Cavaleiros do Zodíaco: Guerra de Poseidon
6 O mistério da armadura de prata
Capitulo 6 – O mistério da armadura de prata
Depois da morte de Seraphíon de Pégaso, tido como um cavaleiro lendário e que era o antigo mestre do santuário, por Nereu, finalmente Atena reúne os 12 cavaleiros de ouro para discutir os últimos acontecimentos e se preparar para guerra contra os marinas. Depois da reunião, Akuma de câncer querendo um pouco de diversão sai do santuário e acaba se deparando com Adônis de cefeu um cavaleiro de prata traidor. Depois de uma luta rápida Akuma termina o combate com suas ondas do inferno mandando a alma de Adônis para o mundo dos mortos. Já Deon o discípulo de Seraphíon continuava tentando chegar ao santuário, mas alguém já o havia descoberto.
— Será que eu estou perto? Droga ele me trouxe aqui uma vez, mas não tenho certeza. Preciso chegar logo! – afirma Deon, porem nas sombras alguém já estava o observando.
— Finalmente encontrei o discípulo daquele maldito Seraphíon. Você morrerá por minhas mãos. – afirma o homem.
— Eu realmente estou confuso, será que devo seguir em frente? – se pergunta Deon quando o homem que o observava finalmente surge em sua frente.
— Parece que está perdido, por acaso quer chegar ao santuário? – pergunta o homem que usava uma armadura prateada.
— Essa armadura, você é um marina ou um cavaleiro? – pergunta o garoto.
— Sou um cavaleiro de prata. Eu sou Nicol de relógio! – ele se apresenta. E você é o discípulo de Seraphíon de Pégaso não é mesmo? Nicol questiona Deon.
— Sou, mas como você sabe? – pergunta o Deon.
— Porque estou aqui para mata-lo em nome de Nereu! – ele afirma dando um sorriso e avançando contra Deon que desvia.
— Nereu, o maldito que matou meu mestre! – ele lembra imediatamente e seu cosmo começa a queimar.
— Não se preocupe logo estará com ele. – responde Nicol de relógio que ataca novamente, mas Deon se mostra rápido para evitar os ataques. Ele finalmente consegue acertar um chute em Deon, mas ele se mantem de pé e devolve com um soco que empurra Nicol para trás. – Esse maldito, ele possui um cosmo tão poderoso quanto os cavaleiros de prata, como é possível? — ele fica surpreso.
— Não vou perdoar quem estiver com aquele maldito Nereu! – grita Deon atacando em seguida. – Impacto destruidor!!! – ele dispara seu soco semelhante a um canhão de ar que avança contra Nicol, mas esse consegue desviar.
— Que golpe foi esse? Esse desgraçado é forte, mas eu sou mais rápido. Vamos acabar logo com isso! Punho do tempo!!! – Nicol estende seu punho direito que então brilha forte emanando uma energia a sua volta. Em seguida ele desaparece da visão do garoto.
— Mas o que ouve com ele? – se pergunta o garoto que e atingido com um soco. Logo ele é golpeado novamente com mais socos.
— O que ouve, estou rápido de mais para você? – debocha Nicol.
— Então essa era sua verdadeira velocidade? – questiona o Deon.
— Hahahaha o que foi agora não parece tão confiante! Punho do tempo!!! – ele novamente estende seu punho o fazendo brilhar. Em seguida o garoto o perde novamente de vista e começa a ser atacado e jogando ao chão depois de receber vários socos e chutes.
— Droga, eu não consigo ver nada. – lamenta Deon caído.
— Antes de te mandar para o inferno vou contar o que está havendo. Eu não estou mais rápido, você e que fica mais lento. Graças a o meu punho do tempo posso diminuir ou aumentar o fluxo temporal. Agora adeus vá para o outro mundo junto de seu mestre! – afirma o cavaleiro de relógio, mas quando olha para Deon ele já está de pé.
— Não me importa o que você fez, eu não serei vencido aqui! – ele fala enquanto sua cosmo energia começa a queimar mais forte ecoando muito longe dali. No santuário uma luz prateada sai em grande velocidade sendo avistada por vários cavaleiros.
— Tarde de mais, você já está morto! – grita Nicol correndo contra ele. Quando já estava para desferir seu soco mirando o coração uma luz brilha na frente e o soco atinge algo. – Não pode ser o que essa armadura está fazendo aqui? – Nicol fica sem entender recuando enquanto uma armadura prateada na forma de um homem havia surgindo na sua frente. Deon também observava surpreso.
— Mas o que significa isso? – ele se pergunta quando a armadura começa a se desmontar indo até ele e vestindo seu corpo. Em poucos segundos o discípulo de Seraphíon estava vestindo uma armadura. – Eu estou trajando uma armadura do santuário, eu sou um cavaleiro! – comemora ele.
— Isso é impossível, essa e a armadura de prata de Hércules! Porque está vestindo ela, como ela apareceu? – pergunta o cavaleiro de relógio totalmente perdido com tudo o que viu.
— Eu não sei responder nada disso, mas sei de uma outra coisa. Agora eu tenho um poder incrível! – ele fala dando um soco no ar que atinge o rosto de Nicol de leve o cortando. Em seguida Deon parte contra ele se movendo a uma velocidade incrível.
— Não pode ser, ele está mais rápido! – afirma Nicol e Deon já surge em sua frente acertando um soco em seu estomago e o jogando para trás. – Tenho que usar o punho do tempo. – fala Nicol mas ele não teve essa chance.
— A luta terminou quando eu vesti essa armadura! Impacto destruidor!!! — concentrando seu poder no braço direito ele desfere um soco com uma força terrível impulsionando o ar com um poder imenso que ao atingir Nicol fez sua armadura de prata de relógio se partir em pedaços. Já Nicol cai sem vida logo em seguida. – Eu não posso acreditar, então esse e o poder de uma armadura? Incrível, e como ele chamou? Armadura de Hércules? Então sou o cavaleiro de Hércules! – afirma Deon muito feliz. Enquanto isso no santuário, Atena percebeu que algo havia acontecido.
— Essa cosmo energia poderosa, o que foi tudo isso? – questiona Atena quando o grande mestre e o cavaleiro de sagitário adentram o salão da deusa.
— Atena desculpe nossa intromissão. – se desculpa o grande mestre.
— Tudo bem, o que querem falar? – pergunta ela.
— Eu vi agora a pouco uma armadura deixando o santuário. De alguma forma uma cosmo energia poderosa estava a envolvendo. – afirma Saul de sagitário.
— Então a poderosa cosmo energia que eu pude sentir também deve ter alguma ligação. O que será que significa tudo isso, quem tirou essa armadura do santuário? – pergunta Atena.
— Eu não sei, nem posso imaginar como isso foi possível. – responde o grande mestre. Enquanto isso fora do santuário Deimos de aquário havia partindo em uma missão de investigação nas proximidades de Micenas, uma antiga cidade.
— Tudo o que descobri sobre os marinas me trouxe aqui, não posso estar errado. – afirma ele finalmente avistando alguns deles próximas a algumas ruinas. – Lá estão, eu estava certo! – afirma ele que então imediatamente veste sua armadura dourada. – Ei vocês vamos conversar! – Deimos surge próximos a os marinas que logo ficam assustados.
— Ele é um cavaleiro de ouro! Porque está aqui? – grita um deles.
— Vamos começar a conversa com o que vocês buscam aqui? – pergunta Deimos já disparando uma rajada de ar gélido contra o marina mais próximo dele, porem alguém surge na frente e bloqueia o ataque com a mão. – O que? Mas como conteve meu ar gélido? – Deimos fica surpreso. Já os marinas comemoram.
— Comandante urso polar o senhor está aqui! – fala um deles.
— Saiam logo daqui eu cuido do inimigo! – ordena o comandante urso polar trajando sua armadura azul com detalhes em branco. Os marinas começam a fugir enquanto Deimos é bloqueado por ele.
— Você é um comandante marina? Interessante eu nunca encontrei um antes. – afirma Deimos.
— Meu nome é Starkad de urso polar e sou um comandante marina sim. Porem o que eu acho mais incrível e um cavaleiro de ouro estar aqui. Como você achou esse lugar? – pergunta Starkad.
— Eu venho monitorando os marinas a um bom tempo, não pense que vocês estão nos enganando. – responde Deimos.
— Muito bem então acho que tenho que acabar com você! – declara o urso polar que então dispara uma rajada de ar gelado. Deimos faz o mesmo e os golpes se chocam no ar se confrontando por alguns minutos. – Incrível, você tem um poder congelante realmente poderoso. – elogia Starkad.
— Você também não é nada mal, mas ainda é muito cedo para ficar surpreso. – responde o cavaleiro de aquário se preparando para atacar, porem uma voz o interrompe.
— Eu estou aqui para ajudar, sou Jotun de escudo! – era um homem de aproximadamente 24 anos com cabelos longos e vestindo uma armadura vermelha e prata com um grande escudo no braço direito.
— Você é um cavaleiro de prata, que bom que está aqui. Vá atrás dos marinas que fugiram! – ordena Deimos enquanto urso polar apenas observa.
— Sim estou indo agora mesmo! – responde Jotun que então salta contra Deimos que estava de costas, mas que evita o golpe a tempo.
— O que significa isso, porque me atacou? – Deimos olha para Jotun.
— Hora porque não sirvo a Atena e sim a Poseidon. O grande Nereu me fez uma oferta muito melhor. – responde ele.
— Mais um traidor. – lamenta Deimos.
— Não sou um traidor e sim o vencedor no futuro! – afirma Jotun.
— Deixo com você então Jotun. Adeus cavaleiro de aquário! – se despede o urso polar que então foge. Deimos tenta ir atrás dele mas Jotun bloqueia o caminho.
— Não vai passar! – afirma o cavaleiro de prata de escudo. Deimos então tenta atacar, mas seu soco e bloqueado pelo escudo, ele então se distancia e dispara uma rajada de ar gelado, mas Jotun usa seu escudo novamente para bloquear o golpe. – Você não pode fazer nada, esse escudo de prata não pode ser superado nem por um cavaleiro de ouro! – afirma Jotun.
— Será mesmo verdade? – pergunta Deimos, porem Jotun decide atacar.
— Não importa agora é minha vez! – ele salta a uma grande altura enquanto eleva seu cosmo então atacando. – Escudo Mortal!!! – Jotun então desce girando rápido e mirando com seu pé direito o peito de Deimos o acertando em cheio. Porem o cavaleiro de ouro de aquário eleva seu cosmo e resiste ao golpe saindo intacto.
— Parece que seu poder de ataque não é grande coisa. – afirma Deimos olhando para Jotun que fica atordoado.
— Maldito como é possível? Mas não importa, eu tenho o escudo mais forte, nem você pode supera-lo! – grita Jotun.
— É você já disse isso, vamos testar! – Deimos estende sua mão direita virada para cima criando uma esfera de ar gelado. – Pó de diamante!!! – ele então fecha a mão e ao estendê-la para frente dispara seu ataque. Jotun rapidamente ergue seu escudo e o ataque o atinge totalmente.
— Eu disse, você não pode superar minha defesa! — comemora Jotun, mas ele então vê Deimos avançando rapidamente contra ele com seu punho envolto em cosmo energia e desferindo em seguida um soco no escudo. – Idiota o que está fazendo? – grita Jotun enquanto que olha o punho de Deimos perfurar seu escudo o atravessando facilmente até seu coração. – Como é possível? – ele pergunta sem acreditar no que estava acontecendo.
— Todas as armaduras podem ser congeladas, apenas é preciso saber a temperatura certa. E como um cavaleiro do gelo eu sei exatamente como quebrar algo congelado. – afirma ele retirando seu punho do peito de Jotun que vai ao chão logo depois. – Eu cheguei tarde aqui, mas não vou desistir, preciso descobrir o que eles querem. – afirma Deimos partindo logo depois. Enquanto isso no santuário, Magus o guardião de aries protegia sua casa quando Arthur de capricórnio chega a ela.
— Arthur, o que faz por aqui? – pergunta Magus.
— Apenas queria verificar algo, estou com um pressentimento ruim. – responde ele. As batalhas entre os guerreiros de Atena e Poseidon continuavam, então qual será o próximo perigo?
Continua...
Arco cavaleiros de prata traidores
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