Cavaleiros do Zodíaco: Guerra de Poseidon

13 O poderoso escudo da tartaruga


Capitulo 13 – O poderoso escudo da tartaruga

A invasão das 12 casas finalmente havia começado e as batalhas mais terríveis da guerra até agora também. Na casa de touro, Petrus e o general Levi de scylla se enfrentavam quando o marina entende a técnica do cavaleiro de ouro e decide usar o golpe urso infernal por seu grande poder e força. Em resposta Petrus usa o ataque do grande chifre e os golpes colidem. Na casa de virgem outra batalha terrível entre um cavaleiro de ouro e um general marina se inicia, mas dessa vez entre guerreiros conhecidos por seus poderes quase divinos. O homem mais próximo de deus contra o guerreiro divino. Depois de trocarem golpes e defesas eles finalmente se atacam com seus cosmos máximos, rendição divina contra assopro divino. O impacto dos golpes destrói boa parte da casa de virgem. Na casa de sagitário o cavaleiro protetor da casa Saul sente a colisão dos cosmos, mas logo em seguida surgem 5 marinas a sua frente, sendo um deles o comandante marina Baltazar de tartaruga. Os outros 4 marinas são rapidamente derrotados por Saul restante então apenas Baltazar.

— Idiotas, deveriam ter esperado por minha ordem. Bem parece que agora seremos apenas eu e você! – afirma Baltazar de tartaruga encarando Saul que se mantem calmo e parado no mesmo local.

— Sim, então vamos terminar logo com essa luta. – responde Saul. Logo depois Baltazar toma a frente na luta indo contra Saul e o atacando com um soco, mas o cavaleiro de sagitário evita e revida, mas o seu soco é bloqueado pelo escudo da tartaruga. Ainda assim a força dele empurra o comandante marina para trás.

— Não poderá me tocar, meu poderoso escudo vai garantir! – provoca Baltazar indo novamente contra Saul e atacando com seu escudo, mas sagitário o para com um soco. Baltazar então recua alguns passos, porem Saul em seguida dispara uma rajada de energia, mas o escudo da tartaruga o bloqueia totalmente.

— Você está muito seguro desse seu escudo não é mesmo, então vamos testa-lo contra um poder de verdade! – declara Saul já demonstrando seu poderoso cosmo.

— Pode vir, eu não tenho medo! – responde Baltazar erguendo o seu escudo.

— Muito então vou mostrar! – adverte Saul concentrando uma grande quantidade de energia em sua mão direita. -Trovão atômico!!! – ele dispara o ataque contra Baltazar na forma de uma rajada reluzente, semelhante a um trovão, formada de centenas de raios menores. O golpe atinge o escudo da tartaruga em cheio, mas Baltazar o mantem firme e o todo o golpe desaparece depois de alguns segundos. – Não pode ser, meu ataque desapareceu? – Saul fica confuso.

— Hahahaha você é um tolo cavaleiro de sagitário, meu escudo não pode ser vencido, não importa o que faça! – debocha Baltazar, porem Saul não se intimida disparando mais ataques seguidos de energia contra o comandante tartaruga, mas todos param no escudo. – Você não aprende mesmo não é? – Baltazar volta debochar.

— Você está errado, apenas queria testar se estava certo e estava. Seu escudo absorve cada ataque que eu lanço. – compreende Saul.

— Sim é verdade, você entendeu. Mas agora é tarde de mais, você já carregou bastante o poder dele. – declara Baltazar apontando o escudo para Saul. – Contra-ataque final!!! – ele dispara uma poderosa rajada de cosmo energia a partir de seu escudo alvejando Saul. O cavaleiro de sagitário porem estende as mão segurando o golpe com elas, mas ainda assim é empurrado apara trás.

— Entendo, então esse é todo o poder do escudo da tartaruga. – Saul observa atento.

— Você conseguiu conter meu golpe com as mãos, não posso acreditar. – Baltazar fica um pouco insatisfeito.

— Hora vamos, achou mesmo que ia me matar com isso? – Saul provoca ele.

— Você é mesmo arrogante cavaleiro de sagitário, mas agora vou te mostrar o poder máximo do meu escudo! – anuncia o comandante tartaruga que já faz o escudo brilhar com seu poder. – Contra-ataque final!!! – ele dispara uma nova rajada de energia contra Saul que por sua vez também já preparava seu golpe.

— Vamos ver como ele se sai contra o ataque original! – o cavaleiro de sagitário novamente concentra o poder em sua mão direita. – Trovão atômico!!! — ele dispara mais uma vez o ataque que agora se choca contra o golpe de Baltazar. Os dois colidem se igualando em um primeiro momento mostrando força equivalente.

— Ele decidiu revidar meu golpe com esse ataque? E agora somos equivalentes! – afirma Baltazar, mas Saul não concorda.

— Iguais você diz, mas seu ataque depende do poder que absorveu de mim. Porem meu ataque depende apenas do meu cosmo! – responde ele elevando ainda mais o seu cosmo energia. Imediatamente o trovão atômico começa a superar o contra-ataque final o empurrando para trás.

— Não pode ser, eu não posso ser vencido assim! – grita Baltazar em desespero enquanto seu poder é empurrado até seu escudo que começa a trincar. – Meu escudo não vai suportar! – grita ele enquanto o escudo da tartaruga se parte em pedaços e ele é golpeado em cheio pelo poder do trovão atômico. Ele é arremessado à para trás arrastando pelo chão até parar próximo á parede.

— Eu sabia que seu escudo podia absorver meus golpes então entendi que atacar ao mesmo tempo do seu ataque era o único momento em que isso não era possível. Como eu presumi seu escudo não resistiu e foi feito em pedaços. – explica Saul enquanto Baltazar caído ouve sem falar nada dando seu ultimo suspiro. Enquanto isso na casa de virgem a poeira havia abaixado e do meio dela os dois guerreiros surgem. Ulisses já procurava por Indra.

— Como eu previ nossos golpes foram semelhantes e acabaram se detonando. Agora preciso terminar isso! – declara ele. Do outro lado Indra parecia atordoado.

— Não pode ser, como meu ataque pode ser neutralizado por ele, isso é impossível. – Indra não podia acreditar no que havia acontecido. Mas não havia tempo para lamentações, pois Ulisses já surgia na frente dele pronto para o fim da luta. Com a mão envolvida por uma corrente de ar ele desfere um golpe atravessando o coração de Indra que fica com uma expressão de muita surpresa.

— Esse e o fim da luta cavaleiro virgem, você perdeu. – afirma o general cavalo marinho retirando então sua mão do peito dele enquanto o sangue escorria.

— Como pode acontecer? Eu fui derrotado. – Indra fica atônito dando alguns passos para trás e então se colocando em posição de meditação mas logo depois ele vai ao chão sem vida enquanto Ulisses observa tudo. Enquanto isso fora do santuário, mas não muito distante dos limites 3 marinas saiam de uma caverna, quando um cavaleiro os avista.

— Não pode ser, aqueles são marinas, tenho que impedi-los! – ele corre até eles os cercando. – Vocês não vão continuar, eu sou o cavaleiro de bronze Esper de esquadro. – ele se apresenta.

— Eu cuido dele, vocês vão! – uma voz ordena a os 3 marinas surgindo de dentro da caverna.

— Quem é você? – pergunta o cavaleiro de esquadro.

— Sou Starkad de urso polar! – ele fala se revelando e indo na direção do cavaleiro. – Vocês 3 vão logo! – ele ordena novamente e os 3 marina partem.

— Não vou deixa-los escapar! – grita Esper de esquadro.

— Você não me ouviu, eu sou seu oponente! – fala Starkad se movendo a uma grande velocidade e surgindo na frente dele.

— Não pode ser, que rápido! Muito bem eu vou te vencer primeiro! – grita ele atacando Starkad, mas ele evita facilmente os golpes.

— Vou mata-lo rápido, você é muito fraco para me enfrentar! – afirma Starkad estendendo as mãos. – Garras do urso polar!!! – os dedos de ambas as mãos de Starkad congelam ficando maiores e afiados nas pontas como verdadeiras garras. Ele então desfere um golpe cortando a armadura e atingindo o peito do cavaleiro de esquadro provocando graves cortes.

— Eu....perdi...Atena. – são as ultimas palavras de Esper que vai ao chão logo depois.

— Idiota, alguém assim realmente pensava que poderia fazer algo? – Starkad zomba do esforço do cavaleiro de bronze e em seguida se vira dando alguns passos para ir embora, mas uma voz chama por ele.

— Espere, não vou permitir que você zombe de um cavaleiro que morreu defendendo Atena! – a voz era de Deimos que acabava de chegar.

— Hora vejam quem chegou finalmente, Deimos de aquário! – Starkad se vira olhando para ele.

— Sim, estou aqui e vou acabar com você Starkad de Urso de polar, da outra vez você fugiu mas agora não vou permitir. – adverte Deimos.

— Eu não fugi, apenas segui ordens, mas agora eu tenho tempo para mostrar que meu ar gélido é muito mais poderoso que os seu! – responde Starkad. De volta ao santuário, na casa de capricórnio o cavaleiro de ouro Arthur aguardava atentamente caso alguém chega-se até ele.

— Senti vários cosmos desaparecendo, até mesmo de cavaleiros de ouro, o que está acontecendo afinal? – ele questiona, quando sente um forte cosmo na entrada de sua casa. – Esse cosmo que acabou de surgir, quem pode ser? – Arthur fica atento à entrada da casa de capricórnio quando um homem finalmente surge na entrada. Ele caminha lentamente para dentro da casa trajando uma escama verde com detalhes em azul e uma espada presa ao braço direito.

— Sou o comandante crocodilo! Estou aqui para corta-lo em pedaços Arthur de capricórnio. – ele provoca o dourado ficando a certa distancia.

— São belas palavras, porque não se aproxima mais e tenta? – desafia Arthur.

— E porque não, afinal eu não tenho medo da excalibur! – responde o comandante crocodilo dando mais passos contra ele.

— Como você sabe da excalibur? – pergunta Arthur.

— Eu sei tudo sobre você velho amigo. – responde crocodilo finalmente chegando próximo de Arthur que olha em seu rosto.

— Lancelot? Não pode ser é você? – pergunta Arthur perplexo diante do que estava vendo. Seria aquele Lancelot o cavaleiro da távola redonda? E Arthur e o rei lendário e o verdadeiro dono da excalibur? Parece que uma luta incrível está prestes a começar entre esses dois.

Continua.......

Arco batalha do santuário.