pastas à medida que fui pegando cada uma delas. Olhei a de Leslie Clinton primeiro.
– Leslie Clinton – eu disse – aluna daqui desde a terceira série, nenhuma ida à diretoria. Dezesseis anos. E ela já tem indicação de alguns professores para a faculdade de Cambridge. Uau. A garota é uma nerd.
Emily me olhou feio.
– O quê? – perguntei – você também era nerd assim?
– Só porque ela é inteligente, não a chame de nerd. A conheça primeiro.
Revirei os olhos e a ignorei.
– Dougie Lincoln – falei em voz alta – dezesseis anos, entrou aqui na primeira serie. Pais separados – reli as páginas novamente — Nada de interessante.
– Charles Milliam – disse Emily olhando o arquivo do garoto – espera – ela releu o arquivo do professor – esse é o garoto que sofria as ofensas dos garotos.
– Precisamos falar com ele.
Sam Winchester:
– Bom dia alunos. Eu me chamo Nate Winston e serei o novo professor substituto de história — eu falei escrevendo o meu nome no quadro me lembrando de como era bom estar em uma escola, ser uma pessoa normal – sinto muito pelo o que aconteceu aqui.
– Você veio aqui para dar aula ou para ficar se lamentando sobre a morte daquele idiota? – perguntou o garoto que o reconheci como um dos amigos de Hamilton Bennet. Pensei um pouco, ele não falava de Hamilton e sim de Abraham. Como aquele professor deveria ser hein?
– Desculpe, o que disse? – fingi que não havia escutado, a raiva aumentou com a cara de sarcasmo do garoto.
– Nada que interesse a você – ele respondeu com um tom agressivo.
– Me desculpe, mas quem é você? – mudei o tom. Fui de simpático a duro em apenas segundos.
– Ryan Trent – o menino engoliu em seco depois disso.
Parei um pouco e olhei em volta para ver a reação de todos os outros alunos, em busca de suspeitos. Não queria ser rude com aquele garoto. Eu mais do que ninguém, sei como é difícil perder as pessoas, mas tinha que me colocar em posição de professor agora.
– Só porque eu sou novo na escola não significa que possa me tratar com desrespeito Sr. Trent – falei o mais calmo que eu consegui – sei que está passando por um momento difícil, mas não pode usar isso como uma desculpa para os seus atos. Aliás, todos vocês estão passando por um momento delicado – olhei para Ryan o tempo todo — E... Sr. Trent, depois da aula quero conversar com o senhor – fui para frente do quadro e comecei a falar sobre o fim da revolução francesa e logo após sobre o 18 de Brumário. Sei que algo estava acontecendo com aquele garoto, ele estava irritado, quem não estaria? Seu melhor amigo está morto.
Por Emily Brooke:
– Dean, você achou alguma coisa? – perguntei encostando-me à parede.
– Achei. Aqui está o endereço – ele disse me passando um papel com o endereço dos três estudantes.
– Bom, acho que nosso trabalho acabou por aqui.
– E... o histórico da gangue Bennet? Você conseguiu?
– Aqui tem os arquivos de todos os estudantes, mas a verdadeira pista está com Katherine.
– Os históricos das conversas com a psicóloga – Dean afirmou sentando-me no meio da sala – não acredito que perdi o meu tempo fazendo isso.
– Você não perdeu o seu tempo. Aqui só tem informações tipo endereços, de onde eles vieram, de que família são, que doenças tem e coisas do tipo, mas lá, na sala da psicóloga a coisas como o que a gangue Bennet fez todos esses anos. E afinal não foi em vão, conseguimos o endereço da Leslie, do Dougie e do Charlie. E da gangue do Bennet. Aliás, vamos parar de chamá-los assim.
– Pelo menos teve uma parte boa nisso tudo – ele falou olhando para mim com uma cara de malicioso – acho que mereço um prêmio por tudo isso.
– Você não fez mais do que sua obrigação – respondi com escárnio, rindo internamente — não vai acontecer.
– O que não vai acontecer?
– Não se faça de idiota – falei indo em direção a porta abrindo-a em seguida – na verdade, isso parece ser bem difícil pra você – ela riu.
– Você é difícil viu.
– Precisa muito mais do que uma piscada de olhos verdes para me fazer cair nessa baby – falei piscando para ele, em um tom desafiante e firme. Mas, no fundo, vacilante.
Por Sam Winchester:
Estava de costas para o quadro escrevendo quando ouvi o som de um algo pesado caindo no chão. Virei-me e quando vi era Ryan Trent. Ele havia desmaiado.
– O que aconteceu com ele? – perguntei para todos os alunos que olhavam espantados para o garoto estirado no chão.
– Ele de repente caiu no chão, desmaiou – falou alguém, que eu não consegui identificar.
– Você, chame a ambulância – apontei para um menino um pouco pequeno para a idade de cabelos castanhos – e você chame à psicóloga, entendeu? – falei para uma menina loira.
Por Dean Winchester:
– Ei, espera – disse segurando o braço de um menino que parecia agitado – o que está acontecendo? – algo parecia estar acontecendo. Estava ouvindo conversas de desespero na sala mais próxima e cochichos pelo corredor.
– Um garoto acabou de desmaiar e precisamos chamar uma ambulância, você tem um celular aí? – ele me perguntou com os olhos de medo.
– Espera um pouco, quem desmaiou? – perguntei com receio. E... Essa coisa ataca novamente.
– O valentão do Ryan Trent, ele mereceu isso – a voz do garoto estremeceu, mas ao mesmo tempo, havia uma pontada de dor e raiva em seu tom.
– Quem é você? – reconheci-o dos registros, mas não lembrava o seu nome.
– Charles Milliam.
Aquilo era muito estranho.
Estava telefonando para a ambulância enquanto a Emily ia em direção a sala ver o caos que estava acontecendo.
Por Katherine Brooke:
O caos estava terrível na escola. Por todos os lados havia policiais e pessoas vestidas de branco fazendo o seu trabalho. Mas uma vítima havia sido feita e não pude fazer nada para salvá-lo. Mais que merda! Não era pra isso ter acontecido.
– O que será que está causando todas essas mortes? – perguntou Sam.
– Eu não faço ideia – respondeu Emily com uma expressão de frustrada. Ela tinha tentado salvar o garoto devido a sua especialidade em medicina, mas ela não havia conseguido nada.
– Querem um palpite? – falei pensativa – Charles Milliam.
Dean olhou para mim, como se tivesse entendido minha acusação.
– Conversamos depois, aqui não – disse Dean.
Voltamos para o hotel. Não tínhamos conseguido nada. Apenas papeis e endereços. Estava determinada a descobrir quem estava causando aquilo tudo. Só precisava de um pouco de descanso e um tempo para esfriar a cabeça. Ver todo aquele histórico dos garotos mexeu com a minha cabeça. Tudo que eu precisava agora era de uma boa bebida.
...
Por Emily Brooke:
– O que devemos fazer agora? – perguntou Sam enquanto subíamos as escadas, rumo aos quartos.
– Amanhã vamos para a escola ficar de olho em cada amigo do Hamilton Bennet e não podemos descartar os professores – falou Katherine.
– E aquele tal de Charles Milliam? – perguntou Dean, tocando no assunto.
– O que tem ele? – perguntei, olhando para Katy que havia citado o nome do garoto mais cedo.
– Quando ele estava procurando alguém com telefone para chamar a ambulância ele disse que o Ryan havia merecido aquilo – falou Dean pensativo.
– Qual é cara, talvez ele tivesse dito isso porque o Ryan era um valentão que saia batendo em todo mundo, aposto que ele era uma de suas vítimas – protestou Sam.
– Ele era sim – confirmei, devido ao histórico do professor Abraham – mas não podemos descartá-lo. Todos são culpados, até que se prove o contrário.
...
Por Katherine Brooke:
– Katherine não foi culpa sua – Emily disse assim que entramos no quarto.
Eu não podia negar a ela. Eu estava frustrada. Emily me conhecia até o último fio de cabelo.
– Eu odeio quando eu não posso fazer nada por alguém – eu disse pondo as mãos no rosto – me sinto inútil.
– Porque você sempre faz isso? – ela perguntou – porque sempre coloca a culpa de tudo e de todos em cima de você? Katherine, você não é Deus. Você nunca vai poder salvar todos ao seu redor. Coisas ruins acontecem. É a lei natural da vida. O mundo precisa estar balanceado e você sabe muito bem disso. Você é a melhor pessoa que eu conheço. Então por favor, não se culpe. Isso parte o meu coração – ela disse e me abraçou.
– Eu adoro a Emily carinhosa. Mas eu prefiro à durona. De carinhosa já basta eu – eu disse e soltei uma gargalhada – obrigada Emily. Mas você é a melhor pessoa que eu conheço.
– Então temos um problema – disse Emily e ela sorriu – você é que é. Eu fiz medicina e nem por isso, consegui salvar o Ryan.
– Você nem teve tempo. Estava na sala de arquivos quando isso aconteceu. Você é incrível Emily. Você é corajosa demais. Se colocaria na frente de uma arma por qualquer pessoa. Você se mataria pelo mundo – ela revirou os olhos sorrindo.
– Você é melhor. Eu acho – ela disse.
– Ok, não vamos chegar em um acordo – eu olhei pra ela me ajeitando na cama em que eu estava — Aliás, porque você e o Dean ainda estão vivos? Como sobreviveram um ao outro? Posso saber? – perguntei sorrindo.
– Eu consigo passar um tempo com o Dean sem brigar – ela disse TENTANDO se defender.
– Não consegue não. Se uma folha de papel cair no chão, vocês vão arrumar um jeito de brigar por isso. É a lei natural da vida.
– Haha. Ele é muito diferente de mim. Deve ser por isso – ela disse – e você e o Sam também são totalmente diferentes.
– Mas nós somos os irmãos calminhos. Vocês são os briguentos. Pelo menos nisso vocês se parecem. Mas, Ems, você já ouviu falar que o ódio está bem próximo do amor?
– Cala a sua boca – disse Emily jogando um travesseiro em mim.
– Também te amo – eu falei rindo.
– Vou tomar banho Katherine, estou exausta – Emily disse.
– Ok, vou arrumar algo pra fazer – respondi.
– Não vai tomar banho porquinha? – ela perguntei divertida.
– Vou tomar antes de dormir Ems. Antes disso, preciso fazer algo pra ocupar a mente.
Ela entrou no banheiro e assim que ouvi o chuveiro ligar, olhei em volta. Precisava de uma distração. E uma bebida seria ótimo. Não sabia o que fazer, precisava esquecer de monstros, mortes, desaparecimentos, assassinatos sem uma coisa suspeita. Peguei as chaves do carro e segui para fora do quarto sem fazer barulho. Avistei o Chevelle pelas portas de vidro do hotel. Emily vai me matar por ter pego o carro dela.
...
– Uma dose de Whisky pura, por favor – falei para o garçom que estava olhando para mim desde que eu havia chegado.
– Uau, um pouco forte, não acha? – ele comentou sorrindo enquanto enchia um copo pequeno com o liquido.
– Estou precisando — falei e me afoguei na bebida e em meus próprios pensamentos.
Fale com o autor