Caçando o Caçador

17 Investigando com Jin


Notas iniciais
Quem vota que esse foi o titulo mais ridículo que eu já fiz levanta a mão o/ Acho que esse capítulo vai tirar algumas dúvidas, mas ainda sim deixando-as no ar...

No dia seguinte, era sábado. Lass resolveu levar Arme para sair, deixando a mesma muito feliz.

Ele a leva para uma sorveteria e sem nenhuma preocupação em mente, os dois se divertem muito juntos.

Enquanto isso aos redores da escola...

Jin andava sozinho tentando achar Cazeaje por lá e vendo se acha alguma coisa.

Jin – Parece que eles limparam tudo por aqui. Foi tão rápido. — Jin continua andando pela escola que ficava aberta para programas extracurriculares. – Talvez aqui tenha alguma pista... — Jin olhava o local e vê uma arma no chão.– Uma arma? — Jin abaixa pra pegar e sente algo na sua testa. Era o cano da Scarlet do Lupus.

Lupus – Você está atrapalhando meus planos... Se você se importa com ele, não se meta em meu caminho. — Jin sentiu tudo parar e esperou Lupus dar o tiro, mas ao invés disso, Lupus pega a sua outra Scarlet que estava no chão.– Só vou te dar esse aviso...

Jin – Espere... Foi você que matou Dio e sequestrou a Rey?

Lupus – Quem disse que ele está morto? — Lupus começa a andar para fora da escola.– A Asmodiana está onde vocês menos imaginam... Ela não é mais importante para mim. — Ele vira a esquina e Jin o segue. O ruivo não conseguia mais vê-lo.

Jin – Lugar que ninguém imaginaria? — Jin começa a pensar. – Tem tantos lugares... Já sei! — O ruivo corre para dentro da escola e procura em todas as salas, mas sem sinal da mesma. Ele vai até pátio e procura em todos os lugares até achar uma parte da areia que estava mais funda. Ele pisa e seu pé afunda atingindo uma coisa de madeira. Ele começa a cavar até achar um caixão. O ruivo tira ele debaixo da areia e tenta abrir até conseguir. Ele olha dentro e vê Rey desmaiada lá dentro. O mesmo tira a garota rapidamente de lá e percebe que a mesma estava respirando.– Rey... — Jin pega seu celular e liga para a polícia. - Alô, é da polícia de Serdin? Achei a asmodiana perdida. Rey Von Crimson. Venham até a escola Grand Chase Heróis agora. — Rey começa a tossir.– Rey! — Jin desliga o celular e agacha segurando Rey.– Rey, respira. Acalme-se. — Ela estava bem fraca e Jin percebia isso.

Rey – Jin... É você?

Jin – Sim, sou eu. — Jin estava muito preocupado.– Você vai ficar bem, eu já chamei ajuda.

Rey – Dio... Onde ele está? — Jin abaixa a cabeça.

Jin-Eu não sei se ele está bem...

Rey – Dio... — Rey desmaia de novo e Jin fica cuidando da mesma.

Enquanto isso na sorveteria, Arme e Lass estavam se divertindo muito juntos.

Lass estava pagando tudo para Arme. Os dois estavam sentados em um banco um do lado do outro.

Arme – Lass, eu nunca me diverti assim... — Arme estava feliz tomando uma casquinha de creme enquanto Lass tomava uma de chocolate.

Lass – Faz muito tempo que não me divirto assim com você. — Lass olha fixamente para o sorvete.– Desde que minha mãe morreu... — Arme segura o braço de Lass se aconchegando nele. Isso deixou os dois bem fofos juntos enquanto Lass sorri.

Arme – Lass...

Lass – O que foi, Arme? — Arme chega bem perto de Lass sussurrando.

Arme – Eu te amo... — Arme fala de um modo muito fofo. Lass sorri e sussurra também.

Lass – Eu também te amo Arme. — O mesmo se aproxima para beijar a menor. Ela vai em encontro aos lábios do albino fechando os olhos. Ela não sente os lábios deles e abre os olhos percebendo que o mesmo estava lambendo o sorvete dela.

Arme – Hey, meu sorvete! — Lass começa a rir e a menor ri junto com ele. Ela o beija e ao mesmo tempo ela rouba o sorvete dele com o dedo. Quando terminam de se beijar, a mesma coloca o dedo na boca saboreando o chocolate.– Agora eu peguei seu sorvete. — Os dois riem de novo e voltam a tomar os sorvetes.

Um tempo depois na escola, a polícia e uma ambulância chega ao mesmo tempo.

Agindo rapidamente, a ambulância coloca Rey em uma maca e coloca imediatamente um CPAP em seu nariz para ajudá-la a respirar.

Jin vai junto com ela até o hospital.

Chegando lá, eles a levam até um quarto e a deixam lá. Jin e Sherlockão estavam do lado de fora olhando-a.

Sherlockão – Como achou ela? — Perguntou Sherlockão um pouco confuso.

Jin – Eu estava andando pela escola para procurar alguma coisa que possivelmente os policiais não viram. Até que achei um cara com duas pistolas. Ele me falou para não atrapalhar ele. Eu perguntei a ele se tinha sido ele que matou Dio e sequestrou Rey. Ele me disse...

Flashback on.

Lupus – Quem disse que ele está morto?

Flashback off.

Jin – Então ele disse que ela estava em um lugar onde ninguém imaginaria que ela estaria. Antes de poder fazer algo, ele já tinha sumido. Eu procurei por toda escola, até que estava procurando no pátio e meu pé afundou em uma parte da areia. Achei um caixão ali e era onde Rey estava.

Sherlockão – Descreva esse cara.

Jin – Cabelos castanhos, olhos rubros, usava uma roupa branca, rubra e com alguns detalhes em preto. — Um médico vai até eles e fala que podem ver a Rey. Os dois entram no quarto da mesma devagar.– Rey, você está bem?

Rey – Sim estou, obrigada.

Jin – De nada. — Jin sorri como se eles fossem grandes amigos.

Sherlockão – Srta. Von Crimson, sei que não é uma boa hora, mas pode nos dizer o que houve?

Rey – Posso. Um cara de cabelos castanhos, olhos rubros e vestindo uma roupa esquisita atacava Dio. Eu tentei ajudar ele, mas fui surpreendida e derrubada no chão batendo a cabeça. Não pude ver o que aconteceu logo em seguida, mas acordei dentro de um caixão... Foi horrível... — Algumas lágrimas escorriam do rosto de garota. Sherlockão abaixa a cabeça.

Sherlockão – Droga... Prendemos o homem errado.

Rey – Mas e o Dio? Ele está bem?

Jin – Rey... Ele foi achado com tiros pelo corpo todo, sem uma mão e todo ensanguentado. — Jin abaixa a cabeça triste.– Sinto muito.

Rey – Que boa notícia. — Jin e Sherlockão olham muito confusos para Rey.– Eu vou explicar para vocês. Alguns asmodianos tem habilidades especiais de sacrificar uma parte do seu corpo para ter uma garantia de vida no local onde nasceu. Essa habilidade é chamada de “Existência Dimensional”. Nem todos os asmodianos podem fazer isso, mas o Dio sim. Essa mão que ele sacrificou, está regenerando o corpo inteiro em seu local de nascimento. Em alguns dias ele estará de volta com seu novo corpo e com as velhas memórias.

Sherlockão – Então ele não está morto, só quase morreu.

Rey – Sim. Mas ele só pode usar isso uma vez em cada ano.

Sherlockão – Vou soltar Ronan Erudon, agora! Com licença. — Sherlockão se retira do quarto às pressas.

Jin – Rey, descanse um pouco, tá? Isso será melhor para você.

Rey – Você pode chamar Zero para mim? Ele deve estar muito preocupado. — Pediu Rey de forma tímida.

Jin – Tudo bem, mas descanse. — Jin ia sair da sala, mas parou quando Rey chamou pelo seu nome.

Rey – Jin... Obrigada. Você tem um ótimo caráter.

Jin – De nada. — Jin sorri calmamente para Rey saindo da sala.