Cavaleiros do Zodíaco - História Perdida
9 Capítulo 9 - O diabólico Titeriteiro!
Carlos caiu no chão, se contorcendo de dor. Minos mexeu suas mãos de maneira extremamente rápida, destruindo mais ossos do cavaleiro de ouro.
— Já foram 108 ossos, quantos mais quer? — O juíz expressou um sorriso diabólico, se aproximando do Escorpião já caído.
— Só 108? Eu vou quebrar muito mais de você! — O escorpiano tentou se erguer, apenas para cair no chão em seguida.
— Então irei quebrar seu braço! Sinta-se à vontade para gritar de dor! — O sádico homem mexeu o dedo médio direito e quebrou o braço de Carlos.
Nesse momento, um pequeno esguicho de sangue saiu do braço do cavaleiro, que cortou seu nervo para se livrar do controle das cordas de Griffon. Apontando seu dedo indicador com a unha rubra para o juíz, ele dispersou a poderosa agulha contra ele.
— Agulha Escarlate! — O dourado exclamou o golpe e sua unha rubra foi até o peito do espectro, acertando-o em cheio.
— Só isso? É mesmo um inseto desprezível para ousar arranhar minha sapuris. Irei enviá-lo pessoalmente para o inferno! ASAS INFERNAIS! — Minos ao pronunciar o golpe mexeu as asas de sua armadura e descarregou uma rajada de vento gigantesca e de um poder imenso, enviando o corpo do Escorpião para longe.
Pela segunda vez, Carlos atingiu o chão e abriu uma cratera gigantesca pelo impacto. Ele se recompôs com o corpo todo ferido e um calor gigantesco saindo de seu corpo, junto de seu cosmo.
— Talvez eu não tenha sido claro o suficiente, Minos de Griffon! Eu não morrerei até destruir todos os seus ossos! AGULHA ESCARLATE! — E novamente o cavaleiro de escorpião dispersou diversas agulhas rubras na direção de Griffon, gerando um calor gigantesco.
— Mais uma vez? Não vai funcionar. — O impiedoso juíz defendeu-se com suas asas gigantes e negras, deixando as agulhas serem redirecionadas para o chão. Mais uma vez, ele mexeu suas mãos e quebrou mais ossos de Carlos, que caiu de joelhos em seguida, berrando de dor.
— Asas infernais! — Griffon mais uma vez bateu as asas de sua sapuris e provocou um turbilhão gigantesco de vento, desintegrando toda floresta gigante que foi tirada por Luco, arremessando o corpo do cavaleiro de Escorpião junto do corpo de Vrion, que estava em um canto da floresta.
Os dois despencaram do alto até o solo, abrindo uma cratera gigantesca. Vrion estava paralisado por Dríade e pareceu não sentir os danos, embora tenha se ferido muito. Carlos mais uma vez se ergueu e o elmo de sua armadura quebrou, revelando todos os hematomas de seu rosto:
— M-minos de Griffon, juíz do submundo, eu disse que vou perder apenas quando arrebentar todos os seus ossos! Irei queimar meu corpo até o máximo que posso! — Um olhar sádico tomou o rosto do escorpiano, e um calor gigantesco tomou conta do local, embora o espectro parecia inabalável.
— Agulha Incadescente! — Desta vez, ele dispersou uma enxurrada de agulhas que queimavam como fogo e tinham tons amarelos de seus dedos, perfurando o juíz de Griffon, que pareceu não sentir os danos.
— Era só isso? Não mudou nada. Agora irei quebrar seu pescoço! — Minos moveu suas mãos mais uma vez e tentou quebrar o pescoço de Carlos, mas ficou pasmo: Os fios já não estavam mais lá:
— Eu gerei um calor equivalente ao núcleo de um vulcão e pulverizei seus fios, me livrando do seu controle! E agora, pouco a pouco seu sistema nervoso será pulverizado! — O dourado se recuperou e se ergueu com o corpo extremamente danificado, vendo Minos de Griffon de joelhos na sua frente.
— Mas como você fez isso?! Ninguém pode gerar tanto calor!
— Eu não sou ninguém, eu sou um patamar acima de todos. Desde pequeno, meu sangue ferve até atingir temperaturas absurdas, e isso flui por todo meu corpo. Com o tempo, aprendi a controlar essa habilidade e posso gerar o calor que eu quiser! — Carlos apontou o dedo indicador que ostentava uma unha escarlate de grande tamanho, a famosa Antares.
— Realmente é forte, mas isso não é nada para um juíz do submundo! MARIONETE CÓSMICA! — O diabólico inimigo se ergueu, embora esteja transbordando de dor internamente. Ele mais uma vez moveu suas mãos e fios invisíveis agarram o corpo de Carlos, que tentou queimá-los mas falhou:
— O que você fez? Não posso queimá-los! — Indagou Carlos, enquanto tinha suas pernas quebradas e berrando de dor.
— Eu apenas os reforcei, nem mesmo esse calor conseguirá queimá-los! Agora morra, ASAS INFERNAIS! — Minos balançou as asas e gerou um turbilhão gigantesco de vento, enviando o escorpião para o alto com tudo.
Em pleno ar, Carlos ficou parado por fios invisíveis e teve grande parte dos ossos quebrados, caindo no chão em seguida.
— Já foram 192 ossos! Quantos mais quer?
— E-eu já disse, Griffon! Eu vou pulverizar o seu corpo! — O cavaleiro dourado se reergueu com um calor ainda mais quente, simulando o núcleo da terra de tão quente!
— Como?! Parece que eu estou no centro da terra sentindo este calor! — O juíz recuou assustado.
— Eu agora, queimei ainda mais meu sangue apenas para te matar! AGULHA INCADESCENTE, ANTARES! — Carlos berrou o golpe e avançou na velocidade da luz contra o juíz, estendendo o dedo indicador com a unha afiada e de tom rubro, simulando a picada de um escorpião.
No mesmo instante, Minos controlou o corpo de pégaso por meio da Marionete Cósmica e o colocou na frente do ataque do escorpiano, que foi obrigado a parar se não mataria Vrion, ficando vulnerável.
— Essa foi sua derrota! ASAS INFERNAIS! — O juíz suportou toda dor que sofria mais uma vez e um vendaval gigantesco arremessou Carlos para o alto, que rachou o chão em sua queda.
— E agora, o grand finale! O show de marionetes chega em seu último ato! Eu farei com que o Pégaso mate você, Carlos de Escorpião. — Griffon se recompôs, ainda suportando a queimação interior. Ele caminhou com um olhar sádico e psicótico no rosto, sendo acompanhado por seu boneco, o "Pégaso".
Carlos ainda estava no chão, formando uma poça de sangue gigantesca no solo.
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